Quarta-feira, Fevereiro 03, 2010
Terça-feira, Fevereiro 02, 2010
O PALHAÇO por Mário Crespo

Para quem não teve a oportunidade de ler, esta é uma das muitas crónicas deste homem sem medo... será que vamos ter mais um caso Manuela Moura Guedes?
Será que o PALHAÇO manda e desmanda e que tudo tem de ser unicamente como ele quer... votaste no PALHAÇO? então agora RI
O palhaço
2009-12-14
O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.
O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.
O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.
E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.Ou nós, ou o palhaço.
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Segunda-feira, Janeiro 25, 2010
12 de Janeiro - Terramoto no Haiti
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!2 de Janeiro já era uma data importante para mim já que nasci neste dia, mas agora que milhares de mortos se ligam a esta data vou recorda-la de outra forma também...
Recebi este texto por e-mail e resolvi dividir aqui no blog porque realmente os meus conhecimentos sobre sismos são poucos ou nenhuns e o choque das imagens que nos chegam não me fizeram duvidar que a tragédia pudesse ter outra origem... mas depois de ler fiquei com a pulga na orelha e com vontade de saber mais...
Interrogações sobre o sismo do Haiti
Há qualquer coisa de muito errado com o sismo do Haiti. Senão vejamos:
1 - A cobertura mediática exaustiva e esmagadora, tipo 11 de Setembro, incomparavelmente mais extensa do que a do sismo de Banda Aceh (grau 9) e do subsequente tsunami, onde morreram mais de 200.000 pessoas;
2- O envio maciço de tropas americanas armadas para o Haiti, como uma força de ocupação;
3 - O envolvimento de quase todas as mega-organizações globalistas, desde a ONU até à AMI, numa escala não vista aquando da catástrofe de Banda Aceh;
4 - A localização, a profundidade e a abrangência do sismo: aparentemente, localizou-se o epicentro mesmo junto à capital (ver o ficheiro Intensity.jpg), não tendo repercussões de monta para além de um raio de pouco mais de 50 Km, o que é inverosímil para um abalo desta magnitude. O que é facto é que não há notícias nem de estragos nem de vítimas na República Dominicana - que partilha com o Haiti a mesma ilha - ou em Cuba. Depois, o abalo dá-se longe das grandes falhas tectónicas que passam entre Cuba e o Haiti (ver Haiti sismo.jpg).
Por fim, tanto o grande abalo como TODAS as réplicas se concentraram na mesma área, e a 10 Km de profundidade, tal como numa série de outros sismos posteriores, do Irão à Argentina (ver Sismos TODOS a 10 Km de profundidade.doc). A probabilidade disto acontecer é muito remota.
Tudo isto dá que pensar.
Repare-se que NENHUM dos «resorts» turísticos do Haiti ou da República Dominicana foi danificado, apenas a capital arrasada, tendo toda a energia do sismo sido aí descarregada.
Há quem fale em arma secreta, talvez uma deflagração nuclear subterrânea a grande profundidade (10 Km), com o intuito de fazer parecer um desastre natural, e a invasão ser travestida de «ajuda humanitária».
É que 30.000 «marines» em armas não se poderão propriamente encaixar nessa classificação.
Um caso a investigar, e a estar alerta para sismos de área muito limitada, como este (recordemos que o de Lisboa, em 1755, teve o epicentro a 200 Km a SW do cabo de S. Vicente, e o abalo arrasou praticamente Portugal (muito maior que o Haiti) e parte de Espanha e Marrocos). Ou seja, teria o sismo do Haiti sido verdadeiramente um «sismo» ou o abalo provocado por outros meios?
E as dezenas de réplicas todas no mesmo sítio, à mesma profundidade, como o desabar parcial de uma mega-caverna deixada por uma explosão? Ficção? Ou coincidências incríveis?
2010...
e lá se foi o Pai Natal, mais o menino Jesus e sua família... e lá se foi o ano de 2009 e entrou o de 2010... e agora?
ficou o desemprego, a chuva e a crise e muito mais que atormentou o ano de 2009 como por exemplo o tal de sócrates...
acho que perdi o ritmo de vir aqui desabafar ou entregar novidades e curiosidades que me pareciam boas de partilhar com este mundo misterioso de leitores anónimos, acho que os blogs perderam em função do facebook... será que ainda há quem vá aos blogs ler? Será que estas opiniões interessam a alguém?
ficou o desemprego, a chuva e a crise e muito mais que atormentou o ano de 2009 como por exemplo o tal de sócrates...
acho que perdi o ritmo de vir aqui desabafar ou entregar novidades e curiosidades que me pareciam boas de partilhar com este mundo misterioso de leitores anónimos, acho que os blogs perderam em função do facebook... será que ainda há quem vá aos blogs ler? Será que estas opiniões interessam a alguém?
Domingo, Dezembro 13, 2009
DE VOLTA... para lutar, vencida mas não convencida
a esta ausência podem chamar "momento de reflexão"...
precisei de todo este tempo para me mentalizar que vou viver mais 2 anos (no mínimo) debaixo do fascismo socialista com o apoio do "povo"...
e assim, neste momento, julgo estar preparada para a luta contra os oportunistas, aldrabões, burlitas e fascisto-socialistas que dominam a sociedade onde vivo...
continuarei a dar as minhas opiniões mesmo que ninguém as leia porque me alivia a alma e o figado e direi NÃO a todos os que teimam em me deitar poeira para os olhos e se escondem por detrás de cargos e lobys brincando com todo um país que ainda sonha com a palavra liberdade
Sábado, Setembro 26, 2009
PARA REFLEXÃO - UM POVO MUITO ESTRANHO
Tirado do site que se encontra linkado (esta palavra existe?) por concordar plenamente com o mesmo sou no entanto responsável pelos comentários que se encontra a bold e a vermelho que demonstram apenas os meus mais modestos pensamentos...
Uma vez disseram sobre os portugueses e Portugal
Uma vez disseram sobre os portugueses e Portugal
"Um país que não se governa... nem se deixa governar.
Quem o disse, já no século III a.c., foi um general romano em carta endereçada ao imperador, quando da conquista da Península Ibérica pelos romanos. «Há, na parte mais ocidental da Ibéria, um povo muito estranho: não se governa nem se deixa governar!» "
Quem o disse, já no século III a.c., foi um general romano em carta endereçada ao imperador, quando da conquista da Península Ibérica pelos romanos. «Há, na parte mais ocidental da Ibéria, um povo muito estranho: não se governa nem se deixa governar!» "
Como eu desejo que isto seja verdade no dia 27... e que não deixem governar esse que dá pelo nome de um grande filósofo e ao qual não reconheço o direito a letra maíuscula ... sr. sócrates
MOSTREM QUE SOMOS REALMENTE UM POVO MUITO ESTRANHO
Recordar é viver: "Sócrates, o ditador" - por António Barreto
Único senhor a bordo tem um mestre e uma inspiração.
Com Guterres, o primeiro-ministro aprendeu a ambição pessoal, mas, contra ele, percebeu que a indecisão pode ser fatal, ao ponto de, com zelo, se exceder. Prefere decidir mal, mas rapidamente, do que adiar para estudar.
Em Cavaco, colheu o desdém pelo seu partido. Com os dois e com a sua própria intuição autoritária, compreendeu que se pode governar sem políticos.
Onde estão os políticos socialistas?
Aqueles que conhecemos, cujas ideias pesaram alguma coisa e que são responsáveis pelo seu passado?
Uns saneados, outros afastados.
Uns reformaram-se da política, outros foram encostados. (Ferro Rodrigues, José Maria Carrilho)
Uns foram promovidos ao céu, outros mudaram de profissão.
Uns foram viajar, outros ganhar dinheiro.
Uns desapareceram sem deixar vestígios, outros estão empregados nas empresas que dependem do Governo.
Manuel Alegre resiste, mas já não conta. (a este falta vergonha na cara)
Medeiros Ferreira ensina e escreve.
Jaime Gama preside sem poderes.
João Cravinho emigrou.
Jorge Coelho está a milhas de distância e vai dizendo, sem convicção, que o socialismo ainda existe. (este não é o da Mota-Engil?)
António Vitorino, eterno desejado, exerce a sua profissão.
Almeida Santos justifica tudo. (este basta olhar-lhe para a cara)
Freitas do Amaral, "ofereceu-se, vendeu-se" e reformou-se! (este é o mais vendido de todos, mete nojo)
Alberto Martins apagou-se.
Mário Soares ocupa-se da globalização. (este está tão gagá que até troca as falas e confunde o que o Sócrates diz com o que diz a Manuela F. Leite... eles nem são parecidos)
Carlos César limitou-se definitivamente aos Açores.
João Soares espera. (este é a pura grosseria em pessoa e sei do que falo)
Helena Roseta foi à sua vida independente. (mais uma vendida... desta vez ao António Costa com quem jurava não fazer coligação)
Os grandes autarcas do partido estão reduzidos à insignificância.
O Grupo Parlamentar parece um jardim-escola sedado.
Os sindicalistas quase não existem. O actual pensamento dos socialistas (mas eles pensam? eu acho que eles são como os papagaios... só repetem o que ouvem) resume-se a uma lengalenga pragmática, justificativa e repetitiva sobre a inevitabilidade do governo e da luta contra o défice. O ideário contemporâneo dos socialistas portugueses é mais silencioso do que a meditação budista.
Ainda por cima, Sócrates percebeu depressa que nunca o sentimento público esteve, como hoje, tão adverso e tão farto da política e dos políticos. Sem hesitar, apanhou a onda.
Desengane-se quem pensa que as gafes dos ministros incomodam Sócrates. Não mais do que picadas de mosquito. As gafes entretêm a opinião, mobilizam a imprensa, distraem a oposição e ocupam o Parlamento. Mas nada de essencial está em causa.
Os disparates de Manuel Pinho fazem rir toda a gente. As tontarias e a prestidigitação estatística de Mário Lino são pura diversão.
Não se pense que a irrelevância da maior parte dos ministros, que nada têm a dizer para além dos seus assuntos técnicos, perturba o primeiro-ministro. É assim que ele os quer, como se fossem directores-gerais.
Só o problema da Universidade Independente e dos seus diplomas o incomodou realmente.
Mas tratava-se, politicamente, de uma questão menor. Percebeu que as suas fragilidades podiam ser expostas e que nem tudo estavasob controlo. Mas nada de semelhante se repetirá.
O estilo de Sócrates consolida-se. Autoritário, Crispado, Despótico, Irritado, Enervado, Detestando ser contrariado. (no dia 28 vai para uma clinica de desintoxicação de Xanax para voltar a ser o que é)
Não admite perguntas que não estavam previstas ou antes combinadas. Pretende saber, sobre as pessoas, o que há para saber. Tem os seus sermões preparados todos os dias. Só ele faz política, ajudado por uma máquina poderosa de recolha de informações, de manipulação da imprensa, de propaganda e de encenação. O verdadeiro Sócrates está presente nos novos bilhetes de identidade, nas tentativas de Augusto Santos Silva de tutelar a imprensa livre, na teimosia descabelada de Mário Lino, na concentração das polícias sob seu mando e no processo que o Ministério da Educação abriu contra um funcionário que se exprimiu em privado. O estilo de Sócrates está vivo, por inteiro, no ambiente que se vive, feito já de medo e apreensão. A austeridade administrativa e orçamental ameaça a tranquilidade de cidadãos que sentem que a sua liberdade de expressão pode ser onerosa. A imprensa sabe o que tem de pagar para aceder à informação. As empresas conhecem as iras do Governo e fazem as contas ao que têm de fazer para ter acesso aos fundos e às autorizações. Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e sem oposição à altura, Sócrates trata de si. Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns interesses económicos, Sócrates governa. Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do Estado. Nomeia e saneia a bel-prazer.
Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos. É possível. Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta de carinho dos portugueses pela liberdade.
Único senhor a bordo tem um mestre e uma inspiração.
Com Guterres, o primeiro-ministro aprendeu a ambição pessoal, mas, contra ele, percebeu que a indecisão pode ser fatal, ao ponto de, com zelo, se exceder. Prefere decidir mal, mas rapidamente, do que adiar para estudar.
Em Cavaco, colheu o desdém pelo seu partido. Com os dois e com a sua própria intuição autoritária, compreendeu que se pode governar sem políticos.
Onde estão os políticos socialistas?
Aqueles que conhecemos, cujas ideias pesaram alguma coisa e que são responsáveis pelo seu passado?
Uns saneados, outros afastados.
Uns reformaram-se da política, outros foram encostados. (Ferro Rodrigues, José Maria Carrilho)
Uns foram promovidos ao céu, outros mudaram de profissão.
Uns foram viajar, outros ganhar dinheiro.
Uns desapareceram sem deixar vestígios, outros estão empregados nas empresas que dependem do Governo.
Manuel Alegre resiste, mas já não conta. (a este falta vergonha na cara)
Medeiros Ferreira ensina e escreve.
Jaime Gama preside sem poderes.
João Cravinho emigrou.
Jorge Coelho está a milhas de distância e vai dizendo, sem convicção, que o socialismo ainda existe. (este não é o da Mota-Engil?)
António Vitorino, eterno desejado, exerce a sua profissão.
Almeida Santos justifica tudo. (este basta olhar-lhe para a cara)
Freitas do Amaral, "ofereceu-se, vendeu-se" e reformou-se! (este é o mais vendido de todos, mete nojo)
Alberto Martins apagou-se.
Mário Soares ocupa-se da globalização. (este está tão gagá que até troca as falas e confunde o que o Sócrates diz com o que diz a Manuela F. Leite... eles nem são parecidos)
Carlos César limitou-se definitivamente aos Açores.
João Soares espera. (este é a pura grosseria em pessoa e sei do que falo)
Helena Roseta foi à sua vida independente. (mais uma vendida... desta vez ao António Costa com quem jurava não fazer coligação)
Os grandes autarcas do partido estão reduzidos à insignificância.
O Grupo Parlamentar parece um jardim-escola sedado.
Os sindicalistas quase não existem. O actual pensamento dos socialistas (mas eles pensam? eu acho que eles são como os papagaios... só repetem o que ouvem) resume-se a uma lengalenga pragmática, justificativa e repetitiva sobre a inevitabilidade do governo e da luta contra o défice. O ideário contemporâneo dos socialistas portugueses é mais silencioso do que a meditação budista.
Ainda por cima, Sócrates percebeu depressa que nunca o sentimento público esteve, como hoje, tão adverso e tão farto da política e dos políticos. Sem hesitar, apanhou a onda.
Desengane-se quem pensa que as gafes dos ministros incomodam Sócrates. Não mais do que picadas de mosquito. As gafes entretêm a opinião, mobilizam a imprensa, distraem a oposição e ocupam o Parlamento. Mas nada de essencial está em causa.
Os disparates de Manuel Pinho fazem rir toda a gente. As tontarias e a prestidigitação estatística de Mário Lino são pura diversão.
Não se pense que a irrelevância da maior parte dos ministros, que nada têm a dizer para além dos seus assuntos técnicos, perturba o primeiro-ministro. É assim que ele os quer, como se fossem directores-gerais.
Só o problema da Universidade Independente e dos seus diplomas o incomodou realmente.
Mas tratava-se, politicamente, de uma questão menor. Percebeu que as suas fragilidades podiam ser expostas e que nem tudo estavasob controlo. Mas nada de semelhante se repetirá.
O estilo de Sócrates consolida-se. Autoritário, Crispado, Despótico, Irritado, Enervado, Detestando ser contrariado. (no dia 28 vai para uma clinica de desintoxicação de Xanax para voltar a ser o que é)
Não admite perguntas que não estavam previstas ou antes combinadas. Pretende saber, sobre as pessoas, o que há para saber. Tem os seus sermões preparados todos os dias. Só ele faz política, ajudado por uma máquina poderosa de recolha de informações, de manipulação da imprensa, de propaganda e de encenação. O verdadeiro Sócrates está presente nos novos bilhetes de identidade, nas tentativas de Augusto Santos Silva de tutelar a imprensa livre, na teimosia descabelada de Mário Lino, na concentração das polícias sob seu mando e no processo que o Ministério da Educação abriu contra um funcionário que se exprimiu em privado. O estilo de Sócrates está vivo, por inteiro, no ambiente que se vive, feito já de medo e apreensão. A austeridade administrativa e orçamental ameaça a tranquilidade de cidadãos que sentem que a sua liberdade de expressão pode ser onerosa. A imprensa sabe o que tem de pagar para aceder à informação. As empresas conhecem as iras do Governo e fazem as contas ao que têm de fazer para ter acesso aos fundos e às autorizações. Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e sem oposição à altura, Sócrates trata de si. Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns interesses económicos, Sócrates governa. Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do Estado. Nomeia e saneia a bel-prazer.
Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos. É possível. Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta de carinho dos portugueses pela liberdade.
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Domingo, Setembro 20, 2009
É por esta gente que queres ser governado?

e se as carrinhas fossem do PSD, do PC ou do PPM? teriam o mesmo tratamento pelas autoridades ?
- Fátima Felgueiras:
- Paulo Pedroso;
- sr. sócrates;
e mais um milhar de tantos outros que se encontram acima da justiça e das leis que só se aplicam ao comum dos mortais que não está filiado no PS
COIMAS
Nas auto-estradas
Acima de 120 e até 150 Km/h as multas são entre 60 e os 300 euros.
Entre os 150 e os 180 Km/h as multas apresentam valores entre os 120 e os 600 euros.
Acima de 180 Km/h, a multa pode ser de 240 a 1200 euros, mantendo-se a inibição acessória de conduzir.
Acima de 120 e até 150 Km/h as multas são entre 60 e os 300 euros.
Entre os 150 e os 180 Km/h as multas apresentam valores entre os 120 e os 600 euros.
Acima de 180 Km/h, a multa pode ser de 240 a 1200 euros, mantendo-se a inibição acessória de conduzir.
Eleições:
Duas carrinhas controladas pelo radar da GNR perto de Coimbra
Campanha do PS em excesso de velocidade
Campanha do PS em excesso de velocidade
Três dias depois de três carrinhas Mitsubishi terem sido apreendidas numa fiscalização da GNR no Barreiro (infracção que viria a ser ‘apagada’ por ordem da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária), a caravana eleitoral do PS foi ontem apanhada novamente em infracção. Dois monovolumes, curiosamente da mesma marca, foram controlados pelo radar na Auto-estrada do Norte (A1), em excesso de velocidade, perto de Coimbra. Um dos condutores dos veículos recusou-se mesmo a pagar a coima.
Um carro descaracterizado da GNR de Aveiro efectuou a fiscalização pelas 11h05, junto ao km 202 da A1, no sentido Norte-Sul. Os militares abordaram três carrinhas Mitsubishi, com identificação do PS, a circular em claro excesso de velocidade quando se preparavam para deixar a A1, na saída de Coimbra--Norte/Mealhada.
Só dois dos monovolumes viriam a ser controlados pelo radar digital da viatura. O primeiro foi fotografado a 173 km/h e o segundo, minutos depois, a 169 km/h. Com a prova necessária captada, os militares mandaram parar os dois veículos.
Numa zona em que o limite de velocidade é de 120 km/h, os dois condutores foram apanhados em contra-ordenações graves. A ambos foi aplicada a mesma coima: 120 euros. No entanto, só o condutor fotografado a 173 km/h efectuou o pagamento no local. O outro recusou-se a fazê-lo, tendo ficado com os documentos apreendidos. Fonte socialista admitiu as duas autuações ao CM, referindo que as viaturas controladas pela GNR são "de transporte de material de campanha".
Um carro descaracterizado da GNR de Aveiro efectuou a fiscalização pelas 11h05, junto ao km 202 da A1, no sentido Norte-Sul. Os militares abordaram três carrinhas Mitsubishi, com identificação do PS, a circular em claro excesso de velocidade quando se preparavam para deixar a A1, na saída de Coimbra--Norte/Mealhada.
Só dois dos monovolumes viriam a ser controlados pelo radar digital da viatura. O primeiro foi fotografado a 173 km/h e o segundo, minutos depois, a 169 km/h. Com a prova necessária captada, os militares mandaram parar os dois veículos.
Numa zona em que o limite de velocidade é de 120 km/h, os dois condutores foram apanhados em contra-ordenações graves. A ambos foi aplicada a mesma coima: 120 euros. No entanto, só o condutor fotografado a 173 km/h efectuou o pagamento no local. O outro recusou-se a fazê-lo, tendo ficado com os documentos apreendidos. Fonte socialista admitiu as duas autuações ao CM, referindo que as viaturas controladas pela GNR são "de transporte de material de campanha".
POLÍTICOS EM CAMPANHA A ALTA VELOCIDADE
Com a multiplicação de acções de campanha de norte a sul do País, é comum ver as caravanas dos partidos a deslocarem-se a alta velocidade de comício em comício. No entanto, quando devidamente coordenado, o normal é estas comitivas serem escoltadas por batedores contratados, que circulam de moto e automóvel.
"As iniciativas são muitas e são para cumprir", dizia António Guterres, quando ainda era candidato a primeiro-ministro. Mas o melhor – ou o pior – exemplo foi dado por Ferro Rodrigues, em 2003, quando o carro em que seguia para uma acção de campanha na Nazaré foi detectado a 168 km/h na A8.
"As iniciativas são muitas e são para cumprir", dizia António Guterres, quando ainda era candidato a primeiro-ministro. Mas o melhor – ou o pior – exemplo foi dado por Ferro Rodrigues, em 2003, quando o carro em que seguia para uma acção de campanha na Nazaré foi detectado a 168 km/h na A8.
GNR ALERTA PARA PRECEDENTE
Na edição de sexta-feira, o CM denunciou que, por ordem expressa da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR de Coina devolveu os três monovolumes que havia apreendido à caravana eleitoral do PS numa fiscalização no Barreiro por as mesmas circularem com películas publicitárias ilegais. A devolução das viaturas implicou igualmente a anulação da coima de 1100 euros aplicada aos funcionários do partido. A decisão caiu mal junto dos patrulheiros, que agora querem saber se a ordem da ANSR abriu um precedente para futuras fiscalizações do mesmo âmbito. "Queremos saber se civis, empresas, ou outros partidos que circulem com viaturas nas mesmas condições, deverão também ser autuados", disse ao CM um dos patrulheiros. José Alho, presidente da Associação Sócio-Profissional Independente da GNR, questiona mesmo "qual o moral com que ficam os militares para levantarem autos de trânsito". (não ficam com moral nenhuma porque aqui temos a velha questão dos filhos e dos enteados)
PORMENORES
CARRINHA DESAPARECEU
Os militares da GNR de Aveiro detectaram três carrinhas com os dísticos socialistas a circular em excesso de velocidade, mas uma delas fugiu à fiscalização.
CONTRA-ORDENAÇÃO
As contra-ordenações cometidas pelos dois elementos da comitiva socialista são consideradas graves, puníveis com coimas de 120 euros.
ABREM CAMINHO
Fonte do Partido Socialista disse ao ‘CM’ que os dois monovolumes ontem fiscalizados em excesso de velocidade costumam "abrir caminho às viaturas onde seguem os políticos que fazem as acções". (se abrem caminho às viaturas onde seguem os políticos podemos concluir que os ditos políticos seguem á mesma velocidade?!...)
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As coisas que se aprendem com os políticos...
Hoje aprendi que afinal as peixeiras não são "PESSOAS"... também me parecia, já me tinha questionado como é que é possível conviver com o cheiro a peixe uma vida inteira...
Será que os pescadores são pessoas?
Será que o Louçã Bairrista de Esquerda cumprimenta os pescadores?
...Questionado pelos jornalistas sobre o facto de ter evitado a peixaria, Francisco Louçã foi rápido na resposta; “Nunca vou.” Porquê? “Por uma questão de princípio”, respondeu. E sustentou: “Porque cria uma dinâmica de espectáculo. Eu quero um contacto com as pessoas, não quero favorecer nenhuma forma de populismo, nenhuma forma de simplicidade na campanha eleitoral.”
Louçã tem vindo, ao longo da campanha, a “convidar todos e todas” para a criação da “força de esquerda”, referindo sempre que “todos os votos contam”. As vendedoras de peixe parecem constituir, porém, uma excepção. “Eu escolho as pessoas com quero contactar”, afirmou, peremptório.
Sábado, Setembro 19, 2009
e quem se lixa?... é o Rui Teixeira

AS BOQUINHAS NÃO ENGANAM... É COMO O ALGODÃO...Eu sei que tu sabes que ele sabe que o Paulo Pedroso ... coiso e tal e também sei que o Paulo Pedroso é do PS e que foi um tal de Ferro Rodrigues que coiso e tal e tal e coiso e que agora está em Paris até ver como param as modas porque afinal os gajos do caso da casa Pia não piam e a coisa vai ficar com está... e quem se lixa? Quem se lixa é o mexilhão...
Três membros do Conselho Superior da Magistratura (CSM) nomeados pelo PS levantaram dúvidas sobre a avaliação de ‘Muito Bom’ atribuída ao juiz Rui Teixeira, que esteve à frente do caso de pedofilia da Casa Pia, e a nota está suspensa até que chegue ao fim o processo da indemnização reclamada ao Estado pelo ex-arguido Paulo Pedroso (retirado do 31 da Armada)
Porra... estou farta
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Coisas estranhas na campanha...
EU QUERO UM... PRETO PARA CONDIZER COM A ROUPA TODA...

Se bem que tudo o que aconteça nestes 15 dias de campanha é estranho porque todos são aquilo que não são... há algumas mais estranhas que outras e para as quais não estava tão bem preparada... aqui vão:
- Que o sr. sócrates fosse um cordeiro e não um lobo... isto só desacredita os cordeiros, carneiros e outros que tais que nos ajudam a adormecer em dias difíceis
- Que em campanha eleitoral o M.da Saúde não se esqueça dos cheques para os dentes... lá estou eu a pagar anúncios com os meus impostos;
- Que sem mais e ao fim de uma vida em vésperas de campanha autárquica a câmara se tenha lembrado de fazer publicidade aos SENHORES que recolhem o nosso lixo... lá estou eu a pagar anúncios com os meus impostos;
- Que o Manuel Alegre, figura lendária do Partido Socialista, não tenha vergonha de voltar com a palavra atrás e que apesar de todas as humilhações que o partido lhe tem feito vá para campanha... cá para mim merece mais umas pauladas de ingratidão;
- Que os jornais deixem de ser jornais e passem a meros pasquis de alcoviteiras;
- Que o povo mude de ideias de cada vez que leva um beijinho... parecem os cães sempre a abanar o rabo;
- Que haja tanta gente a dizer mal do noticiário da Manuel Moura Guedes se ninguém o via... como é que sabiam da qualidade do mesmo? pois é... afinal viam;
- Que já se tenham esquecido que o sr. sócrates disse em évora num comício que quem baixou o EURIBOR foi ele;
- Que ninguém fale dos muitos Zés que fazem falta... vira casacas da política;
- Que os espanhóis estejam a dar tanto valor ás nossas eleições... querem lá a ver que os Filipes vão voltar?;
- Que o Louçã se desdiga (para os mais atentos) sobre o PPR, e os descontos na saúde amanhando o discurso ao jeito do dia...
Sexta-feira, Setembro 18, 2009
TVI, Público... quem será o freguês que se segue
Apesar de estarmos a meia dúzia de dias das eleições o fascismo encapotados do sr. sócrates não se inibe de continuar a fazer das suas...
Primeiro foi a Manuela Moura Guedes e o Notíciario de Sexta e agora é o Director do Público... deste último diz o sr. sócrates que "ele tem uma imaginação muito criativa"... pois com certeza que quem tem imaginação é criativo... e quem exerce poder à força é o quê?
Primeiro foi a Manuela Moura Guedes e o Notíciario de Sexta e agora é o Director do Público... deste último diz o sr. sócrates que "ele tem uma imaginação muito criativa"... pois com certeza que quem tem imaginação é criativo... e quem exerce poder à força é o quê?
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Isto foi sem dúvida uma declaração de voto...
Foi o programa menos acutilante... e o Louça foi igual a ele mesmo com o timbre de voz de professor de teologia...
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Sábado, Setembro 12, 2009
BLOCO DE ESQUERDA E O AMIGO LOUÇÃ PARARAM NO TEMPO
INTEGRALMENTE RETIRADO DO 31 DA ARMADA POR ACHAR QUE CLARIFICA NA PRÁTICA UM PROGRAMA QUE NÃO É EXEQUIVÉL PORQUE ESTAMOS NO SÉCULO XXI E ESTAS IDEIAS DO BE SÃO MUITO GIRAS MAS SE ESTIVESSE MOS EM 1960...
O BE chega ao poder, por coligação ou acordo parlamentar. O que se passaria, de acordo com o programa eleitoral de Louçã:
Domingo.
22h00 Louçã vai festejar.
17h15 (hora local, Caracas) Chavez liga a dar os parabéns.
Segunda-feira
"Avançar com um plano de nacionalização do sector energético - Galp e EDP -. A energia, a água, as vias de comunicação, ostransportes públicos, entre outros serviços públicos, têm de ser controladas por todos." (pág. 14).
08h00 Bolsa de Lisboa. Os pequenos accionistas da Galp, EDP e Brisa vêem as suas acções perder o valor enquanto correm para as vender. Não querem ter participações em empresas controladas por um governo que acha que elas não podem ter lucro.
18h00 A Ruptura-FER exige a saída da GNR de Timor para parar de "ajudar o governo a reprimir a população".
Terça-feira
"Regulamentação das Medicinas Não-Convencionais, promovendo a formação, certificação, autonomia e auto-regulação." (pag. 22).
"legalização do consumo e docultivo para uso pessoal da cannabis." (pag. 31)
12h00 Louçã inaugura as hortas comunitárias de Lisboa com plantações de cannabis para consumo próprio. Um cultivador entusiasma-se com a inauguração e magoa-se, decidindo ir aviar uma receita para centrar os seus chakras.
20h00 A Quarta Internacional expulsa o Bloco de Esquerda pela "participação ou de apoio a governos de colaboração de classe, hoje em dia governos com a social-democracia e o centro-esquerda"
Quarta-feira
"A banca, os seguros e todo o sector financeiro são decisivos para a actividadeeconómica, para o crédito e para a vida das pessoas e por isso devem ser públicos" "(pag. 55).
"crescente taxação da entrada de automóveis nos maiores perímetros urbanos." (pag. 83)
"prescrição médica de substâncias hoje ilegalizadas, como o são a heroína ou a cocaína"(pag. 30).
07h30 Comissão Europeia ameaça Portugal com sanções pela não indemnização das nacionalizações da banca. Investidores estrangeiros abandonam Portugal. VW e Renault fecham as portas. António Chora sai do BE.
10h00 Manifestações em Lisboa e Porto dos Sindicatos da EDP, GALP e Brisa. Engarrafamento de 30km nas novas portagens de entrada em Lisboa.
23h00 O cultivador magoado ainda não melhorou, decide ir aviar uma receita de cocaína.
Quinta-feira
"A investigação científica na área das renováveis, em particular na microgeração e redes locais, deve serincentivada nas universidades públicas, ficando o Estado com a patente das tecnologias avançadas." (pag. 69).
"extensão dos critérios de atribuição do rendimento social de inserção, para abranger os necessitados" os jovens, os desempregados de longa duração, os desencorajados"(pag. 18)
“ Impedir posição dominante no mercado de jornais nacionais generalistas e na imprensa especializada mais relevante (economia e desporto)” (pag. 92)
09h00 Os investigadores portugueses e jovens doutorados entopem o RSI por estarem "desencorajados", outros saem de Portugal.
18h00 Benfiquistas saem à rua por causa do governo quer proibir A Bola.
19h00 Sportinguistas e Portistas saem à rua por discordar que A Bola seja mais dominante do que o Record ou O Jogo.
Sexta-feira
"Legalização da morte assistida" (pag. 23)"
“fim da OMC, do FMI e do Banco Mundial” (pag. 108)
“Portugal deve sair da NATO e pugnar pela extinção deste e de todos os blocos militares. Portugal deve defender o desarmamento geral e universal” (pag. 110)
13h00 A Al-Qaeda apoia o governo português.
14h00 Chavez declara que não vai desarmar o exército bolivariano da Venezuela nem cancela as compras de armamento à Rússia.
Sábado
“Os pagamentos em espécie devem ser tributados (como o usufruto de viaturas de serviço e o uso livre de telemóveis) (pag. 53).
Ao ler a notícia no Expresso os portugueses convocam por sms – antes que a medida entre em vigor na próxima semana- uma greve geral por perda dos direitos.
Domingo
"Fim de rodeos" (pag. 76)
Os portugueses descobrem que, até aí, havia rodeos em Portugal e não sabiam. A única boa notícia da semana.
O BE chega ao poder, por coligação ou acordo parlamentar. O que se passaria, de acordo com o programa eleitoral de Louçã:
Domingo.
22h00 Louçã vai festejar.
17h15 (hora local, Caracas) Chavez liga a dar os parabéns.
Segunda-feira
"Avançar com um plano de nacionalização do sector energético - Galp e EDP -. A energia, a água, as vias de comunicação, ostransportes públicos, entre outros serviços públicos, têm de ser controladas por todos." (pág. 14).
08h00 Bolsa de Lisboa. Os pequenos accionistas da Galp, EDP e Brisa vêem as suas acções perder o valor enquanto correm para as vender. Não querem ter participações em empresas controladas por um governo que acha que elas não podem ter lucro.
18h00 A Ruptura-FER exige a saída da GNR de Timor para parar de "ajudar o governo a reprimir a população".
Terça-feira
"Regulamentação das Medicinas Não-Convencionais, promovendo a formação, certificação, autonomia e auto-regulação." (pag. 22).
"legalização do consumo e docultivo para uso pessoal da cannabis." (pag. 31)
12h00 Louçã inaugura as hortas comunitárias de Lisboa com plantações de cannabis para consumo próprio. Um cultivador entusiasma-se com a inauguração e magoa-se, decidindo ir aviar uma receita para centrar os seus chakras.
20h00 A Quarta Internacional expulsa o Bloco de Esquerda pela "participação ou de apoio a governos de colaboração de classe, hoje em dia governos com a social-democracia e o centro-esquerda"
Quarta-feira
"A banca, os seguros e todo o sector financeiro são decisivos para a actividadeeconómica, para o crédito e para a vida das pessoas e por isso devem ser públicos" "(pag. 55).
"crescente taxação da entrada de automóveis nos maiores perímetros urbanos." (pag. 83)
"prescrição médica de substâncias hoje ilegalizadas, como o são a heroína ou a cocaína"(pag. 30).
07h30 Comissão Europeia ameaça Portugal com sanções pela não indemnização das nacionalizações da banca. Investidores estrangeiros abandonam Portugal. VW e Renault fecham as portas. António Chora sai do BE.
10h00 Manifestações em Lisboa e Porto dos Sindicatos da EDP, GALP e Brisa. Engarrafamento de 30km nas novas portagens de entrada em Lisboa.
23h00 O cultivador magoado ainda não melhorou, decide ir aviar uma receita de cocaína.
Quinta-feira
"A investigação científica na área das renováveis, em particular na microgeração e redes locais, deve serincentivada nas universidades públicas, ficando o Estado com a patente das tecnologias avançadas." (pag. 69).
"extensão dos critérios de atribuição do rendimento social de inserção, para abranger os necessitados" os jovens, os desempregados de longa duração, os desencorajados"(pag. 18)
“ Impedir posição dominante no mercado de jornais nacionais generalistas e na imprensa especializada mais relevante (economia e desporto)” (pag. 92)
09h00 Os investigadores portugueses e jovens doutorados entopem o RSI por estarem "desencorajados", outros saem de Portugal.
18h00 Benfiquistas saem à rua por causa do governo quer proibir A Bola.
19h00 Sportinguistas e Portistas saem à rua por discordar que A Bola seja mais dominante do que o Record ou O Jogo.
Sexta-feira
"Legalização da morte assistida" (pag. 23)"
“fim da OMC, do FMI e do Banco Mundial” (pag. 108)
“Portugal deve sair da NATO e pugnar pela extinção deste e de todos os blocos militares. Portugal deve defender o desarmamento geral e universal” (pag. 110)
13h00 A Al-Qaeda apoia o governo português.
14h00 Chavez declara que não vai desarmar o exército bolivariano da Venezuela nem cancela as compras de armamento à Rússia.
Sábado
“Os pagamentos em espécie devem ser tributados (como o usufruto de viaturas de serviço e o uso livre de telemóveis) (pag. 53).
Ao ler a notícia no Expresso os portugueses convocam por sms – antes que a medida entre em vigor na próxima semana- uma greve geral por perda dos direitos.
Domingo
"Fim de rodeos" (pag. 76)
Os portugueses descobrem que, até aí, havia rodeos em Portugal e não sabiam. A única boa notícia da semana.
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Quarta-feira, Setembro 09, 2009
LEMBREM-SE DISTO QUANDO VOTAREM

Melchior Moreira - tem mesmo cara de quem está a precisar de ser reformado
Para quem não leu a notícia... para os que estão a dormir e acham que só exitem 2 partido para votar (PS e PSD)
Eu trabalho e desconto desde os 17 anos e teria os 36 anos de trabalho aos 55 anos mas heis que o senhor sócrates resolve que isso é muito cedo para me reformar e aumenta-lhe mais 10 anos de trabalho ou seja posso pedir a reforma aos 65 anos.. há os que são filhos e os que são enteados...
11 anos de trabalho a brincar aos políticos e acha que mereceum reforma vitalícia que vai juntar a mais uns quantos vencimentos...
LEMBREM-SE DISTO QUANDO VOTAREM
Subvenções: Três parlamentares em causa renunciaram ao Parlamento
379 políticos com pensão vitalícia (ACTUALIZADA)
379 políticos com pensão vitalícia (ACTUALIZADA)
O número de ex-titulares de cargos políticos com pensões mensais vitalícias ascende já a 379 pessoas. E tudo indica que este universo subirá em breve para 385 beneficiários, dado que a Assembleia da República está a organizar os processos de seis antigos eurodeputados. Para já, em 2009, foram dadas reformas para toda a vida a três ex-deputados: Melchior Moreira e Mário Albuquerque, do PSD, e Nelson Baltazar, do PS. As subvenções vitalícias deverão custar este ano, segundo o Orçamento do Estado, 8,35 milhões de euros.
Dos três parlamentares a quem foram atribuídas subvenções vitalícias, Melchior Moreira é o mais jovem: eleito deputado em 1991 pelo distrito de Viseu, o social-democrata, que esteve no Parlamento na VI, VIII, IX e X legislaturas, pediu a pensão vitalícia em 19 de Janeiro deste ano: tinha 45 ano. Foi nessa data que renunciou ao Parlamento para ser presidente da Entidade da Região de Turismo do Porto e Norte.
Nelson Baltazar renunciou ao mandato de deputado também em 19 de Janeiro deste ano. O socialista, presidente do Hospital Garcia de Orta, conta 58 anos. Foi secretário de Estado da Modernização da Saúde, em 2000/01, e deputado de 1995 a 2005. Já Mário Albuquerque pediu a subvenção vitalícia em 1 de Maio passado, quando deixou o Parlamento. Foi deputado desde 1985.
A subvenção vitalícia está prevista na lei desde 1985, mas foi extinta em 2005.
Dos três parlamentares a quem foram atribuídas subvenções vitalícias, Melchior Moreira é o mais jovem: eleito deputado em 1991 pelo distrito de Viseu, o social-democrata, que esteve no Parlamento na VI, VIII, IX e X legislaturas, pediu a pensão vitalícia em 19 de Janeiro deste ano: tinha 45 ano. Foi nessa data que renunciou ao Parlamento para ser presidente da Entidade da Região de Turismo do Porto e Norte.
Nelson Baltazar renunciou ao mandato de deputado também em 19 de Janeiro deste ano. O socialista, presidente do Hospital Garcia de Orta, conta 58 anos. Foi secretário de Estado da Modernização da Saúde, em 2000/01, e deputado de 1995 a 2005. Já Mário Albuquerque pediu a subvenção vitalícia em 1 de Maio passado, quando deixou o Parlamento. Foi deputado desde 1985.
A subvenção vitalícia está prevista na lei desde 1985, mas foi extinta em 2005.
Segundo a Caixa Geral de Aposentações, em 2008, essa regalia era paga a 376 políticos.
'ESTIVE 11 ANOS AO SERVIÇO DA CAUSA PÚBLICA'
Melchior Moreira não está minimamente incomodado por ter pedido a subvenção vitalícia com apenas 45 anos. Ao CM, o antigo deputado do PSD, pelo círculo eleitoral de Viseu, foi categórico: 'Não me incomoda de maneira nenhuma, é um direito que tenho e que me assiste em função do tempo que dediquei à causa pública'.
Para relevar o seu desempenho enquanto deputado, o social-democrata é ainda mais preciso: 'Tenho cerca de 11 anos de trabalho de causa pública e só me consideraram nove'. Por isso, remata: 'Estou perfeitamente de consciência tranquila, porque houve empenhamento pessoal e acompanhamento político'. E destaca o trabalho em defesa de Viseu, círculo pelo qual foi eleito.
Melchior Moreira não está minimamente incomodado por ter pedido a subvenção vitalícia com apenas 45 anos. Ao CM, o antigo deputado do PSD, pelo círculo eleitoral de Viseu, foi categórico: 'Não me incomoda de maneira nenhuma, é um direito que tenho e que me assiste em função do tempo que dediquei à causa pública'.
Para relevar o seu desempenho enquanto deputado, o social-democrata é ainda mais preciso: 'Tenho cerca de 11 anos de trabalho de causa pública e só me consideraram nove'. Por isso, remata: 'Estou perfeitamente de consciência tranquila, porque houve empenhamento pessoal e acompanhamento político'. E destaca o trabalho em defesa de Viseu, círculo pelo qual foi eleito.
REGALIA EXTINTA
A extinção da subvenção vitalícia foi extinta pelo Governo de José Sócrates em 2005. Sócrates considerou-a 'privilégios injustificados' dos políticos. Desde Outubro de 2005, essa regalia só é dada a quem já tinha obtido esse direito.
8,35 milhões de euros é a verba prevista no Orçamento do Estado para pagar as subvenções vitalícias em 2009.
2000 euros por mês é, em média, o valor da subvenção vitalícia. Quando os beneficiários assumem cargos políticos, a subvenção é suspensa durante o mandato.
8,35 milhões de euros é a verba prevista no Orçamento do Estado para pagar as subvenções vitalícias em 2009.
2000 euros por mês é, em média, o valor da subvenção vitalícia. Quando os beneficiários assumem cargos políticos, a subvenção é suspensa durante o mandato.
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Terça-feira, Setembro 08, 2009
PARA RELEMBRAR QUE AFINAL TALVEZ ISTO NÃO SEJA UMA DEMOCRACIA
Com a ajuda do site http://jamais.blogs.sapo.pt/170255.html aqui ficam alguns excertos de notícias sobre a ideia de democracia do sr. sócrates
OS INIMIGOS
- ...O director do jornal Público, José Manuel Fernandes, e o responsável pela informação da Rádio Renascença(RR), Francisco Sarsfield Cabral, apontaram o dedo ao gabinete de José Sócrates, que acusam de ter exercido «pressões ilegítimas» sobre jornalistas dos dois meios de comunicação, relativamente à polémica das habilitações académicas do primeiro-ministro. Já o director da SIC Notícias, que tal como os outros dois também foi ouvido esta tarde pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), fala apenas em «nervosismo excessivo».
Os três responsáveis foram chamados a prestar esclarecimentos depois de o semanário Expresso ter publicado um trabalho, a 31 de Março, sobre alegadas tentativas de condicionamento dos media por parte do Governo, em que são citados. O autor do artigo, Nuno Saraiva, e o jornalista do Público, Ricardo Dias Felner, também foram ouvidos hoje. Na próxima quarta-feira, é a vez do assessor do primeiro-ministro David Damião. No final da audição de hoje, José Manuel Fernandes, apesar de ter recusado que tivesse sentido pessoalmente pressões foi taxativo quando à sua existência. «Nas conversas com jornalistas do Público houve alusões a um possível processo judicial, o que no meu entender é uma pressão ilegítima sobre quem está a escrever notícias porque parte do princípio que uma pessoa vai violar a lei», disse o director do diário.
- António Albino Caldeira - "Dossier Sócrates"
- http://www.youtube.com/watch?v=v_Cb5uUpLqI
-O primeiro-ministro anunciou, sexta-feira, através de um comunicado, que pretende processar a TVI, depois desta ter colocado no ar uma peça de áudio onde o consultor Charles Smith o chama "corrupto".
- João Miguel Tavares
- O primeiro-ministro anunciou, sexta-feira, através de um comunicado, que pretende processar a TVI, depois desta ter colocado no ar uma peça de áudio onde o consultor Charles Smith o chama "corrupto".
TVI
A PT está ultimar a compra de uma participação de cerca de 30% na Media Capital, proprietária da TVI, numa operação que assinala o regresso da operadora liderada por Zeinal Bava ao negócio dos conteúdos audiovisuais, apurou o Económico.
...O «Governo já conhecia negócio PT/TVI desde o início do ano». A garantia é dada pelo semanário «Expresso» na edição deste sábado. A publicação salienta que o Executivo liderado por José Sócrates «acompanhou todo o processo de venda de parte da Media Capital (dona da TVI) pelos espanhóis da Prisa».
«Desde Janeiro que a hipótese de a PT entrar na empresa era defendida pelo Executivo de Sócrates, podendo ser feita directamente ou via Espanha, onde a Prisa pode sofrer uma recomposição accionista», frisa o «Expresso».
O semanário garante que tanto José Sócrates como o primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, «estiveram sempre a par» do negócio. «Os protestos contra um negócio que colocava a TVI na alçada do Estado deram cabo da transacção», refere o jornal.
TSF
... Teresa Dias Mendes, actual editora de Política, cede o lugar a Paulo Tavares, jornalista responsável pela edição dos noticiários da noite da estação e também pelo programa Motores, sobre automóveis, emitido de segunda a sexta-feira às 21h35.Teresa Dias Mendes, que deixará de fazer política na TSF, foi protagonista de um episódio durante a última campanha para as eleições europeias, em que o conteúdo de uma peça assinada pela jornalista não agradou ao primeiro-ministro. A peça aludia a referências, embora indirectas, de José Sócrates ao sindicalista Mário Nogueira, com o primeiro-ministro a sugerir que o dirigente da Fenprof estaria a ser manipulado politicamente.O episódio levou a uma intervenção do gabinete de José Sócrates junto da direcção da TSF e a uma troca de palavras entre a jornalista e o próprio Sócrates num jantar de campanha em Viseu, uma semana antes das eleições. Segundo Paulo Baldaia, que frisa que as alterações partiram todas de “decisões da direcção”, nenhuma das mudanças terá efeito imediato: “Serão alterações para a nova grelha, só para Outubro.”
OS INIMIGOS
- ...O director do jornal Público, José Manuel Fernandes, e o responsável pela informação da Rádio Renascença(RR), Francisco Sarsfield Cabral, apontaram o dedo ao gabinete de José Sócrates, que acusam de ter exercido «pressões ilegítimas» sobre jornalistas dos dois meios de comunicação, relativamente à polémica das habilitações académicas do primeiro-ministro. Já o director da SIC Notícias, que tal como os outros dois também foi ouvido esta tarde pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), fala apenas em «nervosismo excessivo».
Os três responsáveis foram chamados a prestar esclarecimentos depois de o semanário Expresso ter publicado um trabalho, a 31 de Março, sobre alegadas tentativas de condicionamento dos media por parte do Governo, em que são citados. O autor do artigo, Nuno Saraiva, e o jornalista do Público, Ricardo Dias Felner, também foram ouvidos hoje. Na próxima quarta-feira, é a vez do assessor do primeiro-ministro David Damião. No final da audição de hoje, José Manuel Fernandes, apesar de ter recusado que tivesse sentido pessoalmente pressões foi taxativo quando à sua existência. «Nas conversas com jornalistas do Público houve alusões a um possível processo judicial, o que no meu entender é uma pressão ilegítima sobre quem está a escrever notícias porque parte do princípio que uma pessoa vai violar a lei», disse o director do diário.
- António Albino Caldeira - "Dossier Sócrates"
- http://www.youtube.com/watch?v=v_Cb5uUpLqI
-O primeiro-ministro anunciou, sexta-feira, através de um comunicado, que pretende processar a TVI, depois desta ter colocado no ar uma peça de áudio onde o consultor Charles Smith o chama "corrupto".
- João Miguel Tavares
- O primeiro-ministro anunciou, sexta-feira, através de um comunicado, que pretende processar a TVI, depois desta ter colocado no ar uma peça de áudio onde o consultor Charles Smith o chama "corrupto".
TVI
A PT está ultimar a compra de uma participação de cerca de 30% na Media Capital, proprietária da TVI, numa operação que assinala o regresso da operadora liderada por Zeinal Bava ao negócio dos conteúdos audiovisuais, apurou o Económico.
...O «Governo já conhecia negócio PT/TVI desde o início do ano». A garantia é dada pelo semanário «Expresso» na edição deste sábado. A publicação salienta que o Executivo liderado por José Sócrates «acompanhou todo o processo de venda de parte da Media Capital (dona da TVI) pelos espanhóis da Prisa».
«Desde Janeiro que a hipótese de a PT entrar na empresa era defendida pelo Executivo de Sócrates, podendo ser feita directamente ou via Espanha, onde a Prisa pode sofrer uma recomposição accionista», frisa o «Expresso».
O semanário garante que tanto José Sócrates como o primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, «estiveram sempre a par» do negócio. «Os protestos contra um negócio que colocava a TVI na alçada do Estado deram cabo da transacção», refere o jornal.
TSF
... Teresa Dias Mendes, actual editora de Política, cede o lugar a Paulo Tavares, jornalista responsável pela edição dos noticiários da noite da estação e também pelo programa Motores, sobre automóveis, emitido de segunda a sexta-feira às 21h35.Teresa Dias Mendes, que deixará de fazer política na TSF, foi protagonista de um episódio durante a última campanha para as eleições europeias, em que o conteúdo de uma peça assinada pela jornalista não agradou ao primeiro-ministro. A peça aludia a referências, embora indirectas, de José Sócrates ao sindicalista Mário Nogueira, com o primeiro-ministro a sugerir que o dirigente da Fenprof estaria a ser manipulado politicamente.O episódio levou a uma intervenção do gabinete de José Sócrates junto da direcção da TSF e a uma troca de palavras entre a jornalista e o próprio Sócrates num jantar de campanha em Viseu, uma semana antes das eleições. Segundo Paulo Baldaia, que frisa que as alterações partiram todas de “decisões da direcção”, nenhuma das mudanças terá efeito imediato: “Serão alterações para a nova grelha, só para Outubro.”
Segunda-feira, Setembro 07, 2009
porque o rídiculo só se pode ilustrar de forma rídicula
Roubado do 31 da Armada do qual sou fã incondicional... obrigado por este momento de humor
Quinta-feira, Setembro 03, 2009
Mais um passo atrás na liberdade de opinião...

Eles estão mesmo com medo... agora vale tudo
Sexta feira que se preze tem o noticiário da Manuel Moura Guedes... diferente, agressivo e desempoeirado dava a conhecer os podres escondidos de uma nação que cada vez mais está amordaçada.
Hoje finalmente os senhores do país conseguiram eliminar a dor de cabeça acabando com as notícias da Manuela Moura Guedes.
Hoje a democracia retrocedeu mais um pouco.
A culpa dizem os tais que não gostam das notícias é de Espanha... sempre os espanhoís servem para alguma coisa para além de nos venderem caramelos.
Hoje deixamos de ter a Televisão Independente... hoje resta-nos a certeza que este senhor usa e abusa da frase "quero, posso e mando".
Extracto da notícia da Lusa
De acordo com as mesmas fontes, o director-geral da TVI, Bernardo Bairrão terá ainda tentado convencer a Prisa a não suspender o jornal de sexta-feira, apresentado por Manuela Moura Guedes.
O director-geral da TVI Bernardo Bairrão, que era vice de José Eduardo Moniz e que lhe sucedeu após a saída para o grupo Ongoing, tem estado incontactável.
O director-geral da TVI Bernardo Bairrão, que era vice de José Eduardo Moniz e que lhe sucedeu após a saída para o grupo Ongoing, tem estado incontactável.
O Jornal Nacional estava previsto recomeçar na próxima sexta-feira com uma investigação sobre o caso Freeport, com documentação «que contradiz as informações que têm sido publicadas», segundo disse Manuela Moura Guedes.
O jornal de sexta da TVI é líder de audiências, não tem orçamento próprio e não é dispendioso, pois é praticamente todo feito com jornalistas da casa, asseguraram as fontes, desmentindo rumores de que a justificação para a decisão se prendia com os custos do noticiário.
A direcção de informação da TVI demitiu-se hoje em bloco devido ao cancelamento do Jornal de Sexta.
Além da direcção de informação, também a chefia de redacção - António Prata e Maria João Figueiredo - apresentou demissão.
A direcção de informação era, até agora, composta pelo director, João Maia Abreu, e pelos adjuntos, Mário Moura e Manuela Moura Guedes.
O grupo Prisa, que em Espanha detém órgãos de informação como o El País, a cadeia de televisão Telecinco e cadena Ser, adquiriu a Media Capital - proprietária da TVI - em Julho de 2005 a Pais do Amaral.
A direcção de informação da TVI demitiu-se hoje em bloco devido ao cancelamento do Jornal de Sexta.
Além da direcção de informação, também a chefia de redacção - António Prata e Maria João Figueiredo - apresentou demissão.
A direcção de informação era, até agora, composta pelo director, João Maia Abreu, e pelos adjuntos, Mário Moura e Manuela Moura Guedes.
O grupo Prisa, que em Espanha detém órgãos de informação como o El País, a cadeia de televisão Telecinco e cadena Ser, adquiriu a Media Capital - proprietária da TVI - em Julho de 2005 a Pais do Amaral.
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As pensões de reforma...
"Nunca permitirei que as pensões dos portugueses sejam jogadas na bolsa". José Sócrates, Guimarães, 20 Set 08
Este homem é só chavões... o que é certo é que 20% do dinheiro da segurança social está aplicado em acções e 70% em obrigações... foi com jogos destes que o BPN foi parar ao charco.
Será que ainda vou ter direito a reforma apesar de ter descontado?
Andamos uma vida a dar dinheiro para alguns senhores andarem a brincar ao jogo da bolsa, senhores que não são escolhidos por nós mas sim pelo governo que como sabemos está cheios de trafulhas e incompetentes...
Este homem é só chavões... o que é certo é que 20% do dinheiro da segurança social está aplicado em acções e 70% em obrigações... foi com jogos destes que o BPN foi parar ao charco.
Será que ainda vou ter direito a reforma apesar de ter descontado?
Andamos uma vida a dar dinheiro para alguns senhores andarem a brincar ao jogo da bolsa, senhores que não são escolhidos por nós mas sim pelo governo que como sabemos está cheios de trafulhas e incompetentes...
Quarta-feira, Setembro 02, 2009
50 x 2 + 1 e 200
Que pena só agora peceber que afinal o que está a dar é ter filhos...
Ora vejamos:
Quando o pimpolho nasce o amigo (uma espécie de padrinho) Sócrates põe 200 € para uma conta poupança onde os pais e de mais família poderão depositar dinheiro até os 18 anos (se o tiverem) e quanto maisnão seja a criatura aos 18 anos terá 210 € se o banco não tiver falido entre tanto.
Quando o pimpolho vai estudar "O Padrinho" dá uma bolsa de estudo (não ficou explicado se era preciso ter boas notas) ou seja triplica o fabuloso abono de familia (verdade que tanto o padrinho como a madrasta tiveram difiuldades em se entenderem com as contas).
Tudo bem com tantos benefícios mas com serão eles atribuídos? E onde vamos nós buscar tanto dinheiro?
Eu que até não tive filhos, por isso logo nunca fui beneficiária de qualquer tipo de contribuição governamental ou social, dúvido de tanta caridade em vésperas de eleições.
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Segunda-feira, Agosto 31, 2009
« Os politicos e as fraldas devem ser mudadas frequentemente e pelas mesmas razões»
"Eça de Queiroz”
"Eça de Queiroz”
Sábado, Agosto 29, 2009
VAMOS MOSTRAR QUE QUEM COM VENENO MATA; COM VENENO MORRE
Mandaram-me por e-mail esta petição de solidariedade para com os muitos colegas que foram "despedidos" e porque vi muitos irem sem razão para tal resolvi ser solidária.
Muitos colegas meus se viram nos disponíveis pela simples injustiça de dois anos antes colaborarem com as chefias na distribuição das celebres quotas, a conversa era sempre a mesma - "este ano dou-lhe um bocadinho menos para podermos beneficiar X ou Y", no ano seguinte , "este ano tenho que dar o Bom ao sicrano porque o faz subir de escalão"
E de repente o jogo muda e quem teve dois anos com Suficiente entrava nas listas dos excedentes... alguns além de bons funcionários eram bons colegas e tal como eu achavam que ter uma notação anual era uma palhaçada... foram apanhados numa armadilha

Muitos colegas meus se viram nos disponíveis pela simples injustiça de dois anos antes colaborarem com as chefias na distribuição das celebres quotas, a conversa era sempre a mesma - "este ano dou-lhe um bocadinho menos para podermos beneficiar X ou Y", no ano seguinte , "este ano tenho que dar o Bom ao sicrano porque o faz subir de escalão"
E de repente o jogo muda e quem teve dois anos com Suficiente entrava nas listas dos excedentes... alguns além de bons funcionários eram bons colegas e tal como eu achavam que ter uma notação anual era uma palhaçada... foram apanhados numa armadilha
O TEU FUTURO SÓ DEPENDE DE TI.
Assim chegará aos 700 000 funcionários públicos, que deixaram de o ser desde 1 de Janeiro de 2009 com a Lei 12-A.
Assim chegará aos 700 000 funcionários públicos, que deixaram de o ser desde 1 de Janeiro de 2009 com a Lei 12-A.
Sr. Primeiro Ministro
É verdade, se o PS não tivesse a maioria, o Governo nunca teria tido a coragem de insultar publicamente os funcionários públicos, de fazer tudo para colocar a população contra nós, de alterar os direitos adquiridos para a aposentação, nem de aprovar o novo regime de Vínculos Carreiras e Remunerações que acaba com as carreiras, as garantias que tínhamos e os direitos adquiridos que tínhamos, que é um insulto a quem presta tão nobre serviço à Nação.
Não tinha procedido a despedimentos, para de seguida contratar novos colegas, com quem simpatiza mais.
Não tinha criado o SIADAP desta forma, para promover e contemplar quem dá graxa aos chefes, e impedido a carreira a quase todos os funcionários. Não chega uma vida inteira para chegar ao meio da carreira em muitas situações.
Não tinha criado um sistema de escolha dos dirigentes que fazem o que lhe interessa, podendo até serem de fora do sistema, acabando com os concursos e com as oportunidades para os que são já funcionários públicos experientes e reconhecidos.
NÃO TINHA DESTRUÍDO A FUNÇÃO PUBLICA, DEIXANDO O VAZIO, POIS ATÉ NEM SABE O QUE É, ESTA NOBRE FUNÇÃO DE SERVIR TODOS, INDEPENDENTE DAS RAÇAS, SITUAÇÃO SOCIAL E ASCENDÊNCIA FAMILIAR.
As maiorias só favorecem os poderosos, as classes trabalhadoras que produzem riqueza saem sempre a perder.
É fácil para quem tem vencimentos chorudos vir à televisão pedir para que apertemos o cinto.
Chegou o momento de ajustar contas com o PS. Se este partido tivesse menos de 1% dos votos expressos nas últimas eleições, não teria a maioria e nunca teria tido a coragem de promover todas estas enormes afrontas.
Somos 700 000, o equivalente a 14% dos votos nacionais expressos. Se nas próximas eleições, que são dentro de 2 meses, grande parte dos funcionários votarem em massa em todos os partidos excepto no PS, este partido não só não terá mais a maioria mas perderá as próximas eleições e será a oportunidade soberana de devolver ao Sr. Sócrates as amêndoas amargas que ofereceu aos funcionários públicos.
Colegas, quem foi capaz de aguentar a perseguição, a desmotivação, a perda de horizontes para a sua vida, sentir que pode ser despedido a qualquer momento com os mapas anuais de pessoal, também consegue nas próximas legislativas dirigir-se à sua assembleia de voto e votar a derrota do PS.
Em Portugal há partidos para todos os gostos, quer à direita quer à esquerda do PS, é só escolher; maiorias nunca mais.
Os funcionários públicos, para além de terem a capacidade de retirarem a maioria ao PS, têm a capacidade de o derrotar, basta para isso que convençam metade dos maridos ou mulheres, metade dos seus filhos maiores, metade dos seus pais e um vizinho a não votar PS, e já são mais de 1 000 000.
Os Funcionários Públicos deverão estar unidos, esta união deverá ser para continuar, e têm uma ferramenta poderosa ao seu alcance, a Internet, que nos põe em contacto permanente uns com os outros.
Façamos contas:
- Se esta mensagem vai ser enviada a 10 colegas.
- Se cada um dos colegas enviar a mais 10 dá 100.
- Se estes enviarem a mais 10 dá 1000.- Se estes enviarem a mais 10 dá 10 000.
- Se estes enviarem a mais 10 dá 100 000.
- Se estes enviarem a mais 10 dá 1 000 000.
Assim se vê a nossa força.
Não a menosprezes. Usa-a.
Se não estarás cada vez pior como tens visto, sem esperares nenhuma alteração à situação que te foi criada. Rapidamente todos os colegas e seus familiares ficarão a saber a informação que ela contém e a sua força.
O TEU FUTURO SÓ DEPENDE DE TI. ESTÁ NAS TUAS MÃOS. O FUTURO DE PORTUGAL DEPENDE DE TI.
Começou oficialmente a campanha eleitoral dos FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS contra o PS
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Sábado, Agosto 22, 2009
nós não somos tontos...
O meu agradecimento aos autores do vídeo porque realmente os portugueses tem uma memória muito curta
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Sá Fernandes
Terça-feira, Agosto 18, 2009
UP - ALTAMENTE


se está farto do calor
se está farto do Sócrates
se está farto de comer a poeira no caminho dos que vão de férias
se está farto de política e campanhas... vá ver o UP
abandone as crianças, as tias, o chá de domingo, a praia gordurosa e esconda-se numa sala de cinema a ver este maravilhoso filme... juro que vai sair de lá com um sorriso na cara
Segunda-feira, Agosto 17, 2009
A campanha e os truques do costume



Porque será que toda a pré campanha eleitoral me parece um jardim de recreio de uma escola onde nos intervalos se reunem os 2 bandos diferentes do bairro?
Porque será que as campanhas eleitorais são todas iguais e se resumem a "eu fiz" e "eu vou fazer" apenas com algumas excepções de "ele fez e eu vou rasgar".
Tal como nas escolas continuo á espera que chegue o "contínuo" (agora deve ser assistente técnico...) que pegue nos chefes dos bandos e os ponha de castigo como nos bons velhos tempos em que exitia educação e respeito pelo demais.
As propostas são abolidas por acusações e as feiras e romarias que antes eram locais de diversão, reunião e de manifestações de fé são agora palco para os palhaços do costume distribuirem beijinhos e apertos de mão (nem a possibilidade de uma pandemia nos salva) recheados de palavras vâs que são esquecidas logo que acabe a temporada das promessas.
No fim restam as paredes e os gigantes muppies que nos invadem o dia a dia com as caras dos actores do costume.
Terça-feira, Julho 28, 2009
Quinta-feira, Julho 23, 2009
Quarta-feira, Julho 15, 2009
Sexta-feira, Julho 10, 2009
Artigo de Miguel Sousa Tavares, Expresso 27/06
Conversa entre mim e uma amiga(…):
Quem será a amiga ?????
— É sempre assim, esta auto-estrada?
— Assim, como?
— Deserta, magnífica, sem trânsito?
— É, é sempre assim.
— Todos os dias?
— Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
— Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
— Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
— E têm mais auto-estradas destas?
— Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. — respondi, rindo-me.
— E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
— Porque assim não pagam portagem.
— E porque são quase todos espanhóis?
— Vêm trazer-nos comida.
— Mas vocês não têm agricultura?
— Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
— Mas para os espanhóis é?
— Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
— Mas porque não investem antes no comboio?
— Investimos, mas não resultou.
— Não resultou, como?
— Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
— Mas porquê?
— Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pêndula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
— E gastaram nisso uma fortuna?
— Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
— Estás a brincar comigo!
— Não, estou a falar a sério!
— E o que fizeram a esses incompetentes?
— Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
— Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
— Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km. Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
— Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
— Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
— Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
— Isso mesmo.
— E como entra em Lisboa?
— Por uma nova ponte que vão fazer.
— Uma ponte ferroviária?
— E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
— Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
— Pois é.
— E, então?
— Então, nada. São os especialistas que decidiram assim. Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
— E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
— Não, não vai ter.
— Não vai? Então, vai ser uma ruína!
— Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína — aliás, já admitida pelo Governo — porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
— E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
— Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
— E vocês não despedem o Governo?
— Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
— Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
— Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
— O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
— A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
— Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
— É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
— E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
— O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
— Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
— É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
— Não me pareceu nada...
— Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
— Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
— Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
— E tu acreditas nisso?
— Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
— Um lago enorme! Extraordinário!
— Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
— Ena! Deve produzir energia para meio país!
— Praticamente zero.
— A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
— A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
— Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar — ou nem isso?
— Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
— Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
—Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
— Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
— Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez. Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento.
E suspirou:
— Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!
Quem será a amiga ?????
— É sempre assim, esta auto-estrada?
— Assim, como?
— Deserta, magnífica, sem trânsito?
— É, é sempre assim.
— Todos os dias?
— Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.
— Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?
— Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.
— E têm mais auto-estradas destas?
— Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. — respondi, rindo-me.
— E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?
— Porque assim não pagam portagem.
— E porque são quase todos espanhóis?
— Vêm trazer-nos comida.
— Mas vocês não têm agricultura?
— Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.
— Mas para os espanhóis é?
— Pelos vistos...
Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:
— Mas porque não investem antes no comboio?
— Investimos, mas não resultou.
— Não resultou, como?
— Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.
— Mas porquê?
— Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pêndula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.
— E gastaram nisso uma fortuna?
— Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...
— Estás a brincar comigo!
— Não, estou a falar a sério!
— E o que fizeram a esses incompetentes?
— Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.
— Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?
— Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km. Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.
— Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?
— Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.
— Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?
— Isso mesmo.
— E como entra em Lisboa?
— Por uma nova ponte que vão fazer.
— Uma ponte ferroviária?
— E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.
— Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!
— Pois é.
— E, então?
— Então, nada. São os especialistas que decidiram assim. Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.
— E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...
— Não, não vai ter.
— Não vai? Então, vai ser uma ruína!
— Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína — aliás, já admitida pelo Governo — porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.
— E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?
— Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!
— E vocês não despedem o Governo?
— Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...
— Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?
— Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.
— O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
— A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
— Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
— É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.
Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:
— E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?
— O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.
— Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?
— É isso mesmo. Dizem que este está saturado.
— Não me pareceu nada...
— Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.
— Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?
— Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.
— E tu acreditas nisso?
— Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?
— Um lago enorme! Extraordinário!
— Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.
— Ena! Deve produzir energia para meio país!
— Praticamente zero.
— A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!
— A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.
— Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar — ou nem isso?
— Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.
— Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?
—Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.
Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:
— Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?
— Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez. Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento.
E suspirou:
— Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!
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Quinta-feira, Julho 09, 2009
Kimiko Yoshida's

Os auto retratos que Kimiko Yoshida's faz são espectaculares. A inspiração em grandes pintores e a criatividade e execução perfeita fazem deste trabalho uma obra a não perder
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Terça-feira, Julho 07, 2009
http://www.meetup.com/Troca-Tintas-Arte/pt
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Continuando a falar de eclaires... aqui fica o pouco do nosso eclaire português para que não esqueçamos que as trafulhices não começaram agora...
Uma imagem para não esquecer... acho que até deviamos ter adquirido a tartaruga... para se guardar no nosso jardim zoológico ou quem sabe na Fundação Mário Soares...

Esta postura de estado do Mário Soares é equivalente ao Manuel Pinho... acho que isto é um problema do PS... gostam de fazer macacadas

"Este é o maior fracasso da democracia portuguesa"
por Clara Ferreira Alves
por Clara Ferreira Alves
Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana,para a voz da rua.
A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira politica. A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bompar de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.
A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma "brilhante" que se viu o processo de descolonização.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.
A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiência governativa.
A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.
A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os "dossiers".
A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois de tão fantástico desempenho no cargo.
A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e vencer as eleições presidenciais.
A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um grupo empresarial, a Emaudio, com "testas de ferro" no comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas internacionais.
A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua segunda campanha presidencial.
A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma Fundação na sua fase pós-presidencial.
A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, "ContosProibidos", que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume as "ligações perigosas" com Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse carregado de diamantes, no dizer do Ministro da Comunicação Social de Angola).
A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar 57 países ("record" absoluto para a Espanha - 24 vezes - e França -21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 milquilómetros).
A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de grande importância estratégica para Portugal.
A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.
A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forteblindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da Republica.
A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia devigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.
A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado,que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares. Os mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.
A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou anulidade da licença de obras.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.
A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador e Presidente.
A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na... Fundação Mário Soares.
A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.
A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente era... João Soares.
A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o director do "Público", José Manuel Fernandes, a investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.
A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole Fontaine.
A lucidez que lhe permitiu considerar Jose Sócrates "o pior do guterrismo" e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.
A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais uma última vez.
A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.
A lucidez que lhe permitiu ler os artigos "O Polvo" de Joaquim Vieira na "Grande Reportagem", baseados no livro de Rui Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.
No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.
Vai... e não volta mais.
Clara Ferreira Alves
Expresso
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Segunda-feira, Julho 06, 2009
Segunda-feira, Junho 29, 2009
É nestas coisas que a América bate aos pontos os Europeus...
Quando é que será que a justiça em Portugal mostra alguma eficiência...
Ou será que só sabem exigir direitos e empinar o nariz lá para os lados da justiça...
Madoff condenado a 150 anos por maior fraude financeira da história
29.06.2009 - 16h37
Por PÚBLICO
Bernard Madoff foi hoje condenado a 150 anos de prisão por um tribunal de Manhattan por ter cometido a maior fraude financeira da história.
Antes da leitura da sentença, Bernard Madoff disse ao juiz que os crimes que cometeu não têm desculpa.
“[Irei] viver com esta dor, este tormento para o resto da minha vida”, disse também o investidor, de 71 anos.
Durante a sessão, Madoff ouviu depoimentos das vítimas da fraude que cometeu e pela qual reconhece danos provocados superiores a 50 mil milhões de dólares, numa sessão que teve início no tribunal de Nova Iorque ao início da tarde (hora de Lisboa).
Em Março passado, Madoff tinha-se reconhecido culpado de 11 acusações e o juiz que preside ao caso, Denny Chin, disse que iria impor uma sentença que entendesse como “razoável
Ou será que só sabem exigir direitos e empinar o nariz lá para os lados da justiça...
Madoff condenado a 150 anos por maior fraude financeira da história
29.06.2009 - 16h37
Por PÚBLICO
Bernard Madoff foi hoje condenado a 150 anos de prisão por um tribunal de Manhattan por ter cometido a maior fraude financeira da história.
Antes da leitura da sentença, Bernard Madoff disse ao juiz que os crimes que cometeu não têm desculpa.
“[Irei] viver com esta dor, este tormento para o resto da minha vida”, disse também o investidor, de 71 anos.
Durante a sessão, Madoff ouviu depoimentos das vítimas da fraude que cometeu e pela qual reconhece danos provocados superiores a 50 mil milhões de dólares, numa sessão que teve início no tribunal de Nova Iorque ao início da tarde (hora de Lisboa).
Em Março passado, Madoff tinha-se reconhecido culpado de 11 acusações e o juiz que preside ao caso, Denny Chin, disse que iria impor uma sentença que entendesse como “razoável
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Sexta-feira, Junho 26, 2009
Morreu o Michael Jackson - fica a sua música para recordarmos



O meio século de vida e quase tanto de carreira do cantor norte-americano foi uma sucessão de êxitos mas também de polémicas.
1958
Nasce a 29 de Agosto, em Gary (Indiana). É o sétimo filho de Joseph e Katherine Jackson.
1966
Junta-se aos irmãos mais velhos no grupo Jackson 5, que levará a família a mudar-se para a Califórnia.
1975
Os Jackson 5 rompem contrato com a Motown e mudam-se para a Epic. Michael já é o principal compositor do grupo.
1978
Entra no filme 'The Wiz', uma espécie de versão afro-americana de 'O Feiticeiro de Oz', interpretando um espantalho ao lado de Diana Ross.
1980
Lança 'Off the Wall', seu primeiro álbum a solo, produzido por Quincy Jones, com quem manteria uma longa colaboração.
1982
Após vários adiamentos, revela em Novembro o disco 'Thriller', que se tornaria o mais vendido de sempre. Torna-se o primeiro artista negro a aparecer na MTV, com o teledisco de 'Billie Jean'.
1983
Inventa o passo de dança 'moonwalk', que durante anos será um dos símbolos de quem passa a ser conhecido por 'rei da música pop'.
1984
Sofre queimaduras de segundo grau no couro cabeludo durante a gravação de um anúncio para a Pepsi. Mais tarde, conquista nove prémios Grammy graças a 'Thriller'.
1985
Empenha-se numa campanha de luta contra a fome em África que é popularizada pela canção 'We Are the World'.
1987
O seu disco 'Bad' desilude a crítica mas volta a fazer sucesso entre os fãs, colocando cinco temas no primeiro lugar no top de singles.
1988
Muda-se para o rancho Neverland, na Califórnia. O isolamento e as excentricidades, associadas às mal explicadas alterações na sua aparência, valem-lhe uma nova alcunha: 'wacko jacko' (Jack maluco).
1990
Assina um contrato com a Sony que estabelece um vínculo de 15 anos com a editora discográfica. Deveria receber 180 milhões de dólares por cada um dos seis álbuns previstos.
1991
Regressa com o teledisco de 'Black or White', mais uma vez realizado por John Landis, um dos responsáveis pelo sucesso de 'Thriller'. O álbum 'Dangerous' tornar-se-ia o segundo mais vendido da sua carreira até então.
1993
Interrompe uma digressão mundial quando enfrenta acusações de ter abusado sexualmente de um dos adolescentes que passavam temporadas consigo em Neverland. Michael garante que não seria capaz de 'fazer mal a uma criança' mas admite partilhar cama com os seus convidados.
1994
Arquivamento do caso por falta de provas. Entretanto o cantor chegara a um acordo com os pais do jovem Jordan Chandler. Em Maio casa-se com Lisa Marie Presley, filha de outro rei da música.
1995
Lança o duplo álbum 'HIStory'.
1996
Pouco depois de terminado o primeiro matrimónio, casa-se com a enfermeira Deborah Rowe, que é a mãe de dois dos seus filhos. Esta viria, mais tarde, a abdicar de qualquer direito sobre as crianças.
2001
Reúne os Jackson 5 no Madison Square Garden, em Nova Iorque, e lança o disco 'Invincible'.
2002
Nasce o seu terceiro filho, resultado de inseminação artificial e cuja mãe nunca chegou a ser conhecida. Em Novembro choca o Mundo ao aparecer na varanda de um quarto de hotel em Berlim, suspendendo a criança (coberta por um pano) fora da janela.
2003
Na sequência de buscas no seu rancho, é algemado e levado para a esquadra no âmbito de uma investigação por suspeita de abuso de menores.
2004
Alega estar inocente das acusações perante um juiz que o critica por ter chegado ao tribunal de Santa Maria, na Califórnia, com um atraso de 21 minutos.
2005
Novamente acusado de pedofilia, acaba por ser absolvido por falta de provas. Deixa Neverland e muda-se para o Bahrein, onde ficou cerca de um ano.
2008
A Sony lança uma edição comemorativa do 25.º aniversário de 'Thriller', juntando músicos e telediscos.
2009
Preparava-se para retomar a carreira com uma série de 50 concertos em Inglaterra quando morre devido a uma paragem cardíaca na tarde de 25 de Junho.
1958
Nasce a 29 de Agosto, em Gary (Indiana). É o sétimo filho de Joseph e Katherine Jackson.
1966
Junta-se aos irmãos mais velhos no grupo Jackson 5, que levará a família a mudar-se para a Califórnia.
1975
Os Jackson 5 rompem contrato com a Motown e mudam-se para a Epic. Michael já é o principal compositor do grupo.
1978
Entra no filme 'The Wiz', uma espécie de versão afro-americana de 'O Feiticeiro de Oz', interpretando um espantalho ao lado de Diana Ross.
1980
Lança 'Off the Wall', seu primeiro álbum a solo, produzido por Quincy Jones, com quem manteria uma longa colaboração.
1982
Após vários adiamentos, revela em Novembro o disco 'Thriller', que se tornaria o mais vendido de sempre. Torna-se o primeiro artista negro a aparecer na MTV, com o teledisco de 'Billie Jean'.
1983
Inventa o passo de dança 'moonwalk', que durante anos será um dos símbolos de quem passa a ser conhecido por 'rei da música pop'.
1984
Sofre queimaduras de segundo grau no couro cabeludo durante a gravação de um anúncio para a Pepsi. Mais tarde, conquista nove prémios Grammy graças a 'Thriller'.
1985
Empenha-se numa campanha de luta contra a fome em África que é popularizada pela canção 'We Are the World'.
1987
O seu disco 'Bad' desilude a crítica mas volta a fazer sucesso entre os fãs, colocando cinco temas no primeiro lugar no top de singles.
1988
Muda-se para o rancho Neverland, na Califórnia. O isolamento e as excentricidades, associadas às mal explicadas alterações na sua aparência, valem-lhe uma nova alcunha: 'wacko jacko' (Jack maluco).
1990
Assina um contrato com a Sony que estabelece um vínculo de 15 anos com a editora discográfica. Deveria receber 180 milhões de dólares por cada um dos seis álbuns previstos.
1991
Regressa com o teledisco de 'Black or White', mais uma vez realizado por John Landis, um dos responsáveis pelo sucesso de 'Thriller'. O álbum 'Dangerous' tornar-se-ia o segundo mais vendido da sua carreira até então.
1993
Interrompe uma digressão mundial quando enfrenta acusações de ter abusado sexualmente de um dos adolescentes que passavam temporadas consigo em Neverland. Michael garante que não seria capaz de 'fazer mal a uma criança' mas admite partilhar cama com os seus convidados.
1994
Arquivamento do caso por falta de provas. Entretanto o cantor chegara a um acordo com os pais do jovem Jordan Chandler. Em Maio casa-se com Lisa Marie Presley, filha de outro rei da música.
1995
Lança o duplo álbum 'HIStory'.
1996
Pouco depois de terminado o primeiro matrimónio, casa-se com a enfermeira Deborah Rowe, que é a mãe de dois dos seus filhos. Esta viria, mais tarde, a abdicar de qualquer direito sobre as crianças.
2001
Reúne os Jackson 5 no Madison Square Garden, em Nova Iorque, e lança o disco 'Invincible'.
2002
Nasce o seu terceiro filho, resultado de inseminação artificial e cuja mãe nunca chegou a ser conhecida. Em Novembro choca o Mundo ao aparecer na varanda de um quarto de hotel em Berlim, suspendendo a criança (coberta por um pano) fora da janela.
2003
Na sequência de buscas no seu rancho, é algemado e levado para a esquadra no âmbito de uma investigação por suspeita de abuso de menores.
2004
Alega estar inocente das acusações perante um juiz que o critica por ter chegado ao tribunal de Santa Maria, na Califórnia, com um atraso de 21 minutos.
2005
Novamente acusado de pedofilia, acaba por ser absolvido por falta de provas. Deixa Neverland e muda-se para o Bahrein, onde ficou cerca de um ano.
2008
A Sony lança uma edição comemorativa do 25.º aniversário de 'Thriller', juntando músicos e telediscos.
2009
Preparava-se para retomar a carreira com uma série de 50 concertos em Inglaterra quando morre devido a uma paragem cardíaca na tarde de 25 de Junho.
Quarta-feira, Junho 24, 2009
Ainda bem que alguém se lembrou da liberdade da imprensa
Ministério Público mandou arquivar a queixa crime movida por José Sócrates contra o jornalista e colunista do Diário de Notícias João Miguel Tavares.
A queixa foi arquivada pelo Ministério Público, que considerou que "as expressões utilizadas pelo arguido, dirigidas ao primeiro-ministro, ainda que acintosas e indelicadas, devem ser apreciadas no contexto e conjuntura em que foram publicadas, e inserem-se no exercício do direito de crítica, inscusceptiveis de causar ofensa penalmente relevante".
O despacho de arquivamento foi proferido pela procuradora Fernanda Alves.
João Miguel Tavares já reagiu, dizendo: "era o que estava à espera. mal seria se a decisão fosse outra".
O cronista do Diário de Notícias, recorde-se, foi alvo de uma queixa do primeiro-ministro por um artigo em que fazia referências à "licenciatura manhosa", aos projectos "duvidosos" da Guarda e ao "apartamento de luxo" comprado "a metade do preço". No mesmo artigo, Tavares fazia uma comparação entre Sócrates e Cicciolina.
Desde que no início do ano o caso Freeport voltou em força à praça pública que José Sócrates já lançou uma série de queixas crime. Além de João Miguel Tavares, foram processados vários jornalistas da TVI, incluíndo o director geral José Eduardo Moniz e a apresentadora do Jornal Nacional de Sexta-feira Manuela Moura Guedes. O director e dois outros jornalistas do Público foram também alvo de queixas crime.
A queixa foi arquivada pelo Ministério Público, que considerou que "as expressões utilizadas pelo arguido, dirigidas ao primeiro-ministro, ainda que acintosas e indelicadas, devem ser apreciadas no contexto e conjuntura em que foram publicadas, e inserem-se no exercício do direito de crítica, inscusceptiveis de causar ofensa penalmente relevante".
O despacho de arquivamento foi proferido pela procuradora Fernanda Alves.
João Miguel Tavares já reagiu, dizendo: "era o que estava à espera. mal seria se a decisão fosse outra".
O cronista do Diário de Notícias, recorde-se, foi alvo de uma queixa do primeiro-ministro por um artigo em que fazia referências à "licenciatura manhosa", aos projectos "duvidosos" da Guarda e ao "apartamento de luxo" comprado "a metade do preço". No mesmo artigo, Tavares fazia uma comparação entre Sócrates e Cicciolina.
Desde que no início do ano o caso Freeport voltou em força à praça pública que José Sócrates já lançou uma série de queixas crime. Além de João Miguel Tavares, foram processados vários jornalistas da TVI, incluíndo o director geral José Eduardo Moniz e a apresentadora do Jornal Nacional de Sexta-feira Manuela Moura Guedes. O director e dois outros jornalistas do Público foram também alvo de queixas crime.
Terça-feira, Junho 23, 2009
O Jel, Nuno Duarte, o enfant terrible

Entrevista retirada do jornal i
Num país onde se brinca com o povo só podemos levar a coisas na brincadeira...
_______________________________________________________
Seja o Jel, o Neto dos Homens da Luta, ou Nuno Duarte, é o enfant terrible da televisão e dos políticos. Agora vai candidatar-se à Câmara de Lisboa
"Aqui é que se trabalha bem para a luta." Jel, o enfant terrible da televisão portuguesa, recebeu o i em tronco nu, deitado numa esperguiçadeira, sob o sol implacável de um dia de semana na Costa da Caparica. Mordaz e corrosivo como já nos habituou, o ex-humorista da SIC Radical falou da sua candidatura à Câmara de Lisboa, dos novos projectos de Neto e Falâncio e das polémicas com os políticos.
Essa candidatura à Câmara de Lisboa é para levar a sério?
Claro. Já estamos a recolher assinaturas.
Quantas faltam?
Temos mil e precisamos de 4500. Acho que vai ser fácil. Se conseguir estar no boletim, posso muito bem vir a ser vereador.
Mesmo sem um programa eleitoral?
Não tenho nem vou ter. Só levo uma proposta: transformar os jardins de Lisboa em hortas para o povo.
Mas as pessoas vão levar a candidatura a sério?
Não, mas é esse o objectivo. É nestas alturas de abstenção, quando o povo está descrente, que surgem os malucos a gritar. E o povo adora isso
Porque se candidata? Para se promover ou faz parte do acordo com a marca que o patrocina?
A Nestea só apoia o espectáculo dos Homens da Luta, não tem nada a ver com a candidatura. Este tipo de candidaturas - a minha, a do Mário Viegas e do Manuel João Vieira no passado - é que demonstra a vitalidade da democracia.
Porquê?
Vou-te dar um exemplo: convidaram-nos, há um mês, como Homens da Luta, para fazer um espectáculo na inauguração do Hotel Vila Galé, em Lagos. Estava lá o Sócrates e o Manuel Pinho. A meio do espectáculo, o primeiro-ministro fugiu e disse aos seguranças que não voltava a entrar enquanto nós não saíssemos. Isso dá-me gozo. A política dá-me gozo. E se eu sou popular porque não posso ir a votos?
Já não é a primeira vez que tem problemas com Sócrates...
É verdade. Numa manifestação da CGTP, estávamos a passar na Rua Bramcamp, onde mora o primeiro-ministro, e eu disse uns impropérios ao megafone. Um dia depois do programa, o gabinete do Sócrates ligou à SIC Radical para impedir a transmissão das repetições. Foi um incidente e o episódio acabou por ser retirado do ar.
Sente-se que tem um certo orgulho a falar disso, como se intimidar um político fosse uma espécie de vitória....
Completamente. É sinal que o meu trabalho de provocação está a surtir efeito.
Não acha que exagera?
Sim, reconheço que sim. E esse caso do Sócrates foi um deles.
É filiado nalgum partido?
Não. Já andei próximo do "berloque" de esquerda, em 1999. Cheguei a ir a algumas reuniões, ajudei a colar cartazes, organizei umas festas. Mas depois desiludi-me, por causa da ideologia. Para mim, tudo o que é ideologia, faz-me retrair.
E o seu partido, não tem ideologia?
O meu não. Vai chamar-se Todo Partido e o objectivo é, depois das eleições, ser um aglutinador de candidaturas semelhantes, ser a base para alguém se candidatar a um junta de freguesia, por exemplo.
Votou nas últimas eleições?
Não, agora só voto em mim. Por isso é que me vou candidatar.
Tem cartão de eleitor?
O primeiro já o fumei. Depois não voltei a tirar, era mesmo bom para fazer filtros...
Falando do percurso de humorista, o que anda a fazer?
Há um mês que estamos com o espectáculo Homens da Luta. É o Neto e o Falâncio, com uma banda de dez elementos e instrumentos tradicionais. Vamos correr os cine-teatros das capitais de distrito.
E o programa da SIC Radical?
Depois do "Vai tudo abaixo na América" apresentámos uma proposta para outros programas, mas não têm o dinheiro que nós precisamos. Temos um acordo com um operador de internet para fazer sketches e colocar online.
Um "Vai Tudo Abaixo" na internet?
Não. É um conceito diferente. Um sketch por dia, de um ou três minutos. Mas tenho pena de não fazer televisão.
Nenhum canal generalista vai apostar no Jel. Têm os Contemporâneos, os Gato Fedorento..
Não sei porque têm medo, já provamos que somos produtivos. Gosto do Nuno Lopes e acho os Gato previsíveis. Já disse que eles são betinhos e é verdade: é pessoal do Colégio São João de Brito.
E o Jel onde estudou?
Na Secundária de Odivelas, hard-core motherfucker [risos]. Até facadas havia. Eu era da tribo dos punks, tinha crista e tudo. Daí a alcunha Jel.
Quanto custava o "Vai Tudo Abaixo"?
A SIC Radical deu-me 20 mil euros por vinte episódios na América. Estive lá uns três meses e perdi dinheiro. Sou mau a negociar porque apresento as ideias cheio de pica e as pessoas percebem isso.
Onde esteve nos Estados Unidos?
Nova Iorque, Filadélfia, Washington, Las Vegas. Foi um grande programa. O meu irmão apertou a mão ao Obama. Se fosse outro gajo qualquer abria os telefornais.
Porque acha que o ignoram?
Não sei, mas os artistas como eu, em Portugal, sempre viveram mal.
Quem?
O Bocage, por exemplo...
Achas que é o Bocage do século XXI?
Não sou poeta, mas sim, identifico-me. Era um gajo à margem, como eu. Portugal é foo. Até acho que em relação a outros artistas sou um priveligiado - graças a Deus existem marcas para nos patrocinar.
Apesar de estar a representar, há uma certa genuidade nas suas personagens. Não acha que ao ser patrocinado por uma marca vai desvirtuar essa imagem?
O público percebe. Voltando aos Estados Unidos, o que fazia lá, além dos sketches?
Filmámos quase todos os dias. Estivemos com os Moonspell, José Luís Peixoto, Lobo Antunes. E em Las Vegas divertimo-nos...
Divertiram-se...?
Sim, jogámos e fomos a umas casas de strip.Perdeu dinheiro?Claro, umas centenas de dólares - 200 ou 300. E fui dos que perdi menos. Os gajos lá são muita manhosos: enquantos estás a jogar estão sempre a oferecer-te bebidas.
Já lá tinha ido com a sua banda pró-guerra, os Kalashnikov...?
Demos dois concertos, no Texas e Nova Iorque. Como? Aquilo não é uma banda para levar a sério, era tudo a abandalhar...Era o ca?!&=o. Fo#!-se, desculpa lá, os Kalashnikov é ganda rock! Gravámos um CD.
Sim, é bem tocado, mas é para o número...
Todo o rock é a avacalhar, essa é a essência do rock, o avacalho. Desde os Rolling Stones, aos Ramones, Clash... Há é uma mensagem satírica e negra de pró-guerra.
Por falar em música. Começou num registo quase romântico, a cantar o “Viola-me Eléctrica”....
Era uma coisa lírica....
A puxar para o introspectivo e lamechas.Era. Não tenho jeito especial para coisa nenhuma, mas sou muito teimoso. Nesse disco era eu e as minhas dúvidas existenciais. Mas não tenho jeito para chorão...
Ainda assim foi para o Brasil à custa das vendas....
Sim, vendi quase dois mil discos. Agarrei nos 10 ou 12 mil euros e fui passear para o Brasil.
E já tinha estado em Paris.
Sim, tinha uns 19 anos. O meu ganha-pão foi vender caldos knorr como se fosse ganza junto à campa do Jim Morrison. Era a zona mais freak do cemitério Pére Lachaise, fumávamos umas das nossas – que eram boas – partilhávamos com os turistas, e depois vendíamos caldos knorr.
Nunca teve problemas com a polícia?
Em França passei uma noite na esquadra, mas foi por pegar fogo a uns caixotes.
E em Portugal?
Fui detido várias vezes, preso não. Uma vez, ainda no tempo da Revolta dos Pasteis de Nata, foi por estar vestido de bófia, num sketch de um polícia racista. Era tudo malta minha conhecida, mas filmado como um apanhado, para captar a reacção das pessoas._O problema foi que alguém chamou a bófia, e fomos todos de cana.
Qual foi a situação de maior stress?
Uma vez que fomos para o circo Chen reclamar por causa dos animais. Levámos porrada, e quase fui parar à jaula dos leões.
Sexta-feira, Junho 19, 2009
Musica brasileira em noite de Santo António
Lisboa já não é o que era, as tradições estão a perder-se e é com tristeza que vejo os Santos Populares diluírem-se numa mistura de outros interesses culturais que nada tem a ver connosco.
Entre sardinhas e jarros de vinho foi com alguma surpresa que me deparei com uma mini feira, junto ao chafariz do rei e á Casa dos Bicos, de artesanato peruano...
Se havia ideia de deixar vender alguma coisas nas festas tradicionais lisboetas por que raio não se vendeu manjericos ou artesanato típico português?
Com centenas de turistas a desfrutarem toda a alegria que se junta nas ruas dos bairros tradicionais porque não patrocinar o nosso artesanato?
Mas as surpresas não ficaram só por aqui...
Em frente à mesma casa dos bicos estendia-se um palco onde se ouvia musica brasileira... numa das noites estava a cantar a Simara... mais típico não pode haver.
Será que no sambodromo em pleno Carnaval desfilam ranchos folclóricos?
Um pouco mais adiante actuavam uns peruanos disfarçados de índios, com grandes tocados de penas... muito elucidativo para os estrangeiros que nos visitam...
Como deduzo, que pela quantidade de polícia que estava nas ruas, que esta gente tinha autorização camarária... qual será o método de selecção e quem o faz?
Não há dúvida que o Sr. António Costa está bem rodeado de ignorantes que não se importam de disvirtualizar costumes e tradições.
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Quinta-feira, Maio 28, 2009
Quinta-feira, Maio 21, 2009
POIS...
o que se vai fazendo por esse mundo fora...
Quarta-feira, Maio 20, 2009
Ainda há gente com coragem para falar

Texto caçado no blogue do seu autor, José M. Barbosa.
«Senhor Primeiro Ministro,Engenheiro José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa
Excelência.
Tem Vossa Excelência apenas mais um ano de idade do que eu. Permita-me
no entanto que lhe diga que não tem a minha idade, no sentido de que não somos da mesma geração e não é pela diferença de calendário. Em 1974 aderi ao Partido Socialista, fui secretário da Juventude Socialista do Estoril e nesta qualidade passei as estopinhas para que ideias, políticas sociais, fossem implementadas pelo Partido Socialista. Quando Francisco Pinto Balsemão desistiu do "Jornal de Cascais" eu fundei um outro jornal, em Cascais, chamado "Boca do Inferno". Aldo Moro tinha sido assassinado. Lembro-me de ter escrito sobre isso, de atribuir a culpa ao PCI. O jornal era um manifesto anti-comunista. Custou-me dezasseis contos o primeiro número de só dois (fiquei teso e o Senhor meu Pai não era o Pai Natal mas quase).
Já lá vão 34 anos mas sou o mesmo. Contei com o nobre apoio de AntónioGuterres (UM SENHOR!) - Vossa Excelência já ouviu falar ? - e JoséLuís Nunes (OUTRO SENHOR!) - Vossa Excelência já ouviu falar ? com quem privei (este último infelizmente partiu). De António Lopes-Cardoso e Manuel Poppe Lopes-Cardoso (a quem desejo uma rápida recuperação e vê-lo em breve). Theutónio-Pereira e outros, como dizia Pessoa, de quem me não quero esquecer porque não me lembro. Nestas andanças, Senhor Primeiro-Ministro, nunca o vi. Afinal, onde estava Vossa Excelência no 25 de Abril ?
Na FAUL (Federação da Área Urbana de Lisboa do PS, rua do Alecrim) nem em nenhum outro lado, vi Vossa Excelência. Vossa Excelência era provavelmente, ainda, um bebé. Nem no comício da fonte luminosa em que estive a fazer segurança a Mário Soares, armado até aos dentes com G3,entregues pelo CIAC (de Cascais), armas geridas pelo Sr. Botelho, piloto da barra, primo do José Manuel Casqueiro da CAP (Confederaçãodos Agricultores Portugueses), gente boa. Dispostos a dar a vida contra a tomada de poder vinda de leste, via PCP. Vossa Excelência,onde estava ? Com certeza que não no berço que não tem. Depois caíu do céu à frente da JS. Foi nessa altura que eu me afastei definitivamente.
Anos mais tarde, vim a cruzar-me com Vossa Excelência em Gondomar em1995/96, vi Vossa Excelência ser amigo e próximo do Major Valentim Loureiro (o restaurante 3M é do melhor que há), quando se discutia quem seriam as empresas que iriam tomar conta da "incineração", com menos preocupações com o ambiente, com mais preocupações pelo negócio,"bindo das Américas".
Permita-me Vossa Excelência duvidar das suas intenções.
A minha dúvida tem raiz no discurso de Vossa Excelência. Nunca fala afavor do povo português, antes debita argumentos mesquinhos, insultuosos, como se lhe tivéssemos passado um cheque em branco.
Sempre um discurso de defesa, nunca a favor de ninguém. O discurso deVossa Excelência é o que nos faz desconfiar de Vossa Excelência. Não são os casos esquisitos do Freeport, as cenas indesculpáveis na Beira e outros sítios, os seus tios que compram Maserattis e o seu primo, pessoa de bem e homem de verticalidade inquestionável, que até se pirou para fazer um curso de "karatê" no Nepal ou na China onde ainda anda. Não é nada disto. Todos temos Vossa Excelência em boa conta,como um homem honesto. Vossa Excelência falha, quando não abona a seu favor. Quando discursa a promover medidas grosseiras do governo,marketing político para inglês ver (não devia ter dito isto assim, soaa Serious Fraud Office), quando o discurso de Vossa Excelência é um discurso de defesa do seu lugar, da sua posição, do seu poder. Vossa Excelência NUNCA DIRIGIU UMA PALAVRA AO POVO PORTUGUÊS! O seu discurso é reactivo, defende-se afanosamente do que é indefensável.
O caso, mais um, "computador Magalhães", seria para mim um caso de polícia, como sempre disse, e penso que Vossa Excelência estará de acordo, não fosse o alto patrocínio do Primeiro Ministro do meu país em quem tenho de confiar, nesta parceria do nosso dinheiro com a empresa J.P. Sá Couto de Matosinhos que é a fossa das Marianas da excelência em matéria de trampa informática.
Engana-se Vossa Excelência ao tratar o Povo Português como uma hordade idiotas. É só isto que não perdoo a Vossa Excelência e lhe digo de caras. Lá porque o Partido Socialista se transformou numa corja de oportunistas e arrivistas, eu estou em crer que Vossa Excelência é completamente alheio ao facto. Pergunte Vossa Excelência a António Guterres, já que o José Luís Nunes não está entre nós.
Sabe, Senhor Primeiro Ministro, houve Homens neste País que deram a vida, a fortuna, sacrificaram a família, para que a Vossa Excelência seja permitido tratar-nos como bestas. Houve homens que sofreram a perseguição, a tortura e o exílio. Houve homens assim. É verdade.
Não, Vossa Excelência não sabe. Cá para mim, até não sabe de nada.
Compreendo no entanto, os aspectos críticos em matéria de defesa Nacional, da imagem do País. Falta-me é paciência e já não acredito em nada.Senhor Primeiro Ministro, se é homem, se é Português, prove-o de uma forma irrefutável. Nessa tão portuguesa expressão que tem raiz na coragem e na seriedade, mostre que tem tomates, pare de nos envergonhar. Nem lhe pedimos que prove que é sério... o ónus da prova... prove-nos só que é Português. Deve.
Demita-se.
E desapareça para o Nepal ou para a China. Vá ter lições de Karatê como "sensei" seu primo, que só lhe fazem bem. Não conspurque a escola de Funakoshi Guishim, meu Mestre de Shotokan. É um favor que lhe peço. Se assim for, está perdoado. Desde que não volte. Primo, idem.»
«Senhor Primeiro Ministro,Engenheiro José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa
Excelência.
Tem Vossa Excelência apenas mais um ano de idade do que eu. Permita-me
no entanto que lhe diga que não tem a minha idade, no sentido de que não somos da mesma geração e não é pela diferença de calendário. Em 1974 aderi ao Partido Socialista, fui secretário da Juventude Socialista do Estoril e nesta qualidade passei as estopinhas para que ideias, políticas sociais, fossem implementadas pelo Partido Socialista. Quando Francisco Pinto Balsemão desistiu do "Jornal de Cascais" eu fundei um outro jornal, em Cascais, chamado "Boca do Inferno". Aldo Moro tinha sido assassinado. Lembro-me de ter escrito sobre isso, de atribuir a culpa ao PCI. O jornal era um manifesto anti-comunista. Custou-me dezasseis contos o primeiro número de só dois (fiquei teso e o Senhor meu Pai não era o Pai Natal mas quase).
Já lá vão 34 anos mas sou o mesmo. Contei com o nobre apoio de AntónioGuterres (UM SENHOR!) - Vossa Excelência já ouviu falar ? - e JoséLuís Nunes (OUTRO SENHOR!) - Vossa Excelência já ouviu falar ? com quem privei (este último infelizmente partiu). De António Lopes-Cardoso e Manuel Poppe Lopes-Cardoso (a quem desejo uma rápida recuperação e vê-lo em breve). Theutónio-Pereira e outros, como dizia Pessoa, de quem me não quero esquecer porque não me lembro. Nestas andanças, Senhor Primeiro-Ministro, nunca o vi. Afinal, onde estava Vossa Excelência no 25 de Abril ?
Na FAUL (Federação da Área Urbana de Lisboa do PS, rua do Alecrim) nem em nenhum outro lado, vi Vossa Excelência. Vossa Excelência era provavelmente, ainda, um bebé. Nem no comício da fonte luminosa em que estive a fazer segurança a Mário Soares, armado até aos dentes com G3,entregues pelo CIAC (de Cascais), armas geridas pelo Sr. Botelho, piloto da barra, primo do José Manuel Casqueiro da CAP (Confederaçãodos Agricultores Portugueses), gente boa. Dispostos a dar a vida contra a tomada de poder vinda de leste, via PCP. Vossa Excelência,onde estava ? Com certeza que não no berço que não tem. Depois caíu do céu à frente da JS. Foi nessa altura que eu me afastei definitivamente.
Anos mais tarde, vim a cruzar-me com Vossa Excelência em Gondomar em1995/96, vi Vossa Excelência ser amigo e próximo do Major Valentim Loureiro (o restaurante 3M é do melhor que há), quando se discutia quem seriam as empresas que iriam tomar conta da "incineração", com menos preocupações com o ambiente, com mais preocupações pelo negócio,"bindo das Américas".
Permita-me Vossa Excelência duvidar das suas intenções.
A minha dúvida tem raiz no discurso de Vossa Excelência. Nunca fala afavor do povo português, antes debita argumentos mesquinhos, insultuosos, como se lhe tivéssemos passado um cheque em branco.
Sempre um discurso de defesa, nunca a favor de ninguém. O discurso deVossa Excelência é o que nos faz desconfiar de Vossa Excelência. Não são os casos esquisitos do Freeport, as cenas indesculpáveis na Beira e outros sítios, os seus tios que compram Maserattis e o seu primo, pessoa de bem e homem de verticalidade inquestionável, que até se pirou para fazer um curso de "karatê" no Nepal ou na China onde ainda anda. Não é nada disto. Todos temos Vossa Excelência em boa conta,como um homem honesto. Vossa Excelência falha, quando não abona a seu favor. Quando discursa a promover medidas grosseiras do governo,marketing político para inglês ver (não devia ter dito isto assim, soaa Serious Fraud Office), quando o discurso de Vossa Excelência é um discurso de defesa do seu lugar, da sua posição, do seu poder. Vossa Excelência NUNCA DIRIGIU UMA PALAVRA AO POVO PORTUGUÊS! O seu discurso é reactivo, defende-se afanosamente do que é indefensável.
O caso, mais um, "computador Magalhães", seria para mim um caso de polícia, como sempre disse, e penso que Vossa Excelência estará de acordo, não fosse o alto patrocínio do Primeiro Ministro do meu país em quem tenho de confiar, nesta parceria do nosso dinheiro com a empresa J.P. Sá Couto de Matosinhos que é a fossa das Marianas da excelência em matéria de trampa informática.
Engana-se Vossa Excelência ao tratar o Povo Português como uma hordade idiotas. É só isto que não perdoo a Vossa Excelência e lhe digo de caras. Lá porque o Partido Socialista se transformou numa corja de oportunistas e arrivistas, eu estou em crer que Vossa Excelência é completamente alheio ao facto. Pergunte Vossa Excelência a António Guterres, já que o José Luís Nunes não está entre nós.
Sabe, Senhor Primeiro Ministro, houve Homens neste País que deram a vida, a fortuna, sacrificaram a família, para que a Vossa Excelência seja permitido tratar-nos como bestas. Houve homens que sofreram a perseguição, a tortura e o exílio. Houve homens assim. É verdade.
Não, Vossa Excelência não sabe. Cá para mim, até não sabe de nada.
Compreendo no entanto, os aspectos críticos em matéria de defesa Nacional, da imagem do País. Falta-me é paciência e já não acredito em nada.Senhor Primeiro Ministro, se é homem, se é Português, prove-o de uma forma irrefutável. Nessa tão portuguesa expressão que tem raiz na coragem e na seriedade, mostre que tem tomates, pare de nos envergonhar. Nem lhe pedimos que prove que é sério... o ónus da prova... prove-nos só que é Português. Deve.
Demita-se.
E desapareça para o Nepal ou para a China. Vá ter lições de Karatê como "sensei" seu primo, que só lhe fazem bem. Não conspurque a escola de Funakoshi Guishim, meu Mestre de Shotokan. É um favor que lhe peço. Se assim for, está perdoado. Desde que não volte. Primo, idem.»
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Terça-feira, Maio 19, 2009
Mário Crespo ... crónicas que ficaram na história

Os bons e os maus
JN 27.4.2009
Já há mais jornalistas a contas com a justiça por causa do Freeport do que houve acusados por causa da queda da ponte de Entre-os-Rios. Isto diz muito sobre a escala de valores de quem nos governa.
Chegar aos 35 anos do 25 de Abril com nove jornalistas processados por notícias ou comentários com que o Chefe do Governo não concorda é um péssimo sinal. O Primeiro-ministro chegou ao absurdo de tentar processar um operador de câmara mostrando que, mais do que tudo, o objectivo deste frenesim litigante é intimidar todos os que trabalham na comunicação social independentemente das suas funções, para que não toquem na matéria proibida. Mas pode haver indícios ainda piores. Se os processos contra jornalistas avançarem mais depressa do que as investigações do Freeport, a mensagem será muito clara. O Estado dá o sinal de que a suspeita de haver membros de um governo passíveis de serem corrompidos tem menos importância do que questões de forma referentes a notícias sobre graves indícios de corrupção. Se isso acontecer é a prova de que o Estado, através do governo, foi capturado por uma filosofia ditatorial com métodos de condicionamento da opinião pública mais eficazes do que a censura no Estado Novo porque actua sob um disfarce de respeito pelas liberdades essenciais. Não havendo legislação censória está a tentar estabelecer-se uma clara distinção entre "bons" e "maus" órgãos de informação com advertências de que os "maus" serão punidos com inclemência. O Primeiro-ministro, nas declarações que transmitiu na TV do Estado, fez isso clara e repetidamente. Pródigo em elogios ad hominem a quem não o critica, crucifica quem transmite notícias que lhe são adversas. Estabeleceu, por exemplo, a diferença entre "bons jornalistas", os que ignoram o Freeport, e os "maus jornalistas" ou mesmo apenas só "os maus", os que o têm noticiado. Porque esses "maus" não são sequer jornalistas disse, quando num exercício de absurdo negou ter processado jornalistas e estar a litigar apenas contra os obreiros dos produtos informativos "travestidos" que o estavam a difamar. E foi num crescendo ameaçador que, na TV do Estado, o Chefe do Governo admoestou urbi et orbi que, por mais gritantes que sejam as dúvidas que persistem, colocar-lhe questões sobre o Freeport é "insultuoso", rematando com um ameaçador "Não é assim que me vencem". Portanto, não estamos face a um processo de apuramento de verdade. Estamos face a um combate entre noticiadores e noticiado, com o noticiado arvorando as armas e o poder que julga ter, a vaticinar uma derrota humilhante e sofrida aos noticiadores.
Há um elemento que equivale a uma admissão de culpa do Primeiro-Ministro nas tentativas manipulatórias e de condicionamento brutal da opinião pública: a saída extemporânea de Fernanda Câncio de um painel fixo de debate na TVI sobre a actualidade nacional onde o Freeport tem sido discutido com saudável desassombro, apregoa a intolerância ao contraditório.
Assim, com uma intensa e pouco frequente combinação de arrogância, inabilidade e impreparação, com uma chuva de processos, o Primeiro Ministro do décimo sétimo governo constitucional fica indelevelmente colado à imagem da censura em Portugal, 35 anos depois de ela ter sido abolida no 25 de Abril.
Segunda-feira, Maio 18, 2009
Fantástico...
Dá que pensar...

Porque a crise já gera "historietas"
Brilhante!!!
Numa pequena vila e estância balnear na costa sul de França chove e nada de especial acontece.A crise sente-se.Toda a gente está carregada de dívidas e deve a toda a gente.
Subitamente, um rico turista russo chega ao foyer do pequeno hotel local. Pede um quarto e coloca uma nota de 100 Euros sobre o balcão, pede uma chave de quarto e sobe ao 3º andar para inspeccionar o quarto que lhe indicaram, na condição de desistir se lhe não agradar.
O dono do hotel pega na nota de 100 Euros e corre ao fornecedor de carne a quem deve 100 Euros, o talhante pega no dinheiro e corre ao fornecedor de leitões a pagar 100 Euros que lhe devia há algum tempo. Este, por sua vez, corre ao criador de gado que lhe vendera os leitões e este por sua vez corre a entregar os 100 Euros a uma prostituta que lhe cedera serviços a crédito. Esta recebe os 100 Euros e corre ao hotel a quem devia 100 Euros pela utilização casual de quartos à hora para atender clientes.Neste momento o russo rico desce à recepção e informa o dono do hotel que o quarto proposto não lhe agrada, pretende desistir e pede a devolução dos 100 Euros. Recebe o dinheiro e sai.
Não houve neste movimento de dinheiro qualquer lucro ou valor acrescentado.
Contudo, todos liquidaram as suas dívidas e estes elementos da pequena vila costeira encaram agora com optimismo o futuro.Dá que pensar...
Terça-feira, Maio 05, 2009
SILVA LOPES, 77 ANOS, NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS

Mais uma que me chegou hoje por e-mail e que faço questão de divulgar para ver se alguém neste país acorda
“… Silva Lopes, um senhor muito ouvido e respeitado, defendeu recentemente, com autoridade e bonomia, o congelamento dos salários dos portugueses que, recorda o boletim estatístico de Janeiro passado do Ministério do Trabalho e Segurança Social, se cifrava, em termos médios, em 891,40 euros mensais.
Socorro-me de um estudo realizado pelo economista Eugénio Rosa para trazer à colação que aquele senhor:
auferia mensalmente 102.562,30 euros quando, em Maio transacto, deixou a presidência do Montepio, vai receber cerca de 4.000 euros de reforma mensal, que somará a outra da Caixa Geral de Depósitos e, ainda, a uma terceira, do Banco de Portugal; embora invocando a necessidade de descansar para sair do Montepio aos 74 anos de idade, aceitou, de seguida, o cargo de administrador da EDP Renováveis, provavelmente em coerência com a sua visão socialista da economia e do mercado de trabalho. “
Socorro-me de um estudo realizado pelo economista Eugénio Rosa para trazer à colação que aquele senhor:
auferia mensalmente 102.562,30 euros quando, em Maio transacto, deixou a presidência do Montepio, vai receber cerca de 4.000 euros de reforma mensal, que somará a outra da Caixa Geral de Depósitos e, ainda, a uma terceira, do Banco de Portugal; embora invocando a necessidade de descansar para sair do Montepio aos 74 anos de idade, aceitou, de seguida, o cargo de administrador da EDP Renováveis, provavelmente em coerência com a sua visão socialista da economia e do mercado de trabalho. “
SILVA LOPES, 77 ANOS, NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS
A pouca vergonha continua.
Ao que isto chegou.
SILVA LOPES, com 77 ( setenta e sete ) anos de idade,ex-Administrador do Montepio Geral, onde saiu há pouco tempo com uma indemnização de mais de 400.000 euros, acrescidos de varias reformas que tem, uma das quais do Banco de Portugal como ex-governador, logo que saiu do Montepio foi nomeado Administrador da EDP RENOVAVEIS, empresa do Grupo EDP.
Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milhar de euros num emprego dado pela escumalha politica do governo, que continua a distribuir milhões pela cambada afecta aos partidos docentrão.
Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário o congelamento de salários e o não aumento do salário minimo nacional, por causa da competividade da economia portuguesa. Claro que para este senhor, o congelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar, ( desde que não congelem o dele, claro ).
Quanto a FERNANDO GOMES, mais um comissário politico do PS, recebeu em 2008, como administrador da GALP, mais de 4 milhões de euros de remunerações. Acresce a isto um PPR de 90.000 euros anuais, para quando o " comissário PS " for para a reforma. Claro que isto nãovai acontecer pois, tal como Silva Lopes, este senhor vai andar de tacho em tacho, tal como esta cambada de ex-politicos que perante a crise " assobia para o ar ", sempre com os bolsos cheios com os milhões de euros que vão recebendo anualmente.
Estes senhores não tem vergonha na cara ?
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Segunda-feira, Maio 04, 2009
25/4 a 1/5... 5 dias em que se sonha com a liberdade
Desci a avenida no dia 25 procurando esperança nos olhares...
Fui ao Marquês no dia 1 procurando trabalhadores de luto porque o trabalho está a faltar...
Encontrei apenas saudosistas de cravo na mão sem brilho nos olhos...
Encontrei palavras de ordem ultrapassadas, encontrei descontentamento fantasiado de alegria...
Encontrei piqueniques tradicionais e conversas de circunstância...
Não encontrei força, não encontrei luta, não encontrei revolta porque o povo é sereno e aceita que Portugal é mesmo assim um país pequenino e não se importa que o mandem calar...
Faltam jovens na luta, faltam esperanças, faltam ideias renovadas e inconformismo, faltam gritos de revolta...
São dias de festa, desenrola-se a bandeira que já leva 20 ou 30 anos de desfiles... encontram-se os camaradas... compram-se cravos para a lapela e aceita-se que se nada mais restar nos deixem a Avenida da Liberdade para passear...
Segunda-feira, Abril 27, 2009
Quarta-feira, Abril 15, 2009
NOVO HINO DE PORTUGAL
ESQUEÇAM LÁ OS HERÓIS DO MAR, DEIXEM APENAS FICAR O NOBRE POVO E A NAÇÃO VALENTE...
Anda tudo do avesso
Nesta rua que atravesso
Dão milhões a quem os tem
Aos outros um passou - bem
Não consigo perceber
Quem é que nos quer tramar
Enganar
Despedir
E ainda se ficam a rir
Eu quero acreditar
Que esta merda vai mudar
E espero vir a ter
Uma vida bem melhor
Mas se eu nada fizer
Isto nunca vai mudar
Conseguir
Encontrar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer
É difícil ser honesto
É difícil de engolir
Quem não tem nada vai preso
Quem tem muito fica a rir
Ainda espero ver alguém
Assumir que já andou
A roubar
A enganar
o povo que acreditou
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a foder
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Mas eu sou um homem honesto
Só errei na profissão
Anda tudo do avesso
Nesta rua que atravesso
Dão milhões a quem os tem
Aos outros um passou - bem
Não consigo perceber
Quem é que nos quer tramar
Enganar
Despedir
E ainda se ficam a rir
Eu quero acreditar
Que esta merda vai mudar
E espero vir a ter
Uma vida bem melhor
Mas se eu nada fizer
Isto nunca vai mudar
Conseguir
Encontrar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer
É difícil ser honesto
É difícil de engolir
Quem não tem nada vai preso
Quem tem muito fica a rir
Ainda espero ver alguém
Assumir que já andou
A roubar
A enganar
o povo que acreditou
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a foder
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Mas eu sou um homem honesto
Só errei na profissão
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XUTOS E PONTAPÉS
Sexta-feira, Abril 03, 2009
Pois... pois é, nem tudo pode correr bem

O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, o empresário António Araújo e o árbitro de futebol Augusto Duarte foram ilibados esta sexta-feira no chamado "caso do envelope" do Apito Dourado
Tanto tempo para chegarem a esta conclusão... não tarda nada estão e ilibar o Domingos Névoa...
Afinal ninguém corrompe ninguém... é tudo uma CABALA (citando o tal sócrates que não é filosofo)
Tanto tempo para chegarem a esta conclusão... não tarda nada estão e ilibar o Domingos Névoa...
Afinal ninguém corrompe ninguém... é tudo uma CABALA (citando o tal sócrates que não é filosofo)
Domingos Névoa
Parece que pelo menos uma vez todos estão de acordo...
DOMINGOS NÉVOA... teve vergonha na cara e vai enganar outros que ainda não lhe conheçam as manhas... enquanto o advogado recorre da sentença
DOMINGOS NÉVOA... teve vergonha na cara e vai enganar outros que ainda não lhe conheçam as manhas... enquanto o advogado recorre da sentença
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Quinta-feira, Abril 02, 2009
Coisas de um país á beira mar plantado

- um tipo é condenado por tentativa de corrupção e depois é nomeado para Administrador de uma empresa Municipal
Domingos Névoa foi eleito, por unanimidade, presidente da empresa intermunicipal “Braval”, de modo indigno para a democracia, a transparência e a luta contra a corrupção.
O referido cidadão foi condenado a 23 de Fevereiro pelo crime de corrupção activa, na sequência da tentativa de corrupção do vereador da Câmara de Lisboa José Sá Fernandes.
Conclui-se que o agente corruptor Domingos Névoa merecer o prémio daqueles que são eleitos pelo povo para gerirem a coisa pública e a educação que me deram estava errada porque afinal roubar, aldrabar, matar e extorquir compensa;
O referido cidadão foi condenado a 23 de Fevereiro pelo crime de corrupção activa, na sequência da tentativa de corrupção do vereador da Câmara de Lisboa José Sá Fernandes.
Conclui-se que o agente corruptor Domingos Névoa merecer o prémio daqueles que são eleitos pelo povo para gerirem a coisa pública e a educação que me deram estava errada porque afinal roubar, aldrabar, matar e extorquir compensa;
- Pressões sobre os magistrados titulares do caso Freeport
É tudo mentira e cabalas montadas mas a Eurojust, órgão da União Europeia criado no âmbito do terceiro pilar da UE, com sede na Haia, Holanda, que tem por objecto a cooperação em matéria penal entre as autoridades nacionais no espaço da União e que tem coordenado a colaboração entre as autoridades judiciárias inglesas e portuguesas que investigam o processo Freeport, está metida no assunto... deve de ser só pura diversão ou a Europa é toda ela uma cabala;
- Painéis solares
«Queremos que os portugueses comprem e instalem painéis solares porque estarão a dar mais oportunidades às empresas portuguesas, não apenas às que produzem os painéis, mas também às pequenas e micro empresas que são subcontratadas pelo país para fazer a instalação e manutenção»
e PÃO já agora para fazerem torradas e assim ajudam também os padeiros, os agricultores e todos os intermediários além de matarem a fome
Quinta-feira, Março 26, 2009
CONCURSO DE FOTOGRAFIA

A Junta de Freguesia de S. João de Brito vai realizar um passeio/concurso de fotografia no próximo dia 16 de Maio.
Vai ser um dia só virado para a fotografia... se gostas de fotografar inscreve-te já... são apenas 100 vagas...
podes ver tudo em www.jf-sjbrito.pt
Lê o regulamento com atenção porque podes apenas entrar no passeio sem ir a concurso ou juntar as duas coisas.
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Sábado, Fevereiro 28, 2009
A mulher moçambicana em fotografia
Estão convidados para a inauguração desta exposição de autoria do fotografo Mário Macilau que fotografou a mulher moçambicana no seu dia a dia.
Porque o dia Internacional da Mulher está já aí, porque cada mulher tem a sua luta este ano a Junta de Freguesia de S. João de Brito dedicou a exposição de Março á mulher Moçambicana, assim o Mário Macilau fotografou e vem a Portugal com as suas fotos.
Estão convidados para a inauguração...
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Quinta-feira, Fevereiro 26, 2009
Coubert ataca a moralidade dos braquenses...

Em maio de 1854 Coubert chegou a Montpellier, como hóspede de Alfred Bruyias, importante patrocinador e coleccionador de arte. Coubert representou-se de bengala e mochila na momento em que seu anfitrião vem ao seu encontro na estrada, com um criado e um cachorro. O tema escolhido por Coubert, executado com grande realismo e franqueza, causou alvoroço quando o quadro foi exibido na exposição internacional de Paris em 1855.Logo Coubert foi erigido em líder de um tipo de arte novo e anti intelectual, livre das amarras da pintura académica histórica e religiosa.Afastando-se dos temas literários e voltando-se para o mundo natural que o rodeava. Coubert exerceu influência importante sobre Édourd Manet e os impressionistas.
Quando lhe pediram para incluir anjos numa pintura de uma igreja,diz-se que ele respondeu:
"Nunca vi anjos.Mostrem-me um anjo e eu o pintarei"
A partir de 1860, realizou uma série de trabalhos com apelo fortemente erótico. L'Origine du monde - 1866, é a tela mais conhecida de uma série de outras sobre o corpo feminino. A moralidade pública de então foi responsável pela interdição de exposições que exibissem as obras de Courbet. Evidentemente, isso só fez aumentar a curiosidade em torno de seus quadros, garantindo uma notoriedade que atravessa os tempos.
Mas entretanto passaram 143 anos e fazem-se filmes pornográficos que se podem ver na net e as criancinhas tem acesso a todo o tipo de informação e já se esqueceu a moralidade pública que logo a seguir ao 25 de Abril e durante alguns anos se vendia abertamente em qualquer banca de jornais todas as revistas pornográficas possíveis e imaginárias e que o nosso Vilhena usava e abusava de ilustração erótica...
Na FNAC ou em qualquer livraria que se preze é possível ver no sector de Banda Desenhada os livros do Manara e no sector da pintura e da fotografia podem encontrar-se bastantes livros com nus mais ou menos eróticos/pornográficos, mas a PSP não deve frequentar livrarias nem deve consultar livros de pintura e os país das criancinhas de Braga (cidade com grande rede de prostituição e bares de alterne além da já conhecida religiosidade) não conseguem explicar a diferença entre um nu artístico e um nu pornográfico e em vez de desmistificarem optam por esconder e é assim que o mundo continua a viver cinicamente debaixo de uma capa de falso pudor
Quando lhe pediram para incluir anjos numa pintura de uma igreja,diz-se que ele respondeu:
"Nunca vi anjos.Mostrem-me um anjo e eu o pintarei"
A partir de 1860, realizou uma série de trabalhos com apelo fortemente erótico. L'Origine du monde - 1866, é a tela mais conhecida de uma série de outras sobre o corpo feminino. A moralidade pública de então foi responsável pela interdição de exposições que exibissem as obras de Courbet. Evidentemente, isso só fez aumentar a curiosidade em torno de seus quadros, garantindo uma notoriedade que atravessa os tempos.
Mas entretanto passaram 143 anos e fazem-se filmes pornográficos que se podem ver na net e as criancinhas tem acesso a todo o tipo de informação e já se esqueceu a moralidade pública que logo a seguir ao 25 de Abril e durante alguns anos se vendia abertamente em qualquer banca de jornais todas as revistas pornográficas possíveis e imaginárias e que o nosso Vilhena usava e abusava de ilustração erótica...
Na FNAC ou em qualquer livraria que se preze é possível ver no sector de Banda Desenhada os livros do Manara e no sector da pintura e da fotografia podem encontrar-se bastantes livros com nus mais ou menos eróticos/pornográficos, mas a PSP não deve frequentar livrarias nem deve consultar livros de pintura e os país das criancinhas de Braga (cidade com grande rede de prostituição e bares de alterne além da já conhecida religiosidade) não conseguem explicar a diferença entre um nu artístico e um nu pornográfico e em vez de desmistificarem optam por esconder e é assim que o mundo continua a viver cinicamente debaixo de uma capa de falso pudor
Segunda-feira, Fevereiro 23, 2009
E O PRÉMIO VAI PARA...

Como já era de esperar o grande vencedor da noite dos óscares de Hollywood foi "Slumdog Millionaire", os Óscares rendem-se às imagens da Índia, de Danny Boyle, que arrecadou 8 estatuetas douradas, incluindo a de Melhor Filme e Melhor Realizador.
Volta a dar uma estatueta a um actor que já faleceu no caso de Joker da "série" Batman e deixa-se encantar pelas paixões robóticas de Wall-e, o que para mim foi uma surpresa porque preferia o Ku-Fu Panda.
Agora tenho muitos filmes para ver...
Melhor Filme
The Curious Case of Benjamin ButtonFrost
Nixon
Milk
The Reader
Slumdog Millionaire - vencedor
Melhor Realizador
Danny Boyle - ‘Slumdog Millionaire’ - vencedor
Stephen Daldry - ‘The Reader’
David Fincher - ‘The Curious Case of Benjamin Button’
Ron Howard - ‘Frost/Nixon’ - a minha a aposta
Gus Van Sant - ‘Milk’
Melhor Actor
Richard Jenkins - ‘The Visitor’
Frank Langella - ‘Frost/Nixon’ - a minha a aposta
Sean Penn - ‘Milk’ - vencedor
Brad Pitt - ‘The Curious Case of Benjamin Button’
Mickey Rourke - ‘The Wrestler’
Melhor Actriz
Anne Hathaway - ‘Rachel Getting Married’
Angelina Jolie - ‘Changeling’
Melissa Leo - ‘Frozen River’
Meryl Streep - ‘Doubt’
Kate Winslet - ‘The Reader’ - vencedor
Melhor Actor Secundário
Josh Brolin - ‘Milk’
Robert Downey Jr. - ‘Tropic Thunder’
Philip Seymour Hoffman - ‘Doubt’
Heath Ledger - ‘The Dark Knight’ - vencedor
Michael Shannon - ‘ Revolutionary Road’
Melhor Actriz Secundária
Amy Adams – ‘Doubt’
Penélope Cruz – ‘Vicky Cristina Barcelona’ - vencedor
Viola Davis – ‘Doubt’
Marisa Tomei – ‘The Wrestler’
Taraji P. Henson – ‘The Curious Case of Benjamin Button’
Melhor Filme Animado
Bolt
Kung Fu Panda
Wall-E - vencedor
Melhor Curta-Metragem de Animação
Lavatory - Lovestory
Oktapodi
Presto
This Way Up
Quarta-feira, Fevereiro 18, 2009
porque a vida não se faz só de CABALAS...

Um homem está na cozinha, a fritar um ovo, quando a sua esposa chega e começa a gritar, como uma louca:
- PÕE MAIS ÓLEO!!! PÕE MAIS ÓÓÓÓÓLEOOOO!!! VAI COLAR AO FUUUUUUNDO...CUIDADO!!! VIRA, VIRA, ANDA VIRA... RÁÁÁÁPIDO!!! VAI, CUIDADO!CUIDADO!!! VAI ESPIRRAR...!!!!!! PARECE QUE ÉS LOUCO. VAIS ENTORNAR... AI, MEU DEUS! O SAAAAAAALLLL!!!!! NÃO TE ESQUEÇAS DO SAAAAAALLL!!!
O homem, tremulo, transtornado e irritado com os berros, pergunta:- Por que é que estás a fazer isso?!? Achas que eu não sei fritar um ovo?
E a esposa, bem calma, responde:- Nada de especial, isto é só para teres uma ideia do que me fazes quando eu conduzo!!
Segunda-feira, Fevereiro 16, 2009
Mário Crespo - IMAGINEM

Estou a ficar fã do Mário Crespo...
Fevereiro de 2009
Mario Crespo
Imaginem
Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.
Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.
Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas.
Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público. Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar. Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês.
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência.
Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas. Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares. Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.
Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde. Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros. Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada. Imaginem as pensões que se podiam actualizar. Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.
Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.
Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.
Imaginem que país seremos se não o fizermos.
Fevereiro de 2009
Mario Crespo
Imaginem
Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.
Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.
Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas.
Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público. Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar. Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês.
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência.
Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas. Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares. Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.
Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde. Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros. Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada. Imaginem as pensões que se podiam actualizar. Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.
Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.
Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.
Imaginem que país seremos se não o fizermos.
Sexta-feira, Fevereiro 13, 2009
FAÇAMOS DE CONTA - Crónica de Mário Crespo

" Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos."
Mário Crespo
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos."
Mário Crespo
Quinta-feira, Fevereiro 12, 2009
Afinal quem decide as taxas da EURIBOR é o nosso Governo...

Porque os sonhos de cada um em relação á politica - Esquerda/Direita - os impede de ver claramente, porque muitas vezes só ouvimos o que queremos, os políticos continuam brincando com o povo como os gatos brincam com as moscas...
ASSIM O NOSSO AMIGO sócrates ATREVE-SE A DIZER NUM COMÍCIO EM ÉVORA
"as garantias que demos aos bancos não foram para ajudar os banqueiros mas para garantir que os bancos tinham dinheiro para emprestar às pessoas e às empresas"... "foi essa estabilização que permitiu que a taxa Euribor descesse e que este mês os portugueses paguem menos pela prestação da casa"
E O POVO DIZ QUE SIM COM A CABEÇA ESQUECENDO-SE QUE A DECISÃO DE BAIXAR A TAXA EURIBOR PERTENCE AO BANCO CENTRAL EUROPEU
ASSIM O NOSSO AMIGO sócrates ATREVE-SE A DIZER NUM COMÍCIO EM ÉVORA
"as garantias que demos aos bancos não foram para ajudar os banqueiros mas para garantir que os bancos tinham dinheiro para emprestar às pessoas e às empresas"... "foi essa estabilização que permitiu que a taxa Euribor descesse e que este mês os portugueses paguem menos pela prestação da casa"
E O POVO DIZ QUE SIM COM A CABEÇA ESQUECENDO-SE QUE A DECISÃO DE BAIXAR A TAXA EURIBOR PERTENCE AO BANCO CENTRAL EUROPEU
Terça-feira, Fevereiro 10, 2009
A CABALA... E O GOVERNO

AFINAL É APENAS UM PROBLEMA RELIGIOSO
A Cabala é uma das correntes místicas do judaísmo que começou a influir na tradição esotérica ocidental à partir do século XVI. O termo Cabala, tem sua origem na palavra hebréia KABBALAH (pronuncia-se Cabalá e significa Tradição), deriva da raiz LEKABEL, que significa literalmente "receber".
A Cabala é considerada a Ciência Sagrada dos Números.
A origem da Cabala se perde na noite dos séculos, alí onde se gestou o Universo, no ventre de Maha Kundalini, A Grande Mãe Cósmica. A data exata de sua origem é desconhecida. Consta da tradição mística dos cabalístas, que Deus teria ensinado a Cabala a um gupo seleto de anjos, que teriam ministrado tais ensinamentos à Adão, que os transmitiu à Noé, este teria migrado para o Egito, onde os Hierofantes absorveram esse conhecimento e o introduziram em seus sistemas filosóficos. Moisés teria sido inciado na "Cabala Sagrada" durante o período em que viveu entre os egípcios e, posteriormente teria difundido esse conhecimento entre o Povo Hebreu.
Alguns cabalistas afirmam que, de acordo com as escrituras, o primeiro cabalista, foi Abraão (ESTÁS FEITO... O SÓCRATES JÁ TE TOPOU). O Patriarca Hebreu teria recebido diretamente de Deus a revelação dos mais elevados mistérios e maravilhas da criação do universo e da existência humana. Inspirado nessa revelação, elaborou o primeiro trabalho sobre a Cabala, que explica os 32 caminhos da sabedoria utilizados no processo da Criação, o "Sefer Yetzirah" ou o "Livro da Criação". Abraão teria transmitido oralmente aos seus descendentes todo o conhecimento que adquiriu e o método que utilizou para aprender a Cabala e esta tradição seria mantida durante séculos até Moisés.
Sete gerações depois de Abraão, no Monte Sinai, Moisés teria registrado tais "Mistérios" nas "Tábuas da Lei" ou os "Dez Mandamentos". Além disso, teria estabelecido os princípios dessa doutrina sagrada nos quatro primeiros livros da Torah (pronuncia-se Torá): Bereshit (Gênesis), Shemot (Êxodo) Vayicrá (Levítico) e Bamidbar (Números), mas não no Devarim (Deuteronômio). Esses cinco livros (pentateuco) compõem a Torah, que pode ser interpretada em duas dimensões distintas: a exotérica (pública), que nós conhecemos, como o corpo de leis que expressam as vontades de Deus, e a esotérica (secreta), com a compreensão dos segredos da criação. Durante muitos anos, a Cabala ficou restrita a um pequeno grupo de eruditos, que estudavam a Torah de dia e a Cabala após a meia-noite, conforme nos revela o Rei David, no Salmo 119: 62. "À meia noite me levantarei para Te louvar, pelos teus justos juizos".
Outras fontes citam os tratados do Rabino Simen Ben Jochai, que foram compilados por seu filho o Rabino Eleazar. A partir desses escritos, surgiu o "Zohar", ou "O Livro do Esplendor" . O Zohar explica que o desenvolvimento humano ocorre em 6000 anos, durante este tempo as almas seguem um contínuo processo de desenvolvimento, a cada geração. No fim do processo, todas as almas alcançam a posição chamada (Tikun) o fim da correção, o mais alto nível de espiritualidade e completude. Somente no século XIII é que estes textos, complementados por Moisés de Leon, vieram à luz e foram publicados na Espanha por volta de 1285. O "Zohar", o "Sefer Yetzirah" , juntamente com a "Torah", são os mais importantes textos da Cabala.
MAIS UMA DAQUELES ENTREVISTAS SOBRE A TAL DA CABALA... OU MANIA DA PERSEGUIÇÃO

em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates"
10.02.2009 - 11h29 PÚBLICO
O ministro dos Assuntos Parlamentares indica que “está em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates” numa entrevista hoje publicada no “Jornal de Notícias”. Augusto Santos Silva aproveitou igualmente para nomear as várias “campanhas” dos últimos anos contra o PS: “A cabala da Casa Pia em 2003, a campanha negra de 2005 e os poderes ocultos de 2009”.Tal como o primeiro-ministro, Augusto Santos Silva (que resolveu agarrar esta oportunidade para mostrar que é um bom cão de fila) considera que está a decorrer actualmente, com o caso Freeport, uma “campanha negra” contra Sócrates e contra o PS – que indicou ser “um assunto de Estado” – e que é um “conjunto organizado e sequencial no tempo de fugas de informação e violações do segredo de Justiça que têm por objectivo criar uma nova operação de suspeição em redor do primeiro-ministro”. “Está em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates”, opinou.
Na sua opinião (dele), o Partido Socialista tem sido, nos últimos anos, um alvo preferencial de campanhas e cabalas: “Isto está sempre a acontecer ao PS (são como os americanos... tudo lhes acontece). A cabala da Casa Pia em 2003 (conseguiram livrar o Paulo Pedroso e esconder o Ferro Rodrigues em Paris... mas era tudo mentira), a campanha negra de 2005 (esta não sei qual é... será a do cursinho do sr.sócrates que não consegue provar o curso que tem?)e os poderes ocultos de 2009”. “Já assisti, em 2003 e 2004, a uma tentativa de decapitação do PS (foi assim que surgiu a lenda do cavaleiro sem cabeça) e essa tentativa frustrou-se; o PS ganhou as eleições europeias de 2004 e ganhou as eleições legislativas de 2005”, disse.“Em 2003, apurou-se uma parte importante da verdade: aqueles que foram crucificados na praça pública não tinham absolutamente nada a ver com os crimes infames de que foram acusados. Sabemos o que aconteceu em 2005 porque o caso foi julgado. Em 2009, a procuradora Cândida Almeida já afirmou que solicitou uma investigação”, acrescentou o ministro, recordando que “O MP já disse que o primeiro-ministro não é suspeito, nem está sob investigação”.
O Freeport e os “poderes ocultos”
O ministro dos Assuntos Parlamentares indicou, sobre o caso Freeport, que as notícias que vieram a público logo em 2005 e que levantaram suspeitas sobre a actuação do primeiro-ministro e do PS foram orquestradas por inimigos políticos: “Sabemos agora as condições em que foram fabricadas as denúncias supostamente anónimas que levaram a que fosse produzido um documento que, violando o segredo de Justiça, foi publicado em ‘O Independente’ dois dias antes das eleições de 2005. Sabemos quem são as pessoas associadas a essa operação política e que foram e são adversários políticos do PS”.
Questionado sobre a identidade dos responsáveis pela actual “campanha negra” contra José Sócrates, Augusto Santos Silva disse não saber responder a essa pergunta, preferindo usar a expressão “poderes ocultos”. “[O PS ] não tem poderes para dar ordens ao Ministério Público e à Polícia Judiciária [para combaterem esses ‘poderes ocultos’] e deve respeitar a autonomia dessas autoridades”, acrescentou, indicando que nem sempre o PS é o alvo dessas cabalas, relembrando as buscas em directo nas televisões ao escritório do social-democrata Luís Nobre Guedes.
“Nenhuma democracia pode aceitar que se desenvolvam campanhas negras tomando como alvo os principais responsáveis do país”, indicou ainda.
A “maioria está ao alcance” (infelizmente o povo é de memoria curta e lerdo de escolhas)
Acerca das eleições legislativas, que ocorrerão este ano, Augusto Santos Silva mostrou algum optimismo: “Os indicadores demonstram, há meses, que o PS está consistentemente na fronteira dos 40 por cento. A maioria está ao alcance”. “Não vejo outra maneira de garantir a estabilidade política de que o país precisa do que a renovação da maioria do PS”, sublinhou.
Questionado acerca da possibilidade de uma coligação pós-eleitoral caso o PS não obtenha a maioria, o ministro respondeu que “não existe a figura do amuo quando o povo não satisfaz as pretensões dos partidos”. “Primeiro: queremos renovar a maioria. Segundo: aceitaremos qualquer resultado do eleitorado”, acrescentou.
Acerca da calendarização eleitoral, o ministro esclareceu que “as eleições locais e as eleições nacionais não devem realizar-se no mesmo dia”.
Questionado sobre a possibilidade de surgimento de um novo partido que reúna o BE, sindicalistas ex-PCP e os votos de Alegre no PS, o ministro admitiu que isso “seria um factor de preocupação para a estabilidade política em Portugal”, mas acrescentou que “esse cenário não se coloca”.
“Malhar” é forte
Sobre as suas recentes declarações em que assumiu gostar de “malhar” na direita, o ministro esclareceu que “a expressão ‘malhar’ é forte”, mas que ela foi “usada em sentido figurado e num determinado contexto de debate político”. “Eu usei o verbo ‘malhar’ no sentido de bater no cereal para debulhar e debulhar significa libertar o grão das impurezas para depois fabricar o pão. Se calhar não devia aplicar o verbo ‘malhar’ à actual liderança da Direita ou aos partidos que se gostam de dizer à esquerda do PS porque não se percebe que grão pode sair dali para alimentar os portugueses”.
Governo não hesitará em nacionalizar
Acerca da nacionalização do BPN, Augusto Santos Silva indicou que o Governo não hesitará em voltar a fazer o mesmo numa situação semelhante: “A nacionalização do BPN foi uma situação limite para resolver de imediato um problema de risco de cessação de pagamentos, risco dos depositantes verem as suas poupanças em perigo e risco de contaminação para todo o sistema financeiro. Se houver circunstâncias semelhantes, estou certo de que o Governo não hesitará em responder com os instrumentos legais que estão ao seu dispor. Nenhum governo poderá afirmar que não usará o instrumento da nacionalização”.
Tudo o que se encontra a verde entre parênteses é de minha autoria que não quero ser confundida com este senhor
10.02.2009 - 11h29 PÚBLICO
O ministro dos Assuntos Parlamentares indica que “está em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates” numa entrevista hoje publicada no “Jornal de Notícias”. Augusto Santos Silva aproveitou igualmente para nomear as várias “campanhas” dos últimos anos contra o PS: “A cabala da Casa Pia em 2003, a campanha negra de 2005 e os poderes ocultos de 2009”.Tal como o primeiro-ministro, Augusto Santos Silva (que resolveu agarrar esta oportunidade para mostrar que é um bom cão de fila) considera que está a decorrer actualmente, com o caso Freeport, uma “campanha negra” contra Sócrates e contra o PS – que indicou ser “um assunto de Estado” – e que é um “conjunto organizado e sequencial no tempo de fugas de informação e violações do segredo de Justiça que têm por objectivo criar uma nova operação de suspeição em redor do primeiro-ministro”. “Está em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates”, opinou.
Na sua opinião (dele), o Partido Socialista tem sido, nos últimos anos, um alvo preferencial de campanhas e cabalas: “Isto está sempre a acontecer ao PS (são como os americanos... tudo lhes acontece). A cabala da Casa Pia em 2003 (conseguiram livrar o Paulo Pedroso e esconder o Ferro Rodrigues em Paris... mas era tudo mentira), a campanha negra de 2005 (esta não sei qual é... será a do cursinho do sr.sócrates que não consegue provar o curso que tem?)e os poderes ocultos de 2009”. “Já assisti, em 2003 e 2004, a uma tentativa de decapitação do PS (foi assim que surgiu a lenda do cavaleiro sem cabeça) e essa tentativa frustrou-se; o PS ganhou as eleições europeias de 2004 e ganhou as eleições legislativas de 2005”, disse.“Em 2003, apurou-se uma parte importante da verdade: aqueles que foram crucificados na praça pública não tinham absolutamente nada a ver com os crimes infames de que foram acusados. Sabemos o que aconteceu em 2005 porque o caso foi julgado. Em 2009, a procuradora Cândida Almeida já afirmou que solicitou uma investigação”, acrescentou o ministro, recordando que “O MP já disse que o primeiro-ministro não é suspeito, nem está sob investigação”.
O Freeport e os “poderes ocultos”
O ministro dos Assuntos Parlamentares indicou, sobre o caso Freeport, que as notícias que vieram a público logo em 2005 e que levantaram suspeitas sobre a actuação do primeiro-ministro e do PS foram orquestradas por inimigos políticos: “Sabemos agora as condições em que foram fabricadas as denúncias supostamente anónimas que levaram a que fosse produzido um documento que, violando o segredo de Justiça, foi publicado em ‘O Independente’ dois dias antes das eleições de 2005. Sabemos quem são as pessoas associadas a essa operação política e que foram e são adversários políticos do PS”.
Questionado sobre a identidade dos responsáveis pela actual “campanha negra” contra José Sócrates, Augusto Santos Silva disse não saber responder a essa pergunta, preferindo usar a expressão “poderes ocultos”. “[O PS ] não tem poderes para dar ordens ao Ministério Público e à Polícia Judiciária [para combaterem esses ‘poderes ocultos’] e deve respeitar a autonomia dessas autoridades”, acrescentou, indicando que nem sempre o PS é o alvo dessas cabalas, relembrando as buscas em directo nas televisões ao escritório do social-democrata Luís Nobre Guedes.
“Nenhuma democracia pode aceitar que se desenvolvam campanhas negras tomando como alvo os principais responsáveis do país”, indicou ainda.
A “maioria está ao alcance” (infelizmente o povo é de memoria curta e lerdo de escolhas)
Acerca das eleições legislativas, que ocorrerão este ano, Augusto Santos Silva mostrou algum optimismo: “Os indicadores demonstram, há meses, que o PS está consistentemente na fronteira dos 40 por cento. A maioria está ao alcance”. “Não vejo outra maneira de garantir a estabilidade política de que o país precisa do que a renovação da maioria do PS”, sublinhou.
Questionado acerca da possibilidade de uma coligação pós-eleitoral caso o PS não obtenha a maioria, o ministro respondeu que “não existe a figura do amuo quando o povo não satisfaz as pretensões dos partidos”. “Primeiro: queremos renovar a maioria. Segundo: aceitaremos qualquer resultado do eleitorado”, acrescentou.
Acerca da calendarização eleitoral, o ministro esclareceu que “as eleições locais e as eleições nacionais não devem realizar-se no mesmo dia”.
Questionado sobre a possibilidade de surgimento de um novo partido que reúna o BE, sindicalistas ex-PCP e os votos de Alegre no PS, o ministro admitiu que isso “seria um factor de preocupação para a estabilidade política em Portugal”, mas acrescentou que “esse cenário não se coloca”.
“Malhar” é forte
Sobre as suas recentes declarações em que assumiu gostar de “malhar” na direita, o ministro esclareceu que “a expressão ‘malhar’ é forte”, mas que ela foi “usada em sentido figurado e num determinado contexto de debate político”. “Eu usei o verbo ‘malhar’ no sentido de bater no cereal para debulhar e debulhar significa libertar o grão das impurezas para depois fabricar o pão. Se calhar não devia aplicar o verbo ‘malhar’ à actual liderança da Direita ou aos partidos que se gostam de dizer à esquerda do PS porque não se percebe que grão pode sair dali para alimentar os portugueses”.
Governo não hesitará em nacionalizar
Acerca da nacionalização do BPN, Augusto Santos Silva indicou que o Governo não hesitará em voltar a fazer o mesmo numa situação semelhante: “A nacionalização do BPN foi uma situação limite para resolver de imediato um problema de risco de cessação de pagamentos, risco dos depositantes verem as suas poupanças em perigo e risco de contaminação para todo o sistema financeiro. Se houver circunstâncias semelhantes, estou certo de que o Governo não hesitará em responder com os instrumentos legais que estão ao seu dispor. Nenhum governo poderá afirmar que não usará o instrumento da nacionalização”.
Tudo o que se encontra a verde entre parênteses é de minha autoria que não quero ser confundida com este senhor
Sexta-feira, Fevereiro 06, 2009
GANHEI UM PRÉMIO...
A minha amida do blog http://borboletaafricana.blogspot.com/ (que eu aconselho vivamente) atribuiu-me um prémio... fiquei babada.E agora o porquê destes prémios e como são...
Informações sobre o Prémio Dardos, que se encontram na net:
"Com o Prémio Dardos se reconhecem os valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web."
Regras:1. Exibir a distinta imagem;
2. Linkar o blog pelo qual recebeu o prémio;
3. Escolher quinze outros blogs a quem entregar o Prémio Dardos.
Quinta-feira, Fevereiro 05, 2009
AS FORÇAS OCULTAS

FRASES SOLTAS...
"a direcção do jornal sofreu pressões de um alto responsável do PS para não continuar a publicar notícias sobre o Freeport" (o jornal é o SOL e´foi extraido da Sábado)
"Disse-me que tudo dependia do que viéssemos a publicar nessa edição". E se não publicassem nada a situação financeira do jornal ficaria resolvida nesse fim-de-semana...
A ameaça, garante, passaria por "estrangular financeiramente o jornal"
porque será que tudo isto me faz lembrar a MAFIA... a este tipo de acção não se costuma dar o nome de CHANTAGEM?
Dois dos principais responsáveis da EUROJUST foram colegas de governo de José Sócrates... (estranho, muito estranho)
Cândida Almeida diz que o tio de Sócrates é suspeito de ter "recebido dinheiro" e o primo está localizado, masa não se pode dizer onde "se não ele foge"... (FOGE... bom isto dito por parte de uma procuradora é algo caricato).. mas afinal ele não está na China a estudar? Ou a fazer meditação... ou a passear...
"Sete anos depois [da aprovação do projecto], ainda não se sabe o que se passou, a investigação não foi suficiente e a licenciação não respeitou todas as regras e é evidente que isso fragiliza", respondeu Louçã, referindo-se ao facto da alteração à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo (ZPET) ter sido decidida três dias antes das eleições legislativas de 2002 através de um decreto-lei, quando existia "um Governo de gestão".
"Essa decisão fragiliza quem a tomou. Nas vésperas de eleições não se tomam decisões destas", rematou.
Como tal, Francisco Louçã propôs três soluções para "problemas suscitados pelo caso Freeport": a limitação de decisões de "governos de gestão", "acabar com a facilitação" na atribuição de licenças aos Projectos de Interesse Nacional (PIN's) e "tornar obrigatório o registo de todas as operações de qualquer banco", de forma a acabar com os 'off-shores'.
"O país tem vindo a ser surpreendido pelo facto de governos de gestão tomarem decisões de grande importância pelas suas implicações financeiras e políticas, como aconteceu no governo PSD/CDS-PP com o Pavilhão do Futuro para o Casino de Lisboa e com o caso Freeport. O primeiro-ministro aceita ou não que governos de gestão que estão limitados nos seus poderes possam tomar decisões destas?", interrogou o líder do Bloco de Esquerda.
Para Francisco Louçã, o caso Freeport "provou mais uma vez que sempre que há alegação de influências, de tráfico de influências ou de corrupção" são encontrados 'off-shores' "debaixo do tapete".
Que estranho e agora estão tão preocupados com as eleições... umas vezes os anos eleitorais servem para aprovar coisas a correr noutros os anos de eleições já criam entraves á divulgação de notícias... 2 pesos e 2 medidas
Terça-feira, Fevereiro 03, 2009
Quinta-feira, Janeiro 29, 2009
vamos ás compras que o Sócrates paga...

Caso Freeport
Polícia britânica tem um DVD que compromete Sócrates
A notícia sobre as investigações das autoridades britânicas sobre o caso Freeport e que alegadamente envolvem o primeiro-ministro, José Sócrates, estão hoje na maioria dos jornais portugueses. Os jornais revelam que as autoridades inglesas têm uma gravação onde Charles Smith diz ter distribuído luvas por várias pessoas, entre as quais Sócrates.
A notícia sobre as investigações das autoridades britânicas sobre o caso Freeport e que alegadamente envolvem o primeiro-ministro, José Sócrates, estão hoje na maioria dos jornais portugueses. Os jornais revelam que as autoridades inglesas têm uma gravação onde Charles Smith diz ter distribuído “luvas” por várias pessoas, entre as quais Sócrates.
O “Diário de Notícias” revela hoje que José Sócrates consta de uma lista de suspeitos enviada pela polícia inglesa. O único indício apresentado ao Ministério Público português é uma conversa em que Charles Smith, um intermediário, afirma ter feito pagamentos a José Sócrates. O “Jornal de Notícias” adianta que existe uma carta, de Charles Smith, onde consta que Sócrates e mais 11 pessoas terão recebido “luvas” no caso Freeport. O jornal revela que Charles Smith terá tentado justificar o paradeiro de quatro milhões de euros gastos a mais com o empreendimento.
O “JN” adianta que Charles Smith, um dos sócios da empresa "Smith & Pedro", chegou a citar - em conversa gravada presencialmente por um emissário do Freeport de Inglaterra, que pretendia saber o destino de quatro milhões de euros -, os nomes do tio e primo de Sócrates, um secretário de Estado, responsáveis do Instituto para a Conservação da Natureza, autarcas e inclusivamente a secretária do então ministro do Ambiente.
O “Correio da Manhã” cita uma carta rogatória enviada pelas autoridades inglesas às portuguesas onde Sócrates surge como suspeito de ter “facilitado, pedido ou recebido” o pagamento de subornos no valor de cinco milhões de libras (oito milhões de euros) para a legalização do Freeport (Alcochete). Segundo o mesmo jornal diz que autoridades de Londres requerem a verificação dos movimentos bancários de Sócrates durante o período em investigação. Os britânicos dizem que detectaram um encontro, a 17 de Janeiro de 2002, entre Sócrates, que titulava a pasta do Ambiente, com Charles Smith, Manuel Pedro e Sean Collidge. Nessa altura, segundo os investigadores britânicos, terá sido discutido o pagamento de ‘luvas’.
Este é o tema das manchetes das revistas “Visão” e “Sábado”, que revelaram ainda ontem, que o primeiro-ministro José Sócrates é considerado suspeito pelas autoridades inglesas, tendo solicitado informação bancária ao primeiro-ministro português. As autoridades inglesas querem saber se Sócrates terá "solicitado, recebido ou facilitado pagamentos” no âmbito do licenciamento do Freeport.Segundo a notícia da “Visão”, “a polícia britânica enviou, este mês, uma carta rogatória às autoridades portuguesas, na qual refere que José Sócrates é suspeito de ter ‘solicitado, recebido, ou facilitado pagamentos’ no âmbito do licenciamento do Freeport, em Alcochete”.
Já a Sábado, no seu site, avançou ontem que na edição de hoje vai trazer uma “investigação especial” sobre as suspeitas a Sócrates, afirmando que as autoridades inglesas pedem informação bancária sobre o primeiro-ministro numa carta rogatória.
A mesma revista adianta que a PJ apreendeu, na Smith&Pedro, o “email” enviado para o alegado domínio pessoal de Sócrates e que os investigadores procuram 2 milhões de euros e solicitaram a dois bancos portugueses dados sobre offshores do tio de Sócrates.
Polícia britânica tem um DVD que compromete Sócrates
A notícia sobre as investigações das autoridades britânicas sobre o caso Freeport e que alegadamente envolvem o primeiro-ministro, José Sócrates, estão hoje na maioria dos jornais portugueses. Os jornais revelam que as autoridades inglesas têm uma gravação onde Charles Smith diz ter distribuído luvas por várias pessoas, entre as quais Sócrates.
A notícia sobre as investigações das autoridades britânicas sobre o caso Freeport e que alegadamente envolvem o primeiro-ministro, José Sócrates, estão hoje na maioria dos jornais portugueses. Os jornais revelam que as autoridades inglesas têm uma gravação onde Charles Smith diz ter distribuído “luvas” por várias pessoas, entre as quais Sócrates.
O “Diário de Notícias” revela hoje que José Sócrates consta de uma lista de suspeitos enviada pela polícia inglesa. O único indício apresentado ao Ministério Público português é uma conversa em que Charles Smith, um intermediário, afirma ter feito pagamentos a José Sócrates. O “Jornal de Notícias” adianta que existe uma carta, de Charles Smith, onde consta que Sócrates e mais 11 pessoas terão recebido “luvas” no caso Freeport. O jornal revela que Charles Smith terá tentado justificar o paradeiro de quatro milhões de euros gastos a mais com o empreendimento.
O “JN” adianta que Charles Smith, um dos sócios da empresa "Smith & Pedro", chegou a citar - em conversa gravada presencialmente por um emissário do Freeport de Inglaterra, que pretendia saber o destino de quatro milhões de euros -, os nomes do tio e primo de Sócrates, um secretário de Estado, responsáveis do Instituto para a Conservação da Natureza, autarcas e inclusivamente a secretária do então ministro do Ambiente.
O “Correio da Manhã” cita uma carta rogatória enviada pelas autoridades inglesas às portuguesas onde Sócrates surge como suspeito de ter “facilitado, pedido ou recebido” o pagamento de subornos no valor de cinco milhões de libras (oito milhões de euros) para a legalização do Freeport (Alcochete). Segundo o mesmo jornal diz que autoridades de Londres requerem a verificação dos movimentos bancários de Sócrates durante o período em investigação. Os britânicos dizem que detectaram um encontro, a 17 de Janeiro de 2002, entre Sócrates, que titulava a pasta do Ambiente, com Charles Smith, Manuel Pedro e Sean Collidge. Nessa altura, segundo os investigadores britânicos, terá sido discutido o pagamento de ‘luvas’.
Este é o tema das manchetes das revistas “Visão” e “Sábado”, que revelaram ainda ontem, que o primeiro-ministro José Sócrates é considerado suspeito pelas autoridades inglesas, tendo solicitado informação bancária ao primeiro-ministro português. As autoridades inglesas querem saber se Sócrates terá "solicitado, recebido ou facilitado pagamentos” no âmbito do licenciamento do Freeport.Segundo a notícia da “Visão”, “a polícia britânica enviou, este mês, uma carta rogatória às autoridades portuguesas, na qual refere que José Sócrates é suspeito de ter ‘solicitado, recebido, ou facilitado pagamentos’ no âmbito do licenciamento do Freeport, em Alcochete”.
Já a Sábado, no seu site, avançou ontem que na edição de hoje vai trazer uma “investigação especial” sobre as suspeitas a Sócrates, afirmando que as autoridades inglesas pedem informação bancária sobre o primeiro-ministro numa carta rogatória.
A mesma revista adianta que a PJ apreendeu, na Smith&Pedro, o “email” enviado para o alegado domínio pessoal de Sócrates e que os investigadores procuram 2 milhões de euros e solicitaram a dois bancos portugueses dados sobre offshores do tio de Sócrates.
Terça-feira, Janeiro 20, 2009
eu gostei... e vocês?
Sexta-feira, Janeiro 09, 2009
SEM CALÇAS... atitudes


Uma viagem no metropolitano de Lisboa sem calças vestidas é a proposta para este sábado do mesmo grupo de cidadãos que organizou uma luta de almofadas na Alameda Afonso Henriques no dia 01 de Novembro.
"O objectivo das performances também é surpreender as pessoas e causar-lhes sorrisos, o que é pouco eficaz se forem informadas antes", disse um porta-voz do grupo ImprovLisboa à Lusa, salientando a dificuldade de explicar em que consiste este tipo de acções e que para perceber "é preciso participar".
A primeira "No Pants!" [sem calças], "missão pública realizada anualmente em várias cidades do mundo", decorreu no metro de Nova Iorque em 2002.
Para participar na iniciativa de sábado, basta aparecer "sem aviso nem inscrição", e o colectivo pede a quem não tenha intenção de tirar as calças para não comparecer.
No texto de divulgação da missão, os organizadores aconselham a que os participantes levem "cuecas ou boxers opacos".
"Nada de fios dentais: não tragas nada que mostre mais que um fato de banho. Viajar sem calças não é proibido, mas incomodar os passageiros com a nudez alheia é", referem.
É essencial também que os "agentes" tenham "capacidade de manter a compostura".
O ImprovLisboa "é um grupo que causa situações de caos e alegria no dia cinzento dos habitantes de Lisboa".
A luta de almofadas que juntou cerca de 200 pessoas na Alameda Afonso Henriques a 01 de Novembro do ano passado, foi a primeira missão do colectivo.
O grupo lisboeta funciona nos mesmos moldes do ImprovEverywhere, grupo norte-americano, sedeado em Nova Iorque, que desde Agosto de 2001 já executou "mais de 80 missões que envolveram centenas de agentes disfarçados", de acordo com a página na Internet do colectivo.
A encenação de um pedido de casamento no metro, uma sinfonia de toques de telemóvel numa livraria e a realização de um mini-musical na zona de restauração de um centro comercial foram algumas das missões já realizadas pelo grupo.
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Terça-feira, Dezembro 30, 2008
Quarta-feira, Dezembro 17, 2008
Sexta-feira, Dezembro 12, 2008
Ao Ricardo Velez a minha singela homenagem
Homem de convições fortes, combativo, de presença marcante...
Se o Ricardo estava a mesa crescia de tom porque a sua voz de trovão fazia-se ouvir e as suas gargalhadas eram inconfundiveis...
De bom coração... emprestava, ajudava e participava... vivia rodeado da cor que faz a vida, presença calorosa em qualquer actividade...
É uma perda para todos os que tiveram o prazer de privar com ele...
Não havia meio termo para este homem... ou se amava ou se odiava porque era impossivél ser indiferente
Até um dia destes amigo RICARDO deixo os teus olhos azuis que um dia eu consegui convencer a pintar para fazer uma retrato diferente
Ao RICARDO VELEZ - Pela mão do Daniel
Um homem forte como uma tempestade
Irrequieto, incapaz de conter o que carregava no peito,
de traços fortes com os quais fundamentou em nós a amizade que advém da convivência de quem troca três dedos de conversa, e quando damos por nós essa conversa...é amizade, é sinceridade. O Ricardo é assim.
Ricardo, Lisboa ama-te.
O Ricardo faleceu ontem,
a quem o conheceu,
quem com ele privou,
de máquina ao peito
no teatro,
nas tertúlias,
no dom da palavra,
nas conversas alongadas com um homem de voz forte,
um amante de Lisboa,
um apaixonado pelo palco e pela vida
viveu momentos de paixão, de bonança e nunca de indiferença.
Momentos genuínos,
fascinantes,
sinceros que trazem a saudade,
...ficam os olhos de um azul imenso, como o seu génio, como a sua bonança.
À Maria, sua amada filha, em nome do IRIS-movimento fotográfico as nossas condolências, a nossa saudade imensa em cada um.
Daniel
Irrequieto, incapaz de conter o que carregava no peito,
de traços fortes com os quais fundamentou em nós a amizade que advém da convivência de quem troca três dedos de conversa, e quando damos por nós essa conversa...é amizade, é sinceridade. O Ricardo é assim.
Ricardo, Lisboa ama-te.
O Ricardo faleceu ontem,
a quem o conheceu,
quem com ele privou,
de máquina ao peito
no teatro,
nas tertúlias,
no dom da palavra,
nas conversas alongadas com um homem de voz forte,
um amante de Lisboa,
um apaixonado pelo palco e pela vida
viveu momentos de paixão, de bonança e nunca de indiferença.
Momentos genuínos,
fascinantes,
sinceros que trazem a saudade,
...ficam os olhos de um azul imenso, como o seu génio, como a sua bonança.
À Maria, sua amada filha, em nome do IRIS-movimento fotográfico as nossas condolências, a nossa saudade imensa em cada um.
Daniel
Segunda-feira, Novembro 17, 2008
Quarta-feira, Novembro 05, 2008
Podia falar do OBAMA... podia falar do "magalhães, mas prefiro falar de coisas diferentes
Segunda-feira, Novembro 03, 2008
Coitadinhos os desgraçadinhos corre-lhes mal a vida...

Um dos motivos porque o Governo se tornou fiador até 20 mil milhões de Euros de transacções intra bancárias.... os de hoje vão estar como gestores da banca amanhã pois os de ontem... estão por lá hoje...
PARA QUE A PLEBE SAIBA:
PARA QUE A PLEBE SAIBA:
Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola
José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)
Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD
Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP
Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho', Saiu com 10 milhões de indemnização !!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer...)
António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)
Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD
José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES
João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.
Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação -
Agora - Vogal do CA do BES
Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte)
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.
etc etc etc...
O que é isto ?
cunha ?
gamanço ?
- Não, não é a América Latina, nem Angola. É Portugal no seu esplendor .
...e depois até querem que se declarem as prendas de casamento e o seu valor .
Já é tempo de parar!
Não te cales,
DENUNCIA!
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola
José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)
Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD
Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP
Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho', Saiu com 10 milhões de indemnização !!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer...)
António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)
Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD
José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES
João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.
Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação -
Agora - Vogal do CA do BES
Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte)
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.
etc etc etc...
O que é isto ?
cunha ?
gamanço ?
- Não, não é a América Latina, nem Angola. É Portugal no seu esplendor .
...e depois até querem que se declarem as prendas de casamento e o seu valor .
Já é tempo de parar!
Não te cales,
DENUNCIA!
Sexta-feira, Outubro 31, 2008
Paulo Pedroso e os amiguinhos - para relembrar
O que está a fazer o Paulo Pedroso na sua vida profissional neste momento?
Onde está o amigo Ferro?
Na minha terra costumam dizer que tão ladrão é o que rouba como o que fica á porta...
Quarta-feira, Outubro 29, 2008
Porque o frio entrou sem bater...

ANTÓNIO LOBO ANTUNES
(Sátira aos HOMENS quando estão com gripe)
Pachos na testa, terço na mão,
Uma botija, chá de limão,
Zaragatoas, vinho com mel,
Três aspirinas, creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.
Mede-me a febre, olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
Anjos estranhos, cornos e rabos,
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo
Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha, Fala ao prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.
Faz-me tisana e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sózinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer.
Quarta-feira, Outubro 22, 2008
ANEDOTA em que se transformou o nosso País:
Pequenos apontamentos da caricatura em que se transformou o nosso país. Enviaram-me por e-mail e eu resolvi publicar aqui para todos aqueles que como eu não aguentam mais os idiotas que fazem parte do governo deste Portugal dos pequeninos...
- Uma adolescente de 16 anos pode fazer livremente um aborto mas não pode pôr um piercing.
- Um jovem de 18 anos recebe 200 EUR do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de reforma 236 EUR depois de toda uma vida do trabalho.
- Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco. - O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.
- Nas zonas mais problemáticas das áreas urbanas existe 1 polícia para cada 2000 habitantes; o Governo diz que não precisa de mais polícias.
- Um professor é sovado por um aluno e o Governo diz que a culpa á das causas sociais.
- O café da esquina fechou porque não tinha WC para homens, mulheres e empregados. No Fórum Montijo a WC da Pizza Hut fica a 100 mts e não tem local para lavar mãos.
- O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo e depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque não paga ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos).
- Nas prisões é distribuído gratuitamente seringas por causa do HIV, mas é proibido consumir droga nas prisões!
- No exame final de 12º ano és apanhado a copiar chumbas o ano, o primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa e mandou por fax e é engenheiro.
- Um jovem de 14 mata um adulto, não tem idade para ir a tribunal. Um jovem de 15 leva um chapada do pai, por ter roubado dinheiro para droga, é violência doméstica!
- Uma família a quem a casa ruiu e não tem dinheiro para comprar outra, o estado não tem dinheiro para fazer uma nova, tem de viver conforme podem. 6 presos que mataram e violaram idosos vivem numa sela de 4 e sem wc privado, não estão a viver condignamente e associação de direitos humanos faz queixa ao tribunal europeu.
- Militares que combateram em África a mando do governo da época na defesa de território nacional não lhes é reconhecido nenhuma causa nem direito de guerra, mas o primeiro-ministro elogia as tropas que estão em defesa da pátria no KOSOVO, AFEGANISTÃO E IRAQUE.
- Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem, não pagas as finanças a tempo e horas passado um dia já estas a pagar juros.
- Fechas a janela da tua varanda e estás a fazer uma obra ilegal, constrói-se um bairro de lata e ninguém vê.
- Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num oficio respeitável, é exploração do trabalho infantil, se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe!
-Numa farmacia pagas 0.50 EUR por uma seringa que se usa para dar um medicamento a uma criança. Se fosse drogado, não pagava nada!
Obrigada Portugal. Estamos orgulhosos.
Feito por Marcio Figueira
- Uma adolescente de 16 anos pode fazer livremente um aborto mas não pode pôr um piercing.
- Um jovem de 18 anos recebe 200 EUR do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de reforma 236 EUR depois de toda uma vida do trabalho.
- Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco. - O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.
- Nas zonas mais problemáticas das áreas urbanas existe 1 polícia para cada 2000 habitantes; o Governo diz que não precisa de mais polícias.
- Um professor é sovado por um aluno e o Governo diz que a culpa á das causas sociais.
- O café da esquina fechou porque não tinha WC para homens, mulheres e empregados. No Fórum Montijo a WC da Pizza Hut fica a 100 mts e não tem local para lavar mãos.
- O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo e depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque não paga ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos).
- Nas prisões é distribuído gratuitamente seringas por causa do HIV, mas é proibido consumir droga nas prisões!
- No exame final de 12º ano és apanhado a copiar chumbas o ano, o primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa e mandou por fax e é engenheiro.
- Um jovem de 14 mata um adulto, não tem idade para ir a tribunal. Um jovem de 15 leva um chapada do pai, por ter roubado dinheiro para droga, é violência doméstica!
- Uma família a quem a casa ruiu e não tem dinheiro para comprar outra, o estado não tem dinheiro para fazer uma nova, tem de viver conforme podem. 6 presos que mataram e violaram idosos vivem numa sela de 4 e sem wc privado, não estão a viver condignamente e associação de direitos humanos faz queixa ao tribunal europeu.
- Militares que combateram em África a mando do governo da época na defesa de território nacional não lhes é reconhecido nenhuma causa nem direito de guerra, mas o primeiro-ministro elogia as tropas que estão em defesa da pátria no KOSOVO, AFEGANISTÃO E IRAQUE.
- Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem, não pagas as finanças a tempo e horas passado um dia já estas a pagar juros.
- Fechas a janela da tua varanda e estás a fazer uma obra ilegal, constrói-se um bairro de lata e ninguém vê.
- Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num oficio respeitável, é exploração do trabalho infantil, se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe!
-Numa farmacia pagas 0.50 EUR por uma seringa que se usa para dar um medicamento a uma criança. Se fosse drogado, não pagava nada!
Obrigada Portugal. Estamos orgulhosos.
Feito por Marcio Figueira
Sexta-feira, Outubro 17, 2008
JUSTIÇA PORTUGUESA - DIVULGUEM

QUEM CALA, CONSENTE
- Processo Casa Pia: nada
- Processo Apito Dourado: nada
- Assassinatos de seguranças na noite: nada
- Caso Maddie: nada (com direito a humilhaçãozinha no estrangeiro...)
- Caso Freeport: nada
- Caso dos sobreiros PP: nada
- Caso BCP: nada
- Caso Vale e Azevedo: nada
- Operação Furacão: nada
- Processo Apito Dourado: nada
- Assassinatos de seguranças na noite: nada
- Caso Maddie: nada (com direito a humilhaçãozinha no estrangeiro...)
- Caso Freeport: nada
- Caso dos sobreiros PP: nada
- Caso BCP: nada
- Caso Vale e Azevedo: nada
- Operação Furacão: nada
Mas soube-se prender um jovem que fez um download de música ...YEAAAAAAAAH!...
Primeiro português condenado à prisão por pirataria musical na Internet!...
Indivíduo poderá passar entre 60 a 90 dias atrás das grades por ter feito o download e partilhado música ilegalmente!...
Somos muito à frente.................
Porque nós somos um país de gente com sentido de humor

Vais ter relações sexuais?
O governo dá preservativo
Já tiveste?
O governo dá a pílula do dia seguinte
Engravidou?
O governo dá o aborto
Teve filho?
O governo dá o Bolsa Família
Tá desempregado?
O governo dá Bolsa Desemprego
És viciado e não gostas de trabalhar?
O governo dá rendimento mínimo garantido!
AGORA...
Experimenta estudar, trabalhar, produzir e andar na linha pra ver o> que é que te acontece VAIS GANHAR UMA BOLSA DE IMPOSTOS NUNCA VISTA EM LUGAR ALGUM DO MUNDO!!!!!
PARABÉNS TROUXA !!!
Sexta-feira, Outubro 10, 2008
URBANARTES
URBANARTES
Feira de Artesanato Urbano em Alvalade
frente á Igreja de S. João de Brito ao 3º sábado de cada mês
Apareçam
Quarta-feira, Outubro 08, 2008
assim vai o país... e ele ainda ri
- Portugal tem o terceiro preço da gasolina mais caro da Europa e o décimo no gasóleo, ambos acima da média da União Europeia... nós somos os maiores
- Um polícia que tenha um acidente com um automóvel da PSP no cumprimento do seu serviço poderá ser obrigado a pagar os danos das viaturas envolvidas e na via pública, ao abrigo do Regime de Responsabilidade Civil Extracontratual do Estado e Demais Entidades Públicas... por isso é que não á perseguições policiáis em Portugal... só na Fox Crime
- Advogada Vera Sampaio (terminou o curso com média de 10 val) com uma carreira de 'dezenas de anos e larga experiência' foi contratada como assessora pelo membro do Governo, Senhor Doutor Manuel Pedro Cunha daSilva Pereira, distinto Ministro da Presidência.... e o irmão é consultor da Portugal Telecom... será que o pai das criaturas teve alguma coisa a ver com isto?
- A Bolsa de Lisboa sofreu ontem a maior queda numa só sessão (9,86 por cento) desde a criação do índice PSI 20, em 1993.
- O Governo delegou no Banco de Portugal (BdP) a responsabilidade de conceber um plano de emergência para acudir às instituições financeiras que sejam atingidas pela crise financeira... e quando tem muitos lucros como é que é?
Terça-feira, Outubro 07, 2008
O Magalhães e o Sócrates

Consta que o famoso "Magalhães" não é afinal aquilo que aparenta... quem estará a falar verdade?
*** Magalhães ***
o mais escandaloso golpe de propaganda do ano
o mais escandaloso golpe de propaganda do ano
Os noticiários abriram há dias, com pompa e circunstância, anunciando o lançamento do 'Primeiro computador portátil português', o 'Magalhães'.A RTP refere que é 'um projecto português produzido em Portugal'
A SIC refere que 'um produto desenvolvido por empresas nacionais e pela Intel' e que a 'concepção é portuguesa e foi desenvolvida no âmbito do Plano Tecnologico.'
Na realidade, só com muito boa vontade é que o que foi dito e escrito é verdadeiro. O projecto não teve origem em Portugal, já existe desde 2006 e é da responsabilidade da Intel. Chama-se Classmate PC e é um laptop de baixo custo destinado ao terceiro mundo e já é vendido há muito tempo através da Amazon.
As notícias foram cuidadosamente feitas de forma a dar ideia que o 'Magalhães' é algo de completamente novo e com origem em Portugal. Não é verdade. Felizmente, existem alguns blogues atentos. Na imprensa escrita salvou-se, que se tenha dado conta, a notícia do Portugal Diário: 'Tirando o nome, o logótipo e a capa exterior, tudo o resto é idêntico ao produto que a Intel tem estado a vender em várias partes do mundo desde 2006. Aliás, esta é já a segunda versão do produto.'
Pelos vistos, o jornalista Filipe Caetano foi o único a fazer um trabalhinho de investigação em vez de reproduzir o comunicado de imprensa do Governo.
A ideia é destruir os esforços de Negroponte para o OLPC.
O criador do MIT Media Lab criou esta inovação, o portátil de 100 dólares...A Intel foi um dos parcceiros até ver o seu concorrente AND ser escolhida como fornecedor. Saiu do consórcio e criou o Classmate, que está a tentar impor aos países em desenvolvimento.
Sócrates acaba de aliar-se, SEM CONCURSO, à Intel, para destruir o projecto de Negroponte. A JP Sá Couto, que ja fazia os Tsumanis, tem assim, SEM CONCURSO, todo o mercado nacional do primeiro ciclo.
Tudo se justifica em nome de um número de propaganda política terceiro-mundista.
Para os pivots (ex-jornalistas?) Rodrigues dos Santos ou José Alberto Carvalho, o importante é debitar chavões propagandísticos em vez de fazer perguntas.
A ideia é destruir os esforços de Negroponte para o OLPC.
O criador do MIT Media Lab criou esta inovação, o portátil de 100 dólares...A Intel foi um dos parcceiros até ver o seu concorrente AND ser escolhida como fornecedor. Saiu do consórcio e criou o Classmate, que está a tentar impor aos países em desenvolvimento.
Sócrates acaba de aliar-se, SEM CONCURSO, à Intel, para destruir o projecto de Negroponte. A JP Sá Couto, que ja fazia os Tsumanis, tem assim, SEM CONCURSO, todo o mercado nacional do primeiro ciclo.
Tudo se justifica em nome de um número de propaganda política terceiro-mundista.
Para os pivots (ex-jornalistas?) Rodrigues dos Santos ou José Alberto Carvalho, o importante é debitar chavões propagandísticos em vez de fazer perguntas.
Se não fosse a blogosfera - que o ministro Santos Silva ainda não controla - esta propaganda não seria desmascarada. Os jornalistas da imprensa tradicional têm vindo a revelar-se de uma ignorância, seguidismo e preguiça atroz.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nicholas_Negroponte#O_PC_de_USD_100
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nicholas_Negroponte#O_PC_de_USD_100
Chávez firmou encomenda de portáteis Magalhães
Portugal e a Venezuela assinaram, este sábado, acordos para a venda de um milhão de computadores Magalhães e a construção de 50 mil fogos de habitação social, envolvendo valores que rondam os três mil milhões de dólares.
Relativamente ao acordo assinado entre o Ministério do Poder Popular para as Telecomunicações e a Informática (MPPTI) e a empresa Youtsu (consórcio JP Sá Couto/Prológica), está previsto o fornecimento de equipamento, serviços e aplicações e transferência tecnológica, plano que inclui ainda a venda de um milhão de computadores Magalhães produzidos em Portugal.
Os Magalhães serão entregues à Venezuela de forma faseada, a partir de Dezembro de 2008.Ainda no âmbito do sector da Educação, o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, e a ministra Socorro Hernandez, do MPPTI, assinaram o acordo "Plano Directivo de Acciones", através do qual será constituído um grupo de acompanhamento da "Iniciativa Magalhães".
Na cerimónia que teve lugar em FIL de Lisboa, e que foi presidida pelo primeiro-ministro português, José Sócrates, e pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, foi também celebrado um contrato entre o ministério do "Poder Popular para La Vivienda e Habitat" e a empresa portuguesa LENA, para a construção e instalação no terreno de 50 mil casas de habitação social pré-fabricadas.Das 50 mil casas, 15 mil serão produzidas em Portugal e 35 mil serão produzidas na Venezuela.
Este contrato envolve ainda a instalação de fábricas na Venezuela, bem como a transferência de tecnologia e a formação de trabalhadores daquele país da América Latina.
No final da cerimónia, o primeiro-ministro, José Sócrates, salientou a importância do "trabalho político" que tem sido desenvolvido por Portugal e pela Venezuela, destacando os "muitos resultados" produzidos.
Fonte:JN Online
Sexta-feira, Setembro 26, 2008
Quinta-feira, Setembro 25, 2008
José Manuel Ballester




Imaginar o "Jardim das Delicias" na completa solidão humana, a anunciação de Fran Angélico em que a Virgem e o anjo não estão presentes na cena ou a Paisagem de Inverno de Pieter Brueghel onde os patinadores deixaram de existir... é a proposta que o artista José Manuel Ballester apresentou e que nos surprende pela perfeição com que recria cada um dos orginais.
O artista José Manuel Ballester pegou em alguns quadros que se encontram expostos no Museo do Prado e despojou-os de qualquer movimento abulindo toda e qualquer presença humana ou animal.
O resultado é uma homenagem ao vazio, uma colecção de paisagens desabitadas que comovem pela sua solidão.
O abandono tomou conta destes lugares e a memória vaguea no espaço tentando recordar as figuras que agora são apenas fantasmas presos na nossas referências pictóricas.
No link podem ver mais das obras surpreendentes deste artista espanhol.
Terça-feira, Setembro 23, 2008
Maria Keil e o Metro


RECEBI MAIS ESTE ACONTECIMENTO DA RÉPUBLICA DAS BANANAS POR E-MAIL E RESOLVI PUBLICAR PORQUE REALMENTE SÓ AQUI É QUE SE FAZES DESTAS COISAS...
Maria Keil (gosta que a tratem apenas por Maria) nasceu na cidade de Silves, em 1914. Partilhou a maior parte da sua vida com o arquitecto Francisco Keil do Amaral, com quem se casou, muito jovem, em 1933.
De lá para cá fez milhares de coisas, sobretudo ilustrações, que se podem encontrar em revistas como a “Seara Nova”, livros para adultos e “toneladas” de livros infantis, os de Matilde Rosa Araújo, por exemplo, são em grande quantidade. Está quase a chegar aos 100 anos de idade de uma vida cheia, que nos primeiros tempos teve alguns “sobressaltos”, umas proibições de quadros aqui, uma prisão pela PIDE, ali... as coisas normais para um certo “tipo de pessoas” no tempo do fascismo.
Para esta “história”, no entanto, o que me interessa são os seus azulejos. São aos milhares, em painéis monumentais, espalhados por variadíssimos locais. Uma das maiores contribuições de Maria Keil para a azulejaria lisboeta, foi exactamente para o Metropolitano de Lisboa. Para fugir ao figurativo, que não era o desejado pelos arquitectos do Metro, a Maria Keil partiu para o apuramento das formas geométricas que conseguiram, pelo uso da cor e génio da artista, quebrar a monotonia cinzenta das galerias de cimento armado das primeiras 19, sim, dezanove estações de Metropolitano. Como o marido estava ligado aos trabalhos de arquitectura das estações e conhecendo a fatal “falta de verba” que se fazia sentir, o Metro lá teve de pagar os azulejos, em grande parte fabricados na famosa fábrica de cerâmica “Viúva Lamego”, mas o trabalho insano da criação e pintura dos painéis... ficou de borla. Exactamente! Maria Keil decidiu oferecer o seu enorme trabalho à cidade de Lisboa e ao seu “jovem” Metropolitano.
Estes pormenores das estações do “Intendente” (1966) e “Restauradores” (1959), são bons exemplos.
Parêntesis: Qualquer alteração na “Gare do Oriente” do Arq. Calatrava, ou nas Torres das Amoreiras, do Arq. Tomás Taveira, só a título de exemplo, têm de ser encomendadas ao arquitecto que as fez e mesmo assim, ele pode recusar-se a alterar a sua obra original. Se os donos da obra avançarem para a alteração sem o acordo do autor, podem ter por garantido um belo processo em tribunal, que acabará numa “salgada” indemnização ao autor.
Finalmente, a história! Recentemente a Metro de Lisboa decidiu remodelar, modernizar, ampliar, etc, várias das estações mais antigas e não foram de modas. Avançaram para as paredes e sem dizer água vai, picaram-nas sem se dar ao trabalho de (antes) retirar os painéis de azulejos, ou ao incómodo de dar uma palavra que fosse à autora dos ditos. Mais tarde, depois da obra irremediavelmente destruída, alguém se encarregaria de apresentar umas desculpas esfarrapadas e “compreender” a tristeza da artista.
A parte “realmente boa” desta (já longa) história é que ao contrário de quase todos os arquitectos, engenheiros, escultores, pintores e quem quer que seja que veja uma sua obra pública alterada ou destruída sem o seu consentimento, Maria Keil não tem direito a qualquer indemnização.
E porquê?
De lá para cá fez milhares de coisas, sobretudo ilustrações, que se podem encontrar em revistas como a “Seara Nova”, livros para adultos e “toneladas” de livros infantis, os de Matilde Rosa Araújo, por exemplo, são em grande quantidade. Está quase a chegar aos 100 anos de idade de uma vida cheia, que nos primeiros tempos teve alguns “sobressaltos”, umas proibições de quadros aqui, uma prisão pela PIDE, ali... as coisas normais para um certo “tipo de pessoas” no tempo do fascismo.
Para esta “história”, no entanto, o que me interessa são os seus azulejos. São aos milhares, em painéis monumentais, espalhados por variadíssimos locais. Uma das maiores contribuições de Maria Keil para a azulejaria lisboeta, foi exactamente para o Metropolitano de Lisboa. Para fugir ao figurativo, que não era o desejado pelos arquitectos do Metro, a Maria Keil partiu para o apuramento das formas geométricas que conseguiram, pelo uso da cor e génio da artista, quebrar a monotonia cinzenta das galerias de cimento armado das primeiras 19, sim, dezanove estações de Metropolitano. Como o marido estava ligado aos trabalhos de arquitectura das estações e conhecendo a fatal “falta de verba” que se fazia sentir, o Metro lá teve de pagar os azulejos, em grande parte fabricados na famosa fábrica de cerâmica “Viúva Lamego”, mas o trabalho insano da criação e pintura dos painéis... ficou de borla. Exactamente! Maria Keil decidiu oferecer o seu enorme trabalho à cidade de Lisboa e ao seu “jovem” Metropolitano.
Estes pormenores das estações do “Intendente” (1966) e “Restauradores” (1959), são bons exemplos.
Parêntesis: Qualquer alteração na “Gare do Oriente” do Arq. Calatrava, ou nas Torres das Amoreiras, do Arq. Tomás Taveira, só a título de exemplo, têm de ser encomendadas ao arquitecto que as fez e mesmo assim, ele pode recusar-se a alterar a sua obra original. Se os donos da obra avançarem para a alteração sem o acordo do autor, podem ter por garantido um belo processo em tribunal, que acabará numa “salgada” indemnização ao autor.
Finalmente, a história! Recentemente a Metro de Lisboa decidiu remodelar, modernizar, ampliar, etc, várias das estações mais antigas e não foram de modas. Avançaram para as paredes e sem dizer água vai, picaram-nas sem se dar ao trabalho de (antes) retirar os painéis de azulejos, ou ao incómodo de dar uma palavra que fosse à autora dos ditos. Mais tarde, depois da obra irremediavelmente destruída, alguém se encarregaria de apresentar umas desculpas esfarrapadas e “compreender” a tristeza da artista.
A parte “realmente boa” desta (já longa) história é que ao contrário de quase todos os arquitectos, engenheiros, escultores, pintores e quem quer que seja que veja uma sua obra pública alterada ou destruída sem o seu consentimento, Maria Keil não tem direito a qualquer indemnização.
E porquê?
“Porque na Metro de Lisboa há juristas muito bons, que descobriram não ser obrigatório pedir nada, nem indemnizar a autora, de forma nenhuma... exactamente porque ela não cobrou um tostão que fosse pela sua obra!!!
Este país, por vezes consegue ser “ainda mais extraordinário” do que é o seu costume! Ou não?
Este país, por vezes consegue ser “ainda mais extraordinário” do que é o seu costume! Ou não?
Terça-feira, Setembro 02, 2008
Segunda-feira, Setembro 01, 2008
Acabaram-se as férias... toca a trabalhar

... embora ainda haja quem não tenha feito férias
E acabou-se o sossego em Lisboa, acabou-se a viagem tranquila sem filas para o emprego, acabaram-se as boas vagas de estacionamento, os centros comerciais com espaço e ar para poder caminhar lentamente enquanto se procura uma qualquer pechincha nos saldos que ainda restam... agora só para o ano teremos novamente esta tranquilidade de país a meio gás.
Terça-feira, Agosto 05, 2008
e antes de fechar para férias... os jogos olímpicos
Os I Jogos Olímpicos da Era Moderna foram realizados em Atenas, Grécia, berço dos jogos da antiguidade, entre os dias 6 e 15 de abril de 1896, com a participação de 241 atletas, todos homens, representando catorze países, graças ao empenho visionário do francês Pierre de Frédy, o Barão de Coubertin, idealizador do renascimento dos jogos existentes na Grécia antiga, mentor do movimento olímpico e fundador do Comitê Olímpico Internacional.Sem qualquer experiência na organização de semelhante evento, os organizadores dos primeiros jogos quase arruinaram a própria competição, graças a uma diversidade de datas, pois os gregos utilizavam então o antigo calendário juliano paralelo ao convencional usado pela civilização ocidental, fazendo com que ocorresse uma diferença de doze dias entre ambos, o que atrapalhou a inauguração dos Jogos e a chegada dos atletas dos diversos pontos do planeta.
A cerimônia de inauguração acabou acontecendo num domingo de Páscoa, com o discurso de abertura proferido diante de cem mil espectadores pelo próprio Jorge I, da Grécia, após a inauguração de uma estátua – que existe até os dias de hoje – na entrada do Estádio Panathinaiko, principal palco das competições e uma maravilha arquitetônica toda de mármore, em homenagem ao rico financista ateniense Georgius Averoff, responsável pela restauração e modernização do estádio e financiador da organização do evento, o que impediu seu cancelamento antes mesmo de iniciado, devido às penosas condições do cerário real grego.
A chama Olímpica, fogo Olímpico ou ainda tocha olímpica, é um dos símbolos dos Jogos Olímpicos, e evoca a lenda de Prometeu que teria roubado o fogo a Zeus para o entregar aos mortais. Durante a celebração dos Jogos Olímpicos da antiguidade, em Olímpia, mantinha-se aceso um fogo que ardia enquanto durassem as competições, sendo esta tradição reintroduzida nos Jogos Olímpicos de Verão de 1928. Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1936, foi pela primeira vez realizada uma estafeta de atletas para transportar uma tocha com a chama, desde as ruínas do templo de Hera em Olímpia, até ao estádio olímpico de Berlim.
A tradição da tocha olímpica ser acesa na Grécia e levada de mão em mão até a cerimônia de abertura surgiu em um momento em que os Jogos foram usados contra seus próprios ideais. Adolf Hitler, em vez de usar as Olimpíadas para pregar a união entre os povos, queria que os Jogos de Berlim-1936 provassem a “supremacia” da raça ariana.
Quinta-feira, Julho 31, 2008
Algumas verdades ditas pela Clara Ferreira Alves para quem não lê o Expresso



Ainda bem que alguém se lembra de fazer um apanhado de todos os pendentes judiciais deste país a brincar aos países democraticos...
A justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca Clara Ferreira Alves
Expresso
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.
Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, doscomputadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos.
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára? O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências ereputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências ereputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
Clara Ferreira Alves - "Expresso"
Clara Ferreira Alves - "Expresso"
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Os preservativos, as prostitutas na Rua onde as árvore pingam mel e o drama dos ciganos sem casa
E Julho chega ao fim, ora está sol, ora está nublado mas o calor é fatal.
As árvores nas R. Castilho atacadas de bicho desenvolvem um processo químico que se transforma em gotas resinosas que vão caindo sobre os carros, quais pigos de mel, que se escondem na sombra das mesmas em lugares de estacionamento pagos a peso de ouro á EMEL.
A Câmara já foi avisada mas faz orelhas mocas que está muito calor para trabalhar e assim quando entro para o carro ao fim da tarde interrogo-me se não será agora que o sistema eléctrico dos vidros vai deixar de funcionar, isto porque a pintura do carro já está condenada.
Os pés colam ao chão e os preservativos de cores diversas decoram esta rua que não vê limpeza há algum tempo... assim sempre os turistas que se deslocam por aqui podem levar como recordação sandálias peganhentas e o colorido do látex que foi produto de brincadeiras sexy entre prostitutas e seus clientes por entre as árvores desta rua...
Está calor e os noticiarios repetem o drama dos ciganos que querem uma casa nova (eu também queria) porque a vizinhança não lhes agrada, pelo que gostariam de poder viver numa ciganotown onde não houvesse ninguém com uma coloração mais forte na pele do que a dos próprios... entretanto a mãe da desaparecida Maddie enfurece-se com a PJ por causa de um café e puxa os galões que a mantém sempre, desde há 1 ano, nas páginas dos jornais... viva a política inglesa... devolvam-nos os piratas de perna de pau e pala no olho que deram origem á velha Inglaterra, que esses pelo menos já sabemos o que são.
Deixo aqui uma crónica muito esclarecedora da miséria cigana escrita pelo colonista Mário Crespo
Limpeza étnica
00h30m
O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!" "O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter.
"Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem..." Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos autodesalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos". Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos." A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e autodenominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor
A Câmara já foi avisada mas faz orelhas mocas que está muito calor para trabalhar e assim quando entro para o carro ao fim da tarde interrogo-me se não será agora que o sistema eléctrico dos vidros vai deixar de funcionar, isto porque a pintura do carro já está condenada.
Os pés colam ao chão e os preservativos de cores diversas decoram esta rua que não vê limpeza há algum tempo... assim sempre os turistas que se deslocam por aqui podem levar como recordação sandálias peganhentas e o colorido do látex que foi produto de brincadeiras sexy entre prostitutas e seus clientes por entre as árvores desta rua...
Está calor e os noticiarios repetem o drama dos ciganos que querem uma casa nova (eu também queria) porque a vizinhança não lhes agrada, pelo que gostariam de poder viver numa ciganotown onde não houvesse ninguém com uma coloração mais forte na pele do que a dos próprios... entretanto a mãe da desaparecida Maddie enfurece-se com a PJ por causa de um café e puxa os galões que a mantém sempre, desde há 1 ano, nas páginas dos jornais... viva a política inglesa... devolvam-nos os piratas de perna de pau e pala no olho que deram origem á velha Inglaterra, que esses pelo menos já sabemos o que são.
Deixo aqui uma crónica muito esclarecedora da miséria cigana escrita pelo colonista Mário Crespo
Limpeza étnica
00h30m
O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!" "O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter.
"Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem..." Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos autodesalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos". Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos." A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e autodenominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor
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Terça-feira, Julho 15, 2008
A GALINHA JOAQUINA







Esta história foi-me enviada por e-mail e eu decidi partilhar no blog porque embora não seja vegetariana tenho consciência que matamos seres vivos para nosso prazer e que na ganância de ganhar dinheiro inventamos formas crueis de sacrificar os animais...
A história da galinha Joaquina.
A Joaquina vive na quinta da minha Mãe, juntamente com mais 6 galinhas, 4 coelhos, 5 gatos e 6 cadelas, todos resgatados de situações de risco.
Todos os animais da quinta se dão bem: gatos, galinhas e cães, todos andam em liberdade e convivem pacificamente.
Mas um dia recebemos na quinta um visitante inesperado: uma águia. A águia atacou a Joaquina, que ficou completamente paralisada, sem controle dos movimentos das patas.
Todos foram de opinião que era necessário sacrificar a galinha: seria impossível ela algum dia voltar a andar.
Mas a minha Mãe pegou na desorientada Joaquina ao colo, olharam ambas fixamente uma para a outra, e o veredicto da minha Mãe foi este: "Não, esta galinha ainda tem vida, há que lutar por ela."
A Joaquina foi viver para dentro de casa e começou o seu período de recuperação. Foram 4 meses de tratamentos diários.
Houve períodos difíceis, em que os tratamentos veterinários se revelaram praticamente ineficazes e os progressos eram lentos e pouco seguros. Mas a minha Mãe não duvidou um só dia de que a Joaquina iria um dia voltar a andar. Não sei se foram as massagens e fisioterapia, os medicamentos naturais ou a cadeirinha improvisada que o meu padrasto construiu, ou se foi a obstinação da minha Mãe e a força de vontade da Joaquina que operaram este pequeno milagre: o que é certo é que após 4 meses de quase imobilidade a Joaquina começou a dar os primeiros passos.
Criou-se entre a Joaquina e a minha Mãe uma cumplicidade curiosa. É engraçado ver a minha Mãe passar atarefada nos trabalhos da quinta com uma galinha a segui-la com uns passitos trémulos e esvoaçantes.
A Joaquina gosta de festas, de estar perto de nós e de esperar que acabemos de lanchar para comer as migalhas do pão. Conhece perfeitamente o nome dela e aprendeu a esconder-se debaixo dos arbustos quando ouve o piar das águias.
Quando vejo a Joaquina esgravatar o chão com as suas ainda frágeis e recém funcionantes patas e sacudir as asas ao sol lembro-me sempre das galinhas de bateria, que vivem as suas curtas e miseráveis vidas fechadas em cubículos do tamanho de uma folha A4, sem se poderem mexer e nem sequer abrir as asas, com os bicos mutilados e sem verem a luz do dia, com o único propósito de fornecer ovos e carne para alimentação humana.
Penso nos milhões de animais que são torturados e mortos todos os anos para o mesmo fim. Penso que os animais que conseguimos salvar na quinta serão sempre poucos, que nunca conseguiremos sequer arranhar a superfície do problema e que a mudança fundamental na mentalidade das pessoas tarda demais a chegar...
Mas depois recebo uma notícia como a que vos encaminho abaixo, e que, apesar de ser apenas um passo minúsculo, é um passo na direcção certa. E sinto um novo ânimo...
Abraço a todos,
Maria
Empresas lusas recebem prémio "Bons Ovos"
Enquanto 98% das galinhas em Portugal continuam em gaiolas de bateria.
Partilhe esta notíciaEmpresas portuguesas recebem prémio "Bons Ovos", enquanto 98% das galinhas em Portugal continuam em gaiolas de bateria.
Esta terça-feira, as empresas portuguesas Biocoop, Biomiosótis e Naturocoop e as multinacionais a operar em Portugal, Unilever (maioneses e molhos Calvé) e McDonald's, recebem em Lisboa o prémio "Bons Ovos" numa cerimónia a realizar no auditório do Espaço Monsanto (Parque Florestal de Monsanto), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.
Estes prémios são oferecidos pela Compassion in World Farming, associação internacional líder na protecção dos animais de criação, com o objectivo de "felicitar e publicitar as empresas que não se aprovisionam de ovos de bateria ou que deixarão de o fazer até 2012".
Através dos prémios atribuídos este ano a cerca de 50 empresas europeias, cerca de 10 milhões de galinhas poedeiras serão libertas das gaiolas, elevando-se para mais de 15 milhões o número de galinhas soltas desde a criação dos Prémios Bons Ovos.
Na cerimónia, será aberta uma gaiola por crianças da Junta de Freguesia de Santa Engracia contendo 15 balões em forma de galinha (simbolizando os 15 milhões de galinhas libertadas até agora).
A tendência crescente da procura de ovos produzidos de forma ética poderá deixar para trás os mais de 3⁄4 de produtores europeus que continuam a usar gaiolas de bateria.
Se em países como a Áustria, onde a maior parte das galinhas são criadas ao ar livre, 30% continuam ainda em gaiolas, em Portugal e Espanha a percentagem eleva-se a 98%.
Embora os consumidores portugueses manifestem cada vez mais o desejo de adquirir ovos de galinhas não criadas em gaiolas, Portugal ocupa o último lugar (em conjunto com a Espanha) no quadro da liga de produção de ovos "ar livre".
No entanto, o anúncio de hoje mostra que a indústria alimentar está a abandonar as gaiolas de bateria e quer mais ovos produzidos ao ar livre.
"Os vencedores dos prémios "Bons Ovos" estão a abandonar os ovos de galinhas criadas em gaiolas em todo o tipo de produtos . Desde os bolos e molhos, até à maionese, os consumidores que procuram ovos produzidos de forma ética, poderão finalmente encontrá-los nos produtos destas empresas", afirma Bárbara Dias Pais, Coordenadora de Campanhas para o Sul da Europa da Compassion in World Farming.
Em toda a Europa, são criadas mais de 300 milhões de galinhas para a produção de ovos.
Mais de 3⁄4 destes animais vivem confinados em minúsculas gaiolas que não lhes permitem expressar os comportamentos naturais da espécie, (tais como estender as asas, picar o solo, empoleirar-se e fazer o ninho) e nas quais o espaço que cada uma dispõe é inferior a uma folha de papel A4.
A Joaquina vive na quinta da minha Mãe, juntamente com mais 6 galinhas, 4 coelhos, 5 gatos e 6 cadelas, todos resgatados de situações de risco.
Todos os animais da quinta se dão bem: gatos, galinhas e cães, todos andam em liberdade e convivem pacificamente.
Mas um dia recebemos na quinta um visitante inesperado: uma águia. A águia atacou a Joaquina, que ficou completamente paralisada, sem controle dos movimentos das patas.
Todos foram de opinião que era necessário sacrificar a galinha: seria impossível ela algum dia voltar a andar.
Mas a minha Mãe pegou na desorientada Joaquina ao colo, olharam ambas fixamente uma para a outra, e o veredicto da minha Mãe foi este: "Não, esta galinha ainda tem vida, há que lutar por ela."
A Joaquina foi viver para dentro de casa e começou o seu período de recuperação. Foram 4 meses de tratamentos diários.
Houve períodos difíceis, em que os tratamentos veterinários se revelaram praticamente ineficazes e os progressos eram lentos e pouco seguros. Mas a minha Mãe não duvidou um só dia de que a Joaquina iria um dia voltar a andar. Não sei se foram as massagens e fisioterapia, os medicamentos naturais ou a cadeirinha improvisada que o meu padrasto construiu, ou se foi a obstinação da minha Mãe e a força de vontade da Joaquina que operaram este pequeno milagre: o que é certo é que após 4 meses de quase imobilidade a Joaquina começou a dar os primeiros passos.
Criou-se entre a Joaquina e a minha Mãe uma cumplicidade curiosa. É engraçado ver a minha Mãe passar atarefada nos trabalhos da quinta com uma galinha a segui-la com uns passitos trémulos e esvoaçantes.
A Joaquina gosta de festas, de estar perto de nós e de esperar que acabemos de lanchar para comer as migalhas do pão. Conhece perfeitamente o nome dela e aprendeu a esconder-se debaixo dos arbustos quando ouve o piar das águias.
Quando vejo a Joaquina esgravatar o chão com as suas ainda frágeis e recém funcionantes patas e sacudir as asas ao sol lembro-me sempre das galinhas de bateria, que vivem as suas curtas e miseráveis vidas fechadas em cubículos do tamanho de uma folha A4, sem se poderem mexer e nem sequer abrir as asas, com os bicos mutilados e sem verem a luz do dia, com o único propósito de fornecer ovos e carne para alimentação humana.
Penso nos milhões de animais que são torturados e mortos todos os anos para o mesmo fim. Penso que os animais que conseguimos salvar na quinta serão sempre poucos, que nunca conseguiremos sequer arranhar a superfície do problema e que a mudança fundamental na mentalidade das pessoas tarda demais a chegar...
Mas depois recebo uma notícia como a que vos encaminho abaixo, e que, apesar de ser apenas um passo minúsculo, é um passo na direcção certa. E sinto um novo ânimo...
Abraço a todos,
Maria
Empresas lusas recebem prémio "Bons Ovos"
Enquanto 98% das galinhas em Portugal continuam em gaiolas de bateria.
Partilhe esta notíciaEmpresas portuguesas recebem prémio "Bons Ovos", enquanto 98% das galinhas em Portugal continuam em gaiolas de bateria.
Esta terça-feira, as empresas portuguesas Biocoop, Biomiosótis e Naturocoop e as multinacionais a operar em Portugal, Unilever (maioneses e molhos Calvé) e McDonald's, recebem em Lisboa o prémio "Bons Ovos" numa cerimónia a realizar no auditório do Espaço Monsanto (Parque Florestal de Monsanto), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.
Estes prémios são oferecidos pela Compassion in World Farming, associação internacional líder na protecção dos animais de criação, com o objectivo de "felicitar e publicitar as empresas que não se aprovisionam de ovos de bateria ou que deixarão de o fazer até 2012".
Através dos prémios atribuídos este ano a cerca de 50 empresas europeias, cerca de 10 milhões de galinhas poedeiras serão libertas das gaiolas, elevando-se para mais de 15 milhões o número de galinhas soltas desde a criação dos Prémios Bons Ovos.
Na cerimónia, será aberta uma gaiola por crianças da Junta de Freguesia de Santa Engracia contendo 15 balões em forma de galinha (simbolizando os 15 milhões de galinhas libertadas até agora).
A tendência crescente da procura de ovos produzidos de forma ética poderá deixar para trás os mais de 3⁄4 de produtores europeus que continuam a usar gaiolas de bateria.
Se em países como a Áustria, onde a maior parte das galinhas são criadas ao ar livre, 30% continuam ainda em gaiolas, em Portugal e Espanha a percentagem eleva-se a 98%.
Embora os consumidores portugueses manifestem cada vez mais o desejo de adquirir ovos de galinhas não criadas em gaiolas, Portugal ocupa o último lugar (em conjunto com a Espanha) no quadro da liga de produção de ovos "ar livre".
No entanto, o anúncio de hoje mostra que a indústria alimentar está a abandonar as gaiolas de bateria e quer mais ovos produzidos ao ar livre.
"Os vencedores dos prémios "Bons Ovos" estão a abandonar os ovos de galinhas criadas em gaiolas em todo o tipo de produtos . Desde os bolos e molhos, até à maionese, os consumidores que procuram ovos produzidos de forma ética, poderão finalmente encontrá-los nos produtos destas empresas", afirma Bárbara Dias Pais, Coordenadora de Campanhas para o Sul da Europa da Compassion in World Farming.
Em toda a Europa, são criadas mais de 300 milhões de galinhas para a produção de ovos.
Mais de 3⁄4 destes animais vivem confinados em minúsculas gaiolas que não lhes permitem expressar os comportamentos naturais da espécie, (tais como estender as asas, picar o solo, empoleirar-se e fazer o ninho) e nas quais o espaço que cada uma dispõe é inferior a uma folha de papel A4.
Terça-feira, Julho 08, 2008
violência doméstica



Malas directas para: relatar violência doméstica
Chocante.
Essa é a palavra com que se pode descrever esta mala directa da Organização Chinesa contra a violência doméstica, desenvolvida pela Agência DDB Shanghai. Mas não é uma simples carta. Antes de abrir a mala directa, já se vê um filete de ’sangue’ derramando.
Continuando a abrir o envelope, nota-se que ele forma uma imagem 3D de uma sala, onde um incidente de violência doméstica está decorrer ( um homem agarrando a mulher pelos cabelos, enquanto lhe bate com uma cadeira com tal força que a perna da mesma se parte). Essa cena foi pensada assim mesmo, para chocar as pessoas e incentivarem à denunciar estas violências covardes.
Seria bom que em Portugal se produzi-se algo tão forte que motiva-se as pessoas a denunciar estes actos de brutalidade que muitas vezes se escondem por detrás de uma família tradicional...
Segunda-feira, Junho 30, 2008
URBANARTES e Exposição do Alunos de Pintura
e no mês de Julho a Junta de Freguesia de S. João de Brito promove....
"CONCENTRADO POP" uma exposição dos alunos de pintura que assim falam pictoricamente sobre um dos estilos de arte
"URBANARTES" a feira de artesanato urbano que acontece aos 3ºs sábados de cada mês no Largo Frei Heitor Pinto em Alvalade
Sexta-feira, Junho 27, 2008
Quarta-feira, Junho 18, 2008
podia ser um paraíso... esta cidade flutuante

dá vontade de sonhar que é verdade
vão até aqui http://www.inhabitat.com/2008/06/16/lilypad-floating-cities-in-the-age-of-global-warming/ e descubram o resto
Segunda-feira, Junho 16, 2008
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