Mostrar mensagens com a etiqueta orçamento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta orçamento. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, novembro 02, 2010

RESPONSABILIDADE

Num discurso de 14.391 palavras, José Sócrates usou por 26 vezes o termo responsabilidade

Cão que não conhece dono foi a imagem que o sr. sócrates passou hoje na apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2011.
Todo ele era confiança... agora que já tem o sim do PSD já cospe na mão que lhe deu comer.
Alguém lhe ouviu a voz na semana passada? Não na semana passada ele andava com o Chavez a vender navios e PC's... e na frente do touro estava o Teixeira dos Santos e mais umas quantas segundas figuras do PS.
Gostava de conhecer o assessor que lhe escreveu o discurso porque realmente é de uma imaginação que raia o surrealismo... 14.391 palavras de vazio e insultos, insinuações e sobrevalorização pessoal...

sexta-feira, outubro 22, 2010

E AINDA O ORÇAMENTO....

Chamavam-lhe a "velha" em tom desdenhoso... pois é, mas ela tinha avisado o que se ia passar e ninguém quis escutar

"Manuela Ferreira Leite foi esta semana muito dura na apreciação do Orçamento do Estado para 2011, considerando que «quem fez esta vigarice devia ir preso».


«Este Orçamento é uma vigarice e os seus autores mereciam ser presos», disse na reunião do grupo parlamentar, em que, apesar disso, insistiu na defesa da abstenção. E a antiga líder não foi a única no partido a mostrar aberta discordância com Passos Coelho.



Ângelo Correia, um dos principais apoiantes de Passos nas directas do PSD, distanciou-se do líder.



Por seu lado, Nogueira Leite defendeu no Conselho Nacional a abstenção do PSD, alegando que o partido «não deve comprometer-se com o futuro próximo» e que «não vale a pena perder tempo a apresentar pressupostos quando devia estar era a trabalhar com seriedade e sentido patriótico para construir uma alternativa para o país».



Uma posição muito idêntica à de Ferreira Leite e que é secundada por muitos dos que estiveram na sua anterior direcção, como Paulo Rangel, Fernando Seara ou Castro Almeida (um dos três que se absteve no CN - o único voto contra foi do sindicalista Bettencourt Picanço). Em matéria de divergências há ainda outro grupo: o dos que contestam a opção pela negociação das questões fiscais"

quarta-feira, outubro 20, 2010

Carta Aberta a Mário Soares

Aqui fica uma carta que recebi por e-mail de um português reflectindo sobre este país de injustiças sociais.
Divulgo-a por comcordar em absoluto com a mesma.
Acrescento ainda que não percebo porque é que todos os ex-presidentes da República tem direito a carro e polícia na porta de casa... infelismente somos um país de brandos costumes e ninguém mata ninguém muito menos um ex-presidente da república, só aí já são 3 ordenados com horas extraordinárias vezes 3 presidentes...

TENHAM VERGONHA - Carta aberta a Mário Soares e a todos os políticos




Sr. Dr. Mário Soares,

Sou um cidadão que trabalha, paga impostos, para que o Sr. e todos os restantes políticos de Portugal andem na boa vida.

Há dias, ouvi o Sr., doutamente, nas TV's, a avisar o povo português para que não se pusesse com greves, porque ainda ia ser pior.

Ouvi o Sr. perguntar onde estava a alternativa ao aumento de impostos, aqui estou eu para lhe dar a alternativa. Aqui lhe deixo 10 medidas que me vieram à mente assim, de repente:


1. Acabar com as pensões vitalícias e restantes mordomias de todos os ex-presidentes da República (os senhores foram PR's, receberam os seus salários pelo serviço prestado à Pátria, não têm de ter benesses por esse facto);

2. Acabar com as pensões vitalícias e / ou pensões em vigor dos primeiros-ministros, ministros, deputados e outros quadros (os Srs deputados receberam o seu ordenado aquando da sua actividade como deputado, não têm nada que ter pensões vitalícias nem serem reformados ao fim de 12 anos; quando muito recebem uma percentagem na reforma, mas aos 65 anos de idade como os restantes portugueses - veja-se o caso do Sr. António Seguro que na casa dos 40 anos de idade já tem direito a reforma da Assembleia da República);

3. Reduzir o nº de deputados para 100;

4. Reduzir o nº de ministérios e secretarias de estado, institutos e outras entidades criadas artificialmente, algumas desnecessárias e muitas vezes até redundantes, apenas para dar emprego aos "boys";

5. Acabar com as mordomias na Assembleia da República e no Governo, e ao invés de andarem em carros de luxo, andarem em viaturas mais baratas, ou de transportes públicos, como nos países ricos do Norte da Europa (no dia em que se anunciou o aumento dos impostos por falta de dinheiro, o Estado adquiriu uma viatura na ordem dos 140 mil € para os VIP's que nos visitarão);

6. Acabar com os subsídios de reintegração social atribuídos aos vereadores, aos presidentes de Câmara, e outras entidades (multiplique-se o número de vereadores existentes pelo número de municípios e veja-se a enormidade e imoralidade que por aí grassa);

7. Acabar com as reformas múltiplas, sendo que um cidadão só poderá ter uma única reforma (ao invés de duas e três, como muitos têm);

8. Criar um tecto para as reformas, sendo que nenhuma poderá ser maior que o vencimento do PR;

9. Acabar com o sigilo bancário;

10. Criar um quadro da administração do Estado, de modo a que quando um governo mude, não mudem centenas de lugares na administração do Estado, sendo que o critério para a escolha dos lugares passe a ser o mesmo que um ministro/político adopta na escolha de um médico para lhe tratar uma doença ou lhe fazer uma operação cirúrgica ( porque nesta situação eles não vão buscar os “boys” do partido, mas sim os mais competentes, pois é a “vidinha” deles que está em jogo e não o dinheiro do erário público ).

Com estas simples 10 medidas, a classe política que vai desgraçando o nosso amado Portugal, daria o exemplo e deixaria um sinal inequívoco de que afinal, vale a pena fazer sacrifícios e que o dinheiro dos portugueses não é esbanjado em Fundações duvidosas e em obras de fachada sumptuosas.

Enquanto isso não acontecer, eu não acredito no Sr. Mário Soares e não acredito em nenhum político desde o Bloco de Esquerda ao CDS, nem lhes reconheço autoridade moral para dizerem ao povo o que deve fazer.

Zé do Povo

segunda-feira, outubro 18, 2010

e para que será que nós precisamos de uma televisão pública?

Eu cá não quero financiar a RTP que ainda para mais não tem um programa de jeito...

"A antiga taxa de televisão, que é paga nas facturas da electricidade, passa de 1,74 euros para 2,25 euros por mês. Um aumento que, assume o governo no Orçamento do Estado, dará oportunidade à revisão em baixa da indemnização compensatória prevista para a RTP. Ou seja, para reduzir a factura do Estado, o governo eleva a factura dos consumidores."

FMI... apareçe sempre com governos socialistas

Eu quero cá o FMI... deixem-nos vir... deixem-nos ir ver as continhas caladas deste governo... a flores para decorar a casa do Primeiro, os automóveis topo de gama para transportar pretensos vips, os prémios das EP's, os cartões dourados e as almoçaradas, as deslocações com aviões fretados para levar a malta à Venezuela ao amigo Chavez, os Magalhães distribuidos e por distribuir... deixem-nos vir... eu cá não tenho medo