E agora para variar um post que nada tem a ver com a política ou as desgraçeiras do país...
A MINHA EXPOSIÇÃO NO PRÓXIMO DIA 25 DE NOVEMBRO...
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quinta-feira, novembro 11, 2010
sexta-feira, outubro 22, 2010
Para alguns amigos.... porque já estou farta de pin-ups femininas
Para desanuviar um bocadinho esta atmosfera orçamental aqui fica um bom trabalho de ilustração que até faz sorrir de Paul Richmond
quinta-feira, julho 23, 2009
quinta-feira, julho 09, 2009
Kimiko Yoshida's

Os auto retratos que Kimiko Yoshida's faz são espectaculares. A inspiração em grandes pintores e a criatividade e execução perfeita fazem deste trabalho uma obra a não perder
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quinta-feira, maio 21, 2009
o que se vai fazendo por esse mundo fora...
segunda-feira, maio 18, 2009
Fantástico...
quarta-feira, novembro 05, 2008
Podia falar do OBAMA... podia falar do "magalhães, mas prefiro falar de coisas diferentes
sexta-feira, outubro 10, 2008
URBANARTES
URBANARTES
Feira de Artesanato Urbano em Alvalade
frente á Igreja de S. João de Brito ao 3º sábado de cada mês
Apareçam
terça-feira, setembro 23, 2008
Maria Keil e o Metro


RECEBI MAIS ESTE ACONTECIMENTO DA RÉPUBLICA DAS BANANAS POR E-MAIL E RESOLVI PUBLICAR PORQUE REALMENTE SÓ AQUI É QUE SE FAZES DESTAS COISAS...
Maria Keil (gosta que a tratem apenas por Maria) nasceu na cidade de Silves, em 1914. Partilhou a maior parte da sua vida com o arquitecto Francisco Keil do Amaral, com quem se casou, muito jovem, em 1933.
De lá para cá fez milhares de coisas, sobretudo ilustrações, que se podem encontrar em revistas como a “Seara Nova”, livros para adultos e “toneladas” de livros infantis, os de Matilde Rosa Araújo, por exemplo, são em grande quantidade. Está quase a chegar aos 100 anos de idade de uma vida cheia, que nos primeiros tempos teve alguns “sobressaltos”, umas proibições de quadros aqui, uma prisão pela PIDE, ali... as coisas normais para um certo “tipo de pessoas” no tempo do fascismo.
Para esta “história”, no entanto, o que me interessa são os seus azulejos. São aos milhares, em painéis monumentais, espalhados por variadíssimos locais. Uma das maiores contribuições de Maria Keil para a azulejaria lisboeta, foi exactamente para o Metropolitano de Lisboa. Para fugir ao figurativo, que não era o desejado pelos arquitectos do Metro, a Maria Keil partiu para o apuramento das formas geométricas que conseguiram, pelo uso da cor e génio da artista, quebrar a monotonia cinzenta das galerias de cimento armado das primeiras 19, sim, dezanove estações de Metropolitano. Como o marido estava ligado aos trabalhos de arquitectura das estações e conhecendo a fatal “falta de verba” que se fazia sentir, o Metro lá teve de pagar os azulejos, em grande parte fabricados na famosa fábrica de cerâmica “Viúva Lamego”, mas o trabalho insano da criação e pintura dos painéis... ficou de borla. Exactamente! Maria Keil decidiu oferecer o seu enorme trabalho à cidade de Lisboa e ao seu “jovem” Metropolitano.
Estes pormenores das estações do “Intendente” (1966) e “Restauradores” (1959), são bons exemplos.
Parêntesis: Qualquer alteração na “Gare do Oriente” do Arq. Calatrava, ou nas Torres das Amoreiras, do Arq. Tomás Taveira, só a título de exemplo, têm de ser encomendadas ao arquitecto que as fez e mesmo assim, ele pode recusar-se a alterar a sua obra original. Se os donos da obra avançarem para a alteração sem o acordo do autor, podem ter por garantido um belo processo em tribunal, que acabará numa “salgada” indemnização ao autor.
Finalmente, a história! Recentemente a Metro de Lisboa decidiu remodelar, modernizar, ampliar, etc, várias das estações mais antigas e não foram de modas. Avançaram para as paredes e sem dizer água vai, picaram-nas sem se dar ao trabalho de (antes) retirar os painéis de azulejos, ou ao incómodo de dar uma palavra que fosse à autora dos ditos. Mais tarde, depois da obra irremediavelmente destruída, alguém se encarregaria de apresentar umas desculpas esfarrapadas e “compreender” a tristeza da artista.
A parte “realmente boa” desta (já longa) história é que ao contrário de quase todos os arquitectos, engenheiros, escultores, pintores e quem quer que seja que veja uma sua obra pública alterada ou destruída sem o seu consentimento, Maria Keil não tem direito a qualquer indemnização.
E porquê?
De lá para cá fez milhares de coisas, sobretudo ilustrações, que se podem encontrar em revistas como a “Seara Nova”, livros para adultos e “toneladas” de livros infantis, os de Matilde Rosa Araújo, por exemplo, são em grande quantidade. Está quase a chegar aos 100 anos de idade de uma vida cheia, que nos primeiros tempos teve alguns “sobressaltos”, umas proibições de quadros aqui, uma prisão pela PIDE, ali... as coisas normais para um certo “tipo de pessoas” no tempo do fascismo.
Para esta “história”, no entanto, o que me interessa são os seus azulejos. São aos milhares, em painéis monumentais, espalhados por variadíssimos locais. Uma das maiores contribuições de Maria Keil para a azulejaria lisboeta, foi exactamente para o Metropolitano de Lisboa. Para fugir ao figurativo, que não era o desejado pelos arquitectos do Metro, a Maria Keil partiu para o apuramento das formas geométricas que conseguiram, pelo uso da cor e génio da artista, quebrar a monotonia cinzenta das galerias de cimento armado das primeiras 19, sim, dezanove estações de Metropolitano. Como o marido estava ligado aos trabalhos de arquitectura das estações e conhecendo a fatal “falta de verba” que se fazia sentir, o Metro lá teve de pagar os azulejos, em grande parte fabricados na famosa fábrica de cerâmica “Viúva Lamego”, mas o trabalho insano da criação e pintura dos painéis... ficou de borla. Exactamente! Maria Keil decidiu oferecer o seu enorme trabalho à cidade de Lisboa e ao seu “jovem” Metropolitano.
Estes pormenores das estações do “Intendente” (1966) e “Restauradores” (1959), são bons exemplos.
Parêntesis: Qualquer alteração na “Gare do Oriente” do Arq. Calatrava, ou nas Torres das Amoreiras, do Arq. Tomás Taveira, só a título de exemplo, têm de ser encomendadas ao arquitecto que as fez e mesmo assim, ele pode recusar-se a alterar a sua obra original. Se os donos da obra avançarem para a alteração sem o acordo do autor, podem ter por garantido um belo processo em tribunal, que acabará numa “salgada” indemnização ao autor.
Finalmente, a história! Recentemente a Metro de Lisboa decidiu remodelar, modernizar, ampliar, etc, várias das estações mais antigas e não foram de modas. Avançaram para as paredes e sem dizer água vai, picaram-nas sem se dar ao trabalho de (antes) retirar os painéis de azulejos, ou ao incómodo de dar uma palavra que fosse à autora dos ditos. Mais tarde, depois da obra irremediavelmente destruída, alguém se encarregaria de apresentar umas desculpas esfarrapadas e “compreender” a tristeza da artista.
A parte “realmente boa” desta (já longa) história é que ao contrário de quase todos os arquitectos, engenheiros, escultores, pintores e quem quer que seja que veja uma sua obra pública alterada ou destruída sem o seu consentimento, Maria Keil não tem direito a qualquer indemnização.
E porquê?
“Porque na Metro de Lisboa há juristas muito bons, que descobriram não ser obrigatório pedir nada, nem indemnizar a autora, de forma nenhuma... exactamente porque ela não cobrou um tostão que fosse pela sua obra!!!
Este país, por vezes consegue ser “ainda mais extraordinário” do que é o seu costume! Ou não?
Este país, por vezes consegue ser “ainda mais extraordinário” do que é o seu costume! Ou não?
quinta-feira, maio 29, 2008
Fabuloso... cheio de palavras que não diz
quinta-feira, março 13, 2008
a arte do graffiti ou arte urbana





Outras artes...
vale a pena dar uma olhada para ver os murais que se fazem pelo mundo fora...
quando será que chegam a Portugal com este impacto? (porque já temos gente muito boa a fazer graffit)...
para mim isto é arte urbana... não sei se lhe chamam assim mas que é uma forma de tapar as maleitas de bairros degradados ou locais em obras... lá isso é
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Crónicas de Madrid
foram precisos 8 dias de intervalo para absorver tudo o que vi e que revi...
Mais uma ARCO...
Muita coisa nova, muita coisa boa e algumas coisas que não chegam a arte porque não passam de coisas...
Lamentável os trabalhos que aparecem feitos com animais embalsamados, mortos sabe-se lá de que maneira para exibir como arte... qual será o objectivo deste tipo de arte?!...
Muita gente, muita gente... milhares de pessoas e poucos locais para descansar. As pessoas sentavam-se no chão para tomar uma bebida ou comer uma sandes, um louvor para as casas de banho que apesar da enorme afluencia estavam impecavelmente limpas.
Mas de tudo o que vi... adorei a ARCO MADRID na Casa de Campo onde o espaço é mais amplo e se pode ver as coisas sem haver encontrões e falta de ar... parabéns à organização.
Madrid... Madrid continua linda, viva, risonha, cheia de gente bonita com vontade de estar viva...
terça-feira, fevereiro 12, 2008
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
quinta-feira, janeiro 31, 2008
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