quinta-feira, fevereiro 15, 2007

A INSUPORTÁVEL ASSUNÇÃO CABRAL Etiqueta diz ela... tacho digo eu


A foto é de CHRISTIANO MELO BOARI e pode ser vista em http://www.olhares.com/mr_pixel/foto1002469.html
O artigo é da publicação SOL que pretende ser um Semanário... eu não volto a comprar

Onde terá esta "senhora" aprendido regras de etiqueta? Quem terá dado o "tacho" a esta senhora? Como permite o Director de um jornal publicar uma crónica destas?


Assunção Cabral... será que ela foi escolhida para escrever este tipo de crónicas porque é tão estúpida que não havia outra coisa para lhe darem para escrever?


Gostava imenso de oferecer um janta a esta senhora... aviso que tenho gatos e que a liteira está na cozinha...


3 comentários:

Anónimo disse...

Ho Ana !!!!
Não ves que a “etiqueta” desta senhora é só uma etiqueta pendurada por um cordelito que a qualquer momento se rompe ??!!!!! o cabeçalho diz tudo !!

Vera Matagueira disse...

MANDEI ESTA CARTA SOMENTE PARA O DIRECTOR DO SOL PORQUE A TAL SENHORA NÃO MERECE, DE TODO, QUE SE PERCA TEMPO COM ELA!

Exmo. Senhor,

Dirijo-lhe o presente mail porque respeito e subscrevo o Artigo 37.º (Liberdade de expressão e informação), 1:
"Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações."

Assim, a Sra. Assunção Cabral tem todo o direito de ser imbecil, de dizer barbaridades, de demonstrar falta de cultura, de sensibilidade, de inteligência e de bom-senso; de dizer disparates que a ciência contraria; de não estar na posse de todas as suas faculdades mentais, se é que alguma vez as teve...!

Mas aos Directores dos Jornais (pelo menos dos que pretendem ser sérios...) cabe serem os pilares na defesa dessas liberdades; cabe zelarem para que o jornalismo seja feito de forma inteligente e responsável.
Em respeito aos leitores e à própria classe dos jornalistas, tantas vezes injustamente acusados de todos os males do mundo!

Quando o Director de um Semanário dá uma coluna a uma senhora que ninguém conhece (e que quase posso afirmar que ganha principescamente, mais do que os repórteres que se esfalfam na correria do dia-a-dia) para emitir as suas brilhantes opiniões e ideias pré-concebidas, apreendidas no triste mundo do endividado e fútil jet-set nacional, não me ocorre enviar um mail à “pobre” porque, como diz a sabedoria popular “quem dá o que tem a mais não é obrigado” e porque, além disso, ela efectivamente tem o direito de se expressar livremente...

Ocorre-me sim, questionar o Director do Jornal que fez a contratação. É que o mesmo Artigo 37.º (Liberdade de expressão e informação), nos seus pontos 3 e 4 menciona:
“3. As infracções cometidas no exercício destes direitos ficam submetidas aos princípios gerais de direito criminal ou do ilícito de mera ordenação social, sendo a sua apreciação respectivamente da competência dos tribunais judiciais ou de entidade administrativa independente, nos termos da lei.
4. A todas as pessoas, singulares ou colectivas, é assegurado, em condições de igualdade e eficácia, o direito de resposta e de rectificação, bem como o direito a indemnização pelos danos sofridos.”

É isso que V.Exa. considera informação? É essa a noção que tem de fazer jornalismo?

Bem, pode até ser... Não é a minha noção de jornalismo sério! Assim sendo mudo de Semanário: porque se estivesse interessada na opinião das Kikis, Titás e Bebés cá do burgo não comprava um Semanário, comprava uma revista de entretenimento... (e olhe que há uma porção delas!)

Porque quero continuar a respeitar os jornalistas e colunistas de verdade, com currículo, formação e provas dadas! Posso até discordar das opiniões, análises ou comentários por eles emitidos: mas nunca lhes retirarei o mérito que advém da capacidade provada, da honestidade e da responsabilidade no exercício da sua profissão.

Vera Matagueira

Anónimo disse...

Não se irritem: a senhora é, apenas, a assunção do cabral!
Tenham calma que aquilo cabraliza de vez!