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terça-feira, fevereiro 10, 2009

MAIS UMA DAQUELES ENTREVISTAS SOBRE A TAL DA CABALA... OU MANIA DA PERSEGUIÇÃO


em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates"
10.02.2009 - 11h29 PÚBLICO
O ministro dos Assuntos Parlamentares indica que “está em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates” numa entrevista hoje publicada no “Jornal de Notícias”. Augusto Santos Silva aproveitou igualmente para nomear as várias “campanhas” dos últimos anos contra o PS: “A cabala da Casa Pia em 2003, a campanha negra de 2005 e os poderes ocultos de 2009”.Tal como o primeiro-ministro, Augusto Santos Silva (que resolveu agarrar esta oportunidade para mostrar que é um bom cão de fila) considera que está a decorrer actualmente, com o caso Freeport, uma “campanha negra” contra Sócrates e contra o PS – que indicou ser “um assunto de Estado” – e que é um “conjunto organizado e sequencial no tempo de fugas de informação e violações do segredo de Justiça que têm por objectivo criar uma nova operação de suspeição em redor do primeiro-ministro”. “Está em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates”, opinou.
Na sua opinião (dele), o Partido Socialista tem sido, nos últimos anos, um alvo preferencial de campanhas e cabalas: “Isto está sempre a acontecer ao PS (são como os americanos... tudo lhes acontece). A cabala da Casa Pia em 2003 (conseguiram livrar o Paulo Pedroso e esconder o Ferro Rodrigues em Paris... mas era tudo mentira), a campanha negra de 2005 (esta não sei qual é... será a do cursinho do sr.sócrates que não consegue provar o curso que tem?)e os poderes ocultos de 2009”. “Já assisti, em 2003 e 2004, a uma tentativa de decapitação do PS (foi assim que surgiu a lenda do cavaleiro sem cabeça) e essa tentativa frustrou-se; o PS ganhou as eleições europeias de 2004 e ganhou as eleições legislativas de 2005”, disse.“Em 2003, apurou-se uma parte importante da verdade: aqueles que foram crucificados na praça pública não tinham absolutamente nada a ver com os crimes infames de que foram acusados. Sabemos o que aconteceu em 2005 porque o caso foi julgado. Em 2009, a procuradora Cândida Almeida já afirmou que solicitou uma investigação”, acrescentou o ministro, recordando que “O MP já disse que o primeiro-ministro não é suspeito, nem está sob investigação”.
O Freeport e os “poderes ocultos”
O ministro dos Assuntos Parlamentares indicou, sobre o caso Freeport, que as notícias que vieram a público logo em 2005 e que levantaram suspeitas sobre a actuação do primeiro-ministro e do PS foram orquestradas por inimigos políticos: “Sabemos agora as condições em que foram fabricadas as denúncias supostamente anónimas que levaram a que fosse produzido um documento que, violando o segredo de Justiça, foi publicado em ‘O Independente’ dois dias antes das eleições de 2005. Sabemos quem são as pessoas associadas a essa operação política e que foram e são adversários políticos do PS”.
Questionado sobre a identidade dos responsáveis pela actual “campanha negra” contra José Sócrates, Augusto Santos Silva disse não saber responder a essa pergunta, preferindo usar a expressão “poderes ocultos”. “[O PS ] não tem poderes para dar ordens ao Ministério Público e à Polícia Judiciária [para combaterem esses ‘poderes ocultos’] e deve respeitar a autonomia dessas autoridades”, acrescentou, indicando que nem sempre o PS é o alvo dessas cabalas, relembrando as buscas em directo nas televisões ao escritório do social-democrata Luís Nobre Guedes.
“Nenhuma democracia pode aceitar que se desenvolvam campanhas negras tomando como alvo os principais responsáveis do país”, indicou ainda.
A “maioria está ao alcance” (infelizmente o povo é de memoria curta e lerdo de escolhas)
Acerca das eleições legislativas, que ocorrerão este ano, Augusto Santos Silva mostrou algum optimismo: “Os indicadores demonstram, há meses, que o PS está consistentemente na fronteira dos 40 por cento. A maioria está ao alcance”. “Não vejo outra maneira de garantir a estabilidade política de que o país precisa do que a renovação da maioria do PS”, sublinhou.
Questionado acerca da possibilidade de uma coligação pós-eleitoral caso o PS não obtenha a maioria, o ministro respondeu que “não existe a figura do amuo quando o povo não satisfaz as pretensões dos partidos”. “Primeiro: queremos renovar a maioria. Segundo: aceitaremos qualquer resultado do eleitorado”, acrescentou.
Acerca da calendarização eleitoral, o ministro esclareceu que “as eleições locais e as eleições nacionais não devem realizar-se no mesmo dia”.
Questionado sobre a possibilidade de surgimento de um novo partido que reúna o BE, sindicalistas ex-PCP e os votos de Alegre no PS, o ministro admitiu que isso “seria um factor de preocupação para a estabilidade política em Portugal”, mas acrescentou que “esse cenário não se coloca”.
“Malhar” é forte
Sobre as suas recentes declarações em que assumiu gostar de “malhar” na direita, o ministro esclareceu que “a expressão ‘malhar’ é forte”, mas que ela foi “usada em sentido figurado e num determinado contexto de debate político”. “Eu usei o verbo ‘malhar’ no sentido de bater no cereal para debulhar e debulhar significa libertar o grão das impurezas para depois fabricar o pão. Se calhar não devia aplicar o verbo ‘malhar’ à actual liderança da Direita ou aos partidos que se gostam de dizer à esquerda do PS porque não se percebe que grão pode sair dali para alimentar os portugueses”.
Governo não hesitará em nacionalizar
Acerca da nacionalização do BPN, Augusto Santos Silva indicou que o Governo não hesitará em voltar a fazer o mesmo numa situação semelhante: “A nacionalização do BPN foi uma situação limite para resolver de imediato um problema de risco de cessação de pagamentos, risco dos depositantes verem as suas poupanças em perigo e risco de contaminação para todo o sistema financeiro. Se houver circunstâncias semelhantes, estou certo de que o Governo não hesitará em responder com os instrumentos legais que estão ao seu dispor. Nenhum governo poderá afirmar que não usará o instrumento da nacionalização”.

Tudo o que se encontra a verde entre parênteses é de minha autoria que não quero ser confundida com este senhor

terça-feira, março 04, 2008

mais do Sócrates... para não deixar cair em esquecimento


Ele anda tão caladinho... tão distante... tão fora das notícias... deve de estar a preparar alguma...


esta já é antiga mas nunca é demais relembrar os portugueses que tem tendência natural para apenas recordarem o aqui e agora...



a casa de Sócrates no registo predial, não passa de um simples apartamento.

Na verdade trata-se de uma casa senhorial no coração de Lisboa. São cinco assoalhadas dum 3º andar no edifício Heron Castilho. Tem 150 metros quadrados, avaliados em 800.000 euros, que custaram em Fevereiro de 1996, 240.000 euros.
Antes vivia num modesto apartamento T2 na calçada Eng. Miguel Pais, em São Bento. Na garagem tem um Mercedes C230. Longe vão os tempos em que conduzia um modesto Rover 111.
Além disto frequenta restaurantes caros e usa fatos de marca. Como pode Sócrates viver como um homem rico, com 82 mil euros brutos (57 mil líquidos) que declarou ao Tribunal Constitucional ganhar por ano? Diz não ter rendimentos de quaisquer empresas, acções ou planos de poupança. O único património que diz ter é o carro, a casa e ordenado.

Esqueceu-se de dizer que foi sócio da Sovenco? Sociedade de Venda de Combustíveis Lda., com sede na Reboleira, Amadora, em que está registado na matrícula da sociedade. No seu site Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, não consta este pormenor.
Segundo fontes, o Ministério Público está a investigar os investimentos governamentais efectuados nas áreas do tratamento de resíduos urbanos, e a sua relação com o financiamento de actividades partidárias, durante o período em que José Sócrates exerceu funções governativas (Ministro do Ambiente de António Guterres).

Uma das principais dúvidas recai sobre o processo de adjudicação do concurso para o sistema da recolha e tratamento de resíduos do Planalto Beirão.
A Sovenco, criada em 1990, era uma Sociedade de Venda de Combustíveis. A sua constituição: Armando Vara, Fátima Felgueiras, José Sócrates, Virgílio de Sousa.
Sócrates finge, agora, não se lembrar dessa sociedade que fez. E porque se tenta ele esquecer?
Porque:
Armando Vara - condenado a 4 anos de prisão (pena suspensa); no entanto recebeu o prémio do amigo José Sócrates, e agora é ADMINISTRADOR DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, com 20.000,00 euros por mês, mais extras.

Fátima Felgueiras - andou foragida da Justiça no Brasil dois anos; HOJE É ELEITA PRESIDENTE DE CAMARA DE FELGUEIRAS, e tem imunidade parlamentar.

Virgílio de Sousa - condenado a prisão por um processo de corrupção no Centro de Exames de Condução de Tábua.

Compreende-se que Sócrates não se queira lembrar. Que "ricos" amigos, hein?...Como é mesmo aquele provérbio?...
"Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és!"
Sócrates já não se lembra...Convém que o pessoal não se esqueça!!!


SOBRE ARMANDO VARA


Vogal do Conselho de Administração da CGDPresidente do Conselho de Administração da Imocaixa, S.A. Presidente do Conselho de Administração do Sogrupo, GI (ACE- Grupo CGD) Presidente do Conselho de Administração da Caixatec - Tecnologias de Informação, SA. Administrador da Caixa Participações, SGPS, S.A. Administrador não executivo da Portugal Telecom SGPS, S.A.



E TAMBÉM CONSTAVA EM 6.04.2007:


novo reitor da Universidade Independente (UnI), Jorge Roberto, trabalha na Caixa Geral de Depósitos (CGD) há 25 anos e, desde há alguns meses, na direcção de comunicação. Este é precisamente o pelouro de Armando Vara, indicado pelo Executivo para a administração do banco do Estado e licenciado em Relações Internacionais pela UnI.A experiência profissional de Jorge Roberto na CGD é omitida no currículo enviado pela UnI. E o próprio apenas refere que "presta consultoria na área bancária". Depois de muita insistência, admite que fez toda a sua carreira profissional nesta instituição bancária do Estado.

"Quando trabalhamos por conta de outrem temos algumas obrigações para com a instituição e não gostaria de falar muito disso. Não vale a pena referir", justificou ao DN Jorge Roberto, para não indicar que é funcionário da Caixa há 25 anos, onde fez toda a sua ascensão profissional. Esteve na direcção de recursos humanos e na área de formação.

Jorge Roberto concluiu em Setembro um doutoramento em Comunicação e Documentação na Universidade da Extremadura, em Badajoz. A graduação deu-lhe argumentos para pedir ao presidente da CGD, Carlos Santos Ferreira, para mudar para a direcção de comunicação. Desde há alguns meses que o pelouro da comunicação foi delegado no administrador Armando Vara, que tirou a licenciatura na Independente em Agosto de 2005, no mesmo mês em que foi nomeado para a administração da CGD. Iniciou funções a 1 de Setembro.

"Por acaso não trabalho directamente com ele [Armando Vara]", disse o novo reitor da UnI, acrescentando que não tem contactos com o ex-ministro e compagnon de route de Sócrates no PS, embora exerçam funções no mesmo edifício. Na direcção de comunicação, o reitor da UnI está a trabalhar num projecto de comunicação interna desenvolvendo funções técnicas. Não tem qualquer cargo de direcção e é classificado como não sendo muito popular. Na UnI, tem sido uma figura apagada e sem protagonismo, apesar de os dez anos de docência em gestão e economia nas disciplinas de Sistemas de Informação, Gestão e Marketing e Tecnologias de Informação. Esta última cadeira também é leccionada no 3.º semestre da licenciatura de Relações Internacionais. "O dr. Armando Vara nunca foi meu aluno", esclarece.

Jorge Roberto remete as questões em torno do diploma do primeiro-ministro para a direcção da SIDES. Ontem, o Público noticiou que José Sócrates concluiu a licenciatura em 1996, mas um estudo do Observatório da Ciência e do Ensino Superior (OCES) diz que os primeiros licenciados terminaram o curso em 1997/1998. "É uma falsa questão", diz Jorge Roberto. Maria João Barreto, que faz actualmente a assessoria da UnI, não vê qualquer problema no facto de haver alunos finalistas de um curso praticamente ao mesmo tempo em que este é iniciado. "Uma universidade pode começar com o último ano e tratou-se de um processo de equivalências", justifica. Também o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior argumenta que o estudo da OCES não inclui os estudantes que foram transferidos.

Maria João acrescenta que já foi apresentada a documentação sobre o diploma de Sócrates, que será divulgada depois dos esclarecimentos do Governo. Mariano Gago diz que segunda-feira se vai encerrar compulsivamente a UnI e Sócrates fala depois disso, na quarta-feira, à RTP.


e ainda...



Pedro Cunha/PÚBLICO
A casa de Armando Vara nos arredores de Montemor-o-Novo

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para lerem toda a noticia


ainda me lembro que era necessário um cadastro limpo para entrar para a Função Pública e que era preciso comprovar com o registo criminal... agora eles são condenados, presos, fogem, voltam, calam e são nomeados para cargos vitais da economia portuguesa... mais jóias da coroa