
segunda-feira, julho 06, 2009
segunda-feira, junho 29, 2009
É nestas coisas que a América bate aos pontos os Europeus...
Quando é que será que a justiça em Portugal mostra alguma eficiência...
Ou será que só sabem exigir direitos e empinar o nariz lá para os lados da justiça...
Madoff condenado a 150 anos por maior fraude financeira da história
29.06.2009 - 16h37
Por PÚBLICO
Bernard Madoff foi hoje condenado a 150 anos de prisão por um tribunal de Manhattan por ter cometido a maior fraude financeira da história.
Antes da leitura da sentença, Bernard Madoff disse ao juiz que os crimes que cometeu não têm desculpa.
“[Irei] viver com esta dor, este tormento para o resto da minha vida”, disse também o investidor, de 71 anos.
Durante a sessão, Madoff ouviu depoimentos das vítimas da fraude que cometeu e pela qual reconhece danos provocados superiores a 50 mil milhões de dólares, numa sessão que teve início no tribunal de Nova Iorque ao início da tarde (hora de Lisboa).
Em Março passado, Madoff tinha-se reconhecido culpado de 11 acusações e o juiz que preside ao caso, Denny Chin, disse que iria impor uma sentença que entendesse como “razoável
Ou será que só sabem exigir direitos e empinar o nariz lá para os lados da justiça...
Madoff condenado a 150 anos por maior fraude financeira da história
29.06.2009 - 16h37
Por PÚBLICO
Bernard Madoff foi hoje condenado a 150 anos de prisão por um tribunal de Manhattan por ter cometido a maior fraude financeira da história.
Antes da leitura da sentença, Bernard Madoff disse ao juiz que os crimes que cometeu não têm desculpa.
“[Irei] viver com esta dor, este tormento para o resto da minha vida”, disse também o investidor, de 71 anos.
Durante a sessão, Madoff ouviu depoimentos das vítimas da fraude que cometeu e pela qual reconhece danos provocados superiores a 50 mil milhões de dólares, numa sessão que teve início no tribunal de Nova Iorque ao início da tarde (hora de Lisboa).
Em Março passado, Madoff tinha-se reconhecido culpado de 11 acusações e o juiz que preside ao caso, Denny Chin, disse que iria impor uma sentença que entendesse como “razoável
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sexta-feira, junho 26, 2009
Morreu o Michael Jackson - fica a sua música para recordarmos



O meio século de vida e quase tanto de carreira do cantor norte-americano foi uma sucessão de êxitos mas também de polémicas.
1958
Nasce a 29 de Agosto, em Gary (Indiana). É o sétimo filho de Joseph e Katherine Jackson.
1966
Junta-se aos irmãos mais velhos no grupo Jackson 5, que levará a família a mudar-se para a Califórnia.
1975
Os Jackson 5 rompem contrato com a Motown e mudam-se para a Epic. Michael já é o principal compositor do grupo.
1978
Entra no filme 'The Wiz', uma espécie de versão afro-americana de 'O Feiticeiro de Oz', interpretando um espantalho ao lado de Diana Ross.
1980
Lança 'Off the Wall', seu primeiro álbum a solo, produzido por Quincy Jones, com quem manteria uma longa colaboração.
1982
Após vários adiamentos, revela em Novembro o disco 'Thriller', que se tornaria o mais vendido de sempre. Torna-se o primeiro artista negro a aparecer na MTV, com o teledisco de 'Billie Jean'.
1983
Inventa o passo de dança 'moonwalk', que durante anos será um dos símbolos de quem passa a ser conhecido por 'rei da música pop'.
1984
Sofre queimaduras de segundo grau no couro cabeludo durante a gravação de um anúncio para a Pepsi. Mais tarde, conquista nove prémios Grammy graças a 'Thriller'.
1985
Empenha-se numa campanha de luta contra a fome em África que é popularizada pela canção 'We Are the World'.
1987
O seu disco 'Bad' desilude a crítica mas volta a fazer sucesso entre os fãs, colocando cinco temas no primeiro lugar no top de singles.
1988
Muda-se para o rancho Neverland, na Califórnia. O isolamento e as excentricidades, associadas às mal explicadas alterações na sua aparência, valem-lhe uma nova alcunha: 'wacko jacko' (Jack maluco).
1990
Assina um contrato com a Sony que estabelece um vínculo de 15 anos com a editora discográfica. Deveria receber 180 milhões de dólares por cada um dos seis álbuns previstos.
1991
Regressa com o teledisco de 'Black or White', mais uma vez realizado por John Landis, um dos responsáveis pelo sucesso de 'Thriller'. O álbum 'Dangerous' tornar-se-ia o segundo mais vendido da sua carreira até então.
1993
Interrompe uma digressão mundial quando enfrenta acusações de ter abusado sexualmente de um dos adolescentes que passavam temporadas consigo em Neverland. Michael garante que não seria capaz de 'fazer mal a uma criança' mas admite partilhar cama com os seus convidados.
1994
Arquivamento do caso por falta de provas. Entretanto o cantor chegara a um acordo com os pais do jovem Jordan Chandler. Em Maio casa-se com Lisa Marie Presley, filha de outro rei da música.
1995
Lança o duplo álbum 'HIStory'.
1996
Pouco depois de terminado o primeiro matrimónio, casa-se com a enfermeira Deborah Rowe, que é a mãe de dois dos seus filhos. Esta viria, mais tarde, a abdicar de qualquer direito sobre as crianças.
2001
Reúne os Jackson 5 no Madison Square Garden, em Nova Iorque, e lança o disco 'Invincible'.
2002
Nasce o seu terceiro filho, resultado de inseminação artificial e cuja mãe nunca chegou a ser conhecida. Em Novembro choca o Mundo ao aparecer na varanda de um quarto de hotel em Berlim, suspendendo a criança (coberta por um pano) fora da janela.
2003
Na sequência de buscas no seu rancho, é algemado e levado para a esquadra no âmbito de uma investigação por suspeita de abuso de menores.
2004
Alega estar inocente das acusações perante um juiz que o critica por ter chegado ao tribunal de Santa Maria, na Califórnia, com um atraso de 21 minutos.
2005
Novamente acusado de pedofilia, acaba por ser absolvido por falta de provas. Deixa Neverland e muda-se para o Bahrein, onde ficou cerca de um ano.
2008
A Sony lança uma edição comemorativa do 25.º aniversário de 'Thriller', juntando músicos e telediscos.
2009
Preparava-se para retomar a carreira com uma série de 50 concertos em Inglaterra quando morre devido a uma paragem cardíaca na tarde de 25 de Junho.
1958
Nasce a 29 de Agosto, em Gary (Indiana). É o sétimo filho de Joseph e Katherine Jackson.
1966
Junta-se aos irmãos mais velhos no grupo Jackson 5, que levará a família a mudar-se para a Califórnia.
1975
Os Jackson 5 rompem contrato com a Motown e mudam-se para a Epic. Michael já é o principal compositor do grupo.
1978
Entra no filme 'The Wiz', uma espécie de versão afro-americana de 'O Feiticeiro de Oz', interpretando um espantalho ao lado de Diana Ross.
1980
Lança 'Off the Wall', seu primeiro álbum a solo, produzido por Quincy Jones, com quem manteria uma longa colaboração.
1982
Após vários adiamentos, revela em Novembro o disco 'Thriller', que se tornaria o mais vendido de sempre. Torna-se o primeiro artista negro a aparecer na MTV, com o teledisco de 'Billie Jean'.
1983
Inventa o passo de dança 'moonwalk', que durante anos será um dos símbolos de quem passa a ser conhecido por 'rei da música pop'.
1984
Sofre queimaduras de segundo grau no couro cabeludo durante a gravação de um anúncio para a Pepsi. Mais tarde, conquista nove prémios Grammy graças a 'Thriller'.
1985
Empenha-se numa campanha de luta contra a fome em África que é popularizada pela canção 'We Are the World'.
1987
O seu disco 'Bad' desilude a crítica mas volta a fazer sucesso entre os fãs, colocando cinco temas no primeiro lugar no top de singles.
1988
Muda-se para o rancho Neverland, na Califórnia. O isolamento e as excentricidades, associadas às mal explicadas alterações na sua aparência, valem-lhe uma nova alcunha: 'wacko jacko' (Jack maluco).
1990
Assina um contrato com a Sony que estabelece um vínculo de 15 anos com a editora discográfica. Deveria receber 180 milhões de dólares por cada um dos seis álbuns previstos.
1991
Regressa com o teledisco de 'Black or White', mais uma vez realizado por John Landis, um dos responsáveis pelo sucesso de 'Thriller'. O álbum 'Dangerous' tornar-se-ia o segundo mais vendido da sua carreira até então.
1993
Interrompe uma digressão mundial quando enfrenta acusações de ter abusado sexualmente de um dos adolescentes que passavam temporadas consigo em Neverland. Michael garante que não seria capaz de 'fazer mal a uma criança' mas admite partilhar cama com os seus convidados.
1994
Arquivamento do caso por falta de provas. Entretanto o cantor chegara a um acordo com os pais do jovem Jordan Chandler. Em Maio casa-se com Lisa Marie Presley, filha de outro rei da música.
1995
Lança o duplo álbum 'HIStory'.
1996
Pouco depois de terminado o primeiro matrimónio, casa-se com a enfermeira Deborah Rowe, que é a mãe de dois dos seus filhos. Esta viria, mais tarde, a abdicar de qualquer direito sobre as crianças.
2001
Reúne os Jackson 5 no Madison Square Garden, em Nova Iorque, e lança o disco 'Invincible'.
2002
Nasce o seu terceiro filho, resultado de inseminação artificial e cuja mãe nunca chegou a ser conhecida. Em Novembro choca o Mundo ao aparecer na varanda de um quarto de hotel em Berlim, suspendendo a criança (coberta por um pano) fora da janela.
2003
Na sequência de buscas no seu rancho, é algemado e levado para a esquadra no âmbito de uma investigação por suspeita de abuso de menores.
2004
Alega estar inocente das acusações perante um juiz que o critica por ter chegado ao tribunal de Santa Maria, na Califórnia, com um atraso de 21 minutos.
2005
Novamente acusado de pedofilia, acaba por ser absolvido por falta de provas. Deixa Neverland e muda-se para o Bahrein, onde ficou cerca de um ano.
2008
A Sony lança uma edição comemorativa do 25.º aniversário de 'Thriller', juntando músicos e telediscos.
2009
Preparava-se para retomar a carreira com uma série de 50 concertos em Inglaterra quando morre devido a uma paragem cardíaca na tarde de 25 de Junho.
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quarta-feira, junho 24, 2009
Ainda bem que alguém se lembrou da liberdade da imprensa
Ministério Público mandou arquivar a queixa crime movida por José Sócrates contra o jornalista e colunista do Diário de Notícias João Miguel Tavares.
A queixa foi arquivada pelo Ministério Público, que considerou que "as expressões utilizadas pelo arguido, dirigidas ao primeiro-ministro, ainda que acintosas e indelicadas, devem ser apreciadas no contexto e conjuntura em que foram publicadas, e inserem-se no exercício do direito de crítica, inscusceptiveis de causar ofensa penalmente relevante".
O despacho de arquivamento foi proferido pela procuradora Fernanda Alves.
João Miguel Tavares já reagiu, dizendo: "era o que estava à espera. mal seria se a decisão fosse outra".
O cronista do Diário de Notícias, recorde-se, foi alvo de uma queixa do primeiro-ministro por um artigo em que fazia referências à "licenciatura manhosa", aos projectos "duvidosos" da Guarda e ao "apartamento de luxo" comprado "a metade do preço". No mesmo artigo, Tavares fazia uma comparação entre Sócrates e Cicciolina.
Desde que no início do ano o caso Freeport voltou em força à praça pública que José Sócrates já lançou uma série de queixas crime. Além de João Miguel Tavares, foram processados vários jornalistas da TVI, incluíndo o director geral José Eduardo Moniz e a apresentadora do Jornal Nacional de Sexta-feira Manuela Moura Guedes. O director e dois outros jornalistas do Público foram também alvo de queixas crime.
A queixa foi arquivada pelo Ministério Público, que considerou que "as expressões utilizadas pelo arguido, dirigidas ao primeiro-ministro, ainda que acintosas e indelicadas, devem ser apreciadas no contexto e conjuntura em que foram publicadas, e inserem-se no exercício do direito de crítica, inscusceptiveis de causar ofensa penalmente relevante".
O despacho de arquivamento foi proferido pela procuradora Fernanda Alves.
João Miguel Tavares já reagiu, dizendo: "era o que estava à espera. mal seria se a decisão fosse outra".
O cronista do Diário de Notícias, recorde-se, foi alvo de uma queixa do primeiro-ministro por um artigo em que fazia referências à "licenciatura manhosa", aos projectos "duvidosos" da Guarda e ao "apartamento de luxo" comprado "a metade do preço". No mesmo artigo, Tavares fazia uma comparação entre Sócrates e Cicciolina.
Desde que no início do ano o caso Freeport voltou em força à praça pública que José Sócrates já lançou uma série de queixas crime. Além de João Miguel Tavares, foram processados vários jornalistas da TVI, incluíndo o director geral José Eduardo Moniz e a apresentadora do Jornal Nacional de Sexta-feira Manuela Moura Guedes. O director e dois outros jornalistas do Público foram também alvo de queixas crime.
terça-feira, junho 23, 2009
O Jel, Nuno Duarte, o enfant terrible

Entrevista retirada do jornal i
Num país onde se brinca com o povo só podemos levar a coisas na brincadeira...
_______________________________________________________
Seja o Jel, o Neto dos Homens da Luta, ou Nuno Duarte, é o enfant terrible da televisão e dos políticos. Agora vai candidatar-se à Câmara de Lisboa
"Aqui é que se trabalha bem para a luta." Jel, o enfant terrible da televisão portuguesa, recebeu o i em tronco nu, deitado numa esperguiçadeira, sob o sol implacável de um dia de semana na Costa da Caparica. Mordaz e corrosivo como já nos habituou, o ex-humorista da SIC Radical falou da sua candidatura à Câmara de Lisboa, dos novos projectos de Neto e Falâncio e das polémicas com os políticos.
Essa candidatura à Câmara de Lisboa é para levar a sério?
Claro. Já estamos a recolher assinaturas.
Quantas faltam?
Temos mil e precisamos de 4500. Acho que vai ser fácil. Se conseguir estar no boletim, posso muito bem vir a ser vereador.
Mesmo sem um programa eleitoral?
Não tenho nem vou ter. Só levo uma proposta: transformar os jardins de Lisboa em hortas para o povo.
Mas as pessoas vão levar a candidatura a sério?
Não, mas é esse o objectivo. É nestas alturas de abstenção, quando o povo está descrente, que surgem os malucos a gritar. E o povo adora isso
Porque se candidata? Para se promover ou faz parte do acordo com a marca que o patrocina?
A Nestea só apoia o espectáculo dos Homens da Luta, não tem nada a ver com a candidatura. Este tipo de candidaturas - a minha, a do Mário Viegas e do Manuel João Vieira no passado - é que demonstra a vitalidade da democracia.
Porquê?
Vou-te dar um exemplo: convidaram-nos, há um mês, como Homens da Luta, para fazer um espectáculo na inauguração do Hotel Vila Galé, em Lagos. Estava lá o Sócrates e o Manuel Pinho. A meio do espectáculo, o primeiro-ministro fugiu e disse aos seguranças que não voltava a entrar enquanto nós não saíssemos. Isso dá-me gozo. A política dá-me gozo. E se eu sou popular porque não posso ir a votos?
Já não é a primeira vez que tem problemas com Sócrates...
É verdade. Numa manifestação da CGTP, estávamos a passar na Rua Bramcamp, onde mora o primeiro-ministro, e eu disse uns impropérios ao megafone. Um dia depois do programa, o gabinete do Sócrates ligou à SIC Radical para impedir a transmissão das repetições. Foi um incidente e o episódio acabou por ser retirado do ar.
Sente-se que tem um certo orgulho a falar disso, como se intimidar um político fosse uma espécie de vitória....
Completamente. É sinal que o meu trabalho de provocação está a surtir efeito.
Não acha que exagera?
Sim, reconheço que sim. E esse caso do Sócrates foi um deles.
É filiado nalgum partido?
Não. Já andei próximo do "berloque" de esquerda, em 1999. Cheguei a ir a algumas reuniões, ajudei a colar cartazes, organizei umas festas. Mas depois desiludi-me, por causa da ideologia. Para mim, tudo o que é ideologia, faz-me retrair.
E o seu partido, não tem ideologia?
O meu não. Vai chamar-se Todo Partido e o objectivo é, depois das eleições, ser um aglutinador de candidaturas semelhantes, ser a base para alguém se candidatar a um junta de freguesia, por exemplo.
Votou nas últimas eleições?
Não, agora só voto em mim. Por isso é que me vou candidatar.
Tem cartão de eleitor?
O primeiro já o fumei. Depois não voltei a tirar, era mesmo bom para fazer filtros...
Falando do percurso de humorista, o que anda a fazer?
Há um mês que estamos com o espectáculo Homens da Luta. É o Neto e o Falâncio, com uma banda de dez elementos e instrumentos tradicionais. Vamos correr os cine-teatros das capitais de distrito.
E o programa da SIC Radical?
Depois do "Vai tudo abaixo na América" apresentámos uma proposta para outros programas, mas não têm o dinheiro que nós precisamos. Temos um acordo com um operador de internet para fazer sketches e colocar online.
Um "Vai Tudo Abaixo" na internet?
Não. É um conceito diferente. Um sketch por dia, de um ou três minutos. Mas tenho pena de não fazer televisão.
Nenhum canal generalista vai apostar no Jel. Têm os Contemporâneos, os Gato Fedorento..
Não sei porque têm medo, já provamos que somos produtivos. Gosto do Nuno Lopes e acho os Gato previsíveis. Já disse que eles são betinhos e é verdade: é pessoal do Colégio São João de Brito.
E o Jel onde estudou?
Na Secundária de Odivelas, hard-core motherfucker [risos]. Até facadas havia. Eu era da tribo dos punks, tinha crista e tudo. Daí a alcunha Jel.
Quanto custava o "Vai Tudo Abaixo"?
A SIC Radical deu-me 20 mil euros por vinte episódios na América. Estive lá uns três meses e perdi dinheiro. Sou mau a negociar porque apresento as ideias cheio de pica e as pessoas percebem isso.
Onde esteve nos Estados Unidos?
Nova Iorque, Filadélfia, Washington, Las Vegas. Foi um grande programa. O meu irmão apertou a mão ao Obama. Se fosse outro gajo qualquer abria os telefornais.
Porque acha que o ignoram?
Não sei, mas os artistas como eu, em Portugal, sempre viveram mal.
Quem?
O Bocage, por exemplo...
Achas que é o Bocage do século XXI?
Não sou poeta, mas sim, identifico-me. Era um gajo à margem, como eu. Portugal é foo. Até acho que em relação a outros artistas sou um priveligiado - graças a Deus existem marcas para nos patrocinar.
Apesar de estar a representar, há uma certa genuidade nas suas personagens. Não acha que ao ser patrocinado por uma marca vai desvirtuar essa imagem?
O público percebe. Voltando aos Estados Unidos, o que fazia lá, além dos sketches?
Filmámos quase todos os dias. Estivemos com os Moonspell, José Luís Peixoto, Lobo Antunes. E em Las Vegas divertimo-nos...
Divertiram-se...?
Sim, jogámos e fomos a umas casas de strip.Perdeu dinheiro?Claro, umas centenas de dólares - 200 ou 300. E fui dos que perdi menos. Os gajos lá são muita manhosos: enquantos estás a jogar estão sempre a oferecer-te bebidas.
Já lá tinha ido com a sua banda pró-guerra, os Kalashnikov...?
Demos dois concertos, no Texas e Nova Iorque. Como? Aquilo não é uma banda para levar a sério, era tudo a abandalhar...Era o ca?!&=o. Fo#!-se, desculpa lá, os Kalashnikov é ganda rock! Gravámos um CD.
Sim, é bem tocado, mas é para o número...
Todo o rock é a avacalhar, essa é a essência do rock, o avacalho. Desde os Rolling Stones, aos Ramones, Clash... Há é uma mensagem satírica e negra de pró-guerra.
Por falar em música. Começou num registo quase romântico, a cantar o “Viola-me Eléctrica”....
Era uma coisa lírica....
A puxar para o introspectivo e lamechas.Era. Não tenho jeito especial para coisa nenhuma, mas sou muito teimoso. Nesse disco era eu e as minhas dúvidas existenciais. Mas não tenho jeito para chorão...
Ainda assim foi para o Brasil à custa das vendas....
Sim, vendi quase dois mil discos. Agarrei nos 10 ou 12 mil euros e fui passear para o Brasil.
E já tinha estado em Paris.
Sim, tinha uns 19 anos. O meu ganha-pão foi vender caldos knorr como se fosse ganza junto à campa do Jim Morrison. Era a zona mais freak do cemitério Pére Lachaise, fumávamos umas das nossas – que eram boas – partilhávamos com os turistas, e depois vendíamos caldos knorr.
Nunca teve problemas com a polícia?
Em França passei uma noite na esquadra, mas foi por pegar fogo a uns caixotes.
E em Portugal?
Fui detido várias vezes, preso não. Uma vez, ainda no tempo da Revolta dos Pasteis de Nata, foi por estar vestido de bófia, num sketch de um polícia racista. Era tudo malta minha conhecida, mas filmado como um apanhado, para captar a reacção das pessoas._O problema foi que alguém chamou a bófia, e fomos todos de cana.
Qual foi a situação de maior stress?
Uma vez que fomos para o circo Chen reclamar por causa dos animais. Levámos porrada, e quase fui parar à jaula dos leões.
sexta-feira, junho 19, 2009
Musica brasileira em noite de Santo António
Lisboa já não é o que era, as tradições estão a perder-se e é com tristeza que vejo os Santos Populares diluírem-se numa mistura de outros interesses culturais que nada tem a ver connosco.
Entre sardinhas e jarros de vinho foi com alguma surpresa que me deparei com uma mini feira, junto ao chafariz do rei e á Casa dos Bicos, de artesanato peruano...
Se havia ideia de deixar vender alguma coisas nas festas tradicionais lisboetas por que raio não se vendeu manjericos ou artesanato típico português?
Com centenas de turistas a desfrutarem toda a alegria que se junta nas ruas dos bairros tradicionais porque não patrocinar o nosso artesanato?
Mas as surpresas não ficaram só por aqui...
Em frente à mesma casa dos bicos estendia-se um palco onde se ouvia musica brasileira... numa das noites estava a cantar a Simara... mais típico não pode haver.
Será que no sambodromo em pleno Carnaval desfilam ranchos folclóricos?
Um pouco mais adiante actuavam uns peruanos disfarçados de índios, com grandes tocados de penas... muito elucidativo para os estrangeiros que nos visitam...
Como deduzo, que pela quantidade de polícia que estava nas ruas, que esta gente tinha autorização camarária... qual será o método de selecção e quem o faz?
Não há dúvida que o Sr. António Costa está bem rodeado de ignorantes que não se importam de disvirtualizar costumes e tradições.
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quinta-feira, maio 28, 2009
quinta-feira, maio 21, 2009
POIS...
o que se vai fazendo por esse mundo fora...
quarta-feira, maio 20, 2009
Ainda há gente com coragem para falar

Texto caçado no blogue do seu autor, José M. Barbosa.
«Senhor Primeiro Ministro,Engenheiro José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa
Excelência.
Tem Vossa Excelência apenas mais um ano de idade do que eu. Permita-me
no entanto que lhe diga que não tem a minha idade, no sentido de que não somos da mesma geração e não é pela diferença de calendário. Em 1974 aderi ao Partido Socialista, fui secretário da Juventude Socialista do Estoril e nesta qualidade passei as estopinhas para que ideias, políticas sociais, fossem implementadas pelo Partido Socialista. Quando Francisco Pinto Balsemão desistiu do "Jornal de Cascais" eu fundei um outro jornal, em Cascais, chamado "Boca do Inferno". Aldo Moro tinha sido assassinado. Lembro-me de ter escrito sobre isso, de atribuir a culpa ao PCI. O jornal era um manifesto anti-comunista. Custou-me dezasseis contos o primeiro número de só dois (fiquei teso e o Senhor meu Pai não era o Pai Natal mas quase).
Já lá vão 34 anos mas sou o mesmo. Contei com o nobre apoio de AntónioGuterres (UM SENHOR!) - Vossa Excelência já ouviu falar ? - e JoséLuís Nunes (OUTRO SENHOR!) - Vossa Excelência já ouviu falar ? com quem privei (este último infelizmente partiu). De António Lopes-Cardoso e Manuel Poppe Lopes-Cardoso (a quem desejo uma rápida recuperação e vê-lo em breve). Theutónio-Pereira e outros, como dizia Pessoa, de quem me não quero esquecer porque não me lembro. Nestas andanças, Senhor Primeiro-Ministro, nunca o vi. Afinal, onde estava Vossa Excelência no 25 de Abril ?
Na FAUL (Federação da Área Urbana de Lisboa do PS, rua do Alecrim) nem em nenhum outro lado, vi Vossa Excelência. Vossa Excelência era provavelmente, ainda, um bebé. Nem no comício da fonte luminosa em que estive a fazer segurança a Mário Soares, armado até aos dentes com G3,entregues pelo CIAC (de Cascais), armas geridas pelo Sr. Botelho, piloto da barra, primo do José Manuel Casqueiro da CAP (Confederaçãodos Agricultores Portugueses), gente boa. Dispostos a dar a vida contra a tomada de poder vinda de leste, via PCP. Vossa Excelência,onde estava ? Com certeza que não no berço que não tem. Depois caíu do céu à frente da JS. Foi nessa altura que eu me afastei definitivamente.
Anos mais tarde, vim a cruzar-me com Vossa Excelência em Gondomar em1995/96, vi Vossa Excelência ser amigo e próximo do Major Valentim Loureiro (o restaurante 3M é do melhor que há), quando se discutia quem seriam as empresas que iriam tomar conta da "incineração", com menos preocupações com o ambiente, com mais preocupações pelo negócio,"bindo das Américas".
Permita-me Vossa Excelência duvidar das suas intenções.
A minha dúvida tem raiz no discurso de Vossa Excelência. Nunca fala afavor do povo português, antes debita argumentos mesquinhos, insultuosos, como se lhe tivéssemos passado um cheque em branco.
Sempre um discurso de defesa, nunca a favor de ninguém. O discurso deVossa Excelência é o que nos faz desconfiar de Vossa Excelência. Não são os casos esquisitos do Freeport, as cenas indesculpáveis na Beira e outros sítios, os seus tios que compram Maserattis e o seu primo, pessoa de bem e homem de verticalidade inquestionável, que até se pirou para fazer um curso de "karatê" no Nepal ou na China onde ainda anda. Não é nada disto. Todos temos Vossa Excelência em boa conta,como um homem honesto. Vossa Excelência falha, quando não abona a seu favor. Quando discursa a promover medidas grosseiras do governo,marketing político para inglês ver (não devia ter dito isto assim, soaa Serious Fraud Office), quando o discurso de Vossa Excelência é um discurso de defesa do seu lugar, da sua posição, do seu poder. Vossa Excelência NUNCA DIRIGIU UMA PALAVRA AO POVO PORTUGUÊS! O seu discurso é reactivo, defende-se afanosamente do que é indefensável.
O caso, mais um, "computador Magalhães", seria para mim um caso de polícia, como sempre disse, e penso que Vossa Excelência estará de acordo, não fosse o alto patrocínio do Primeiro Ministro do meu país em quem tenho de confiar, nesta parceria do nosso dinheiro com a empresa J.P. Sá Couto de Matosinhos que é a fossa das Marianas da excelência em matéria de trampa informática.
Engana-se Vossa Excelência ao tratar o Povo Português como uma hordade idiotas. É só isto que não perdoo a Vossa Excelência e lhe digo de caras. Lá porque o Partido Socialista se transformou numa corja de oportunistas e arrivistas, eu estou em crer que Vossa Excelência é completamente alheio ao facto. Pergunte Vossa Excelência a António Guterres, já que o José Luís Nunes não está entre nós.
Sabe, Senhor Primeiro Ministro, houve Homens neste País que deram a vida, a fortuna, sacrificaram a família, para que a Vossa Excelência seja permitido tratar-nos como bestas. Houve homens que sofreram a perseguição, a tortura e o exílio. Houve homens assim. É verdade.
Não, Vossa Excelência não sabe. Cá para mim, até não sabe de nada.
Compreendo no entanto, os aspectos críticos em matéria de defesa Nacional, da imagem do País. Falta-me é paciência e já não acredito em nada.Senhor Primeiro Ministro, se é homem, se é Português, prove-o de uma forma irrefutável. Nessa tão portuguesa expressão que tem raiz na coragem e na seriedade, mostre que tem tomates, pare de nos envergonhar. Nem lhe pedimos que prove que é sério... o ónus da prova... prove-nos só que é Português. Deve.
Demita-se.
E desapareça para o Nepal ou para a China. Vá ter lições de Karatê como "sensei" seu primo, que só lhe fazem bem. Não conspurque a escola de Funakoshi Guishim, meu Mestre de Shotokan. É um favor que lhe peço. Se assim for, está perdoado. Desde que não volte. Primo, idem.»
«Senhor Primeiro Ministro,Engenheiro José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa
Excelência.
Tem Vossa Excelência apenas mais um ano de idade do que eu. Permita-me
no entanto que lhe diga que não tem a minha idade, no sentido de que não somos da mesma geração e não é pela diferença de calendário. Em 1974 aderi ao Partido Socialista, fui secretário da Juventude Socialista do Estoril e nesta qualidade passei as estopinhas para que ideias, políticas sociais, fossem implementadas pelo Partido Socialista. Quando Francisco Pinto Balsemão desistiu do "Jornal de Cascais" eu fundei um outro jornal, em Cascais, chamado "Boca do Inferno". Aldo Moro tinha sido assassinado. Lembro-me de ter escrito sobre isso, de atribuir a culpa ao PCI. O jornal era um manifesto anti-comunista. Custou-me dezasseis contos o primeiro número de só dois (fiquei teso e o Senhor meu Pai não era o Pai Natal mas quase).
Já lá vão 34 anos mas sou o mesmo. Contei com o nobre apoio de AntónioGuterres (UM SENHOR!) - Vossa Excelência já ouviu falar ? - e JoséLuís Nunes (OUTRO SENHOR!) - Vossa Excelência já ouviu falar ? com quem privei (este último infelizmente partiu). De António Lopes-Cardoso e Manuel Poppe Lopes-Cardoso (a quem desejo uma rápida recuperação e vê-lo em breve). Theutónio-Pereira e outros, como dizia Pessoa, de quem me não quero esquecer porque não me lembro. Nestas andanças, Senhor Primeiro-Ministro, nunca o vi. Afinal, onde estava Vossa Excelência no 25 de Abril ?
Na FAUL (Federação da Área Urbana de Lisboa do PS, rua do Alecrim) nem em nenhum outro lado, vi Vossa Excelência. Vossa Excelência era provavelmente, ainda, um bebé. Nem no comício da fonte luminosa em que estive a fazer segurança a Mário Soares, armado até aos dentes com G3,entregues pelo CIAC (de Cascais), armas geridas pelo Sr. Botelho, piloto da barra, primo do José Manuel Casqueiro da CAP (Confederaçãodos Agricultores Portugueses), gente boa. Dispostos a dar a vida contra a tomada de poder vinda de leste, via PCP. Vossa Excelência,onde estava ? Com certeza que não no berço que não tem. Depois caíu do céu à frente da JS. Foi nessa altura que eu me afastei definitivamente.
Anos mais tarde, vim a cruzar-me com Vossa Excelência em Gondomar em1995/96, vi Vossa Excelência ser amigo e próximo do Major Valentim Loureiro (o restaurante 3M é do melhor que há), quando se discutia quem seriam as empresas que iriam tomar conta da "incineração", com menos preocupações com o ambiente, com mais preocupações pelo negócio,"bindo das Américas".
Permita-me Vossa Excelência duvidar das suas intenções.
A minha dúvida tem raiz no discurso de Vossa Excelência. Nunca fala afavor do povo português, antes debita argumentos mesquinhos, insultuosos, como se lhe tivéssemos passado um cheque em branco.
Sempre um discurso de defesa, nunca a favor de ninguém. O discurso deVossa Excelência é o que nos faz desconfiar de Vossa Excelência. Não são os casos esquisitos do Freeport, as cenas indesculpáveis na Beira e outros sítios, os seus tios que compram Maserattis e o seu primo, pessoa de bem e homem de verticalidade inquestionável, que até se pirou para fazer um curso de "karatê" no Nepal ou na China onde ainda anda. Não é nada disto. Todos temos Vossa Excelência em boa conta,como um homem honesto. Vossa Excelência falha, quando não abona a seu favor. Quando discursa a promover medidas grosseiras do governo,marketing político para inglês ver (não devia ter dito isto assim, soaa Serious Fraud Office), quando o discurso de Vossa Excelência é um discurso de defesa do seu lugar, da sua posição, do seu poder. Vossa Excelência NUNCA DIRIGIU UMA PALAVRA AO POVO PORTUGUÊS! O seu discurso é reactivo, defende-se afanosamente do que é indefensável.
O caso, mais um, "computador Magalhães", seria para mim um caso de polícia, como sempre disse, e penso que Vossa Excelência estará de acordo, não fosse o alto patrocínio do Primeiro Ministro do meu país em quem tenho de confiar, nesta parceria do nosso dinheiro com a empresa J.P. Sá Couto de Matosinhos que é a fossa das Marianas da excelência em matéria de trampa informática.
Engana-se Vossa Excelência ao tratar o Povo Português como uma hordade idiotas. É só isto que não perdoo a Vossa Excelência e lhe digo de caras. Lá porque o Partido Socialista se transformou numa corja de oportunistas e arrivistas, eu estou em crer que Vossa Excelência é completamente alheio ao facto. Pergunte Vossa Excelência a António Guterres, já que o José Luís Nunes não está entre nós.
Sabe, Senhor Primeiro Ministro, houve Homens neste País que deram a vida, a fortuna, sacrificaram a família, para que a Vossa Excelência seja permitido tratar-nos como bestas. Houve homens que sofreram a perseguição, a tortura e o exílio. Houve homens assim. É verdade.
Não, Vossa Excelência não sabe. Cá para mim, até não sabe de nada.
Compreendo no entanto, os aspectos críticos em matéria de defesa Nacional, da imagem do País. Falta-me é paciência e já não acredito em nada.Senhor Primeiro Ministro, se é homem, se é Português, prove-o de uma forma irrefutável. Nessa tão portuguesa expressão que tem raiz na coragem e na seriedade, mostre que tem tomates, pare de nos envergonhar. Nem lhe pedimos que prove que é sério... o ónus da prova... prove-nos só que é Português. Deve.
Demita-se.
E desapareça para o Nepal ou para a China. Vá ter lições de Karatê como "sensei" seu primo, que só lhe fazem bem. Não conspurque a escola de Funakoshi Guishim, meu Mestre de Shotokan. É um favor que lhe peço. Se assim for, está perdoado. Desde que não volte. Primo, idem.»
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terça-feira, maio 19, 2009
Mário Crespo ... crónicas que ficaram na história

Os bons e os maus
JN 27.4.2009
Já há mais jornalistas a contas com a justiça por causa do Freeport do que houve acusados por causa da queda da ponte de Entre-os-Rios. Isto diz muito sobre a escala de valores de quem nos governa.
Chegar aos 35 anos do 25 de Abril com nove jornalistas processados por notícias ou comentários com que o Chefe do Governo não concorda é um péssimo sinal. O Primeiro-ministro chegou ao absurdo de tentar processar um operador de câmara mostrando que, mais do que tudo, o objectivo deste frenesim litigante é intimidar todos os que trabalham na comunicação social independentemente das suas funções, para que não toquem na matéria proibida. Mas pode haver indícios ainda piores. Se os processos contra jornalistas avançarem mais depressa do que as investigações do Freeport, a mensagem será muito clara. O Estado dá o sinal de que a suspeita de haver membros de um governo passíveis de serem corrompidos tem menos importância do que questões de forma referentes a notícias sobre graves indícios de corrupção. Se isso acontecer é a prova de que o Estado, através do governo, foi capturado por uma filosofia ditatorial com métodos de condicionamento da opinião pública mais eficazes do que a censura no Estado Novo porque actua sob um disfarce de respeito pelas liberdades essenciais. Não havendo legislação censória está a tentar estabelecer-se uma clara distinção entre "bons" e "maus" órgãos de informação com advertências de que os "maus" serão punidos com inclemência. O Primeiro-ministro, nas declarações que transmitiu na TV do Estado, fez isso clara e repetidamente. Pródigo em elogios ad hominem a quem não o critica, crucifica quem transmite notícias que lhe são adversas. Estabeleceu, por exemplo, a diferença entre "bons jornalistas", os que ignoram o Freeport, e os "maus jornalistas" ou mesmo apenas só "os maus", os que o têm noticiado. Porque esses "maus" não são sequer jornalistas disse, quando num exercício de absurdo negou ter processado jornalistas e estar a litigar apenas contra os obreiros dos produtos informativos "travestidos" que o estavam a difamar. E foi num crescendo ameaçador que, na TV do Estado, o Chefe do Governo admoestou urbi et orbi que, por mais gritantes que sejam as dúvidas que persistem, colocar-lhe questões sobre o Freeport é "insultuoso", rematando com um ameaçador "Não é assim que me vencem". Portanto, não estamos face a um processo de apuramento de verdade. Estamos face a um combate entre noticiadores e noticiado, com o noticiado arvorando as armas e o poder que julga ter, a vaticinar uma derrota humilhante e sofrida aos noticiadores.
Há um elemento que equivale a uma admissão de culpa do Primeiro-Ministro nas tentativas manipulatórias e de condicionamento brutal da opinião pública: a saída extemporânea de Fernanda Câncio de um painel fixo de debate na TVI sobre a actualidade nacional onde o Freeport tem sido discutido com saudável desassombro, apregoa a intolerância ao contraditório.
Assim, com uma intensa e pouco frequente combinação de arrogância, inabilidade e impreparação, com uma chuva de processos, o Primeiro Ministro do décimo sétimo governo constitucional fica indelevelmente colado à imagem da censura em Portugal, 35 anos depois de ela ter sido abolida no 25 de Abril.
segunda-feira, maio 18, 2009
Fantástico...
Dá que pensar...

Porque a crise já gera "historietas"
Brilhante!!!
Numa pequena vila e estância balnear na costa sul de França chove e nada de especial acontece.A crise sente-se.Toda a gente está carregada de dívidas e deve a toda a gente.
Subitamente, um rico turista russo chega ao foyer do pequeno hotel local. Pede um quarto e coloca uma nota de 100 Euros sobre o balcão, pede uma chave de quarto e sobe ao 3º andar para inspeccionar o quarto que lhe indicaram, na condição de desistir se lhe não agradar.
O dono do hotel pega na nota de 100 Euros e corre ao fornecedor de carne a quem deve 100 Euros, o talhante pega no dinheiro e corre ao fornecedor de leitões a pagar 100 Euros que lhe devia há algum tempo. Este, por sua vez, corre ao criador de gado que lhe vendera os leitões e este por sua vez corre a entregar os 100 Euros a uma prostituta que lhe cedera serviços a crédito. Esta recebe os 100 Euros e corre ao hotel a quem devia 100 Euros pela utilização casual de quartos à hora para atender clientes.Neste momento o russo rico desce à recepção e informa o dono do hotel que o quarto proposto não lhe agrada, pretende desistir e pede a devolução dos 100 Euros. Recebe o dinheiro e sai.
Não houve neste movimento de dinheiro qualquer lucro ou valor acrescentado.
Contudo, todos liquidaram as suas dívidas e estes elementos da pequena vila costeira encaram agora com optimismo o futuro.Dá que pensar...
terça-feira, maio 05, 2009
SILVA LOPES, 77 ANOS, NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS

Mais uma que me chegou hoje por e-mail e que faço questão de divulgar para ver se alguém neste país acorda
“… Silva Lopes, um senhor muito ouvido e respeitado, defendeu recentemente, com autoridade e bonomia, o congelamento dos salários dos portugueses que, recorda o boletim estatístico de Janeiro passado do Ministério do Trabalho e Segurança Social, se cifrava, em termos médios, em 891,40 euros mensais.
Socorro-me de um estudo realizado pelo economista Eugénio Rosa para trazer à colação que aquele senhor:
auferia mensalmente 102.562,30 euros quando, em Maio transacto, deixou a presidência do Montepio, vai receber cerca de 4.000 euros de reforma mensal, que somará a outra da Caixa Geral de Depósitos e, ainda, a uma terceira, do Banco de Portugal; embora invocando a necessidade de descansar para sair do Montepio aos 74 anos de idade, aceitou, de seguida, o cargo de administrador da EDP Renováveis, provavelmente em coerência com a sua visão socialista da economia e do mercado de trabalho. “
Socorro-me de um estudo realizado pelo economista Eugénio Rosa para trazer à colação que aquele senhor:
auferia mensalmente 102.562,30 euros quando, em Maio transacto, deixou a presidência do Montepio, vai receber cerca de 4.000 euros de reforma mensal, que somará a outra da Caixa Geral de Depósitos e, ainda, a uma terceira, do Banco de Portugal; embora invocando a necessidade de descansar para sair do Montepio aos 74 anos de idade, aceitou, de seguida, o cargo de administrador da EDP Renováveis, provavelmente em coerência com a sua visão socialista da economia e do mercado de trabalho. “
SILVA LOPES, 77 ANOS, NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS
A pouca vergonha continua.
Ao que isto chegou.
SILVA LOPES, com 77 ( setenta e sete ) anos de idade,ex-Administrador do Montepio Geral, onde saiu há pouco tempo com uma indemnização de mais de 400.000 euros, acrescidos de varias reformas que tem, uma das quais do Banco de Portugal como ex-governador, logo que saiu do Montepio foi nomeado Administrador da EDP RENOVAVEIS, empresa do Grupo EDP.
Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milhar de euros num emprego dado pela escumalha politica do governo, que continua a distribuir milhões pela cambada afecta aos partidos docentrão.
Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário o congelamento de salários e o não aumento do salário minimo nacional, por causa da competividade da economia portuguesa. Claro que para este senhor, o congelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar, ( desde que não congelem o dele, claro ).
Quanto a FERNANDO GOMES, mais um comissário politico do PS, recebeu em 2008, como administrador da GALP, mais de 4 milhões de euros de remunerações. Acresce a isto um PPR de 90.000 euros anuais, para quando o " comissário PS " for para a reforma. Claro que isto nãovai acontecer pois, tal como Silva Lopes, este senhor vai andar de tacho em tacho, tal como esta cambada de ex-politicos que perante a crise " assobia para o ar ", sempre com os bolsos cheios com os milhões de euros que vão recebendo anualmente.
Estes senhores não tem vergonha na cara ?
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segunda-feira, maio 04, 2009
25/4 a 1/5... 5 dias em que se sonha com a liberdade
Desci a avenida no dia 25 procurando esperança nos olhares...
Fui ao Marquês no dia 1 procurando trabalhadores de luto porque o trabalho está a faltar...
Encontrei apenas saudosistas de cravo na mão sem brilho nos olhos...
Encontrei palavras de ordem ultrapassadas, encontrei descontentamento fantasiado de alegria...
Encontrei piqueniques tradicionais e conversas de circunstância...
Não encontrei força, não encontrei luta, não encontrei revolta porque o povo é sereno e aceita que Portugal é mesmo assim um país pequenino e não se importa que o mandem calar...
Faltam jovens na luta, faltam esperanças, faltam ideias renovadas e inconformismo, faltam gritos de revolta...
São dias de festa, desenrola-se a bandeira que já leva 20 ou 30 anos de desfiles... encontram-se os camaradas... compram-se cravos para a lapela e aceita-se que se nada mais restar nos deixem a Avenida da Liberdade para passear...
segunda-feira, abril 27, 2009
quarta-feira, abril 15, 2009
NOVO HINO DE PORTUGAL
ESQUEÇAM LÁ OS HERÓIS DO MAR, DEIXEM APENAS FICAR O NOBRE POVO E A NAÇÃO VALENTE...
Anda tudo do avesso
Nesta rua que atravesso
Dão milhões a quem os tem
Aos outros um passou - bem
Não consigo perceber
Quem é que nos quer tramar
Enganar
Despedir
E ainda se ficam a rir
Eu quero acreditar
Que esta merda vai mudar
E espero vir a ter
Uma vida bem melhor
Mas se eu nada fizer
Isto nunca vai mudar
Conseguir
Encontrar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer
É difícil ser honesto
É difícil de engolir
Quem não tem nada vai preso
Quem tem muito fica a rir
Ainda espero ver alguém
Assumir que já andou
A roubar
A enganar
o povo que acreditou
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a foder
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Mas eu sou um homem honesto
Só errei na profissão
Anda tudo do avesso
Nesta rua que atravesso
Dão milhões a quem os tem
Aos outros um passou - bem
Não consigo perceber
Quem é que nos quer tramar
Enganar
Despedir
E ainda se ficam a rir
Eu quero acreditar
Que esta merda vai mudar
E espero vir a ter
Uma vida bem melhor
Mas se eu nada fizer
Isto nunca vai mudar
Conseguir
Encontrar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer
É difícil ser honesto
É difícil de engolir
Quem não tem nada vai preso
Quem tem muito fica a rir
Ainda espero ver alguém
Assumir que já andou
A roubar
A enganar
o povo que acreditou
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a foder
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Mas eu sou um homem honesto
Só errei na profissão
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sexta-feira, abril 03, 2009
Pois... pois é, nem tudo pode correr bem

O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, o empresário António Araújo e o árbitro de futebol Augusto Duarte foram ilibados esta sexta-feira no chamado "caso do envelope" do Apito Dourado
Tanto tempo para chegarem a esta conclusão... não tarda nada estão e ilibar o Domingos Névoa...
Afinal ninguém corrompe ninguém... é tudo uma CABALA (citando o tal sócrates que não é filosofo)
Tanto tempo para chegarem a esta conclusão... não tarda nada estão e ilibar o Domingos Névoa...
Afinal ninguém corrompe ninguém... é tudo uma CABALA (citando o tal sócrates que não é filosofo)
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Parece que pelo menos uma vez todos estão de acordo...
DOMINGOS NÉVOA... teve vergonha na cara e vai enganar outros que ainda não lhe conheçam as manhas... enquanto o advogado recorre da sentença
DOMINGOS NÉVOA... teve vergonha na cara e vai enganar outros que ainda não lhe conheçam as manhas... enquanto o advogado recorre da sentença
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quinta-feira, abril 02, 2009
Coisas de um país á beira mar plantado

- um tipo é condenado por tentativa de corrupção e depois é nomeado para Administrador de uma empresa Municipal
Domingos Névoa foi eleito, por unanimidade, presidente da empresa intermunicipal “Braval”, de modo indigno para a democracia, a transparência e a luta contra a corrupção.
O referido cidadão foi condenado a 23 de Fevereiro pelo crime de corrupção activa, na sequência da tentativa de corrupção do vereador da Câmara de Lisboa José Sá Fernandes.
Conclui-se que o agente corruptor Domingos Névoa merecer o prémio daqueles que são eleitos pelo povo para gerirem a coisa pública e a educação que me deram estava errada porque afinal roubar, aldrabar, matar e extorquir compensa;
O referido cidadão foi condenado a 23 de Fevereiro pelo crime de corrupção activa, na sequência da tentativa de corrupção do vereador da Câmara de Lisboa José Sá Fernandes.
Conclui-se que o agente corruptor Domingos Névoa merecer o prémio daqueles que são eleitos pelo povo para gerirem a coisa pública e a educação que me deram estava errada porque afinal roubar, aldrabar, matar e extorquir compensa;
- Pressões sobre os magistrados titulares do caso Freeport
É tudo mentira e cabalas montadas mas a Eurojust, órgão da União Europeia criado no âmbito do terceiro pilar da UE, com sede na Haia, Holanda, que tem por objecto a cooperação em matéria penal entre as autoridades nacionais no espaço da União e que tem coordenado a colaboração entre as autoridades judiciárias inglesas e portuguesas que investigam o processo Freeport, está metida no assunto... deve de ser só pura diversão ou a Europa é toda ela uma cabala;
- Painéis solares
«Queremos que os portugueses comprem e instalem painéis solares porque estarão a dar mais oportunidades às empresas portuguesas, não apenas às que produzem os painéis, mas também às pequenas e micro empresas que são subcontratadas pelo país para fazer a instalação e manutenção»
e PÃO já agora para fazerem torradas e assim ajudam também os padeiros, os agricultores e todos os intermediários além de matarem a fome
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quinta-feira, março 26, 2009
CONCURSO DE FOTOGRAFIA

A Junta de Freguesia de S. João de Brito vai realizar um passeio/concurso de fotografia no próximo dia 16 de Maio.
Vai ser um dia só virado para a fotografia... se gostas de fotografar inscreve-te já... são apenas 100 vagas...
podes ver tudo em www.jf-sjbrito.pt
Lê o regulamento com atenção porque podes apenas entrar no passeio sem ir a concurso ou juntar as duas coisas.
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sábado, fevereiro 28, 2009
A mulher moçambicana em fotografia
Estão convidados para a inauguração desta exposição de autoria do fotografo Mário Macilau que fotografou a mulher moçambicana no seu dia a dia.
Porque o dia Internacional da Mulher está já aí, porque cada mulher tem a sua luta este ano a Junta de Freguesia de S. João de Brito dedicou a exposição de Março á mulher Moçambicana, assim o Mário Macilau fotografou e vem a Portugal com as suas fotos.
Estão convidados para a inauguração...
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quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Coubert ataca a moralidade dos braquenses...

Em maio de 1854 Coubert chegou a Montpellier, como hóspede de Alfred Bruyias, importante patrocinador e coleccionador de arte. Coubert representou-se de bengala e mochila na momento em que seu anfitrião vem ao seu encontro na estrada, com um criado e um cachorro. O tema escolhido por Coubert, executado com grande realismo e franqueza, causou alvoroço quando o quadro foi exibido na exposição internacional de Paris em 1855.Logo Coubert foi erigido em líder de um tipo de arte novo e anti intelectual, livre das amarras da pintura académica histórica e religiosa.Afastando-se dos temas literários e voltando-se para o mundo natural que o rodeava. Coubert exerceu influência importante sobre Édourd Manet e os impressionistas.
Quando lhe pediram para incluir anjos numa pintura de uma igreja,diz-se que ele respondeu:
"Nunca vi anjos.Mostrem-me um anjo e eu o pintarei"
A partir de 1860, realizou uma série de trabalhos com apelo fortemente erótico. L'Origine du monde - 1866, é a tela mais conhecida de uma série de outras sobre o corpo feminino. A moralidade pública de então foi responsável pela interdição de exposições que exibissem as obras de Courbet. Evidentemente, isso só fez aumentar a curiosidade em torno de seus quadros, garantindo uma notoriedade que atravessa os tempos.
Mas entretanto passaram 143 anos e fazem-se filmes pornográficos que se podem ver na net e as criancinhas tem acesso a todo o tipo de informação e já se esqueceu a moralidade pública que logo a seguir ao 25 de Abril e durante alguns anos se vendia abertamente em qualquer banca de jornais todas as revistas pornográficas possíveis e imaginárias e que o nosso Vilhena usava e abusava de ilustração erótica...
Na FNAC ou em qualquer livraria que se preze é possível ver no sector de Banda Desenhada os livros do Manara e no sector da pintura e da fotografia podem encontrar-se bastantes livros com nus mais ou menos eróticos/pornográficos, mas a PSP não deve frequentar livrarias nem deve consultar livros de pintura e os país das criancinhas de Braga (cidade com grande rede de prostituição e bares de alterne além da já conhecida religiosidade) não conseguem explicar a diferença entre um nu artístico e um nu pornográfico e em vez de desmistificarem optam por esconder e é assim que o mundo continua a viver cinicamente debaixo de uma capa de falso pudor
Quando lhe pediram para incluir anjos numa pintura de uma igreja,diz-se que ele respondeu:
"Nunca vi anjos.Mostrem-me um anjo e eu o pintarei"
A partir de 1860, realizou uma série de trabalhos com apelo fortemente erótico. L'Origine du monde - 1866, é a tela mais conhecida de uma série de outras sobre o corpo feminino. A moralidade pública de então foi responsável pela interdição de exposições que exibissem as obras de Courbet. Evidentemente, isso só fez aumentar a curiosidade em torno de seus quadros, garantindo uma notoriedade que atravessa os tempos.
Mas entretanto passaram 143 anos e fazem-se filmes pornográficos que se podem ver na net e as criancinhas tem acesso a todo o tipo de informação e já se esqueceu a moralidade pública que logo a seguir ao 25 de Abril e durante alguns anos se vendia abertamente em qualquer banca de jornais todas as revistas pornográficas possíveis e imaginárias e que o nosso Vilhena usava e abusava de ilustração erótica...
Na FNAC ou em qualquer livraria que se preze é possível ver no sector de Banda Desenhada os livros do Manara e no sector da pintura e da fotografia podem encontrar-se bastantes livros com nus mais ou menos eróticos/pornográficos, mas a PSP não deve frequentar livrarias nem deve consultar livros de pintura e os país das criancinhas de Braga (cidade com grande rede de prostituição e bares de alterne além da já conhecida religiosidade) não conseguem explicar a diferença entre um nu artístico e um nu pornográfico e em vez de desmistificarem optam por esconder e é assim que o mundo continua a viver cinicamente debaixo de uma capa de falso pudor
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
E O PRÉMIO VAI PARA...

Como já era de esperar o grande vencedor da noite dos óscares de Hollywood foi "Slumdog Millionaire", os Óscares rendem-se às imagens da Índia, de Danny Boyle, que arrecadou 8 estatuetas douradas, incluindo a de Melhor Filme e Melhor Realizador.
Volta a dar uma estatueta a um actor que já faleceu no caso de Joker da "série" Batman e deixa-se encantar pelas paixões robóticas de Wall-e, o que para mim foi uma surpresa porque preferia o Ku-Fu Panda.
Agora tenho muitos filmes para ver...
Melhor Filme
The Curious Case of Benjamin ButtonFrost
Nixon
Milk
The Reader
Slumdog Millionaire - vencedor
Melhor Realizador
Danny Boyle - ‘Slumdog Millionaire’ - vencedor
Stephen Daldry - ‘The Reader’
David Fincher - ‘The Curious Case of Benjamin Button’
Ron Howard - ‘Frost/Nixon’ - a minha a aposta
Gus Van Sant - ‘Milk’
Melhor Actor
Richard Jenkins - ‘The Visitor’
Frank Langella - ‘Frost/Nixon’ - a minha a aposta
Sean Penn - ‘Milk’ - vencedor
Brad Pitt - ‘The Curious Case of Benjamin Button’
Mickey Rourke - ‘The Wrestler’
Melhor Actriz
Anne Hathaway - ‘Rachel Getting Married’
Angelina Jolie - ‘Changeling’
Melissa Leo - ‘Frozen River’
Meryl Streep - ‘Doubt’
Kate Winslet - ‘The Reader’ - vencedor
Melhor Actor Secundário
Josh Brolin - ‘Milk’
Robert Downey Jr. - ‘Tropic Thunder’
Philip Seymour Hoffman - ‘Doubt’
Heath Ledger - ‘The Dark Knight’ - vencedor
Michael Shannon - ‘ Revolutionary Road’
Melhor Actriz Secundária
Amy Adams – ‘Doubt’
Penélope Cruz – ‘Vicky Cristina Barcelona’ - vencedor
Viola Davis – ‘Doubt’
Marisa Tomei – ‘The Wrestler’
Taraji P. Henson – ‘The Curious Case of Benjamin Button’
Melhor Filme Animado
Bolt
Kung Fu Panda
Wall-E - vencedor
Melhor Curta-Metragem de Animação
Lavatory - Lovestory
Oktapodi
Presto
This Way Up
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
porque a vida não se faz só de CABALAS...

Um homem está na cozinha, a fritar um ovo, quando a sua esposa chega e começa a gritar, como uma louca:
- PÕE MAIS ÓLEO!!! PÕE MAIS ÓÓÓÓÓLEOOOO!!! VAI COLAR AO FUUUUUUNDO...CUIDADO!!! VIRA, VIRA, ANDA VIRA... RÁÁÁÁPIDO!!! VAI, CUIDADO!CUIDADO!!! VAI ESPIRRAR...!!!!!! PARECE QUE ÉS LOUCO. VAIS ENTORNAR... AI, MEU DEUS! O SAAAAAAALLLL!!!!! NÃO TE ESQUEÇAS DO SAAAAAALLL!!!
O homem, tremulo, transtornado e irritado com os berros, pergunta:- Por que é que estás a fazer isso?!? Achas que eu não sei fritar um ovo?
E a esposa, bem calma, responde:- Nada de especial, isto é só para teres uma ideia do que me fazes quando eu conduzo!!
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Mário Crespo - IMAGINEM

Estou a ficar fã do Mário Crespo...
Fevereiro de 2009
Mario Crespo
Imaginem
Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.
Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.
Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas.
Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público. Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar. Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês.
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência.
Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas. Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares. Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.
Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde. Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros. Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada. Imaginem as pensões que se podiam actualizar. Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.
Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.
Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.
Imaginem que país seremos se não o fizermos.
Fevereiro de 2009
Mario Crespo
Imaginem
Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.
Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.
Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas.
Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público. Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar. Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês.
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência.
Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas. Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares. Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.
Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde. Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros. Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada. Imaginem as pensões que se podiam actualizar. Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.
Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.
Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.
Imaginem que país seremos se não o fizermos.
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
FAÇAMOS DE CONTA - Crónica de Mário Crespo

" Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos."
Mário Crespo
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos."
Mário Crespo
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
Afinal quem decide as taxas da EURIBOR é o nosso Governo...

Porque os sonhos de cada um em relação á politica - Esquerda/Direita - os impede de ver claramente, porque muitas vezes só ouvimos o que queremos, os políticos continuam brincando com o povo como os gatos brincam com as moscas...
ASSIM O NOSSO AMIGO sócrates ATREVE-SE A DIZER NUM COMÍCIO EM ÉVORA
"as garantias que demos aos bancos não foram para ajudar os banqueiros mas para garantir que os bancos tinham dinheiro para emprestar às pessoas e às empresas"... "foi essa estabilização que permitiu que a taxa Euribor descesse e que este mês os portugueses paguem menos pela prestação da casa"
E O POVO DIZ QUE SIM COM A CABEÇA ESQUECENDO-SE QUE A DECISÃO DE BAIXAR A TAXA EURIBOR PERTENCE AO BANCO CENTRAL EUROPEU
ASSIM O NOSSO AMIGO sócrates ATREVE-SE A DIZER NUM COMÍCIO EM ÉVORA
"as garantias que demos aos bancos não foram para ajudar os banqueiros mas para garantir que os bancos tinham dinheiro para emprestar às pessoas e às empresas"... "foi essa estabilização que permitiu que a taxa Euribor descesse e que este mês os portugueses paguem menos pela prestação da casa"
E O POVO DIZ QUE SIM COM A CABEÇA ESQUECENDO-SE QUE A DECISÃO DE BAIXAR A TAXA EURIBOR PERTENCE AO BANCO CENTRAL EUROPEU
terça-feira, fevereiro 10, 2009
A CABALA... E O GOVERNO

AFINAL É APENAS UM PROBLEMA RELIGIOSO
A Cabala é uma das correntes místicas do judaísmo que começou a influir na tradição esotérica ocidental à partir do século XVI. O termo Cabala, tem sua origem na palavra hebréia KABBALAH (pronuncia-se Cabalá e significa Tradição), deriva da raiz LEKABEL, que significa literalmente "receber".
A Cabala é considerada a Ciência Sagrada dos Números.
A origem da Cabala se perde na noite dos séculos, alí onde se gestou o Universo, no ventre de Maha Kundalini, A Grande Mãe Cósmica. A data exata de sua origem é desconhecida. Consta da tradição mística dos cabalístas, que Deus teria ensinado a Cabala a um gupo seleto de anjos, que teriam ministrado tais ensinamentos à Adão, que os transmitiu à Noé, este teria migrado para o Egito, onde os Hierofantes absorveram esse conhecimento e o introduziram em seus sistemas filosóficos. Moisés teria sido inciado na "Cabala Sagrada" durante o período em que viveu entre os egípcios e, posteriormente teria difundido esse conhecimento entre o Povo Hebreu.
Alguns cabalistas afirmam que, de acordo com as escrituras, o primeiro cabalista, foi Abraão (ESTÁS FEITO... O SÓCRATES JÁ TE TOPOU). O Patriarca Hebreu teria recebido diretamente de Deus a revelação dos mais elevados mistérios e maravilhas da criação do universo e da existência humana. Inspirado nessa revelação, elaborou o primeiro trabalho sobre a Cabala, que explica os 32 caminhos da sabedoria utilizados no processo da Criação, o "Sefer Yetzirah" ou o "Livro da Criação". Abraão teria transmitido oralmente aos seus descendentes todo o conhecimento que adquiriu e o método que utilizou para aprender a Cabala e esta tradição seria mantida durante séculos até Moisés.
Sete gerações depois de Abraão, no Monte Sinai, Moisés teria registrado tais "Mistérios" nas "Tábuas da Lei" ou os "Dez Mandamentos". Além disso, teria estabelecido os princípios dessa doutrina sagrada nos quatro primeiros livros da Torah (pronuncia-se Torá): Bereshit (Gênesis), Shemot (Êxodo) Vayicrá (Levítico) e Bamidbar (Números), mas não no Devarim (Deuteronômio). Esses cinco livros (pentateuco) compõem a Torah, que pode ser interpretada em duas dimensões distintas: a exotérica (pública), que nós conhecemos, como o corpo de leis que expressam as vontades de Deus, e a esotérica (secreta), com a compreensão dos segredos da criação. Durante muitos anos, a Cabala ficou restrita a um pequeno grupo de eruditos, que estudavam a Torah de dia e a Cabala após a meia-noite, conforme nos revela o Rei David, no Salmo 119: 62. "À meia noite me levantarei para Te louvar, pelos teus justos juizos".
Outras fontes citam os tratados do Rabino Simen Ben Jochai, que foram compilados por seu filho o Rabino Eleazar. A partir desses escritos, surgiu o "Zohar", ou "O Livro do Esplendor" . O Zohar explica que o desenvolvimento humano ocorre em 6000 anos, durante este tempo as almas seguem um contínuo processo de desenvolvimento, a cada geração. No fim do processo, todas as almas alcançam a posição chamada (Tikun) o fim da correção, o mais alto nível de espiritualidade e completude. Somente no século XIII é que estes textos, complementados por Moisés de Leon, vieram à luz e foram publicados na Espanha por volta de 1285. O "Zohar", o "Sefer Yetzirah" , juntamente com a "Torah", são os mais importantes textos da Cabala.
MAIS UMA DAQUELES ENTREVISTAS SOBRE A TAL DA CABALA... OU MANIA DA PERSEGUIÇÃO

em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates"
10.02.2009 - 11h29 PÚBLICO
O ministro dos Assuntos Parlamentares indica que “está em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates” numa entrevista hoje publicada no “Jornal de Notícias”. Augusto Santos Silva aproveitou igualmente para nomear as várias “campanhas” dos últimos anos contra o PS: “A cabala da Casa Pia em 2003, a campanha negra de 2005 e os poderes ocultos de 2009”.Tal como o primeiro-ministro, Augusto Santos Silva (que resolveu agarrar esta oportunidade para mostrar que é um bom cão de fila) considera que está a decorrer actualmente, com o caso Freeport, uma “campanha negra” contra Sócrates e contra o PS – que indicou ser “um assunto de Estado” – e que é um “conjunto organizado e sequencial no tempo de fugas de informação e violações do segredo de Justiça que têm por objectivo criar uma nova operação de suspeição em redor do primeiro-ministro”. “Está em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates”, opinou.
Na sua opinião (dele), o Partido Socialista tem sido, nos últimos anos, um alvo preferencial de campanhas e cabalas: “Isto está sempre a acontecer ao PS (são como os americanos... tudo lhes acontece). A cabala da Casa Pia em 2003 (conseguiram livrar o Paulo Pedroso e esconder o Ferro Rodrigues em Paris... mas era tudo mentira), a campanha negra de 2005 (esta não sei qual é... será a do cursinho do sr.sócrates que não consegue provar o curso que tem?)e os poderes ocultos de 2009”. “Já assisti, em 2003 e 2004, a uma tentativa de decapitação do PS (foi assim que surgiu a lenda do cavaleiro sem cabeça) e essa tentativa frustrou-se; o PS ganhou as eleições europeias de 2004 e ganhou as eleições legislativas de 2005”, disse.“Em 2003, apurou-se uma parte importante da verdade: aqueles que foram crucificados na praça pública não tinham absolutamente nada a ver com os crimes infames de que foram acusados. Sabemos o que aconteceu em 2005 porque o caso foi julgado. Em 2009, a procuradora Cândida Almeida já afirmou que solicitou uma investigação”, acrescentou o ministro, recordando que “O MP já disse que o primeiro-ministro não é suspeito, nem está sob investigação”.
O Freeport e os “poderes ocultos”
O ministro dos Assuntos Parlamentares indicou, sobre o caso Freeport, que as notícias que vieram a público logo em 2005 e que levantaram suspeitas sobre a actuação do primeiro-ministro e do PS foram orquestradas por inimigos políticos: “Sabemos agora as condições em que foram fabricadas as denúncias supostamente anónimas que levaram a que fosse produzido um documento que, violando o segredo de Justiça, foi publicado em ‘O Independente’ dois dias antes das eleições de 2005. Sabemos quem são as pessoas associadas a essa operação política e que foram e são adversários políticos do PS”.
Questionado sobre a identidade dos responsáveis pela actual “campanha negra” contra José Sócrates, Augusto Santos Silva disse não saber responder a essa pergunta, preferindo usar a expressão “poderes ocultos”. “[O PS ] não tem poderes para dar ordens ao Ministério Público e à Polícia Judiciária [para combaterem esses ‘poderes ocultos’] e deve respeitar a autonomia dessas autoridades”, acrescentou, indicando que nem sempre o PS é o alvo dessas cabalas, relembrando as buscas em directo nas televisões ao escritório do social-democrata Luís Nobre Guedes.
“Nenhuma democracia pode aceitar que se desenvolvam campanhas negras tomando como alvo os principais responsáveis do país”, indicou ainda.
A “maioria está ao alcance” (infelizmente o povo é de memoria curta e lerdo de escolhas)
Acerca das eleições legislativas, que ocorrerão este ano, Augusto Santos Silva mostrou algum optimismo: “Os indicadores demonstram, há meses, que o PS está consistentemente na fronteira dos 40 por cento. A maioria está ao alcance”. “Não vejo outra maneira de garantir a estabilidade política de que o país precisa do que a renovação da maioria do PS”, sublinhou.
Questionado acerca da possibilidade de uma coligação pós-eleitoral caso o PS não obtenha a maioria, o ministro respondeu que “não existe a figura do amuo quando o povo não satisfaz as pretensões dos partidos”. “Primeiro: queremos renovar a maioria. Segundo: aceitaremos qualquer resultado do eleitorado”, acrescentou.
Acerca da calendarização eleitoral, o ministro esclareceu que “as eleições locais e as eleições nacionais não devem realizar-se no mesmo dia”.
Questionado sobre a possibilidade de surgimento de um novo partido que reúna o BE, sindicalistas ex-PCP e os votos de Alegre no PS, o ministro admitiu que isso “seria um factor de preocupação para a estabilidade política em Portugal”, mas acrescentou que “esse cenário não se coloca”.
“Malhar” é forte
Sobre as suas recentes declarações em que assumiu gostar de “malhar” na direita, o ministro esclareceu que “a expressão ‘malhar’ é forte”, mas que ela foi “usada em sentido figurado e num determinado contexto de debate político”. “Eu usei o verbo ‘malhar’ no sentido de bater no cereal para debulhar e debulhar significa libertar o grão das impurezas para depois fabricar o pão. Se calhar não devia aplicar o verbo ‘malhar’ à actual liderança da Direita ou aos partidos que se gostam de dizer à esquerda do PS porque não se percebe que grão pode sair dali para alimentar os portugueses”.
Governo não hesitará em nacionalizar
Acerca da nacionalização do BPN, Augusto Santos Silva indicou que o Governo não hesitará em voltar a fazer o mesmo numa situação semelhante: “A nacionalização do BPN foi uma situação limite para resolver de imediato um problema de risco de cessação de pagamentos, risco dos depositantes verem as suas poupanças em perigo e risco de contaminação para todo o sistema financeiro. Se houver circunstâncias semelhantes, estou certo de que o Governo não hesitará em responder com os instrumentos legais que estão ao seu dispor. Nenhum governo poderá afirmar que não usará o instrumento da nacionalização”.
Tudo o que se encontra a verde entre parênteses é de minha autoria que não quero ser confundida com este senhor
10.02.2009 - 11h29 PÚBLICO
O ministro dos Assuntos Parlamentares indica que “está em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates” numa entrevista hoje publicada no “Jornal de Notícias”. Augusto Santos Silva aproveitou igualmente para nomear as várias “campanhas” dos últimos anos contra o PS: “A cabala da Casa Pia em 2003, a campanha negra de 2005 e os poderes ocultos de 2009”.Tal como o primeiro-ministro, Augusto Santos Silva (que resolveu agarrar esta oportunidade para mostrar que é um bom cão de fila) considera que está a decorrer actualmente, com o caso Freeport, uma “campanha negra” contra Sócrates e contra o PS – que indicou ser “um assunto de Estado” – e que é um “conjunto organizado e sequencial no tempo de fugas de informação e violações do segredo de Justiça que têm por objectivo criar uma nova operação de suspeição em redor do primeiro-ministro”. “Está em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates”, opinou.
Na sua opinião (dele), o Partido Socialista tem sido, nos últimos anos, um alvo preferencial de campanhas e cabalas: “Isto está sempre a acontecer ao PS (são como os americanos... tudo lhes acontece). A cabala da Casa Pia em 2003 (conseguiram livrar o Paulo Pedroso e esconder o Ferro Rodrigues em Paris... mas era tudo mentira), a campanha negra de 2005 (esta não sei qual é... será a do cursinho do sr.sócrates que não consegue provar o curso que tem?)e os poderes ocultos de 2009”. “Já assisti, em 2003 e 2004, a uma tentativa de decapitação do PS (foi assim que surgiu a lenda do cavaleiro sem cabeça) e essa tentativa frustrou-se; o PS ganhou as eleições europeias de 2004 e ganhou as eleições legislativas de 2005”, disse.“Em 2003, apurou-se uma parte importante da verdade: aqueles que foram crucificados na praça pública não tinham absolutamente nada a ver com os crimes infames de que foram acusados. Sabemos o que aconteceu em 2005 porque o caso foi julgado. Em 2009, a procuradora Cândida Almeida já afirmou que solicitou uma investigação”, acrescentou o ministro, recordando que “O MP já disse que o primeiro-ministro não é suspeito, nem está sob investigação”.
O Freeport e os “poderes ocultos”
O ministro dos Assuntos Parlamentares indicou, sobre o caso Freeport, que as notícias que vieram a público logo em 2005 e que levantaram suspeitas sobre a actuação do primeiro-ministro e do PS foram orquestradas por inimigos políticos: “Sabemos agora as condições em que foram fabricadas as denúncias supostamente anónimas que levaram a que fosse produzido um documento que, violando o segredo de Justiça, foi publicado em ‘O Independente’ dois dias antes das eleições de 2005. Sabemos quem são as pessoas associadas a essa operação política e que foram e são adversários políticos do PS”.
Questionado sobre a identidade dos responsáveis pela actual “campanha negra” contra José Sócrates, Augusto Santos Silva disse não saber responder a essa pergunta, preferindo usar a expressão “poderes ocultos”. “[O PS ] não tem poderes para dar ordens ao Ministério Público e à Polícia Judiciária [para combaterem esses ‘poderes ocultos’] e deve respeitar a autonomia dessas autoridades”, acrescentou, indicando que nem sempre o PS é o alvo dessas cabalas, relembrando as buscas em directo nas televisões ao escritório do social-democrata Luís Nobre Guedes.
“Nenhuma democracia pode aceitar que se desenvolvam campanhas negras tomando como alvo os principais responsáveis do país”, indicou ainda.
A “maioria está ao alcance” (infelizmente o povo é de memoria curta e lerdo de escolhas)
Acerca das eleições legislativas, que ocorrerão este ano, Augusto Santos Silva mostrou algum optimismo: “Os indicadores demonstram, há meses, que o PS está consistentemente na fronteira dos 40 por cento. A maioria está ao alcance”. “Não vejo outra maneira de garantir a estabilidade política de que o país precisa do que a renovação da maioria do PS”, sublinhou.
Questionado acerca da possibilidade de uma coligação pós-eleitoral caso o PS não obtenha a maioria, o ministro respondeu que “não existe a figura do amuo quando o povo não satisfaz as pretensões dos partidos”. “Primeiro: queremos renovar a maioria. Segundo: aceitaremos qualquer resultado do eleitorado”, acrescentou.
Acerca da calendarização eleitoral, o ministro esclareceu que “as eleições locais e as eleições nacionais não devem realizar-se no mesmo dia”.
Questionado sobre a possibilidade de surgimento de um novo partido que reúna o BE, sindicalistas ex-PCP e os votos de Alegre no PS, o ministro admitiu que isso “seria um factor de preocupação para a estabilidade política em Portugal”, mas acrescentou que “esse cenário não se coloca”.
“Malhar” é forte
Sobre as suas recentes declarações em que assumiu gostar de “malhar” na direita, o ministro esclareceu que “a expressão ‘malhar’ é forte”, mas que ela foi “usada em sentido figurado e num determinado contexto de debate político”. “Eu usei o verbo ‘malhar’ no sentido de bater no cereal para debulhar e debulhar significa libertar o grão das impurezas para depois fabricar o pão. Se calhar não devia aplicar o verbo ‘malhar’ à actual liderança da Direita ou aos partidos que se gostam de dizer à esquerda do PS porque não se percebe que grão pode sair dali para alimentar os portugueses”.
Governo não hesitará em nacionalizar
Acerca da nacionalização do BPN, Augusto Santos Silva indicou que o Governo não hesitará em voltar a fazer o mesmo numa situação semelhante: “A nacionalização do BPN foi uma situação limite para resolver de imediato um problema de risco de cessação de pagamentos, risco dos depositantes verem as suas poupanças em perigo e risco de contaminação para todo o sistema financeiro. Se houver circunstâncias semelhantes, estou certo de que o Governo não hesitará em responder com os instrumentos legais que estão ao seu dispor. Nenhum governo poderá afirmar que não usará o instrumento da nacionalização”.
Tudo o que se encontra a verde entre parênteses é de minha autoria que não quero ser confundida com este senhor
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
GANHEI UM PRÉMIO...
A minha amida do blog http://borboletaafricana.blogspot.com/ (que eu aconselho vivamente) atribuiu-me um prémio... fiquei babada.E agora o porquê destes prémios e como são...
Informações sobre o Prémio Dardos, que se encontram na net:
"Com o Prémio Dardos se reconhecem os valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web."
Regras:1. Exibir a distinta imagem;
2. Linkar o blog pelo qual recebeu o prémio;
3. Escolher quinze outros blogs a quem entregar o Prémio Dardos.
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
AS FORÇAS OCULTAS

FRASES SOLTAS...
"a direcção do jornal sofreu pressões de um alto responsável do PS para não continuar a publicar notícias sobre o Freeport" (o jornal é o SOL e´foi extraido da Sábado)
"Disse-me que tudo dependia do que viéssemos a publicar nessa edição". E se não publicassem nada a situação financeira do jornal ficaria resolvida nesse fim-de-semana...
A ameaça, garante, passaria por "estrangular financeiramente o jornal"
porque será que tudo isto me faz lembrar a MAFIA... a este tipo de acção não se costuma dar o nome de CHANTAGEM?
Dois dos principais responsáveis da EUROJUST foram colegas de governo de José Sócrates... (estranho, muito estranho)
Cândida Almeida diz que o tio de Sócrates é suspeito de ter "recebido dinheiro" e o primo está localizado, masa não se pode dizer onde "se não ele foge"... (FOGE... bom isto dito por parte de uma procuradora é algo caricato).. mas afinal ele não está na China a estudar? Ou a fazer meditação... ou a passear...
"Sete anos depois [da aprovação do projecto], ainda não se sabe o que se passou, a investigação não foi suficiente e a licenciação não respeitou todas as regras e é evidente que isso fragiliza", respondeu Louçã, referindo-se ao facto da alteração à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo (ZPET) ter sido decidida três dias antes das eleições legislativas de 2002 através de um decreto-lei, quando existia "um Governo de gestão".
"Essa decisão fragiliza quem a tomou. Nas vésperas de eleições não se tomam decisões destas", rematou.
Como tal, Francisco Louçã propôs três soluções para "problemas suscitados pelo caso Freeport": a limitação de decisões de "governos de gestão", "acabar com a facilitação" na atribuição de licenças aos Projectos de Interesse Nacional (PIN's) e "tornar obrigatório o registo de todas as operações de qualquer banco", de forma a acabar com os 'off-shores'.
"O país tem vindo a ser surpreendido pelo facto de governos de gestão tomarem decisões de grande importância pelas suas implicações financeiras e políticas, como aconteceu no governo PSD/CDS-PP com o Pavilhão do Futuro para o Casino de Lisboa e com o caso Freeport. O primeiro-ministro aceita ou não que governos de gestão que estão limitados nos seus poderes possam tomar decisões destas?", interrogou o líder do Bloco de Esquerda.
Para Francisco Louçã, o caso Freeport "provou mais uma vez que sempre que há alegação de influências, de tráfico de influências ou de corrupção" são encontrados 'off-shores' "debaixo do tapete".
Que estranho e agora estão tão preocupados com as eleições... umas vezes os anos eleitorais servem para aprovar coisas a correr noutros os anos de eleições já criam entraves á divulgação de notícias... 2 pesos e 2 medidas
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terça-feira, fevereiro 03, 2009
quinta-feira, janeiro 29, 2009
vamos ás compras que o Sócrates paga...

Caso Freeport
Polícia britânica tem um DVD que compromete Sócrates
A notícia sobre as investigações das autoridades britânicas sobre o caso Freeport e que alegadamente envolvem o primeiro-ministro, José Sócrates, estão hoje na maioria dos jornais portugueses. Os jornais revelam que as autoridades inglesas têm uma gravação onde Charles Smith diz ter distribuído luvas por várias pessoas, entre as quais Sócrates.
A notícia sobre as investigações das autoridades britânicas sobre o caso Freeport e que alegadamente envolvem o primeiro-ministro, José Sócrates, estão hoje na maioria dos jornais portugueses. Os jornais revelam que as autoridades inglesas têm uma gravação onde Charles Smith diz ter distribuído “luvas” por várias pessoas, entre as quais Sócrates.
O “Diário de Notícias” revela hoje que José Sócrates consta de uma lista de suspeitos enviada pela polícia inglesa. O único indício apresentado ao Ministério Público português é uma conversa em que Charles Smith, um intermediário, afirma ter feito pagamentos a José Sócrates. O “Jornal de Notícias” adianta que existe uma carta, de Charles Smith, onde consta que Sócrates e mais 11 pessoas terão recebido “luvas” no caso Freeport. O jornal revela que Charles Smith terá tentado justificar o paradeiro de quatro milhões de euros gastos a mais com o empreendimento.
O “JN” adianta que Charles Smith, um dos sócios da empresa "Smith & Pedro", chegou a citar - em conversa gravada presencialmente por um emissário do Freeport de Inglaterra, que pretendia saber o destino de quatro milhões de euros -, os nomes do tio e primo de Sócrates, um secretário de Estado, responsáveis do Instituto para a Conservação da Natureza, autarcas e inclusivamente a secretária do então ministro do Ambiente.
O “Correio da Manhã” cita uma carta rogatória enviada pelas autoridades inglesas às portuguesas onde Sócrates surge como suspeito de ter “facilitado, pedido ou recebido” o pagamento de subornos no valor de cinco milhões de libras (oito milhões de euros) para a legalização do Freeport (Alcochete). Segundo o mesmo jornal diz que autoridades de Londres requerem a verificação dos movimentos bancários de Sócrates durante o período em investigação. Os britânicos dizem que detectaram um encontro, a 17 de Janeiro de 2002, entre Sócrates, que titulava a pasta do Ambiente, com Charles Smith, Manuel Pedro e Sean Collidge. Nessa altura, segundo os investigadores britânicos, terá sido discutido o pagamento de ‘luvas’.
Este é o tema das manchetes das revistas “Visão” e “Sábado”, que revelaram ainda ontem, que o primeiro-ministro José Sócrates é considerado suspeito pelas autoridades inglesas, tendo solicitado informação bancária ao primeiro-ministro português. As autoridades inglesas querem saber se Sócrates terá "solicitado, recebido ou facilitado pagamentos” no âmbito do licenciamento do Freeport.Segundo a notícia da “Visão”, “a polícia britânica enviou, este mês, uma carta rogatória às autoridades portuguesas, na qual refere que José Sócrates é suspeito de ter ‘solicitado, recebido, ou facilitado pagamentos’ no âmbito do licenciamento do Freeport, em Alcochete”.
Já a Sábado, no seu site, avançou ontem que na edição de hoje vai trazer uma “investigação especial” sobre as suspeitas a Sócrates, afirmando que as autoridades inglesas pedem informação bancária sobre o primeiro-ministro numa carta rogatória.
A mesma revista adianta que a PJ apreendeu, na Smith&Pedro, o “email” enviado para o alegado domínio pessoal de Sócrates e que os investigadores procuram 2 milhões de euros e solicitaram a dois bancos portugueses dados sobre offshores do tio de Sócrates.
Polícia britânica tem um DVD que compromete Sócrates
A notícia sobre as investigações das autoridades britânicas sobre o caso Freeport e que alegadamente envolvem o primeiro-ministro, José Sócrates, estão hoje na maioria dos jornais portugueses. Os jornais revelam que as autoridades inglesas têm uma gravação onde Charles Smith diz ter distribuído luvas por várias pessoas, entre as quais Sócrates.
A notícia sobre as investigações das autoridades britânicas sobre o caso Freeport e que alegadamente envolvem o primeiro-ministro, José Sócrates, estão hoje na maioria dos jornais portugueses. Os jornais revelam que as autoridades inglesas têm uma gravação onde Charles Smith diz ter distribuído “luvas” por várias pessoas, entre as quais Sócrates.
O “Diário de Notícias” revela hoje que José Sócrates consta de uma lista de suspeitos enviada pela polícia inglesa. O único indício apresentado ao Ministério Público português é uma conversa em que Charles Smith, um intermediário, afirma ter feito pagamentos a José Sócrates. O “Jornal de Notícias” adianta que existe uma carta, de Charles Smith, onde consta que Sócrates e mais 11 pessoas terão recebido “luvas” no caso Freeport. O jornal revela que Charles Smith terá tentado justificar o paradeiro de quatro milhões de euros gastos a mais com o empreendimento.
O “JN” adianta que Charles Smith, um dos sócios da empresa "Smith & Pedro", chegou a citar - em conversa gravada presencialmente por um emissário do Freeport de Inglaterra, que pretendia saber o destino de quatro milhões de euros -, os nomes do tio e primo de Sócrates, um secretário de Estado, responsáveis do Instituto para a Conservação da Natureza, autarcas e inclusivamente a secretária do então ministro do Ambiente.
O “Correio da Manhã” cita uma carta rogatória enviada pelas autoridades inglesas às portuguesas onde Sócrates surge como suspeito de ter “facilitado, pedido ou recebido” o pagamento de subornos no valor de cinco milhões de libras (oito milhões de euros) para a legalização do Freeport (Alcochete). Segundo o mesmo jornal diz que autoridades de Londres requerem a verificação dos movimentos bancários de Sócrates durante o período em investigação. Os britânicos dizem que detectaram um encontro, a 17 de Janeiro de 2002, entre Sócrates, que titulava a pasta do Ambiente, com Charles Smith, Manuel Pedro e Sean Collidge. Nessa altura, segundo os investigadores britânicos, terá sido discutido o pagamento de ‘luvas’.
Este é o tema das manchetes das revistas “Visão” e “Sábado”, que revelaram ainda ontem, que o primeiro-ministro José Sócrates é considerado suspeito pelas autoridades inglesas, tendo solicitado informação bancária ao primeiro-ministro português. As autoridades inglesas querem saber se Sócrates terá "solicitado, recebido ou facilitado pagamentos” no âmbito do licenciamento do Freeport.Segundo a notícia da “Visão”, “a polícia britânica enviou, este mês, uma carta rogatória às autoridades portuguesas, na qual refere que José Sócrates é suspeito de ter ‘solicitado, recebido, ou facilitado pagamentos’ no âmbito do licenciamento do Freeport, em Alcochete”.
Já a Sábado, no seu site, avançou ontem que na edição de hoje vai trazer uma “investigação especial” sobre as suspeitas a Sócrates, afirmando que as autoridades inglesas pedem informação bancária sobre o primeiro-ministro numa carta rogatória.
A mesma revista adianta que a PJ apreendeu, na Smith&Pedro, o “email” enviado para o alegado domínio pessoal de Sócrates e que os investigadores procuram 2 milhões de euros e solicitaram a dois bancos portugueses dados sobre offshores do tio de Sócrates.
terça-feira, janeiro 20, 2009
eu gostei... e vocês?
sexta-feira, janeiro 09, 2009
SEM CALÇAS... atitudes


Uma viagem no metropolitano de Lisboa sem calças vestidas é a proposta para este sábado do mesmo grupo de cidadãos que organizou uma luta de almofadas na Alameda Afonso Henriques no dia 01 de Novembro.
"O objectivo das performances também é surpreender as pessoas e causar-lhes sorrisos, o que é pouco eficaz se forem informadas antes", disse um porta-voz do grupo ImprovLisboa à Lusa, salientando a dificuldade de explicar em que consiste este tipo de acções e que para perceber "é preciso participar".
A primeira "No Pants!" [sem calças], "missão pública realizada anualmente em várias cidades do mundo", decorreu no metro de Nova Iorque em 2002.
Para participar na iniciativa de sábado, basta aparecer "sem aviso nem inscrição", e o colectivo pede a quem não tenha intenção de tirar as calças para não comparecer.
No texto de divulgação da missão, os organizadores aconselham a que os participantes levem "cuecas ou boxers opacos".
"Nada de fios dentais: não tragas nada que mostre mais que um fato de banho. Viajar sem calças não é proibido, mas incomodar os passageiros com a nudez alheia é", referem.
É essencial também que os "agentes" tenham "capacidade de manter a compostura".
O ImprovLisboa "é um grupo que causa situações de caos e alegria no dia cinzento dos habitantes de Lisboa".
A luta de almofadas que juntou cerca de 200 pessoas na Alameda Afonso Henriques a 01 de Novembro do ano passado, foi a primeira missão do colectivo.
O grupo lisboeta funciona nos mesmos moldes do ImprovEverywhere, grupo norte-americano, sedeado em Nova Iorque, que desde Agosto de 2001 já executou "mais de 80 missões que envolveram centenas de agentes disfarçados", de acordo com a página na Internet do colectivo.
A encenação de um pedido de casamento no metro, uma sinfonia de toques de telemóvel numa livraria e a realização de um mini-musical na zona de restauração de um centro comercial foram algumas das missões já realizadas pelo grupo.
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terrorismo urbano
terça-feira, dezembro 30, 2008
quarta-feira, dezembro 17, 2008
sexta-feira, dezembro 12, 2008
Ao Ricardo Velez a minha singela homenagem
Homem de convições fortes, combativo, de presença marcante...
Se o Ricardo estava a mesa crescia de tom porque a sua voz de trovão fazia-se ouvir e as suas gargalhadas eram inconfundiveis...
De bom coração... emprestava, ajudava e participava... vivia rodeado da cor que faz a vida, presença calorosa em qualquer actividade...
É uma perda para todos os que tiveram o prazer de privar com ele...
Não havia meio termo para este homem... ou se amava ou se odiava porque era impossivél ser indiferente
Até um dia destes amigo RICARDO deixo os teus olhos azuis que um dia eu consegui convencer a pintar para fazer uma retrato diferente
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homenagem a um amigo,
Ricardo Velez
Ao RICARDO VELEZ - Pela mão do Daniel
Um homem forte como uma tempestade
Irrequieto, incapaz de conter o que carregava no peito,
de traços fortes com os quais fundamentou em nós a amizade que advém da convivência de quem troca três dedos de conversa, e quando damos por nós essa conversa...é amizade, é sinceridade. O Ricardo é assim.
Ricardo, Lisboa ama-te.
O Ricardo faleceu ontem,
a quem o conheceu,
quem com ele privou,
de máquina ao peito
no teatro,
nas tertúlias,
no dom da palavra,
nas conversas alongadas com um homem de voz forte,
um amante de Lisboa,
um apaixonado pelo palco e pela vida
viveu momentos de paixão, de bonança e nunca de indiferença.
Momentos genuínos,
fascinantes,
sinceros que trazem a saudade,
...ficam os olhos de um azul imenso, como o seu génio, como a sua bonança.
À Maria, sua amada filha, em nome do IRIS-movimento fotográfico as nossas condolências, a nossa saudade imensa em cada um.
Daniel
Irrequieto, incapaz de conter o que carregava no peito,
de traços fortes com os quais fundamentou em nós a amizade que advém da convivência de quem troca três dedos de conversa, e quando damos por nós essa conversa...é amizade, é sinceridade. O Ricardo é assim.
Ricardo, Lisboa ama-te.
O Ricardo faleceu ontem,
a quem o conheceu,
quem com ele privou,
de máquina ao peito
no teatro,
nas tertúlias,
no dom da palavra,
nas conversas alongadas com um homem de voz forte,
um amante de Lisboa,
um apaixonado pelo palco e pela vida
viveu momentos de paixão, de bonança e nunca de indiferença.
Momentos genuínos,
fascinantes,
sinceros que trazem a saudade,
...ficam os olhos de um azul imenso, como o seu génio, como a sua bonança.
À Maria, sua amada filha, em nome do IRIS-movimento fotográfico as nossas condolências, a nossa saudade imensa em cada um.
Daniel
segunda-feira, novembro 17, 2008
quarta-feira, novembro 05, 2008
Podia falar do OBAMA... podia falar do "magalhães, mas prefiro falar de coisas diferentes
segunda-feira, novembro 03, 2008
Coitadinhos os desgraçadinhos corre-lhes mal a vida...

Um dos motivos porque o Governo se tornou fiador até 20 mil milhões de Euros de transacções intra bancárias.... os de hoje vão estar como gestores da banca amanhã pois os de ontem... estão por lá hoje...
PARA QUE A PLEBE SAIBA:
PARA QUE A PLEBE SAIBA:
Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola
José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)
Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD
Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP
Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho', Saiu com 10 milhões de indemnização !!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer...)
António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)
Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD
José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES
João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.
Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação -
Agora - Vogal do CA do BES
Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte)
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.
etc etc etc...
O que é isto ?
cunha ?
gamanço ?
- Não, não é a América Latina, nem Angola. É Portugal no seu esplendor .
...e depois até querem que se declarem as prendas de casamento e o seu valor .
Já é tempo de parar!
Não te cales,
DENUNCIA!
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa
Agora - Presidente do BCP Angola
José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)
Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD
Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro
Agora - Vice-Presidente do BCP
Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho', Saiu com 10 milhões de indemnização !!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer...)
António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)
Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça
Agora - Vogal do CA da CGD
José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças
Agora - Administrador do BES
João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.
Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação -
Agora - Vogal do CA do BES
Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte)
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.
etc etc etc...
O que é isto ?
cunha ?
gamanço ?
- Não, não é a América Latina, nem Angola. É Portugal no seu esplendor .
...e depois até querem que se declarem as prendas de casamento e o seu valor .
Já é tempo de parar!
Não te cales,
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