sexta-feira, junho 30, 2006
quinta-feira, junho 29, 2006
SEXO ou secho como já vi alguém escrever

Lipstick / Dildos- Pheromone / The smell of sexhoje é dia 29 e como tal é um bom dia para falar de sexo...
porquê?
porque sim...
porque 2 + 9 são 11 e 1+1 são dois e dois é um número suficiente para o sexo...
além disso e na sequência dos códigos Da Vinci desta vida temos ainda que o 69 é a junção do 6 mais o 9 que por uma questão gráfica tomou uma linguagem sexual mas que apesar disso 6 + 9 é igual a 15 e 5+1 são seis o que perfaz o mês de Junho ...
ou seja 29 do 6, que pode ser 69 com 2 ou 2 em 96 se por acaso um está de mau humor...
quarta-feira, junho 28, 2006
segunda-feira, junho 26, 2006
GOLOooooooooooooooooooooooo...

Os nossos meninos portaram-se muito bem...
VIVA PORTUGAL
a foto é de autoria de João Azevedo e pode ser vista em www.olhares.com na categoria de Abstracto
sexta-feira, junho 23, 2006
Os deputados europeus... ou a viagem do caracol à França

As migrações podem ser temporárias, quando a população regressa ao seu biótopo de origem, ou permanentes, quando a população se instala indefinidamente no novo biótopo.
Migrações temporárias são conhecidas em muitas espécies de animais e podem ter periodicidades muito diferentes, desde as migrações diárias, normalmente verticais do plâncton na coluna de água (ver biologia marinha), anuais como as das andorinhas e de outras aves e de muitos animais terrestres, ou plurianuais como as das enguias e de outros peixes.
Em alguns casos, movem-se por falta de comida, geralmente causada pelo inverno. Pássaros sempre migram de lugares frios para quentes. A mais longa rota de migração conhecida é a da Gaivina do Ártico Sterna paradisaea, que migra do Ártico para o Antártico e retorna todo ano.
Baleias, borboletas, vespas e roedores também fazem migrações. A migração periódica dos gafanhotos é um grande fenômeno, retratado desde os tempos bíblicos.
"Uma vez por mês e durante alguns dias, o Parlamento Europeu transfere-se de Bruxelas para Strasbourg por inteiro, com todos os seus colaboradores e toda a sua documentação.
A única razão para este desperdício de 200 milhões de euros por ano deve-se à vontade da França.
Todos os países da União pagam a conta! Nós também!
Presentemente, um determinado número de membros do Parlamento Europeu, pertencentes a diferentes partidos e países, iniciaram uma acção que visa acabar com este desperdício. É necessário recolher um milhão de assinaturas para que este assunto possa ser inserido na agenda da Comissão Europeia.
Já se recolheram mais de 620 000 assinaturas, mas é preciso um milhão!
P.S.: não hesite em transmitir o conteúdo desta mensagem aos seus amigos, para provocarmos uma cadeia de bom senso
Informações mais detalhadas (para os desconfiados como eu) em http://www.europafederalisterna.se/oneseat/?view=about&lang=pt "
SERÁ QUE O PARLAMENTO EUROPEU TEM O SÍNDROMA DO GAFANHOTO OU SERÃO APENAS ANDORINHAS EM ÉPOCA DE ACASALAMENTO? E PARA QUE É QUE LEVAM A CASA ÀS COSTAS COMO O CARACOL?
Fonte: Ilustração original LTM97
eu quero..........
quarta-feira, junho 21, 2006
Pecado

Em bicos dos pés, quase deslizando em silêncio, caminha o pecado.
A mordaça que o envolve, não se reduz a fantasia erótica, nem a um atavio estudado, é o corpo que o estrutura e lhe mantém a existência.
Lado a lado convive com as virtudes, de mão dada, para não despertar suspeitas perpetuando no anonimato que tanto lhe convém.
Está nas vielas estreitas, nas ruas envoltas de escuridão, em quartos opacos de memória e amolecido de vontades que povoam a existência de cada um.
Esconde-se porque sabe ser proibido, nega o desejo porque não quer ser evitado e mantém-se incógnito em vidas públicas porque sorri apenas em privado.
O seu mundo embaciado esconde desditas nas dobras da vida, não há verdade que não conheça o pecado e não há pecado que não se estruture na insensatez do minuto na loucura do momento.
É faminto, catalisador extravagante de vontade ocultas, é fluído e flexível, insano e lascivo.
Cresce nas inocências talhadas de tabus teóricos. Anarquista e vicioso distorcendo a própria imagem qual água agitada por ventos em desnorte.
Complexo equilibrista inventa histórias de retórica suspeita para contornar indignidades e acalmar os escrúpulos. Fecundo na erosão corroí na imprudência as linhas rectas da integridade.
Pecado arrogante no falar, avarento no estar, invejoso e irado, preguiçoso e guloso rodeia-se de luxúria prenhe de desejo, sevicia realidades prometendo sigilo qual tartufo burlesco cativando comportamentos de complacências suspeitas.
Veste inocência fingido desconhecer as regras e inventado desculpas.
Pecado, filosofo de sentidos desafiando virtudes, mais desejado que odiado, finge aceitar pudores para viver na comunidade.
terça-feira, junho 20, 2006
sexta-feira, junho 16, 2006
ainda Paul Valéry
e a foto está.... http://www.kevinrolly.com/
Anne
Anne qui se mélange au drap pale et délaisse
Des cheveux endormis sur ses yeux mal ouverts
Mire ses bras lointains tournés avec mollesse
Sur la peau sans couleur du ventre découvert.
Elle vide, elle enfle d'ombre sa gorge lente,
Et comme un souvenir pressant ses propres chairs,
Une bouche brisée et pleine d'eau brûlante
Roule le goût immense et le reflet des mers.
Enfin désemparée et libre d'être fraîche,
La dormeuse déserte aux touffes de couleur
Flotte sur son lit blême, et d'une lèvre sèche,
Tête dans la ténebre un souffle amer de fleur.
Et sur le linge où l'aube insensible se plisse,
Tombe, d'un bras de glace effleuré de carmin,
Toute une main défaite et perdant le délice
A travers ses doigts nus dénoués de l'humain.
Au hasard! A jamais, dans le sommeil sans hommes
Pur des tristes éclairs de leurs embrassements,
Elle laisse rouler les grappes et les pommes
Puissantes, qui pendaient aux treilles d'ossements,
Qui riaient, dans leur ambre appelant les vendanges,
Et dont le nombre d'or de riches mouvements
Invoquait la vigueur et les gestes étranges
Anne
Anne qui se mélange au drap pale et délaisse
Des cheveux endormis sur ses yeux mal ouverts
Mire ses bras lointains tournés avec mollesse
Sur la peau sans couleur du ventre découvert.
Elle vide, elle enfle d'ombre sa gorge lente,
Et comme un souvenir pressant ses propres chairs,
Une bouche brisée et pleine d'eau brûlante
Roule le goût immense et le reflet des mers.
Enfin désemparée et libre d'être fraîche,
La dormeuse déserte aux touffes de couleur
Flotte sur son lit blême, et d'une lèvre sèche,
Tête dans la ténebre un souffle amer de fleur.
Et sur le linge où l'aube insensible se plisse,
Tombe, d'un bras de glace effleuré de carmin,
Toute une main défaite et perdant le délice
A travers ses doigts nus dénoués de l'humain.
Au hasard! A jamais, dans le sommeil sans hommes
Pur des tristes éclairs de leurs embrassements,
Elle laisse rouler les grappes et les pommes
Puissantes, qui pendaient aux treilles d'ossements,
Qui riaient, dans leur ambre appelant les vendanges,
Et dont le nombre d'or de riches mouvements
Invoquait la vigueur et les gestes étranges
Que pour tuer l'amour inventent les amants...
Paul Valéry
O Senhor Valéry... para o meu sobrinho Bernardo

"O senhor Valéry vestia sempre de negro. Ele explicava:
- Ao verem-me de preto julgam-me de luto e, por compaixão, não me enviam mais sofrimento.
E dizia ainda:
- Não se pode sofrer o dobro de muito. É essa, aliás, a única razão por que consigo ser feliz, em certos dias: o meu fato de luto engana-os. E é sempre boa a sensação de enganar os mais fortes - acrescentava, orgulhoso, o senhor Valéry, nunca se sabendo propriamente a quem se referia. O senhor Valéry, porém, insistia:
- É como uma reacção química."
... o melhor é comprar o livro "O Senhor Valéry" de Gonçalo M. Tavares, são divinais as histórias deste senhor, não esquecendo todos os outros livros desta série que dá pelo nome de BAIRRO
«O senhor Valéry é um conjunto de vinte e cinco micro-histórias protagonizadas por um senhor franzino e de pequena estatura que não gosta de ser posto em causa e é, no fundo, um solitário [...] Lemos este livro recordando Lewis Carroll e com a permanente impressão de estarmos a ser interpelados na nossa lógica de seres, por assim dizer, normais [...] Este Senhor Valéry traz-me à memória outros famosos senhores, como Un Certain Plume do grande Henri Michaux ou o senhor Këuner, de Bertolt Brecht. Mas sobretudo convoca o poeta francês Paul Valéry. [...] a obra de Gonçalo M. Tavares é um primoroso exercício de inteligência, de graça e de rigor de linguagem.»
José António Gomes, crítico literário
quinta-feira, junho 15, 2006
era uma vez...

o tempo tinha passado por ali de fugida e sem remorso...
não queria deixar marcas porque de marcas se faz história e não havia tempo para paragens na história.
Era uma vez...
estava escrito, é certo... mas ninguém sabia de verdade quando tinha sido a VEZ da vez e por isso a frase morria de anonimato temporal.
a história que vivia por ali em folhas numeradas, sentia que por não ter um tempo que fosse o tempo se perderia nas memórias dos que nunca a tinham lido e apenas escutado...
e de palavra e ouvido onde as páginas são salteadas ia perdendo conteúdo e vivia pensando que um dia deixaria de ter fazer sentido.
desencantada nos parágrafos, que se perdiam no passar da palavra, remoía corroída as perdas que lhe roubavam vida.
um dia percebeu que já não havia retorno, porque o tempo não volta atrás, e ela, era apenas e só uma lenda de que ninguém conhecia o início, mas, no entanto, desfeita de todos os adornos que faziam dela uma história de contar, era agora e para sempre uma tradição popular
de um pintor a um padre

Correndo um padre a sua paróquia no sábado santo, dando como é costume a água-benta pelas casas, foi parar à oficina de um pintor, onde ao espargir a água por cima de algumas pinturas, o pintor se virou para ele, um tanto irritado, perguntando porque fazia o espargimento sobre as pinturas. Então o padre disse-lhe que assim era costume, e que era seu dever fazê-lo, e que fazia bem, e que quem faz bem deve ter esperança em receber bem e melhor, que assim prometia Deus, e que por toda a coisa boa que se fazia na terra se teria lá em cima um cento.
Então o pintor, depois de esperar que ele saísse para a rua, foi à janela e lá do alto lançou um grande balde de água sobre o padre, dizendo:
- Eis que de cima te vem por cada coisa boa um cento, como disseste que aconteceria, quando me fizeste com a tua água santa que me estragou metade das pinturas.
(At., 119 r.a)
texto retirado do livro "BESTIÁRIO, FÁBULAS E OUTROS ESCRITOS" de Leonardo da Vinci
o homem não era deste mundo...
quinta-feira, junho 08, 2006
é hoje... é hoje...
segunda-feira, junho 05, 2006
palavras para que?
quinta-feira, junho 01, 2006
quarta-feira, maio 31, 2006
Histórias sem moral...num país anormal

REFORMADOS ACTIVOS - SOMOS OS MELHORES
Ao menos num capítulo ninguém nos bate, seja na Europa, nas
Américas ou na Oceânia: nas políticas sociais de integração e valorização dos reformados.
Aí estamos na vanguarda, mas muito na vanguarda. De acordo, aliás,
com estes novos tempos, em que a esperança de vida é maior e, portanto,
não devem ser postas na prateleira pessoas ainda com tanto a dar à sociedade.
Nos últimos tempos, quase não passa dia sem que haja
notícias animadoras a este respeito. E nós que não sabíamos!
Ora vejamos:
O nosso Presidente da República é um reformado;
O nosso mais "mortinho por ser" candidato a Presidente da República é um reformado;
O nosso ministro das Finanças é um reformado;
O nosso anterior ministro das Finanças já era um reformado;
O ministro das Obras Públicas é um reformado;
Gestores activíssimos como Mira Amaral (lembram-se?) são reformados;
O novo presidente da Galp, Murteira Nabo, é um reformado;
Entre os autarcas, "centenas, se não milhares" de reformados - garantiu-o o presidente da ANMP
O presidente do Governo Regional da Madeira é um reformado (entre muitas outras coisas que a decência não permite escrever aqui);
E assim por diante...
Digam lá qual é o país da Europa que dá tanto e tão bom emprego a reformados?
Que valoriza os seus quadros independentemente de já estarem a ganhar uma pensãozita?
Que combate a exclusão e valoriza a experiência dos mais (ou menos...) velhos?
Ao menos neste domínio, ninguém faz melhor que nós.
Ainda hão-de vir todos copiar este nosso tão generoso "Estado social"...
Joaquim Fidalgo
Jornalista
a frase do dia...

" É triste não ter amigos???
Ainda mais triste é não ter inimigos!!!
Porque, quem não tem inimigos,É sinal que não tem:
Nem talento que faça sombra,
Nem carácter que impressione,
Nem coragem para que o temam,
Nem honra contra qual murmurem,
Nem bens que lhe cobicem,
Nem coisa alguma que invejem..."
(Voltaire)
terça-feira, maio 30, 2006
Zaratustra ou Dioniso?

Neste momento... Dionisio, sem dúvida nenhuma - símbolo do mundo como vontade, como um deus artista, totalmente irresponsável, amoral e superior ao lógico
e num mundo onde tudo devia de ser posto em causa, mas poucos tem a coragem para o fazer... surge um filósofo
num planeta onde já não existe espaço para novas filosofias... que tal rever Nietzsche à luz de uma actualidade de desiluções constantes
"os homens não têm de fugir à vida como os pessimistas", diz Nietzsche, "mas, como alegres convivas de um banquete que desejam suas taças novamente cheias, dirão à vida: uma vez mais".
Mais uma imagem ...
"Sheptun 1" by Misha Gordin
mas como uma descoberta nunca vem só...

hoje descobri nas minhas andanças não só o Pedro Mexia como também o Misha Gordin, fotografo conceptual que aqui fica para os guardadores de imagens, para os coleccionadores de bons trabalhos...
http://www.bsimple.com/home.htm
entre no mundo de Gordin que sobre o seu trabalho escreve:
I remember life after the war.
Hiding in the ruins of the bombed buildings.
The man with no legs pushing his way on a tiny platform.
I remember playing alone.
I remember playing with the other children.
We did not have any toys.
We were making our own.
I remember the girl on the third floor.
She never played with us.
She was a ballerina.
I remember the stale smell of dark corridors.
I remember the drowned man exhausted from his last fight.
I remember faces that never smiled.
I remember my first day in school.
Hiding my face in the teachers lap and crying.
She let me go home.
I remember cold waters of the Baltic sea.
I remember sunsets and the silent silhouettes along the shoreline.
I remember the forest full of secrets.
I remember an unfinished painting and nobody around.
I remember the white aprons and the golden glow of fish in the baskets.
I remember the music teacher striking my fingers with a pencil.
I remember marching in a column.
I remember laying flowers to the monument of Lenin.
I remember my first glass of wine.
I remember the first girl I loved.
I remember my childhood.
Hiding in the ruins of the bombed buildings.
The man with no legs pushing his way on a tiny platform.
I remember playing alone.
I remember playing with the other children.
We did not have any toys.
We were making our own.
I remember the girl on the third floor.
She never played with us.
She was a ballerina.
I remember the stale smell of dark corridors.
I remember the drowned man exhausted from his last fight.
I remember faces that never smiled.
I remember my first day in school.
Hiding my face in the teachers lap and crying.
She let me go home.
I remember cold waters of the Baltic sea.
I remember sunsets and the silent silhouettes along the shoreline.
I remember the forest full of secrets.
I remember an unfinished painting and nobody around.
I remember the white aprons and the golden glow of fish in the baskets.
I remember the music teacher striking my fingers with a pencil.
I remember marching in a column.
I remember laying flowers to the monument of Lenin.
I remember my first glass of wine.
I remember the first girl I loved.
I remember my childhood.
hoje estou mais rica...
coisas que roubei no blog do Pedro Mexia...

todos os dias aprendemos algo e à dias que parece que algumas frases foram escritas a pensar em nós... e por isso se tornam importantes passar adiante...
é o caso do blog do Pedro Mexia http://estadocivil.blogspot.com/
"Há momentos em que a felicidade dos outros é como a comida indiana: desaconselhável a estômagos fracos"
"When you know how I feel I feel better"
(Silver Jews)
quarta-feira, maio 24, 2006
Conto de fadas para as mulheres do século XXI

Era uma vez... numa terra muito distante... uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima que se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas.
Então a rã pulou para seu colo e disse:
- Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há deme transformar de novo num belo príncipe, e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderiaspreparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e seríamos felizes para sempre...
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava... Nem morta!
terça-feira, maio 23, 2006
terça-feira, maio 16, 2006
chegaram as vacas
quinta-feira, maio 11, 2006
quarta-feira, maio 10, 2006
Porque gostei de tudo o que li... porque acho que os blogs também se fazem de leituras alheias
Não bastavam os pecados capitais
Os veniais
Os originais
E outros que tais
Tinham de inventar mais!
Não chegavam:
A avareza, a gula e a preguiça
A vaidade, a ira, a luxúria e a cobiça
Para levar os crentes ao purgatório
Tinham de juntar ao somatório
Ver TV, navegar na Internet
E ler os jornais!Porra!!!!
Não arranjam mais?
Um crente não dá um passo
Sem tropeçar num pecado
Um crente mal se distrai
E está logo tramado
E são tantos e tão variados
Pecados e penitencias
Que não ser pecador hoje em dia
Não é questão de fé, disciplina
Ou teologia
Mas arte, saber, erudição.
Não pecar é uma ciência!
Os novos pecados da Igreja Católica
Ler muito, ver televisão e navegar na Internet
posted by encandescente at 4/13/2006
Os veniais
Os originais
E outros que tais
Tinham de inventar mais!
Não chegavam:
A avareza, a gula e a preguiça
A vaidade, a ira, a luxúria e a cobiça
Para levar os crentes ao purgatório
Tinham de juntar ao somatório
Ver TV, navegar na Internet
E ler os jornais!Porra!!!!
Não arranjam mais?
Um crente não dá um passo
Sem tropeçar num pecado
Um crente mal se distrai
E está logo tramado
E são tantos e tão variados
Pecados e penitencias
Que não ser pecador hoje em dia
Não é questão de fé, disciplina
Ou teologia
Mas arte, saber, erudição.
Não pecar é uma ciência!
Os novos pecados da Igreja Católica
Ler muito, ver televisão e navegar na Internet
posted by encandescente at 4/13/2006
| Your Lucky Underwear is Yellow |
![]() Sometimes your drive for freedom hinders your quality of life. You find it impossible to do anything unpleasant.If you want to have responsibilities and still have fun, put on your yellow underpants. They'll help you make a party out of the most mundane tasks. |
What Color Is Your Lucky Underwear?
frase do dia
Nova exposição a não perder

O Presidente da Junta de Freguesia de S. João de Brito e a pintora Claire Fressynet, convidam V. Exª para a inauguração da Exposição de Pintura “vazios” dia 17 de Maio pelas 19.00 horas.
de 17 a 30 de Maio de 2006
Junta de Freguesia de S. João de Brito
R. Conde Arnoso, 5 – B -
1700 Lisboa
Telf.: 21 8428370 – Fax: 21 8428399
Junta de Freguesia de S. João de Brito
R. Conde Arnoso, 5 – B -
1700 Lisboa
Telf.: 21 8428370 – Fax: 21 8428399
quarta-feira, maio 03, 2006
Era uma vez... Exposição de Pintura de Ana Faria

Quem não se lembra dos "Queijinhos frescos" que brincavam aos clássicos pelas mãos de Ana Faria?
Foi uma época áurea da musica infanto-juvenil em que se brincava com a musica clássica e dando a conhecer aos mais novos Verdi e outro companheiros ...
Hoje Ana Faria pinta, e pinta da mesma forma como cantava - perfeccionista, melancólica mas colorida - e expõe...
De nada vale falar das emoções e das histórias por contar que cada quadro nos oferece porque cada pessoa é única e recebe informações que se prendem com as suas experiências, por isso o melhor e ver e descobrir esta faceta que Ana Faria tem mantido anónima embora tenha já vendido algumas dezenas de quadros.
São histórias para ver e imaginar.
de 3 a 16 de Maio de 2006
na JUNTA DE FREGUESIA DE S.JOÃO DE BRITO - LISBOA
quarta-feira, abril 26, 2006
des-encanto...

Em dias de densa neblina em que a natureza se confunde nas sombras de sonhos sem cor, caminho em passo demorado como que arrastando a vida nas terras de lama barrenta onde o sol não chega e o calor não penetra.
Paro por minutos porque me cansa ouvir o chapinhar ritmado de quem não tem destino, paro para ouvir os pingos de humidade que caiem lentamente procurando companhia de águas passadas, paro porque a natureza inquieta assim me obriga para contrariar essa vontade de correr na procura de abrigo silencioso onde aqueço a epiderme num abraço solitário.
Estou parada nas sombras do caminho onde advinho maravilhas na luz difusa que os braços da floresta deixa antever e respiro esse cheiro a molhado que só se sente nas manhãs de Outonos campestres.
Estou parada e deixo-me atravessar por sons inventados que percorrem histórias de encantar e onde os lobos não se escondem e as vidas não se medem em tempo decrescente.Ouço as sedas e os risos, os sussurros de conversas secretas que se esconderam nos troncos já mortos desta floresta de ramos entrelaçados.
Contam justiças e amores, desencontros e passados, contam no vento e nos assobios deslizantes que se esgueiram por entre os braços nus de madeira quase apodrecida.Queria pisar as folhas do fim de verão e ouvi o estalar dos dias passados, queria realizar os sons e personificar os segredos, queria saber como, quando e aonde, queria deslizar nas memórias guardadas dos anos que não passei aqui, queria descodificar os seres falantes com quem não cruzei caminho, queria traduzir as conversas de pássaros que não mudaram de caminho.
Sinto gelo nas entranhas que me diz que lá na frente vou encontrar todas as dúvidas em forma de maça vermelha riscada e apodrecida.
Sinto nos pés a paralisia de quem não sabe parar e pára porque não pode mais andar. Sinto nos dedos o formigueiro da curiosidade mal contida que suga em desespero imagens dispersas.
Chove cá dentro como lá for a, chove e eu não reconheço o som porque tudo são imagens estáticas que não consigo tocar. Aconchego-me na manta que insinua deslizar procurando solo firme e viro as costas ao tempo deixando para trás a friagem das certezas.
Anoitece e pesam silêncios que tal como eu apenas procuram o vermelho de um fogo esquecido
aqui... ao som do vento

Arrastada pelo vento levaste-me enrolada nas palavras sem eco onde o ser é apenas guardião de memórias que de tão apagadas se confundem com passados de glória esfumada.
Levada pelo vento deixei-me ir sem luta esperando na linha do horizonte o caminho que pensei existir. Virei a cabeça na inquietação da dúvida e fiz de conta que a corda da existência não era uma corda bamba mas um fio condutor onde a mente passa num salto a margem proibida dos desejos.
Arrastada pelo vento senti a roupa escorregar no aposto das ansiedades envergonhadas destapando vergonhas, expondo pudores.
Na ansiedade da busca encontrei as dúvidas da existência e rebolei de insanidade na escuridão dos que sempre estão sós.
Agarrada em ti procurei salvação sem saber que eras mais só que a solidão, que eras mais louco que a insanidade, que eras mais pobre que eu.
Despida de ti olhei no espelho que a água me ofereceu e senti Narciso devolvendo-me esse eu que julgava perdido.
Respirei de alívio, agradeci-te em silêncio e renovada pela luz que a madrugada devolve no acordar do dia seguinte caminhei em frente de passo firme e sem definir caminho.Agora estou aqui… amanhã será outro dia.
sábado, abril 15, 2006
quarta-feira, abril 05, 2006
sexta-feira, março 31, 2006
ainda bem que eu tenho alguns conhecimentos de outra línguas

O ratinho estava na toca, encurralado pelo gato, que, do lado de fora, miava:
- MIAU, MIAU, MIAU.
O tempo passava e ele ouvia:
- MIAU, MIAU, MIAU.
Depois de várias horas e já com muita fome o rato ouviu:
- AU! AU! AU!
Então deduziu: Se há cão lá fora, o gato foi embora.
Saiu disparado em busca de comida.
Nem saiu bem da toca o gato NHAC!Inconformado, já na boca do gato perguntou:
- Porra gato! Que merda é esta?
E o gato respondeu:
- Meu filho, neste mundo globalizado de hoje, quem não fala pelo menos dois idiomas morre à fome!
quinta-feira, março 23, 2006
Nós, eu sou assim também

...somos complicadas complexas, temos sempre demasiadas coisas na carteira, nunca raramente encontramos as chaves, temos demasiados sapatos, dizemos sempre que não temos nada que vestir com o armário cheio mais ou menos cheio, demoramos demasiado tempo a arranjar-nos, fazemos mil coisas ao mesmo tempo, passamos horas ao telefone, gostamos de cuscar q.b., achamos quase sempre que estamos gordinhas, vamos sempre com companhia à casa de banho, podemos chorar por tudo e por quase nada, nunca dizemos um “nada” que queira realmente dizer “nada” (resposta comum à pergunta “que tens?”), falamos [muitas vezes] demasiado, somos de luas...E não......não queríamos ser de outra maneira.
este texto é de autoria de: izzolda -Errortográfico
quarta-feira, março 22, 2006
Primavera

eu sei que está de chuva
eu sei que o tempo está cinzento
eu sei que ainda não apetece festejar a chegada dos dias mais longos e com mais sol
mas eu já festejei a Primavera, festejei no dia 21 e foi tal e qual como as abelhinhas, as flores , etc... e até vi passarinhos (cheia de medo da gripe das aves)... mas adorei
é bom estar feliz
segunda-feira, março 20, 2006
sexta-feira, março 17, 2006
Night Rituals
quinta-feira, março 16, 2006
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