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terça-feira, maio 19, 2009

Mário Crespo ... crónicas que ficaram na história



Os bons e os maus


JN 27.4.2009

Já há mais jornalistas a contas com a justiça por causa do Freeport do que houve acusados por causa da queda da ponte de Entre-os-Rios. Isto diz muito sobre a escala de valores de quem nos governa.

Chegar aos 35 anos do 25 de Abril com nove jornalistas processados por notícias ou comentários com que o Chefe do Governo não concorda é um péssimo sinal. O Primeiro-ministro chegou ao absurdo de tentar processar um operador de câmara mostrando que, mais do que tudo, o objectivo deste frenesim litigante é intimidar todos os que trabalham na comunicação social independentemente das suas funções, para que não toquem na matéria proibida. Mas pode haver indícios ainda piores. Se os processos contra jornalistas avançarem mais depressa do que as investigações do Freeport, a mensagem será muito clara. O Estado dá o sinal de que a suspeita de haver membros de um governo passíveis de serem corrompidos tem menos importância do que questões de forma referentes a notícias sobre graves indícios de corrupção. Se isso acontecer é a prova de que o Estado, através do governo, foi capturado por uma filosofia ditatorial com métodos de condicionamento da opinião pública mais eficazes do que a censura no Estado Novo porque actua sob um disfarce de respeito pelas liberdades essenciais. Não havendo legislação censória está a tentar estabelecer-se uma clara distinção entre "bons" e "maus" órgãos de informação com advertências de que os "maus" serão punidos com inclemência. O Primeiro-ministro, nas declarações que transmitiu na TV do Estado, fez isso clara e repetidamente. Pródigo em elogios ad hominem a quem não o critica, crucifica quem transmite notícias que lhe são adversas. Estabeleceu, por exemplo, a diferença entre "bons jornalistas", os que ignoram o Freeport, e os "maus jornalistas" ou mesmo apenas só "os maus", os que o têm noticiado. Porque esses "maus" não são sequer jornalistas disse, quando num exercício de absurdo negou ter processado jornalistas e estar a litigar apenas contra os obreiros dos produtos informativos "travestidos" que o estavam a difamar. E foi num crescendo ameaçador que, na TV do Estado, o Chefe do Governo admoestou urbi et orbi que, por mais gritantes que sejam as dúvidas que persistem, colocar-lhe questões sobre o Freeport é "insultuoso", rematando com um ameaçador "Não é assim que me vencem". Portanto, não estamos face a um processo de apuramento de verdade. Estamos face a um combate entre noticiadores e noticiado, com o noticiado arvorando as armas e o poder que julga ter, a vaticinar uma derrota humilhante e sofrida aos noticiadores.


Há um elemento que equivale a uma admissão de culpa do Primeiro-Ministro nas tentativas manipulatórias e de condicionamento brutal da opinião pública: a saída extemporânea de Fernanda Câncio de um painel fixo de debate na TVI sobre a actualidade nacional onde o Freeport tem sido discutido com saudável desassombro, apregoa a intolerância ao contraditório.

Assim, com uma intensa e pouco frequente combinação de arrogância, inabilidade e impreparação, com uma chuva de processos, o Primeiro Ministro do décimo sétimo governo constitucional fica indelevelmente colado à imagem da censura em Portugal, 35 anos depois de ela ter sido abolida no 25 de Abril.

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

FAÇAMOS DE CONTA - Crónica de Mário Crespo


" Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos."
Mário Crespo

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Afinal quem decide as taxas da EURIBOR é o nosso Governo...


Porque os sonhos de cada um em relação á politica - Esquerda/Direita - os impede de ver claramente, porque muitas vezes só ouvimos o que queremos, os políticos continuam brincando com o povo como os gatos brincam com as moscas...

ASSIM O NOSSO AMIGO sócrates ATREVE-SE A DIZER NUM COMÍCIO EM ÉVORA

"as garantias que demos aos bancos não foram para ajudar os banqueiros mas para garantir que os bancos tinham dinheiro para emprestar às pessoas e às empresas"... "foi essa estabilização que permitiu que a taxa Euribor descesse e que este mês os portugueses paguem menos pela prestação da casa"

E O POVO DIZ QUE SIM COM A CABEÇA ESQUECENDO-SE QUE A DECISÃO DE BAIXAR A TAXA EURIBOR PERTENCE AO BANCO CENTRAL EUROPEU

terça-feira, fevereiro 10, 2009

A CABALA... E O GOVERNO


AFINAL É APENAS UM PROBLEMA RELIGIOSO


A Cabala é uma das correntes místicas do judaísmo que começou a influir na tradição esotérica ocidental à partir do século XVI. O termo Cabala, tem sua origem na palavra hebréia KABBALAH (pronuncia-se Cabalá e significa Tradição), deriva da raiz LEKABEL, que significa literalmente "receber".

A Cabala é considerada a Ciência Sagrada dos Números.

A origem da Cabala se perde na noite dos séculos, alí onde se gestou o Universo, no ventre de Maha Kundalini, A Grande Mãe Cósmica. A data exata de sua origem é desconhecida. Consta da tradição mística dos cabalístas, que Deus teria ensinado a Cabala a um gupo seleto de anjos, que teriam ministrado tais ensinamentos à Adão, que os transmitiu à Noé, este teria migrado para o Egito, onde os Hierofantes absorveram esse conhecimento e o introduziram em seus sistemas filosóficos. Moisés teria sido inciado na "Cabala Sagrada" durante o período em que viveu entre os egípcios e, posteriormente teria difundido esse conhecimento entre o Povo Hebreu.

Alguns cabalistas afirmam que, de acordo com as escrituras, o primeiro cabalista, foi Abraão (ESTÁS FEITO... O SÓCRATES JÁ TE TOPOU). O Patriarca Hebreu teria recebido diretamente de Deus a revelação dos mais elevados mistérios e maravilhas da criação do universo e da existência humana. Inspirado nessa revelação, elaborou o primeiro trabalho sobre a Cabala, que explica os 32 caminhos da sabedoria utilizados no processo da Criação, o "Sefer Yetzirah" ou o "Livro da Criação". Abraão teria transmitido oralmente aos seus descendentes todo o conhecimento que adquiriu e o método que utilizou para aprender a Cabala e esta tradição seria mantida durante séculos até Moisés.

Sete gerações depois de Abraão, no Monte Sinai, Moisés teria registrado tais "Mistérios" nas "Tábuas da Lei" ou os "Dez Mandamentos". Além disso, teria estabelecido os princípios dessa doutrina sagrada nos quatro primeiros livros da Torah (pronuncia-se Torá): Bereshit (Gênesis), Shemot (Êxodo) Vayicrá (Levítico) e Bamidbar (Números), mas não no Devarim (Deuteronômio). Esses cinco livros (pentateuco) compõem a Torah, que pode ser interpretada em duas dimensões distintas: a exotérica (pública), que nós conhecemos, como o corpo de leis que expressam as vontades de Deus, e a esotérica (secreta), com a compreensão dos segredos da criação. Durante muitos anos, a Cabala ficou restrita a um pequeno grupo de eruditos, que estudavam a Torah de dia e a Cabala após a meia-noite, conforme nos revela o Rei David, no Salmo 119: 62. "À meia noite me levantarei para Te louvar, pelos teus justos juizos".

Outras fontes citam os tratados do Rabino Simen Ben Jochai, que foram compilados por seu filho o Rabino Eleazar. A partir desses escritos, surgiu o "Zohar", ou "O Livro do Esplendor" . O Zohar explica que o desenvolvimento humano ocorre em 6000 anos, durante este tempo as almas seguem um contínuo processo de desenvolvimento, a cada geração. No fim do processo, todas as almas alcançam a posição chamada (Tikun) o fim da correção, o mais alto nível de espiritualidade e completude. Somente no século XIII é que estes textos, complementados por Moisés de Leon, vieram à luz e foram publicados na Espanha por volta de 1285. O "Zohar", o "Sefer Yetzirah" , juntamente com a "Torah", são os mais importantes textos da Cabala.

MAIS UMA DAQUELES ENTREVISTAS SOBRE A TAL DA CABALA... OU MANIA DA PERSEGUIÇÃO


em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates"
10.02.2009 - 11h29 PÚBLICO
O ministro dos Assuntos Parlamentares indica que “está em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates” numa entrevista hoje publicada no “Jornal de Notícias”. Augusto Santos Silva aproveitou igualmente para nomear as várias “campanhas” dos últimos anos contra o PS: “A cabala da Casa Pia em 2003, a campanha negra de 2005 e os poderes ocultos de 2009”.Tal como o primeiro-ministro, Augusto Santos Silva (que resolveu agarrar esta oportunidade para mostrar que é um bom cão de fila) considera que está a decorrer actualmente, com o caso Freeport, uma “campanha negra” contra Sócrates e contra o PS – que indicou ser “um assunto de Estado” – e que é um “conjunto organizado e sequencial no tempo de fugas de informação e violações do segredo de Justiça que têm por objectivo criar uma nova operação de suspeição em redor do primeiro-ministro”. “Está em curso uma tentativa de assassinato político e moral de José Sócrates”, opinou.
Na sua opinião (dele), o Partido Socialista tem sido, nos últimos anos, um alvo preferencial de campanhas e cabalas: “Isto está sempre a acontecer ao PS (são como os americanos... tudo lhes acontece). A cabala da Casa Pia em 2003 (conseguiram livrar o Paulo Pedroso e esconder o Ferro Rodrigues em Paris... mas era tudo mentira), a campanha negra de 2005 (esta não sei qual é... será a do cursinho do sr.sócrates que não consegue provar o curso que tem?)e os poderes ocultos de 2009”. “Já assisti, em 2003 e 2004, a uma tentativa de decapitação do PS (foi assim que surgiu a lenda do cavaleiro sem cabeça) e essa tentativa frustrou-se; o PS ganhou as eleições europeias de 2004 e ganhou as eleições legislativas de 2005”, disse.“Em 2003, apurou-se uma parte importante da verdade: aqueles que foram crucificados na praça pública não tinham absolutamente nada a ver com os crimes infames de que foram acusados. Sabemos o que aconteceu em 2005 porque o caso foi julgado. Em 2009, a procuradora Cândida Almeida já afirmou que solicitou uma investigação”, acrescentou o ministro, recordando que “O MP já disse que o primeiro-ministro não é suspeito, nem está sob investigação”.
O Freeport e os “poderes ocultos”
O ministro dos Assuntos Parlamentares indicou, sobre o caso Freeport, que as notícias que vieram a público logo em 2005 e que levantaram suspeitas sobre a actuação do primeiro-ministro e do PS foram orquestradas por inimigos políticos: “Sabemos agora as condições em que foram fabricadas as denúncias supostamente anónimas que levaram a que fosse produzido um documento que, violando o segredo de Justiça, foi publicado em ‘O Independente’ dois dias antes das eleições de 2005. Sabemos quem são as pessoas associadas a essa operação política e que foram e são adversários políticos do PS”.
Questionado sobre a identidade dos responsáveis pela actual “campanha negra” contra José Sócrates, Augusto Santos Silva disse não saber responder a essa pergunta, preferindo usar a expressão “poderes ocultos”. “[O PS ] não tem poderes para dar ordens ao Ministério Público e à Polícia Judiciária [para combaterem esses ‘poderes ocultos’] e deve respeitar a autonomia dessas autoridades”, acrescentou, indicando que nem sempre o PS é o alvo dessas cabalas, relembrando as buscas em directo nas televisões ao escritório do social-democrata Luís Nobre Guedes.
“Nenhuma democracia pode aceitar que se desenvolvam campanhas negras tomando como alvo os principais responsáveis do país”, indicou ainda.
A “maioria está ao alcance” (infelizmente o povo é de memoria curta e lerdo de escolhas)
Acerca das eleições legislativas, que ocorrerão este ano, Augusto Santos Silva mostrou algum optimismo: “Os indicadores demonstram, há meses, que o PS está consistentemente na fronteira dos 40 por cento. A maioria está ao alcance”. “Não vejo outra maneira de garantir a estabilidade política de que o país precisa do que a renovação da maioria do PS”, sublinhou.
Questionado acerca da possibilidade de uma coligação pós-eleitoral caso o PS não obtenha a maioria, o ministro respondeu que “não existe a figura do amuo quando o povo não satisfaz as pretensões dos partidos”. “Primeiro: queremos renovar a maioria. Segundo: aceitaremos qualquer resultado do eleitorado”, acrescentou.
Acerca da calendarização eleitoral, o ministro esclareceu que “as eleições locais e as eleições nacionais não devem realizar-se no mesmo dia”.
Questionado sobre a possibilidade de surgimento de um novo partido que reúna o BE, sindicalistas ex-PCP e os votos de Alegre no PS, o ministro admitiu que isso “seria um factor de preocupação para a estabilidade política em Portugal”, mas acrescentou que “esse cenário não se coloca”.
“Malhar” é forte
Sobre as suas recentes declarações em que assumiu gostar de “malhar” na direita, o ministro esclareceu que “a expressão ‘malhar’ é forte”, mas que ela foi “usada em sentido figurado e num determinado contexto de debate político”. “Eu usei o verbo ‘malhar’ no sentido de bater no cereal para debulhar e debulhar significa libertar o grão das impurezas para depois fabricar o pão. Se calhar não devia aplicar o verbo ‘malhar’ à actual liderança da Direita ou aos partidos que se gostam de dizer à esquerda do PS porque não se percebe que grão pode sair dali para alimentar os portugueses”.
Governo não hesitará em nacionalizar
Acerca da nacionalização do BPN, Augusto Santos Silva indicou que o Governo não hesitará em voltar a fazer o mesmo numa situação semelhante: “A nacionalização do BPN foi uma situação limite para resolver de imediato um problema de risco de cessação de pagamentos, risco dos depositantes verem as suas poupanças em perigo e risco de contaminação para todo o sistema financeiro. Se houver circunstâncias semelhantes, estou certo de que o Governo não hesitará em responder com os instrumentos legais que estão ao seu dispor. Nenhum governo poderá afirmar que não usará o instrumento da nacionalização”.

Tudo o que se encontra a verde entre parênteses é de minha autoria que não quero ser confundida com este senhor

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

AS FORÇAS OCULTAS


FRASES SOLTAS...

"a direcção do jornal sofreu pressões de um alto responsável do PS para não continuar a publicar notícias sobre o Freeport" (o jornal é o SOL e´foi extraido da Sábado)
"Disse-me que tudo dependia do que viéssemos a publicar nessa edição". E se não publicassem nada a situação financeira do jornal ficaria resolvida nesse fim-de-semana...
A ameaça, garante, passaria por "estrangular financeiramente o jornal"

porque será que tudo isto me faz lembrar a MAFIA... a este tipo de acção não se costuma dar o nome de CHANTAGEM?

Dois dos principais responsáveis da EUROJUST foram colegas de governo de José Sócrates... (estranho, muito estranho)

Cândida Almeida diz que o tio de Sócrates é suspeito de ter "recebido dinheiro" e o primo está localizado, masa não se pode dizer onde "se não ele foge"... (FOGE... bom isto dito por parte de uma procuradora é algo caricato).. mas afinal ele não está na China a estudar? Ou a fazer meditação... ou a passear...

"Sete anos depois [da aprovação do projecto], ainda não se sabe o que se passou, a investigação não foi suficiente e a licenciação não respeitou todas as regras e é evidente que isso fragiliza", respondeu Louçã, referindo-se ao facto da alteração à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo (ZPET) ter sido decidida três dias antes das eleições legislativas de 2002 através de um decreto-lei, quando existia "um Governo de gestão".
"Essa decisão fragiliza quem a tomou. Nas vésperas de eleições não se tomam decisões destas", rematou.
Como tal, Francisco Louçã propôs três soluções para "problemas suscitados pelo caso Freeport": a limitação de decisões de "governos de gestão", "acabar com a facilitação" na atribuição de licenças aos Projectos de Interesse Nacional (PIN's) e "tornar obrigatório o registo de todas as operações de qualquer banco", de forma a acabar com os 'off-shores'.
"O país tem vindo a ser surpreendido pelo facto de governos de gestão tomarem decisões de grande importância pelas suas implicações financeiras e políticas, como aconteceu no governo PSD/CDS-PP com o Pavilhão do Futuro para o Casino de Lisboa e com o caso Freeport. O primeiro-ministro aceita ou não que governos de gestão que estão limitados nos seus poderes possam tomar decisões destas?", interrogou o líder do Bloco de Esquerda.
Para Francisco Louçã, o caso Freeport "provou mais uma vez que sempre que há alegação de influências, de tráfico de influências ou de corrupção" são encontrados 'off-shores' "debaixo do tapete".

Que estranho e agora estão tão preocupados com as eleições... umas vezes os anos eleitorais servem para aprovar coisas a correr noutros os anos de eleições já criam entraves á divulgação de notícias... 2 pesos e 2 medidas

terça-feira, fevereiro 03, 2009

SEM COMENTÁRIOS...


AFINAL É NO QUE TODOS ESTAMOS A PENSAR...

quinta-feira, janeiro 29, 2009

vamos ás compras que o Sócrates paga...


Caso Freeport
Polícia britânica tem um DVD que compromete Sócrates

A notícia sobre as investigações das autoridades britânicas sobre o caso Freeport e que alegadamente envolvem o primeiro-ministro, José Sócrates, estão hoje na maioria dos jornais portugueses. Os jornais revelam que as autoridades inglesas têm uma gravação onde Charles Smith diz ter distribuído luvas por várias pessoas, entre as quais Sócrates.
A notícia sobre as investigações das autoridades britânicas sobre o caso Freeport e que alegadamente envolvem o primeiro-ministro, José Sócrates, estão hoje na maioria dos jornais portugueses. Os jornais revelam que as autoridades inglesas têm uma gravação onde Charles Smith diz ter distribuído “luvas” por várias pessoas, entre as quais Sócrates.
O “Diário de Notícias” revela hoje que José Sócrates consta de uma lista de suspeitos enviada pela polícia inglesa. O único indício apresentado ao Ministério Público português é uma conversa em que Charles Smith, um intermediário, afirma ter feito pagamentos a José Sócrates. O “Jornal de Notícias” adianta que existe uma carta, de Charles Smith, onde consta que Sócrates e mais 11 pessoas terão recebido “luvas” no caso Freeport. O jornal revela que Charles Smith terá tentado justificar o paradeiro de quatro milhões de euros gastos a mais com o empreendimento.
O “JN” adianta que Charles Smith, um dos sócios da empresa "Smith & Pedro", chegou a citar - em conversa gravada presencialmente por um emissário do Freeport de Inglaterra, que pretendia saber o destino de quatro milhões de euros -, os nomes do tio e primo de Sócrates, um secretário de Estado, responsáveis do Instituto para a Conservação da Natureza, autarcas e inclusivamente a secretária do então ministro do Ambiente.
O “Correio da Manhã” cita uma carta rogatória enviada pelas autoridades inglesas às portuguesas onde Sócrates surge como suspeito de ter “facilitado, pedido ou recebido” o pagamento de subornos no valor de cinco milhões de libras (oito milhões de euros) para a legalização do Freeport (Alcochete). Segundo o mesmo jornal diz que autoridades de Londres requerem a verificação dos movimentos bancários de Sócrates durante o período em investigação. Os britânicos dizem que detectaram um encontro, a 17 de Janeiro de 2002, entre Sócrates, que titulava a pasta do Ambiente, com Charles Smith, Manuel Pedro e Sean Collidge. Nessa altura, segundo os investigadores britânicos, terá sido discutido o pagamento de ‘luvas’.
Este é o tema das manchetes das revistas “Visão” e “Sábado”, que revelaram ainda ontem, que o primeiro-ministro José Sócrates é considerado suspeito pelas autoridades inglesas, tendo solicitado informação bancária ao primeiro-ministro português. As autoridades inglesas querem saber se Sócrates terá "solicitado, recebido ou facilitado pagamentos” no âmbito do licenciamento do Freeport.Segundo a notícia da “Visão”, “a polícia britânica enviou, este mês, uma carta rogatória às autoridades portuguesas, na qual refere que José Sócrates é suspeito de ter ‘solicitado, recebido, ou facilitado pagamentos’ no âmbito do licenciamento do Freeport, em Alcochete”.
Já a Sábado, no seu site, avançou ontem que na edição de hoje vai trazer uma “investigação especial” sobre as suspeitas a Sócrates, afirmando que as autoridades inglesas pedem informação bancária sobre o primeiro-ministro numa carta rogatória.
A mesma revista adianta que a PJ apreendeu, na Smith&Pedro, o “email” enviado para o alegado domínio pessoal de Sócrates e que os investigadores procuram 2 milhões de euros e solicitaram a dois bancos portugueses dados sobre offshores do tio de Sócrates.

quarta-feira, outubro 08, 2008

assim vai o país... e ele ainda ri


- Portugal tem o terceiro preço da gasolina mais caro da Europa e o décimo no gasóleo, ambos acima da média da União Europeia... nós somos os maiores

- Um polícia que tenha um acidente com um automóvel da PSP no cumprimento do seu serviço poderá ser obrigado a pagar os danos das viaturas envolvidas e na via pública, ao abrigo do Regime de Responsabilidade Civil Extracontratual do Estado e Demais Entidades Públicas... por isso é que não á perseguições policiáis em Portugal... só na Fox Crime

- Advogada Vera Sampaio (terminou o curso com média de 10 val) com uma carreira de 'dezenas de anos e larga experiência' foi contratada como assessora pelo membro do Governo, Senhor Doutor Manuel Pedro Cunha daSilva Pereira, distinto Ministro da Presidência.... e o irmão é consultor da Portugal Telecom... será que o pai das criaturas teve alguma coisa a ver com isto?

- A Bolsa de Lisboa sofreu ontem a maior queda numa só sessão (9,86 por cento) desde a criação do índice PSI 20, em 1993.

- O Governo delegou no Banco de Portugal (BdP) a responsabilidade de conceber um plano de emergência para acudir às instituições financeiras que sejam atingidas pela crise financeira... e quando tem muitos lucros como é que é?

sexta-feira, junho 06, 2008

4 F's no país dos 3 F's... Fado, Fátima e Futebol




Está na hora do Governo se ir embora




Porque será que o senhor Sócrates me faz lembrar o senhor Cavaco? Será pela falta de humildade ou será pela arrogância de quem não sabe onde se agarrar?


Lamento que os nossos pescadores não tivessem continuado a bater o pé com a greve mas percebo que não é fácil estar parado com as contas para pagar.


Na França são os camionistas que avançam com um bloqueio, na Inglaterra são os motars, na Índia sucedem-se as greves e os protestos, em Madrid são os taxistas e em Portugal há muitos, muitos anos que não me lembro de uma manifestação como esta... não falo das imagens televisivas... falo das imagens que vi de um 11º andar na Rua Castilho e dos mais de 20 autocarros que faziam fila para estacionar por volta das 15 horas... o senhor Sócrates diz "o governo não cede a manifestações..." o Cavaco também disse o mesmo e foi o fim da carreira do seu governo que acabou mergulhado num TABU que afinal não era o perfume espanhol dos anos 60...


O senhor Portas até disse umas coisas, mas escolheu mal o dia porque as atenções estavam viradas para outro lado... e quando se questionou o aumento dos juros o senhor Sócrates esboçou um sorriso, deve ter a casa dele paga a pronto.


A Galp vai baixar meio cêntimo e os portugueses continuam em Portugal. Os bilhetes para a Madonna estão quase esgotados, 75 mil... e os sindicalistas socialistas zangam-se no meio de uma manifestação. Em Alfama já cheira a sardinhas e faltam 6 dias para as marchas tomarem o lugar da manifestação na Avenida da Liberdade... país de fado e de futebol...
Portugal joga no sábado...

quarta-feira, maio 28, 2008

As coisas que o homem diz por despeito... e por burrice


Este texto foi-me enviado por uma amiga, mas como subscrevo inteiramente as palavras dela resolvi postar porque só com a contribuição de cada um é que talvez se consiga abrir os olhos aos que não veem ou não querem ver


"Não que eu seja "fã" do Louçã, mas de facto isto espelha bem a arrogância do Primeiro Ministro


Prova evidente de que a estupidez é, e será sempre, arrogante!

O Primeiro-ministro José Sócrates num momento de alucinação dirigindo-se a Francisco Louçã disse: " Você não tem idade nem curriculum ...".
Uma boa piada, diz o jornalista do Portugal Diário!

Eu fui à Internet verificar o curriculum e não resisto a publicar:
Actividade política:
*Louçã, nasceu em 12 de Novembro de 1956. Participou na luta contra a Ditadura e a Guerra no movimento estudantil dos anos setenta, foi preso em Dezembro de 1972 com apenas 16 anos e libertado de Caxias sob caução, aderindo à LCI/PSR em 1972 e em 1999 fundou o Bloco de Esquerda. Foi eleito deputado em 1999 e reeleito em 2002 e 2005. É membro das comissões de economia e finanças e antes comissão de liberdades, direitos e garantias. Foi candidato presidencial em 2006.
Actividades académicas:
Frequentou a escola em Lisboa no Liceu Padre António Vieira (prémio Sagres para os melhores alunos do país), o Instituto Superior de Economia (prémio Banco de Portugal para o melhor aluno de economia), onde ainda fez o mestrado (prémio JNICT para o melhor aluno) e onde concluiu o doutoramento em 1996.
Em 1999 fez as provas de agregação (aprovação por unanimidade) e em 2004 venceu o concurso para Professor Associado, ainda por unanimidade do júri. É professor no ISEG ( Universidade Técnica de Lisboa), onde tem continuado a dar aulas e onde preside a um dos centros de investigação científica (Unidade de Estudos sobre a Complexidade na Economia).
Recebeu em 1999 o prémio da History of Economics Association para o melhor artigo publicado em revista científica internacional. É membro da American Association of Economists e de outras associações internacionais, tendo tido posições de direcção em algumas; membro do conselho editorial de revistas científicas em Inglaterra, Brasil e Portugal; "referee" para algumas das principais revistas científicas internacionais (American Economic Review, Economic Journal, Journal of Economic Literature, Cambridge Journal of Economics, Metroeconomica, History of Political Economy, Journal of Evolutionary Economics, etc.).
Foi professor visitante na Universidade de Utrecht e apresentou conferências nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Grécia, Brasil, Venezuela, Noruega, Alemanha, Suíça, Polónia, Holanda, Dinamarca, Espanha.
Publicou artigos em revistas internacionais de referência em economia e física teórica e é um dos economistas portugueses com mais livros e artigos publicados (traduções em inglês, francês, alemão, italiano, russo, turco, espanhol, japonês).
Em 2005, foi convidado pelo Banco Mundial para participar com quatro outros economistas, incluindo um Prémio Nobel, numa conferência científica em Pequim, foi desconvidado por pressão directa do governo chinês alegando razões políticas.
Terminou em Agosto um livro sobre "The Years of High Econometrics" que será publicado brevemente nos EUA e em Inglaterra.
Obras publicadas:
Ensaios políticos
Ensaio para uma Revolução (1984, Edição CM)
Herança Tricolor (1989, Edição Cotovia)
A Maldição de Midas – A Cultura do Capitalismo Tardio (1994, Edição Cotovia)
A Guerra Infinita, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2003)
A Globalização Armada – As Aventuras de George W. Bush na Babilónia, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2004)
Ensaio Geral – Passado e Futuro do 25 de Abril, co-editor com Fernando Rosas (Edições D. Quixote, 2004)
Livros de Economia
Turbulence in Economics (edição Edward Elgar, Inglaterra e EUA, 1997), traduzido como Turbulência na Economia (edição Afrontamento, 1997)
The Foundations of Long Wave Theory, com Jan Reinjders, da Universidade de Utrecht (edição Elgar, 1999), dois volumes
Perspectives on Complexity in Economics, editor, 1999 (Lisboa: UECE-ISEG)
Is Economics an Evolutionary Science?, com Mark Perlman, Universidade de Pittsburgh (edição Elgar, 2000)
Coisas da Mecânica Misteriosa (Afrontamento, 1999)
Introdução à Macroeconomia, com João Ferreira do Amaral, G. Caetano, S. Santos, Mº C. Ferreira, E. Fontainha (Escolar Editora, 2002)
As Time Goes By, com Chris Freeman (2001 e 2002, Oxford University Press, Inglaterra e EUA); já traduzido para português (Ciclos e Crises no Capitalismo Global - Das revoluções industriais à revolução da informação, edições Afrontamento, 2004) e chinês (Edições Universitárias de Pequim, 2005)
* Fonte Wikipédia

Sobre Sócrates, sabe-se que é engenheiro civil tirado na Universidade Independente, ainda sob suspeita de ilegalidades. Que assinava como Engenheiro quando era Engenheiro-Técnico. Que elaborou ou pelo menos assinou uns projectos de habitação caricatos. Que a sua actividade política se deu com o 25 de Abril na JSD/PSD e depois no PS como deputado e como governante. Do seu curriculum sabe-se ainda (embora ele o desconhecesse) que teve uma incursão fugaz como empresário-sócio de uma empresa de venda de combustíveis.
Quanto a curriculuns estamos conversados!
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Quanto à idade o Jose Socrates nasceu em 6 de Setembro de 1957, numa pobre, apagada e minúscula vila de Alijó, portanto é cerca de um ano mais novo... Isto diz tudo quanto à sua coerência e rigor analítico.....e é por isso podemos esperar MUITO deste pigmeu!!

terça-feira, maio 13, 2008

O Triunfo dos Porcos... continua


há leis que só se fizeram para alguns, há 8 anos fui a NY e já então era proibido fumar e a viagem era de 10 horas e garanto ninguém morreu, nessa altura a lei ainda só se aplicava aos voos para os EUA, mais tarde foi alargada para todos os voos e muito antes do senhor Sócrates deitar cá para fora a lei anti-tabaco, estranho que ele não tenha dado por isso. E eu não sou fumadora mas acho isto um atentado à moral... há multas internacionais para quem fuma durante um voo e com direito a prisão... pena que o mundo esteja cheio de cobardes


Sócrates e Pinho violaram proibição de fumar a bordo do voo de Lisboa para Caracas

O primeiro-ministro, José Sócrates, o ministro da Economia e Inovação, Manuel Pinho, e vários membros do gabinete do chefe do Governo violaram a proibição de fumar no voo fretado da TAP que ligou Portugal e Venezula e que chegou às cinco horas da manhã de ontem a Caracas (hora de Lisboa, 23h30 na capital venezuelana). O assunto foi muito comentado durante o voo por membros da comitiva empresarial que acompanha Sócrates e causou incómodo a algum pessoal de bordo.O supervisor do voo, a segunda autoridade a bordo logo após o comandante, disse não ter dúvidas de que era proibido fumar a bordo e, embaraçado, falou em “situações de excepção”. Um assessor do primeiro-ministro disse que “é costume” e que as pessoas [que iam a bordo] “não se importaram”.O Airbus A 330 da TAP saiu de Lisboa às 21h00 de segunda-feira. O filme de segurança foi claro a explicar que aquele era um voo de não-fumadores, as luzes de proibição de fumar mantiveram-se acesas durante todo o percurso de oito horas e no folheto de segurança era também claro e explicado em letras garrafais a proibição.

Pelas 23h00, servida a refeição, alguns membros do gabinete do primeiro-ministro, que seguiam na traseira do avião, onde estavam também os jornalistas, começaram a dirigir-se para a frente da aeronave com maços de tabaco na mão. Falavam entre si no facto de “já se poder fumar”.

O local escolhido era a zona de serviço de pessoal de bordo, na parte da frente do avião que dividia a classe executiva, onde seguia o primeiro-ministro, os ministros e os secretários de Estado, da classe económica. Uma cortina junto à porta de emergência escondia os fumadores dos restantes passageiros. No local o cheiro a fumo era intenso. Um membro do pessoal de bordo aconselhava os fumadores a levarem copos com água para apagar os cigarros.

Atrás das cortinas

Embora escondidos atrás da cortina, os empresários que seguiam mais à frente podiam ver tudo. Pelas 23h30 foi a vez do próprio primeiro-ministro se esconder atrás da cortina e acender um cigarro. Voltaria lá mais uma vez, como o PÚBLICO pode ver, cerca de meia hora mais tarde. Entre alguns dos empresários ouvia-se em surdina frases de espanto e de critica. “O primeiro-ministro que restrigiu e bem o fumo em Portugal devia dar o exemplo. Isto é uma pouca vergonha”, disse ao PÚBLICO, ao abrigo do anonimato, um dos empresários que se mostrava mais agastado com a situação, explicando que estava ali “para tentar fazer negócios e não arranjar problemas” ( mais um com medo de falar).

Com o avançar da noite as coisas acalmaram junto à “zona de fumo”. Pelas duas da madrugada o primeiro-ministro, membros do seu "staff" e alguns empresários reuniram-se em conversa junto à “zona” fumo, apesar de nesse momento e durante cerca de uma hora estarem acesas as luzes de obrigatoriedade de os passageiros se encontarem sentados e com os cinto de segurança apertados. Nessa altura, alguns já nem se escondiam atrás da cortina para fumar. Pelas 3h05 o próprio primeiro-ministro, que nesse momento falava com alguns gestores da industria farmacêutica, acendeu um cigarro à frente de todos, desta vez também sem se esconder atrás da cortina.

João Raio, supervisor do voo TAP, contactado pelo PÚBLICO ainda durante o voo, começou por dizer que aquele era “um voo fretado” (quer dizer que se eu alugar um restaurante posso definir se os convidados podem ou não fumar?) e que “às vezes” aquelas situaçõs aconteciam. Questionado pelo PÚBLICO se era ou não proibido disse não ter dúvidas que era. “Às vezes há estas situações de excepção”. Contou então como as coisas aconteceram. “Algumas horas depois de o voo ter partido o ministro Manuel Pinho foi fumar. Ninguém me tinha perguntado se se podia ou não fumar (nem deviam perguntar dado que todos conhecem a lei). Fui falar com o comandante que não gostou da situação, mas que disse para arrranjar uma zona para fumar, se não ainda acabariam a fumar no 'cockpit'”.

Repetiu depois que nem ele não o comandante tinham dúvidas de que era proibido e revelou saber que já em outras ocasiões o primeiro-ministro tinha fumado em voos TAP: “Acho que até já li nos jornais.” Alguns jornalistas que habitualmente acompanham as viagens do primeiro-ministro confirmaram ao PÚBLICO que já não é a primeira vez que José Sócrates fuma nos voos (coitado é dos nervos).

Já em Caracas, o PÚBLICO confrontou Luís Bernardo, assessor do primeiro-ministro que acompanhou a viagem, sobre o facto e sobre as criticas que alguns empresários fizeram. “Já é costume. Já aconteceu em outras viagens (lá porque aconteceu em outras viagens quer dizer que agora é normal?). Ouvimos as pessoas que não se importaram”, afirmou. O PÚBLICO não viu, nem ouviu em nenhuma ocasião durante as oito horas de voo algum membro do gabinete do primeiro-ministro questionar fosse quem fosse sobre a possibilidade de se fumar a bordo, num voo onde foi sempre claro que tal era proibido. O PÚBLICO viaja num avião fretado pelo gabinete do primeiro-ministro.


e os outros que resolvem não cumprir as leis...


A nova lei do tabaco proíbe o fumo em todos os espaços destinados a utilização colectiva.
As multas para quem puxar de um cigarro em espaços fechados e fora das zonas previstas para fumadores oscilam entre os 50 e os 750 euros e entre os 50 e os mil euros para os proprietários de estabelecimentos privados e órgãos directivos dos serviços da Administração Pública que não cumpram a legislação.


"A PSP de Elvas identificou e levantou um auto de contra-ordenação a um homem que teimou em fumar, quinta-feira à tarde, num café no centro histórico da cidade, disse hoje à agência Lusa fonte policial.
De acordo com a mesma fonte, o homem com cerca de 40 anos «recusou-se a apagar o cigarro», depois de alertado por uma funcionária sobre a proibição de fumar no café.
A funcionária do estabelecimento chamou a policia, que confirmou a infracção ao testemunhar no local que o cigarro «foi apagado à pressa e mandado pelo homem para debaixo do balcão do café».
«O homem foi de imediato conduzido à esquadra da PSP, onde foi identificado e levantado um auto de contra-ordenação», disse a mesma fonte.
Este é, pelo menos, o terceiro auto levantado pelas autoridades policiais devido ao incumprimento da nova legislação sobre o tabaco, que entrou em vigor a 1 de Janeiro."



Convite à queixa
No mesmo folheto, a GGS que«sempre que se verifiquem infracções à proibição de fumar, os
responsáveis pelos locais devem determinar aos fumadores que se abstenham de fumar e, caso estes não cumpram, chamar as autoridades policiais». Mais, escreve a DGS, que os utentes «têm o direito de exigir o cumprimento da Lei» e que podem apresentar queixa por escrito utilizando o livro de reclamaçõesou recorrendo à ASAE – Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica.
A inevitável multa
Como acontece noutras situações, a Lei prevê multas para os incumpridores. O folheto da DGS faz também referência às «sanções» - de 50 a 750 euros para quem fume em locais proibidos; de 50 a 1000 euros para os responsáveis que não determinem aos fumadores que se abstenham de fumar e que não chamem as autoridades, se necessário; de 2500 a 10000 euros para os responsáveis que não cumpram as condições previstas para as excepções e que não afixem os dísticos de permissão ou proibição de fumar.
www.noticiasalentejo.pt - na.diario.pdf@gmail.com


(aqui podemos deduzir que o pessoal a bordo do avião que não fez valer a lei em vigor será multado num valor de 50 a 1000 €)


Para os que não conhecem a lei...


A Direcção-Geral da Saúde (DGS) divulga, através da Circular Informativa n.º 02/DICES, de 14 de Agosto, um breve resumo da Lei n.º 37/2007, de 14 de Agosto, que aprova normas para a protecção dos cidadãos da exposição involuntária ao fumo do tabaco e medidas de redução da procura relacionadas com a dependência e a cessação do seu consumo.
Quando entra a Lei 37/2007 em vigor?
A 1 de Janeiro de 2008.
Quais são os locais onde é proibido fumar?
Nos locais onde estejam instalados órgãos de soberania, serviços e organismos da administração pública e pessoas colectivas públicas;
Nos locais de trabalho;
Nos locais de atendimento directo ao público;
Nos estabelecimentos onde sejam prestados cuidados de saúde, e outros similares, laboratórios, farmácias e locais onde se dispensem medicamentos não sujeitos a receita médica;
Nos lares e outras instituições que acolham pessoas idosas ou com deficiência ou incapacidade;
Nos locais destinados a menores de 18 anos;
Nos estabelecimentos de ensino, independentemente da idade dos alunos;
Nos centros de formação profissional;
Nos museus, colecções visitáveis bibliotecas, salas de conferência, de leitura;
Nas salas e recintos de espectáculos e de diversão;
Nas zonas fechadas das instalações desportivas;
Nos recintos das feiras e exposições;
Nos conjuntos e grandes superfícies comerciais e nos estabelecimentos comerciais de venda ao público;
Nos estabelecimentos hoteleiros;
Nos estabelecimentos de restauração, de bebidas ou dança;
Nas cantinas, nos refeitórios e nos bares;
Nas áreas de serviço e postos de abastecimento de combustíveis;
Nos aeroportos, nas estações ferroviárias, nas estações rodoviárias de passageiros e nas gares marítimas e fluviais;
Nas instalações do metropolitano;
Nos parques de estacionamento cobertos;
Nos elevadores, ascensores e similares;
Nas cabines telefónicas fechadas;
Nos recintos fechados das redes de levantamento automático de dinheiro;
Em qualquer outro lugar, onde por determinação da gerência, ou de outra legislação aplicável, designadamente em matéria de prevenção de riscos ocupacionais, se proíba fumar.
É ainda proibido fumar nos veículos afectos aos transportes públicos urbanos, suburbanos e interurbanos de passageiros, bem como nos transportes rodoviários, ferroviários, aéreos, marítimos e fluviais, nos serviços expressos, turísticos e de aluguer, nos táxis, ambulâncias, veículos de transporte de doentes e teleféricos.

...

Quem deve determinar aos fumadores que se abstenham de fumar, sempre que se verifiquem infracções?

Sempre que se verifiquem infracções as entidades que têm a seu cargo os locais devem determinar aos fumadores que se abstenham de fumar e, caso estes não cumpram, chamar as autoridades administrativas ou policiais, as quais devem lavrar o respectivo auto de notícia.


Qual o regime sancionatório previsto?

Estão previstas as seguintes contra-ordenações:
De €50 a €750 para o fumador;
De €50 a €1000, de 2.500 a 10.000€, de 10.000 a 30.000€ ou de 30.000 a 250.000€, consoante a infracção, para os proprietários dos estabelecimentos privados, pessoas colectivas, sociedades ainda que irregularmente constituídas, ou associações sem personalidade jurídica, bem como para os órgãos directivos ou dirigentes máximos dos organismos, estabelecimentos ou serviços da administração pública que violem o disposto;
A negligência é punível, sendo os limites mínimos e máximos das coimas aplicáveis reduzidos a metade.
Consulte:DGS - Circular Informativa n.º 28/DICES, de 16 de Agosto -


Assembleia da República

Aprova normas para a protecção dos cidadãos da exposição involuntária ao fumo do tabaco e medidas de redução da procura relacionadas com a dependência e a cessação do seu consumo


segunda-feira, maio 12, 2008

Só nós portugueses... que aprendemos a calar e consentir


Uma adolescente de 16 anos pode fazer livremente um aborto mas não pode pôr um piercing. Um cônjuge para se divorciar, basta pedir;

Um empregador para despedir um trabalhador que o agrediu precisa de uma sentença judicial que demora 5 anos a sair.

Na escola um professor é agredido por um aluno. O professor nada pode fazer, porque a sua progressão na carreira a está dependente da nota que dá ao seu aluno.

Um jovem de 18 anos recebe €200 do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de reforma €236 depois de toda uma vida do trabalho.

Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco.

O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.

O Estado que gasta 6 mil milhões de euros no novo Aeroporto recusa-se a baixar impostos porque não tem dinheiro.

Nas zonas mais problemáticas das áreas urbanas existe 1 polícia para cada 2.000 habitantes; o Governo diz que não precisa de mais polícias.

Numa empreitada pública, os trabalhadores são todos imigrantes ilegais, que recebem abaixo do salário mínimo e o Estado não fiscaliza.

Num café, o proprietário vê o seu estabelecimento ser encerrado só porque não tinha uma placa a dizer que é proibido fumar.

Um cão ataca uma criança e o Governo faz uma lei.

Um professor é sovado por um aluno e o Governo diz que a culpa é das causas sociais.

O IVA de um preservativo é 5%. O IVA de uma cadeirinha de automóvel, obrigatória para quem tem filhos até aos 12 anos, é 21%.

Numa entrevista à televisão, o Primeiro-Ministro define a Política como 'A Arte de aprender a viver com a decepção'.

Estaremos, como Portugueses, condenados a aprender a viver com este Primeiro-Ministro? sim estamos

terça-feira, março 04, 2008

mais do Sócrates... para não deixar cair em esquecimento


Ele anda tão caladinho... tão distante... tão fora das notícias... deve de estar a preparar alguma...


esta já é antiga mas nunca é demais relembrar os portugueses que tem tendência natural para apenas recordarem o aqui e agora...



a casa de Sócrates no registo predial, não passa de um simples apartamento.

Na verdade trata-se de uma casa senhorial no coração de Lisboa. São cinco assoalhadas dum 3º andar no edifício Heron Castilho. Tem 150 metros quadrados, avaliados em 800.000 euros, que custaram em Fevereiro de 1996, 240.000 euros.
Antes vivia num modesto apartamento T2 na calçada Eng. Miguel Pais, em São Bento. Na garagem tem um Mercedes C230. Longe vão os tempos em que conduzia um modesto Rover 111.
Além disto frequenta restaurantes caros e usa fatos de marca. Como pode Sócrates viver como um homem rico, com 82 mil euros brutos (57 mil líquidos) que declarou ao Tribunal Constitucional ganhar por ano? Diz não ter rendimentos de quaisquer empresas, acções ou planos de poupança. O único património que diz ter é o carro, a casa e ordenado.

Esqueceu-se de dizer que foi sócio da Sovenco? Sociedade de Venda de Combustíveis Lda., com sede na Reboleira, Amadora, em que está registado na matrícula da sociedade. No seu site Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, não consta este pormenor.
Segundo fontes, o Ministério Público está a investigar os investimentos governamentais efectuados nas áreas do tratamento de resíduos urbanos, e a sua relação com o financiamento de actividades partidárias, durante o período em que José Sócrates exerceu funções governativas (Ministro do Ambiente de António Guterres).

Uma das principais dúvidas recai sobre o processo de adjudicação do concurso para o sistema da recolha e tratamento de resíduos do Planalto Beirão.
A Sovenco, criada em 1990, era uma Sociedade de Venda de Combustíveis. A sua constituição: Armando Vara, Fátima Felgueiras, José Sócrates, Virgílio de Sousa.
Sócrates finge, agora, não se lembrar dessa sociedade que fez. E porque se tenta ele esquecer?
Porque:
Armando Vara - condenado a 4 anos de prisão (pena suspensa); no entanto recebeu o prémio do amigo José Sócrates, e agora é ADMINISTRADOR DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, com 20.000,00 euros por mês, mais extras.

Fátima Felgueiras - andou foragida da Justiça no Brasil dois anos; HOJE É ELEITA PRESIDENTE DE CAMARA DE FELGUEIRAS, e tem imunidade parlamentar.

Virgílio de Sousa - condenado a prisão por um processo de corrupção no Centro de Exames de Condução de Tábua.

Compreende-se que Sócrates não se queira lembrar. Que "ricos" amigos, hein?...Como é mesmo aquele provérbio?...
"Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és!"
Sócrates já não se lembra...Convém que o pessoal não se esqueça!!!


SOBRE ARMANDO VARA


Vogal do Conselho de Administração da CGDPresidente do Conselho de Administração da Imocaixa, S.A. Presidente do Conselho de Administração do Sogrupo, GI (ACE- Grupo CGD) Presidente do Conselho de Administração da Caixatec - Tecnologias de Informação, SA. Administrador da Caixa Participações, SGPS, S.A. Administrador não executivo da Portugal Telecom SGPS, S.A.



E TAMBÉM CONSTAVA EM 6.04.2007:


novo reitor da Universidade Independente (UnI), Jorge Roberto, trabalha na Caixa Geral de Depósitos (CGD) há 25 anos e, desde há alguns meses, na direcção de comunicação. Este é precisamente o pelouro de Armando Vara, indicado pelo Executivo para a administração do banco do Estado e licenciado em Relações Internacionais pela UnI.A experiência profissional de Jorge Roberto na CGD é omitida no currículo enviado pela UnI. E o próprio apenas refere que "presta consultoria na área bancária". Depois de muita insistência, admite que fez toda a sua carreira profissional nesta instituição bancária do Estado.

"Quando trabalhamos por conta de outrem temos algumas obrigações para com a instituição e não gostaria de falar muito disso. Não vale a pena referir", justificou ao DN Jorge Roberto, para não indicar que é funcionário da Caixa há 25 anos, onde fez toda a sua ascensão profissional. Esteve na direcção de recursos humanos e na área de formação.

Jorge Roberto concluiu em Setembro um doutoramento em Comunicação e Documentação na Universidade da Extremadura, em Badajoz. A graduação deu-lhe argumentos para pedir ao presidente da CGD, Carlos Santos Ferreira, para mudar para a direcção de comunicação. Desde há alguns meses que o pelouro da comunicação foi delegado no administrador Armando Vara, que tirou a licenciatura na Independente em Agosto de 2005, no mesmo mês em que foi nomeado para a administração da CGD. Iniciou funções a 1 de Setembro.

"Por acaso não trabalho directamente com ele [Armando Vara]", disse o novo reitor da UnI, acrescentando que não tem contactos com o ex-ministro e compagnon de route de Sócrates no PS, embora exerçam funções no mesmo edifício. Na direcção de comunicação, o reitor da UnI está a trabalhar num projecto de comunicação interna desenvolvendo funções técnicas. Não tem qualquer cargo de direcção e é classificado como não sendo muito popular. Na UnI, tem sido uma figura apagada e sem protagonismo, apesar de os dez anos de docência em gestão e economia nas disciplinas de Sistemas de Informação, Gestão e Marketing e Tecnologias de Informação. Esta última cadeira também é leccionada no 3.º semestre da licenciatura de Relações Internacionais. "O dr. Armando Vara nunca foi meu aluno", esclarece.

Jorge Roberto remete as questões em torno do diploma do primeiro-ministro para a direcção da SIDES. Ontem, o Público noticiou que José Sócrates concluiu a licenciatura em 1996, mas um estudo do Observatório da Ciência e do Ensino Superior (OCES) diz que os primeiros licenciados terminaram o curso em 1997/1998. "É uma falsa questão", diz Jorge Roberto. Maria João Barreto, que faz actualmente a assessoria da UnI, não vê qualquer problema no facto de haver alunos finalistas de um curso praticamente ao mesmo tempo em que este é iniciado. "Uma universidade pode começar com o último ano e tratou-se de um processo de equivalências", justifica. Também o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior argumenta que o estudo da OCES não inclui os estudantes que foram transferidos.

Maria João acrescenta que já foi apresentada a documentação sobre o diploma de Sócrates, que será divulgada depois dos esclarecimentos do Governo. Mariano Gago diz que segunda-feira se vai encerrar compulsivamente a UnI e Sócrates fala depois disso, na quarta-feira, à RTP.


e ainda...



Pedro Cunha/PÚBLICO
A casa de Armando Vara nos arredores de Montemor-o-Novo

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para lerem toda a noticia


ainda me lembro que era necessário um cadastro limpo para entrar para a Função Pública e que era preciso comprovar com o registo criminal... agora eles são condenados, presos, fogem, voltam, calam e são nomeados para cargos vitais da economia portuguesa... mais jóias da coroa

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

se há coisa em que somos bons... é a fazer graça com as desgraças

Há sempre mais uma anedota para contar...

Tou??? Mariano Gago?
É o Zé Sócrates. Oh, pá, ajuda-me aqui, porque o meu curso de informática foi tirado na Independente e o professor faltava muito.
Comprei um computador, mas não consigo entrar na Internet! Estará fechada?
- Desculpa?....
- Aquilo fecha a que horas?
- Zé, meteste a password?
-Sim! Quer dizer, copiei a do *Freitas*.
- E não entra? - Não, pá!
- Hmmm....deixa-me ver... qual é a password dele?
- Cinco estrelinhas...
- Oh, Zé!... Bom, deixa lá agora isso, depois eu explico-te. E o resto, funciona?
- Também não consigo imprimir, pá! O computador diz: 'Cannot find printer'! Não percebo, pá, já levantei a impressora, pu-la mesmo em frente aoMonitor e o gajo sempre com a porra da mensagem, que não consegue encontrá-la, pá!
- Vamos tentar isto: desliga e torna a ligar e dá novamente ordem de impressão.
Sócrates desliga o telefone. Passados alguns minutos torna a ligar.
- Mariano, já posso dar a ordem de impressão?
- Olha lá, porque é que desligaste o telefone?
- Eh, pá! Foste tu que disseste, estás doido ou quê?
- Dá lá a ordem de impressão, a ver se desta vez resulta.
- Dou a ordem por escrito? É um despacho normal?
- Oh, Zé...! Eh, pá! Esquece.... Vamos fazer assim: clica no 'Start' e depois...
- Mais devagar, mais devagar, pá! Não sou o Bill Gates...
-Se calhar o melhor ainda é eu passar por aí... Olha lá, e já tentaste enviar um mail?
- Eu bem queria, pá! Mas tens de me ensinar a fazer aquele circulozinho em volta do 'a'.
- O circulozinho...pois.... Bom... vamos voltar a tentar aquilo da impressora. Faz assim: começas por fechar todas as janelas, Ok? Espera aí...Zé?...estás aí?
- Pronto, já fechei as janelas. Queres que corra os cortinados também?
- Zé.... Senta-te, OK? Estás a ver aquela cruzinha em cima, no lado direito?
- Não tenho cá cruzes no Gabinete, pá!...
- Zé, olha para a porra do monitor e vê se me consegues ao menos dizer isto: o que é que diz na parte debaixo do écran?
- Samsung.
- Eh, pá! Vai pró....caaaaraaaaaalllhooooooooooo...
-Mariano?... Mariano?... Tá lá?... poooorrrrraaaa o que é que lhe deu?...Desligou...



PS- Dada a impaciência do interlocutor do "Zé" este diálogo foi censurado por mim antes de ser reencaminhado. Pelo facto peço desculpas!

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Projectos do tal ENGENHEIRO que não tinha curso, mas afinal tinha

Na continuidade das engenhocas do engenheiro não filósofo, aqui fica um endereço para verem a belas obras primas que o rapaz fez... se este for o exemplo de trabalho dele, já podemos ter uma ideia de como ficará Portugal quando os portugueses acordarem para a realidade...
http://static.publico.clix.pt/docs/politica/projectossocrates/index.html

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Engenheiro das obras feitas...


Quanto mais penso nisto mais sinto o cheiro a esturro...
Então até aqui o homem não era Engenheiro... bateram e tornaram a bater nesta história. Não há prova que dissesse o contrário, as respostas da parte do visado eram ridiculas ou não eram...
Entra na conversa a Universidade Independente que não diz nada de jeito sobre o assunto e que deixa em areias movediças o suposto aluno que tem um exame de inglês técnico onde ia apenso um cartão do seu Gabinete... e eis que antes de 13 de Maio se dá o MILAGRE e não foi em Fátima, mas sim na Guarda.
Sem aparente ligação aparecem 27 projectos assinados pelo tal Engenheiro que diziam que não era engenheiro e que afinal agora até tem projectos assinados e até dizem que não foram executados por ele... ele só fazia o favor ao "pato bravo" de assinar para poder andar para a frente... estranho, muito estranho... ninguém nunca teria ouvido falar nestes projectos na altura em que o homem estava a ser contestado pelo factor de ter ou não curso de Engenheiro e agora surgem do nada mas com a carga negativa de algo que apesar de lhe garantir a existência do curso não o deixa limpo de aldrabices...
Porque será que isto me parece uma trama de publicidade negativa para melhor venda do produto? Porque será que isto me cheira a chamada de atenção num momento em que o homem até faz umas pequenas mudanças no seu (des)governo porque as criticas eram tantas que já não havia forma de fazer de conta que não via...
Quem estará por detrás desta campanha...
Que o objectivo é o de demonstrar que afinal o coitado até era engenheiro e que isto é tudo um bando de gente maldosa, eu não tenho duvidas.
27 projectos que renascem das cinzas... casinhas de "emigrantes"... enfim...

Sócrates trabalhou entre 1981 e 1987 como engenheiro técnico para a Câmara Municipal da Covilhã e como consultor da empresa "Sebastião dos Santos Goulão”, entre 1980 e 1989.

"O primeiro-ministro, José Sócrates, disse ao Público que assume "a autoria e a responsabilidade de todos os projectos" que assinou e que a sua actividade profissional privada se desenvolveu "sempre nos termos da lei". Em causa estão inúmeros projectos de arquitectura e engenharia relativos a edifícios na Guarda que, segundo aquele jornal, Sócrates terá assinado e que os donos das respectivas obras garantem não terem sido da sua autoria.

De acordo com o jornal, muitos dos projectos terão sido feitos por engenheiros técnicos que tinham sido seus colegas de curso e eram funcionários da Câmara Municipal da Guarda, não podendo assiná-los por impedimento legal.

O Público adianta que em alguns casos, os documentos eram manuscritos com a letra de Fernando Caldeira, um colega de curso do actual primeiro-ministro que era funcionário daquela autarquia e que, por isso, não podia assumir a autoria de projectos na área do concelho.

Segundo o penalista Costa Andrade, citado pelo matutino, a chamada "assinatura de favor em projectos de engenharia e arquitectura constitui uma fraude à lei, embora sem relevância criminal", mas considerou que é "portadora de uma inquestionável carga ética negativa".

quinta-feira, janeiro 31, 2008

MUDANÇAS...


vá lá um tipo ser padre nesta freguesia....

primeiro iam pagar os retroativos a prestações aos reformados... agora que o governo está assim a modos que em terreno pantanoso... já dão aumentos.... já dão subsídios...

acho que está alguém com medo de se afogar


A FOTO MONTAGEM ROUBEI DO BLOG: orestauradorolex.blogspot.com/2007_04_01_arch...


MAS COMO PODEM VER ESTÁ DEVIDAMENTE LINKADO... (esta do link(ado) é gira)

eles comem tudo... eles comem tudo...







NÃO VOU FALAR DAS FÚRIAS DO SÓCRATES (do Zé)


NÃO VOU FALAR DA CULTURA, NEM DOS MUSEUS SEM FUNCIONÁRIOS PORQUE NÃO HÁ DINHEIRO PARA PAGAR...


NÃO VOU FALAR DO MINISTRO DA SAÚDE...


NÃO VOU FALAR DE POLÍTICA


NÃO VOU FALAR DE POLÍTICA


NÃO VOU FALAR DE POLÍTICA


NÃO VOU FALAR DE POLÍTICA


NÃO VOU FALAR DE POLÍTICA


NÃO VOU FALAR DE POLÍTICA


NÃO VOU FALAR DE POLÍTICA


NÃO VOU FALAR DE POLÍTICA


NÃO VOU FALAR DE POLÍTICA


Mas lá que estou a coçar a barriga de tanto rir... lá isso estou