segunda-feira, novembro 22, 2010

Para aliviar esta onda politiqueira

Um elefante vê uma cobra pela primeira vez. Muito intrigado pergunta:
- Como é que fazes para te deslocar? Não tens patas!...
- É muito simples - responde a cobra - rastejo, o que me permite avançar.
- Ah... E como é que fazes para te reproduzires? Não tens tomates!...
- É muito simples - responde a cobra já irritada - ponho ovos.
- Ah... E como é que fazes para comer? Não tens mãos nem tromba para levar a comida  à boca!...
- Não preciso! Abro a boca assim, bem aberta, e com a minha enorme garganta engulo a minha presa directamente.
- Ah... Ok! Ok! Então, resumindo.... Rastejas, não tens tomates e só tens garganta... És Deputado de que partido? 

quarta-feira, novembro 17, 2010

REFORMAS

Ao menos num capítulo ninguém nos bate, seja na Europa, nas Américas ou na Oceânia: nas políticas sociais de integração e valorização dos reformados.


Nos últimos tempos, quase não passa dia sem que haja notícias animadoras a este respeito. E nós que não sabíamos!



Ora vejamos:



* O nosso Presidente da República é um reformado;



* o nosso candidato a Presidente da República é um reformado;



* o nosso ministro das Finanças é um reformado;



* o nosso anterior ministro das Finanças já era um reformado;



* o ex-Ministro das Finanças Ernâni Lopes que propõe que se cortem os vencimentos dos Funcionários Públicos em 25 % é Reformado da CGD desde os 47 anos de idade!



* o ministro das Obras Públicas é um reformado;



* gestores activíssimos como o ex-ministro Mira Amaral são reformados;



* o novo presidente da Galp, Murteira Nabo, é um reformado;



* entre os autarcas, "centenas, se não milhares" de reformados garantiu-o o presidente da ANMP



* o presidente do Governo Regional da Madeira é um reformado.



E assim por diante... Digam lá qual é o país da Europa que dá tanto e tão bom emprego a reformados?







Só o Sócrates não é reformado... porque, segundo parece, nem sequer é FORMADO!!!

Hino revisto e actualizado às actuais circunstâncias

Retirado de um comentário no Jornal de Notícias sobre o Hino Nacional...

Heróis do mal
Pobre Povo
Nação doente
E mortal !
Expulsai os tubarões
Exploradores de Portugal
Entre as burlas
Sem vergonha
Ó Pátria,
Cala-lhe a voz
Dessa corjatão atroz
Que há-de levar-te à miséria.
P'ra rua, p'ra rua
Quem te está a aniquilar
P'ra rua, p'ra rua
Os que só estão a chular
Contra os burlões
Lutar, lutar !

Mais um para juntar à escumalha com que o PS nos vem brindando...

Um jovem de 26 anos, sem currículo profissional nem formação de nível superior, foi contratado, em Dezembro, como assessor técnico e político do gabinete da vereadora Graça Fonseca na Câmara de Lisboa (CML). Remuneração mensal: 3950 euros ilíquidos a recibo verde. Desde então, o assessor - que estava desempregado, fora funcionário do PS e candidato derrotado à Junta de Freguesia de Belém - acumulou esse vencimento com cerca de 41.100 euros de subsídios relacionados com a criação do seu próprio posto de trabalho.




Filho de um funcionário do PS que residiu até 2008 numa casa da CML com uma renda de 48 euros/mês, Pedro Silva Gomes frequentou o ensino secundário e entrou muito novo para os quadros do partido. Em 2006 foi colocado na Federação Distrital de Setúbal, onde se manteve até meados de 2008, ano em que foi reeleito coordenador do secretariado da secção de Santa Maria de Belém, em Lisboa. Entre os membros deste órgão conta-se a vereadora da Modernização Administrativa da CML, Graça Fonseca.



Já em 2009, Gomes rescindiu por mútuo acordo o contrato com o PS - passando a receber o subsídio de desemprego - e em Outubro foi o candidato socialista à Junta de Belém. No mês seguinte, perdidas as eleições, criou a empresa de construção civil Construway, com sede na sua residência, no Montijo, e viu aprovado o pagamento antecipado dos meses de subsídios de desemprego a que ainda tinha direito, no valor total de 1875 euros, com vista à criação do seu próprio posto de trabalho.



Logo em Dezembro, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) aprovou-lhe também um subsídio, não reembolsável, de 57.439 euros, para apoio ao investimento na Construway e para a criação de quatro postos de trabalho, incluindo o seu. Deste valor Pedro Gomes recebeu 26.724 euros ainda em Dezembro, sendo 4086 para investimento e 22.637 para os postos de trabalho. No dia 1 desse mesmo mês, porém, o jovem empresário celebrou dois contratos de prestação de serviços com a CML, para desempenhar funções de "assessoria técnica e política" no gabinete de Graça Fonseca. O primeiro tem o valor de 3950 euros e o prazo de 31 dias. O segundo tem o valor de 47.400 euros e o prazo de 365 dias. O segundo destes contratos refere que os serviços serão prestados no gabinete de Graça Fonseca e no Gabinete de Apoio ao Agrupamento Político dos Vereadores do PS.



A autarca disse ontem ao PÚBLICO que foi ela quem convidou Gomes e garantiu que ele é "efectivamente" assessor do gabinete do PS, cuja coordenação, acrescentou, lhe foi "confiada". Este gabinete, porém, não tem existência real, sendo que Pedro Gomes é assessor de Graça Fonseca, tal como outro dos três assessores que teoricamente o compõem. O terceiro é assessor da vereadora Helena Roseta.



Graça Fonseca disse que Gomes "foi contratado por estar à altura das funções às quais foi adstrito e por ser um lugar de confiança política". A autarca garantiu que desconhece o facto de o seu assessor ter recebido os subsídios do IEFP. Já a direcção deste instituto adiantou que Gomes já recebeu este ano mais 12.593 euros para apoio ao investimento, tendo ainda a receber cerca de 10.500 euros. Face às perguntas do PÚBLICO sobre a acumulação ilegal do lugar de assessor com os apoios recebidos e aos indícios de que a Construway não tem qualquer actividade, o IEFP ordenou uma averiguação interna e admite que a restituição dos valores recebidos pelo empresário venha a ser ordenada.

quinta-feira, novembro 11, 2010

"Bichos" - Pintura de Ana Cardoso

E agora para variar um post que nada tem a ver com a política ou as desgraçeiras do país...

A MINHA EXPOSIÇÃO NO PRÓXIMO DIA 25 DE NOVEMBRO...

Já sabiam isto em 1931...

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de leis que punem os ricos pela sua prosperidade.


Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra tem de trabalhar recebendo menos.

O governo só pode dar aquilo que tira de outro .

Quando metade da população descobre que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale a pena trabalhar para sustentar a 1ª metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."Adrian Rogers, 1931

segunda-feira, novembro 08, 2010

Sem Comentários

Maria Adelaide Carvalho Monteiro, mãe do primeiro-ministro

Este texto foi retidado do Facebook da página
A mamã do 1º Ministro...
Mamã Adelaide e a misteriosa "pensão" superior a 3000 euros !!?

Divorciada nos anos 60 de Fernando Pinto de Sousa, "viveu
modestamente em Cascais como empregada doméstica, tricotando botinhas
e cachecóis...".(24 H)
Admitamos que, na sequência do divórcio ficou com o chalet (r/c e 1º
andar)
Admitamos ainda, que em 1998, altura em que comprou o apartamento na
Rua Braamcamp, o fez com o produto da venda da vivenda referida,
feita nesse mesmo ano.
Neste mesmo ano, declarou às Finanças um rendimento anual inferior a
250 €.(CM), o que pressupõe não ter qualquer pensão de valor
superior, nem da Segurança Social nem da CGA.
Entretanto morre o pai (Júlio Araújo Monteiro) que lhe deixa "uma
pequena fortuna, de cujos rendimentos em parte vive hoje" (24H).
Porque neste momento, aufere do Instituto Financeiro da Segurança
Social (organismo público que faz a gestão do orçamento da Segurança
Social) uma pensão superior a 3.000 € (CM), seria lícito deduzir -
caso não tivesse tido outro emprego a partir dos 65 anos - que ,
considerando a idade normal para a pensão de 65 anos, a mesma lhe
teria sido concedida em 1996 (1931+ 65). Só que, por que em 1998 a
dita pensão não consta dos seus rendimentos, forçoso será considerar
que a partir desse mesmo ano, 1998 desempenhou um lugar que lhe
acabou por garantir uma pensão de (vamos por baixo): 3.000 €.
Abstraindo a aplicação da esdrúxula forma de cálculo actual, a pensão
teria sido calculada sobre os 10 melhores anos de 15 anos de
contribuições, com um valor de 2% /ano e uma taxa global de pensão de
80%.
Porque a "pequena fortuna " não conta para a pensão; por que o
I.F.S.S. não funciona como entidade bancária que, paga dividendos
face a investimentos ali feitos (depósitos); por que em 1998 o seu
rendimento foi de 250 €; para poder usufruir em 2008 uma pensão de
3.000 €, será por que (ainda que considerando que já descontava para
a Segurança Social como empregada doméstica e perfez os 15 anos para
poder ter direito a pensão), durante o período (pós 1998), nos ditos
melhores 10 anos, a remuneração mensal foi tal, que deu uma média de
3.750 €/mês para efeitos do cálculo da pensão final. (3.750 x 80% =
3.000).
Ora, como uma pensão de 3.000 €, não se identifica com os
"rendimentos " provenientes da pequena fortuna do pai, a senhora tem
uma pensão acrescida de outros rendimentos.
Como em nenhum dos jornais se fala em habilitações que a senhora
tenha adquirido, que lhe permitisse ultrapassar o tal serviço
doméstico remunerado, parece poder depreender-se que as habilitações
que tinha nos anos 60 eram as mesmas que tinha quando ocupou o tal
lugar que lhe rendeu os ditos 3.750 €/mês.
Pode-se saber qual foram as funções desempenhadas que lhe permitiram
poder receber tal pensão?
E há mais...
A Adelaide comprou um apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a uma
sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, apurou o
Correio da Manhã.


Em Novembro de 1998, nove meses depois de José Sócrates se ter mudado
para o terceiro andar do prédio Heron Castilho, a mãe do
primeiro-ministro adquiria o quarto piso, letra E, com um valor
tributável de 44 923 000 escudos - cerca de 224 mil euros -, sem
recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo um rendimento
anual declarado nas Finanças que foi inferior a 250 euros (50
contos).
Ora vejam lá como a senhora deve ter sido poupadinha durante toda a
vida.!!!


Com um rendimento anual de 50 contos, que nem dá para comprar um
mínimo de alimentação mensal, ainda conseguiu juntar 224.000 euros
para comprar umapartamento de luxo, não em Oeiras ou Almada, na
Picheleira ou no Bairro Santos, mas no fabuloso edifício Heron, no
nº40, da rua Braamcamp, a escassos metros do Marquês de Pombal e numa
das mais nobres e caras zonas de Lisboa.
Notável exemplo de vida espartana que permitiu juntar uns dinheiritos
largos para comprar casa no inverno da velhice.
Vocês lembram-se daquela ideia genial do Teixeira dos Santos, que
queria que pagássemos imposto se dessemos 500 euros aos filhos ?
Quem terá ajudado, com algum cacau, para que uma cidadã, que declarou
às Finanças um RENDIMENTO ANUAL de 50 contos, pudesse pagar A PRONTO,
a uma sociedade OFFSHORE, os tais 224.000 euros ?
Pensem no assunto e vejam se conseguem entender !!!!!!!

TIREM A MÃO DO MEU BOLSO! QUEM PROVOCOU A CRISE QUE A RESOLVA!

e porque achei que é um dos milhares de assuntos que não devemos de deixar morrer... aqui fica

terça-feira, novembro 02, 2010

RESPONSABILIDADE

Num discurso de 14.391 palavras, José Sócrates usou por 26 vezes o termo responsabilidade

Cão que não conhece dono foi a imagem que o sr. sócrates passou hoje na apresentação da proposta de Orçamento do Estado para 2011.
Todo ele era confiança... agora que já tem o sim do PSD já cospe na mão que lhe deu comer.
Alguém lhe ouviu a voz na semana passada? Não na semana passada ele andava com o Chavez a vender navios e PC's... e na frente do touro estava o Teixeira dos Santos e mais umas quantas segundas figuras do PS.
Gostava de conhecer o assessor que lhe escreveu o discurso porque realmente é de uma imaginação que raia o surrealismo... 14.391 palavras de vazio e insultos, insinuações e sobrevalorização pessoal...

segunda-feira, outubro 25, 2010

Mais um testemunho do fabuloso computador "MAGALHÃES"

Copiado do blog 31dasarrafada conforme link..
Carta aberta ao Sr. José



Caro Sr. José Sócrates, primeiro ministro de Portugal e vendedor de computadores,


Há coisa de ano e meio, frequentavam os meus filhos respectivamente o 2º e 3º ano do 1º ciclo, foi-me dito que deveria adquirir 2 PC's Magalhães pois os mesmos passariam a ser usados nas escolas.

Dado que:

- Actualmente os meus filhos frequentam respectivamente o 4º ano do 1º ciclo e o 5º ano do 2º ciclo e até à data nenhum dos dois Magalhães teve o prazer de pôr os K's na escola;

- Apesar de ter pago 50€ (cinquenta euros) por cada um, ambos já sofreram avarias;

- Das três vezes que tive que proceder à reparação das avarias paguei mais do que os 50 euros do custo do computador (exemplo: avaria na fonte de alimentação: 70 euros);

- Não sou livre de escolher onde ou por quem quero que o(s) Magalhães sejam reparados, antes sou obrigado a recorrer aos serviços de uma empresa que não conheço e que amavelmente se oferece para fazer a recolha do Magalhães avariado em casa sem avisar que posteriormente cobrará 20 euros por essa deslocação;

- Por virem com dois sistemas operativos instalados (Windows e Linux) e respectivos inúteis programas, não têm espaço de memória livre em disco para guardar nem um documento de word;

- Não me permitirem, pela mesma razão, desinstalar o Microsoft Office e instalar um programa alternativo como o Open Office (que como deverá saber não tem custos de Licenças, nem para mim utilizador, nem teria para mim, contribuinte, se usado de raiz);

- Simplesmente não servem para nada,

venho pelo acima exposto solicitar a V. Exa. que aceite de volta os dois inúteis Magalhães que tenho cá em casa, devolvendo-me os 100 euros que me custaram e respectivas despesas de reparações (que somam à data 240 euros) pois neste momento estes 340 euros fazem-me muito mais falta do que os ditos Magalhães que ademais V. Exa. não terá dificuldade em revender ao seu amigo Hugo Chávez.
Quanto à educação dos meus filhos não se apoquente V. Exa. pois cada um tem um PC (chama-lhes "torres", não sei se já ouviu falar) que com software livre (linux), apropriado espaço de memória e com o auxílio de um modem que fornece internet (em inglês diz-se "u-ái-re-lé-sse") a toda a casa não ficarão desamparados

Certo da sua compreensão que desde já agradeço, fico a aguardar que me indique para onde devo enviar os 2 Magalhães. Após receber (em numerário, por favor) os referidos 340 euros

Cordialmente
João Moreira de Sá

PS (é post scriptum, não um viva ao partido): por favor não mande buscar porque a empresa a quem o governo concedeu o exclusivo da recolha e reparação dos Magalhães cobra carote.

sexta-feira, outubro 22, 2010

Para alguns amigos.... porque já estou farta de pin-ups femininas

Para desanuviar um bocadinho esta atmosfera orçamental aqui fica um bom trabalho de ilustração que até faz sorrir de Paul Richmond

E AINDA O ORÇAMENTO....

Chamavam-lhe a "velha" em tom desdenhoso... pois é, mas ela tinha avisado o que se ia passar e ninguém quis escutar

"Manuela Ferreira Leite foi esta semana muito dura na apreciação do Orçamento do Estado para 2011, considerando que «quem fez esta vigarice devia ir preso».


«Este Orçamento é uma vigarice e os seus autores mereciam ser presos», disse na reunião do grupo parlamentar, em que, apesar disso, insistiu na defesa da abstenção. E a antiga líder não foi a única no partido a mostrar aberta discordância com Passos Coelho.



Ângelo Correia, um dos principais apoiantes de Passos nas directas do PSD, distanciou-se do líder.



Por seu lado, Nogueira Leite defendeu no Conselho Nacional a abstenção do PSD, alegando que o partido «não deve comprometer-se com o futuro próximo» e que «não vale a pena perder tempo a apresentar pressupostos quando devia estar era a trabalhar com seriedade e sentido patriótico para construir uma alternativa para o país».



Uma posição muito idêntica à de Ferreira Leite e que é secundada por muitos dos que estiveram na sua anterior direcção, como Paulo Rangel, Fernando Seara ou Castro Almeida (um dos três que se absteve no CN - o único voto contra foi do sindicalista Bettencourt Picanço). Em matéria de divergências há ainda outro grupo: o dos que contestam a opção pela negociação das questões fiscais"

quarta-feira, outubro 20, 2010

A pensão do Marques Mendes

Marques Mendes – Novo Pensionista!




Aos 50 anos de idade e com 20 anos de descontos como Deputado, Marques Mendes acaba de requerer a Pensão a que tem direito, no valor mensal vitalício de 2.905 euros mensais. Contudo, um trabalhador normal tem de trabalhar até aos 65 anos e ter uma carreira contributiva completa durante 40 anos para obter uma reforma de 80% da remuneração média da sua carreira contributiva.
 
Eu comecei a descontar ao 17 anos e tenho 52 anos... e o senhor sócrates diz que eu tenho de trabalhar até aos 65... pelo que eu vou ter de descontar 48 anos para ajudar nas pensões de quem andar a roçar as costas pelas paredes e a brincar aos políticos

Carta Aberta a Mário Soares

Aqui fica uma carta que recebi por e-mail de um português reflectindo sobre este país de injustiças sociais.
Divulgo-a por comcordar em absoluto com a mesma.
Acrescento ainda que não percebo porque é que todos os ex-presidentes da República tem direito a carro e polícia na porta de casa... infelismente somos um país de brandos costumes e ninguém mata ninguém muito menos um ex-presidente da república, só aí já são 3 ordenados com horas extraordinárias vezes 3 presidentes...

TENHAM VERGONHA - Carta aberta a Mário Soares e a todos os políticos




Sr. Dr. Mário Soares,

Sou um cidadão que trabalha, paga impostos, para que o Sr. e todos os restantes políticos de Portugal andem na boa vida.

Há dias, ouvi o Sr., doutamente, nas TV's, a avisar o povo português para que não se pusesse com greves, porque ainda ia ser pior.

Ouvi o Sr. perguntar onde estava a alternativa ao aumento de impostos, aqui estou eu para lhe dar a alternativa. Aqui lhe deixo 10 medidas que me vieram à mente assim, de repente:


1. Acabar com as pensões vitalícias e restantes mordomias de todos os ex-presidentes da República (os senhores foram PR's, receberam os seus salários pelo serviço prestado à Pátria, não têm de ter benesses por esse facto);

2. Acabar com as pensões vitalícias e / ou pensões em vigor dos primeiros-ministros, ministros, deputados e outros quadros (os Srs deputados receberam o seu ordenado aquando da sua actividade como deputado, não têm nada que ter pensões vitalícias nem serem reformados ao fim de 12 anos; quando muito recebem uma percentagem na reforma, mas aos 65 anos de idade como os restantes portugueses - veja-se o caso do Sr. António Seguro que na casa dos 40 anos de idade já tem direito a reforma da Assembleia da República);

3. Reduzir o nº de deputados para 100;

4. Reduzir o nº de ministérios e secretarias de estado, institutos e outras entidades criadas artificialmente, algumas desnecessárias e muitas vezes até redundantes, apenas para dar emprego aos "boys";

5. Acabar com as mordomias na Assembleia da República e no Governo, e ao invés de andarem em carros de luxo, andarem em viaturas mais baratas, ou de transportes públicos, como nos países ricos do Norte da Europa (no dia em que se anunciou o aumento dos impostos por falta de dinheiro, o Estado adquiriu uma viatura na ordem dos 140 mil € para os VIP's que nos visitarão);

6. Acabar com os subsídios de reintegração social atribuídos aos vereadores, aos presidentes de Câmara, e outras entidades (multiplique-se o número de vereadores existentes pelo número de municípios e veja-se a enormidade e imoralidade que por aí grassa);

7. Acabar com as reformas múltiplas, sendo que um cidadão só poderá ter uma única reforma (ao invés de duas e três, como muitos têm);

8. Criar um tecto para as reformas, sendo que nenhuma poderá ser maior que o vencimento do PR;

9. Acabar com o sigilo bancário;

10. Criar um quadro da administração do Estado, de modo a que quando um governo mude, não mudem centenas de lugares na administração do Estado, sendo que o critério para a escolha dos lugares passe a ser o mesmo que um ministro/político adopta na escolha de um médico para lhe tratar uma doença ou lhe fazer uma operação cirúrgica ( porque nesta situação eles não vão buscar os “boys” do partido, mas sim os mais competentes, pois é a “vidinha” deles que está em jogo e não o dinheiro do erário público ).

Com estas simples 10 medidas, a classe política que vai desgraçando o nosso amado Portugal, daria o exemplo e deixaria um sinal inequívoco de que afinal, vale a pena fazer sacrifícios e que o dinheiro dos portugueses não é esbanjado em Fundações duvidosas e em obras de fachada sumptuosas.

Enquanto isso não acontecer, eu não acredito no Sr. Mário Soares e não acredito em nenhum político desde o Bloco de Esquerda ao CDS, nem lhes reconheço autoridade moral para dizerem ao povo o que deve fazer.

Zé do Povo

segunda-feira, outubro 18, 2010

e para que será que nós precisamos de uma televisão pública?

Eu cá não quero financiar a RTP que ainda para mais não tem um programa de jeito...

"A antiga taxa de televisão, que é paga nas facturas da electricidade, passa de 1,74 euros para 2,25 euros por mês. Um aumento que, assume o governo no Orçamento do Estado, dará oportunidade à revisão em baixa da indemnização compensatória prevista para a RTP. Ou seja, para reduzir a factura do Estado, o governo eleva a factura dos consumidores."

FMI... apareçe sempre com governos socialistas

Eu quero cá o FMI... deixem-nos vir... deixem-nos ir ver as continhas caladas deste governo... a flores para decorar a casa do Primeiro, os automóveis topo de gama para transportar pretensos vips, os prémios das EP's, os cartões dourados e as almoçaradas, as deslocações com aviões fretados para levar a malta à Venezuela ao amigo Chavez, os Magalhães distribuidos e por distribuir... deixem-nos vir... eu cá não tenho medo

domingo, outubro 17, 2010

O milagre do 12º ano tirado aos saltos... ou a oportunidade socialista de como obter um certificado sem esforço

Eu fui uma das muitas pessoas que por dificuldades da vida tive de começar a trabalhar aos 17 anos e parar de estudar...
Ao fim de alguns anos resolvi que aquilo que sabia não me chegava e voltei a estudar à noite numa época em que não havia beneses para os estudantes trabalhadores e tinhamos mesmo de estudar. Acabava de trabalhar às 19 h na baixa e tinha aulas às 19,50 no Rainha D. Leonor... não havia carro nem papás a pagar despesas ou a dar boleias para a escola...
E assim lá fiz o antigo 6 e 7 anos (10 e 11º actuais) e o 12º ano, 3 anos de escola nocturna e de fins de semana a estudar em bibliotecas para fazer pesquisa, porque não havia net nem dinheiro para comprar livros, a trabalhar numa pequena firma privada onde não se brincava ao 25 de Abril... e agora... expliquem-me lá como fica o meu 12º ano comparado com a chachada socialista nas tais novas oportunidades e trabalhinhos de corte e cola tirados da net? Onde está a justiça disto quando incluida num currículo? A continuar por este caminho ainda acabam a receber um diploma em casa sem nunca terem pegado num livro o que não seria de estranhar vindo de um governo onde o primeiro faz exames ao domingo ...
Aqui vos deixo um testemunho que o  José Manuel Fernandes deixou hoje no facebook sobre alguém que fala da sua experiência pessoal na treta das Novas Oportunidades...

A “Oportunidade”


A palavra “oportunidade” vem sendo demasiadamente prostituída, de há uns tempos para cá. Refiro-me sobretudo ao modo como é usada e aplicada nos cursos do programa “Novas Oportunidades”, com que lido diariamente e que sem excepção me deixam prostrada, no anseio, que me guia, de concretizar boas práticas profissionais.



O que parecem não perceber os vários responsáveis pela criação e pela organização das “oportunidades” é que esta é uma palavra selectiva: não chama toda a gente. Ora, pelo contrário, toda a gente é chamada às “Novas Oportunidades”, com o aceno luminoso de um salário mensal e de um diploma, ao fim de pouco mais de um ano de comparência à formação. Digo comparência, porque pouco mais é necessário. Passo a explanar alguns dos graves problemas que corrompem um projecto cujo ideal é bonito, mas estropiado pela sua implementação cega:

1. A selecção dos adultos (penso nos EFA e nos RVCC, mas os CEF também cabem aqui) é, geralmente, pouco criteriosa, juntando num mesmo grupo pessoas com níveis de formação assaz distintos, dificilmente conciliáveis. Além disso, a sua formação humana é bastas vezes precária e a disposição para o trabalho, habitualmente, nula. Há dias, houve quem, num arroubo de sabedoria, me aconselhasse a não levar aquilo “tão a sério” (por “aquilo”, referia-se ao cumprimento de horários).

2. Muitos deles estão ali porque foram coagidos pelo IEFP, tendo como única motivação o dinheiro que lhes cai na conta todos os meses, procurando todos os subsídios a que vagamente ouçam poder ter direito. Se conseguirem a certificação no final, é ouro sobre azul. Se a sala estiver equipada de computadores e o curso até for ligado à área tecnológica da informática, então vamos a transformar o espaço de formação num escritório pessoal, de que não podem ser dispensadas as redes sociais nem o MSN. Se o formador pedir trabalho pelo meio, terá de esperar por uma pausa nos contactos de monta que se estabelecem ali, mesmo por quem não conhecia os equipamentos informáticos, mas que depressa chega com deslumbramento ao maravilhoso mundo novo das tecnologias.

3. Os referenciais são abstrusos, incoerentes, irreais e ocos. Além da regular discrepância entre os conteúdos propostos e o tempo de duração do módulo (ora são em demasia para as horas previstas, ora as horas excedem em muito o necessário), os vários módulos repetem pontos uns dos outros, não se percebe uma linha sequencial de matérias nem de nível de dificuldade – e todos têm de ser adaptados aos chamados “temas de vida” e “actividades integradoras”, que limitam confrangedoramente o trabalho de formação.

4. O conceito-chave de “competência”, que norteia todo o programa, está orientado para práticas profissionais, sociais e pessoais que não contemplam a cultura nem o conhecimento – a base sólida de toda a formação.

5. Se existem adultos que não correspondem aos objectivos dos módulos, se não se esforçam nem apresentam trabalho, não podemos pensar numa “não validação”, porque, como me disseram recentemente numa reunião, “não é suposto haver não validações”. Se o formando ultrapassa o limite mínimo de faltas que podia dar, é convidado a assinar algumas horas, na tentativa de que se salve ou permaneça um tempo mais no curso, de modo a não prejudicar as entidades formativas, que são avaliadas em função do número de validações atribuídas e da quantidade de burocracia que fazem nascer. Invariavelmente, são os próprios formandos que acabam por desistir – uns porque percebem que não podem ficar ali sentados sem fazer nada; outros porque depressa detectam o calibre de alguns dos colegas de grupo e não estão para aturar delinquentes.

6. A avaliação dos adultos é feita bastante em função de “reflexões” que têm de redigir com regularidade, juntamente com documentos de “auto-avaliação” – quando poucos têm bases para realizar semelhante exercício ou se interessarem sequer por ele. A lei do menor esforço impera, e é corrente a confissão de “não senti dificuldades”, que isenta o indivíduo de desenvolver o pensamento. Ademais, quase ninguém sabe pensar nem escrever, e o que custa é sabiamente evitado.

7. Nos módulos de Linguagem e Comunicação/CLC, a colaboração nas actividades integradoras resume-se a um “redigir textos”, que, na maior parte dos casos, acaba às costas do formador: as lacunas de expressão e de correcção escrita são tais que é necessário reescrever os textos (ou linhas) entregues pelos formandos, de modo a que se tornem apresentáveis ao exterior.

8. Muitos adultos com o 6.º ano chegam a obter, num período de poucos meses, o diploma do 12.º ano, contando a sua história de vida e fazendo pesquisas na Internet. Raros são os chumbados, findo este percurso, justificando-se, muitas vezes, a certificação, pelos psicólogos e engenheiros envolvidos na avaliação, com o sentimento de “valorização pessoal” que daí advém para os “adultos”.

9. Os formadores são tratados como peças num jogo de xadrez: têm de se desdobrar para chegar a todo o lado e inventar disponibilidade para quem, em muitos casos, não a valoriza. Em múltiplas entidades, não sabemos quando vamos receber, o que frequentemente acontece com um atraso de 4 e 5 meses para com o período de trabalho realizado – porque os subsídios do Estado não chegam e as entidades que gerem vários cursos não têm meios para adiantar pagamentos. Algumas, que o têm, não sentem essa preocupação. Em todos os casos, a prioridade é o pagamento aos ditos “adultos” que, se não recebem no final do mês, boicotam a formação.

10. Os formandos têm sempre razão. Estas são apenas algumas das dificuldades com que o profissional de educação/formação se vê a braços, se quiser trabalhar e ainda não tiver lugar nas escolas públicas – ou se simplesmente escolher outros percursos de trabalho. Salvaguardo as excepções que existem para todo o panorama descrito, tão mais dignas de menção quanto é negro o quadro com que contrastam – quer entre os formandos, quer entre as entidades formativas.

Em todo o caso, a situação é inegavelmente preocupante, fazendo-nos cúmplices da proliferação, no nosso país, de uma estufa de párias, que não sabem dar valor à aprendizagem e se iludem quanto às suas “competências”, com a subscrição do Estado e uma palmadinha nas costas.

Ainda assim, não deixo de sonhar com o dia em que a palavra “oportunidade” seja limpa e volte a brilhar. Trabalho para isso a cada minuto.

(autor/a que solicitou anonimato)

sexta-feira, outubro 15, 2010

e depois dizem que é preciso fazer sacrificios pelo país...

Refrigerantes, sumos, conservas, plantas, leites passam para 16 por cento de IVA



OE prevê aumentos em bens alimentares para a taxa máxima do IVA


mas enquanto isto se passa... há por aí uns senhores que... vivem à grande
(PODE NÃO PARECER, MAS SÃO VALORES MENSAIS!!!!....)


-Mata da Costa: Presidente dos CTT, 200.200 Euros

-Carlos Tavares: CMVM, 245.552 Euros

-Antonio Oliveira Fonseca: Metro do Porto, 96.507 Euros

-Guilhermino Rodrigues: ANA, 133.000 Euros

-Fernanda Meneses: STCP, 58.859 Euros

-José Manuel Rodrigues: Carris 58.865 Euros

-Joaquim Reis: Metro de Lisboa, 66.536 Euros

-Vítor Constâncio: Banco de Portugal, 249.448 Euros (este é que pode pagar mais IRS)

-Luís Pardal: Refer, 66.536 Euros

-Amado da Silva: Anacom, Autoridade Reguladora da Comunicação Social, ex-chefe de gabinete de Sócrates, 224.000 Euros

-Faria de Oliveira: CGD, 371.000 Euros

-Pedro Serra: AdP, 126.686 Euros

-José Plácido Reis: Parpública, 134.197 Euros

-Cardoso dos Reis: CP, 69.110 Euros

-Vítor Santos: ERSE, Entidade Reguladora da Energia, 233.857 Euros

-Fernando Nogueira: ISP, Instituto dos Seguros de Portugal, 247.938 euros (este não é o ex-PSD que se encontra em Angola !! )

-Guilherme Costa: RTP, 250.040 Euros

-Afonso Camões: Lusa, 89.299 Euros

-Fernando Pinto: TAP, 420.000 Euros

-Henrique Granadeiro: PT, 365.000 Euros



E ainda faltam as Estradas de Portugal, EDP, Brisa, Petrogal, todas as outras Observatórios e reguladoras ... Vilanagem É um fartar enfim! E pedem contenção!!

Imaginem o que é pagar um Subsídio de férias ou de Natal a estes senhores:''Tome lá meu caro amigo 350.000 € para passar férias ou fazer compras de Natal''.

E pagar-lhes esta reforma ... É no mínimo imoral e no máximo corrupção à sombra da lei ... Até porque estes cargos não são para técnicos, Mas são de nomeação política .. É isto que lhes retira toda e qualquer credibilidade junto do povo e dos quadros técnicos.





OS NOSSOS IMPOSTOS ALIMENTAM ESTE BANQUETE, ONDE A CRISE NÃO BATE À PORTA E Onde há aumentos PARA SEMPRE Amigos



PODE NÃO PARECER, MAS ESTES SÃO VALORES MENSAIS!!!!....

terça-feira, julho 20, 2010

Cada Cavadela sua minhoca...

- A Comissão Europeia vai enviar «nos próximos dias» uma carta a pedir ao Governo português para «explicar» como irá acabar com a ‘golden share’ que o Estado tem na Portugal Telecom (PT)

- «A Comissão Europeia concluiu que a concessão de uma garantia do Estado sobre um empréstimo de 450 milhões de euros, concedido inicialmente em 2008 ao Banco Privado Português (BPP), constituía um auxílio estatal ilegal e incompatível e ordenou a Portugal a recuperação do auxílio», informa o executivo comunitário em comunicado de imprensa.
Bruxelas considera que a garantia concedida a seis bancos em Portugal para o empréstimo ao BPP numa altura de crise financeira, em Dezembro de 2008 foi «ilegal e incompatível» em virtude do «incumprimento da sua obrigação de apresentar um plano de reestruturação e da reduzida taxa de remuneração da garantia paga pelo banco».

quarta-feira, julho 14, 2010

A MARAVILHOSA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS


É FARTAR VILANAGEM!



PENA DIVULGAR!!!
é uma verdadeira vergonha......batendo as asas pela noite calada... vêm em bandos,com pés de veludo...»
Os Vampiros do Século XXI:
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer corar de vergonha os administradores - principescamente pagos - daquela instituição bancária.
A carta da CGD começa, como mandam as boas regras de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço qualidade em toda a gama de prestação de serviços, incluindo no que respeita a despesas de manutenção nas contas à ordem.
As palavras de circunstância não chegam sequer a suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo parágrafo sobre racionalização e eficiência da gestão de contas, o estimado/a cliente é confrontado com a informação de que, para continuar a usufruir da isenção da comissão de despesas de manutenção, terá de ter em cada trimestre um saldo médio superior a EUR1000, ter crédito de vencimento ou ter aplicações financeiras associadas à respectiva conta.
Ora sucede que muitas contas da CGD, designadamentede pensionistas e reformados, são abertas por imposição legal. É o caso de um reformado por invalidez e quase septuagenário, que sobrevive com uma pensão de EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da Segurança Social para receber a reforma.
Como se compreende, casos como este - e muitos são os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza -não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar despesas de manutenção de uma conta que foram constrangidos a abrir para acolher a sua miséria.O mais escandaloso é que seja justamente uma instituição bancária que ano após ano apresenta lucros fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citarBagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver que contribua para engordar os seus lautos proventos. É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa, como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade. Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos servem sob a capa da democracia, em que até a esmola paga taxa. Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer resquício de decência, com o único objectivo de acumular mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso. Medita e divulga... Mas divulga mesmo por favor...Cidadania é fazê-lo, é demonstrar esta pouca vergonha que nos atira para a miserabilidade social. Este tipo de comentário não aparece nos jornais, tv's e rádios... Porque será???
Eu já fiz a minha parte. Faz a tua.